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Rumos da Política

Rumos da Política – 1ª quinzena de junho

Publicado

Por Paulo Borges

Sem rumo

O município de São Mateus padece de bons políticos. Parece que as melhores cabeças estão de fora do processo do desenvolvimento do município. Por omissão, desinteresse ou mesmo por opção do eleitorado que vem apostando em candidatos que mais aparecem na mídia do que mostram em capacidade e serviço prestado ao município.

Não vemos nenhum projeto de desenvolvimento, nenhuma ação empreendedora, de transformação em prol do progresso, da geração de emprego. Não há um terreno fértil preparado para abrigar projetos desenvolvimentista que tragam investimentos. O que se vê são projetos cobra d’água, solicitação de calçamento de ruas, de uma coisa aqui, outra acolá. Tudo que uma prefeitura tem obrigação de fazer. É o mesmo do mesmo. O que o município necessita é algo muito maior e nisso temos sidos menores. Não aparece ninguém para pensar a cidade, o município como um todo. Quando aparece, não consegue sensibilizar o eleitorado e, com isso, perdemos a oportunidade de avançarmos na busca da mudança, do progresso.

Somado a isso, temos os covardes, os que se escondem esperando alguém fazer por ele para depois aparecerem como o paladino da sabedoria, do conhecimento e que vai resolver todos os nossos problemas. Passa todo o tempo atrás da bomba. Como forjar um líder de verdade? Todas as nossas esperanças se esvaíram.

Ainda somado a isso, o papel das igrejas, algumas, evidentemente, vendem moralidade, pregam a justiça a postura ética e cristã e, no entanto, acabam por se juntar àquele que pode lhe oferecer vantagens. Normalmente vantagens aos seus líderes e não aos fiéis. Vimos algumas dessas designações “cantarem em louvores” que não se envolvem em política e, no entanto, apoiaram candidaturas que não podemos dizer que são sérias. Infelizmente.

E os poderes constituídos? Isso não vale quando se fala em fazer a coisa séria. Costumam estar no mesmo balaio do oportunismo, da omissão, da bajulação.

No próximo ano teremos eleições. Vamos assistir muita coisa que não desejamos. Cabe uma mobilização para evitar o pior. A fraude está na pauta… Voto impresso já é um dos antídotos.

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A vacinação em São Mateus tem sido organizada. Os problemas são pontuais, mas existe uma organização e bom atendimento. Os esforços são louváveis.

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Ainda nessa linha, temos a afirmar que os servidores municipais da Prefeitura de São Mateus são gentis, prestativos e sempre procuram atender e resolver as demandas que chegam e que estão ao seu alcance. A questão política fica na cúpula. O corpo que faz a municipalidade funcionar não tem coloração política. Tem serviço a prestar a sociedade.

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Vale a pena lembrar aos “nobres” vereadores que ser aliado não é o mesmo que ser submisso. A Câmara é um poder independente e o seu presidente tem o mesmo status de importância do chefe do Executivo. Aliás, tem até mais. Prefeito não cassa vereador, mas o inverso é fato.

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Com relação a esse clamor da população para que se apure o que fizeram com grande parte dos recursos repassados pelo Governo Federal as prefeituras e estados, não se deve levar a sério a

CPI instalada no Senado, uma vez que o objetivo é apenas culpar o presidente. É inacreditável um Omar Aziz e Renan Calheiros inquirindo os depoentes. Deveria se apurar nos estados, através das assembleias legislativas e nos municípios já suspeitos de irregularidades, às câmaras municipais.

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Ouvi dizer que não se deve votar em candidato de fora. Mas isso não é de hoje. Sou de opinião que só justifica votar em marciano quando este demonstra ter feito algo relevante para o município. Se isso não é fato, o de fora tem que ficar de fora. Em São Mateus temos bons nomes, basta o eleitor consciente buscar que vai encontrar. É procurar uma agulha no palheiro, mas acaba achando. Mesmo não sendo uma Brastemp.

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O presidente da Câmara Municipal, vereador Paulo Fundão (PP), proferiu discurso alfinetando o ex-prefeito Amadeu Boroto e o ex-presidente do Legislativo, Carlos Alberto (PSB). Do ex-prefeito falou que ele mentiu ao dizer que ficaria quatro anos e acabou por ficar oito no mandato. Quanto ao ex-presidente, a denúncia foi que ele estava realizando reuniões políticas e definindo parceria para o próximo pleito. Nos dois casos não existe nenhuma irregularidade. Faz parte do universo político brasileiro. Onde todos mentem e muitos roubam usando o cargo como pano de fundo. De qualquer maneira, o atual presidente da Câmara vem procurando estabelecer diálogo com o Executivo e algumas realizações estão acontecendo, coisa que durante quatro anos o prefeito nada fez. Hoje existe uma unidade no Legislativo mateense, mas é preciso ter em conta que o sagrado dever de fiscalizar e legislar não encerra com essa unidade e apoio ao prefeito.

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E por falar em fiscalizar, não seria o caso de o Legislativo levantar os gastos e aplicação dos recursos vindos da União para o combate ao coronavirus?

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Caso aconteça mesmo a visita do presidente Bolsonaro a São Mateus, o cavalo do Laurinho Barbosa já está escovado, lustrado e, dizem, envernizado para conduzir o presidente por alguns metros. A ansiedade é grande. Do cavalo e da população.

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O ex-senador Magno Malta, tem procurado sensibilizar o pastor Nilis Castberg (PL) a sair candidato a deputado federal nas eleições do próximo ano. Sem as coligações, é importante o fortalecimento das agremiações partidárias com a participação dos candidatos com alguma densidade eleitoral para que se faça legenda.

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Quem também está buscando seu espaço para uma possível candidatura é o ex-vereador Carlos Alberto. Por enquanto ele está no PSB, mas já está fazendo as malas para mudar de partido. No PSB ele não está satisfeito faz muito tempo. Além disso, o partido tem no deputado estadual Freitas, um pré-candidato a federal, o mesmo interesse que tem Carlos Alberto. Para o ex-vereador, existe muito pré-candidato a estadual daí o seu desejo de tentar uma cadeira na Câmara dos Deputados e isso só pode ser feito em outra agremiação partidária. Pelo menos é o que ele acredita.

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A fila de pré-candidatos a deputado estadual em São Mateus é extensa. Tem representante de todos os matizes e ideologias. Aliás, falar em ideologia em São Mateus é muito difícil. Não existe essa coloração muito definida. O que existe é um arco-íris. Tem pré-candidato de todas as cores.

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O antigo Clube Ouro Negro, localizado no centro da cidade de São Mateus, está abandonado. A Justiça não decide o seu destino e as denúncias improbidades em diretorias passadas é grande. Algum tempo atrás levantei dados junto ao João Cabecinha, falecido recentemente, informações importantes sobre a situação do antigo clube e, com dados convincentes ele falou das barbaridades que foram feitas por pessoas que estiveram à frente daquela antiga instituição socioeducativa.

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Rumos da Política – 1ª Quinzena de Setembro

Publicado

Por Paulo Borges

Democracia & Autoritarismo

Para quem está desatento neste Pais pode se deixar levar por narrativas da esquerda e dos seus agregados. Democratas para eles só existem se comungarem com suas ideias. Autoritários, para essa gente, são os apoiadores do atual governo, principalmente se forem simpatizantes do presidente Jair Messias Bolsonaro.

Mas, para quem está atento ao que vem acontecendo no Brasil, o antidemocrata, o autoritário, o rasgador da Constituição e o que deseja um pais voltar a ser governado por corruptos e um ex-prisioneiro, condenado com ladrão, certamente está na oposição ao governo. O Brasil que a maioria da população deseja não é o que existia até o final da era petista e seus periféricos. Se todo poder emana do povo, como expressa a Carta Magna, porque fazer diferente? Se diferente for, como tem sido, o que está escrito na Constituição são letras mortas. O STF, STJ, OAB (atual presidente), imprensa tradicional, são hoje, entulhos antidemocratas. Não as entidades, mas a maioria dos seus membros.

O brasileiro quer mudança. Vai fazer a mudança, custe o que custar. As Forças Armadas podem e devem defender o que a maioria do povo decidiu. Os políticos e autoridades que não representam os interesses da população, podem, democraticamente, serem defenestrados do cargo. Traidor da vontade popular e do País devem ser presos. Simples assim.

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Esperança

Aos poucos a vida vai voltando ao normal e a pandemia vem dado lições e colocado à mostra quem é quem nessas terras brasileiras.

Em São Mateus o prefeito Daniel tem procurado fazer pelo município o que não fez no mandato anterior. Algumas ações vêm sendo feitas e pode ser uma orientação daqueles que patrocinam seu governo visando as eleições do próximo ano. Não é o governo que São Mateus precisa, mas é o que se tem e, queira ou não, com fraudes ou não, foi eleito pela maioria dos votos dos mateenses.

O prefeito tem em seus quadros bons colaboradores e o rodízio de secretários deixou de existir, dando uma certa estabilidade político-administrativa ao seu governo. Esquecer um pouco as artimanhas da política e focar no atendimento das demandas dos munícipes, é uma ação que melhora muito a imagem da sua administração e do próprio prefeito que, com certeza, não deixou de ser festeiro.

Para quem vai à Prefeitura tem por parte dos funcionários um tratamento respeitoso. O atendimento é muito bom, os servidores procuram resolver problemas e orientar para uma solução. Ou seja, independentemente das diferenças políticas, a Prefeitura tem sido um lugar em que o cidadão é bem recebido e tratado com presteza e dignidade. Sou testemunha.

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Democracia?

No Brasil só de fachada. A democracia brasileira é meia-boca, onde a maioria da população não desfrutas das benesses, dos avanços, mas é convocada a participar das dificuldades para dar continuidade aos privilégios daqueles que estão nos cargos, nos postos de mando das entidades governamentais e, principalmente nos poderes constituídos da República. Não se consegue

acabar com os privilégios e qualquer ação nessa direção é vista como um atentado ao famigerado “direito constituído”, que não passa de um jeitinho cínico brasileiro. É inadmissível, por exemplo, que servidores públicos tenham direitos negados ao trabalhador que produz verdadeiramente as riquezas para tocar este País.

Não existe democracia quando temos na prisão deputado e jornalista sem cometer nenhum crime, exceto criticar membros da “Alta Corte”, os intocáveis togados, que agora se deram ao direito de se travestirem de legisladores e governantes, num claro desrespeito as suas atribuições constitucionais. A ditadura da toga foi implantada e isso não pode ser permitido, é rasgar a Constituição. Muitos se doem quando sofre críticas e vêm com a cantilena de inventar que se deseja acabar com o STF. Na verdade, o que se quer é respeito à Constituição e mudança dos seus membros, hoje formam a pior equipe (esse é o nome, pois são corporativista até nas decisões equivocadas) que se tem notícia no STF. A turma é formada por advogados, inclusive de partidos e grupos, sem saber jurídico de excelência. Só o ministro Fux foi juiz, os outros simples advogados, como tantos outros espalhados pelo Brasil e até com mais capacidade de entendimento de atribuições, mas que não têm padrinhos para colocá-los lá no altar da mordomia e privilégios que afrontam toda a Nação brasileira.

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Por que não?!

Muito já se falou sobre as privatizações no Brasil, um país que se diz capitalista e, entretanto, mantem uma economia ainda atrelada ao governo central, acalentando o estatismo. Uma contradição da qual ainda não nos livramos. Por muitos anos, as estatais só serviam para alojar os indicados, como barganha, dos políticos. Pelo menos nos cargos mais importantes e de comando. Assim, independentemente do planejamento dos planos do governo no poder, essas estatais eram usadas para engordar contas de espertalhões e contribuir nas suas campanhas eleitorais.

Alguma já foi feita para reverter esse quadro nefasto ao País e essas privatizações provaram que muitos dos serviços melhoraram consideravelmente e essas antigas estatais passaram a dar lucro. Neste governo, até as que ainda estão sob o chicote estatal estão dando lucro, o que prova que a roubalheira era institucionalizada e ninguém reclamava, o STF e o Congresso com sua cegueira para as coisas que interessam a sociedade, mas de olhos de rapina para seus interesses pessoais e de seus grupelhos e camarilhas.

Por que a Petrobras é intocável nesses planos de privatização? O petróleo é nosso e a Petrobras do povo? Alguém em sã consciência acredita nisso? A Petrobras é de quem lá trabalha, muito distante em tudo, principalmente em privilégios e garantias de direitos e mais direitos, da realidade do povo brasileiro.

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Rumos da Política

Rumos da Política – 2ª Quinzena de Agosto

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Golpe?

Ministros do Supremo, oposicionistas, imprensa parcial e militante, vários parlamentares, todos contra o governo. Acusam o presidente de tudo quanto é adjetivos pejorativos, o caluniam, ofendem, lhe desejam a morte, criam narrativas contra o País, fazem de tudo para desestabilizar o governo na cara da Nação sem que haja uma reação a altura por parte do governo com receio de ferir a Constituição, tão desrespeitada e rasgada diariamente pelos ministros-advogados sem se intimidarem com a escolha da maioria da população, que elegeu Bolsonaro para mudar o Brasil vislumbrando um futuro mais promissor e sem amarras que atrasam a caminhada para o desenvolvimento e prosperidade.

O ministro do Supremo vai ao Congresso fazer articulação política; outro se reúne em almoço com políticos corruptos e que tem processo a ser julgado no STF e nada acontece contra essa gente. Se fosse o presidente que tivesse esse tipo de encontro, choviam ofensas, acusações e xingamentos. Genocida, golpista etc.

Muitos estão se decepcionando com o presidente por não tomar uma atitude mais contundente contra os maus brasileiros que assacam contra as instituições democráticas e justamente aqueles que se dizem defensores do estado de direito. Se existe golpe, não estaria na hora do presidente dar o contragolpe? Não estaria na hora de enquadrar, com o apoio das Forças Armadas, esses golpistas que se dizem democratas e até hoje não respeitam o resultado das eleições de 2018? E agem descaradamente contra a lei, a Constituição e a vontade popular? É preciso agir. Reagir a essas camarilhas, a essa gente que deseja voltar ao poder usando as armas antidemocráticas, as narrativas etc para derrubar o governo.

Retrocesso

A Câmara dos Deputados aprovou a volta das coligações partidárias. Numa esperteza o presidente Arthur Lira colocou na pauta o projeto para votação de última hora numa clara manobra para favorecer os pequenos partidos que nada ou quase nada representam, mas insistem em uma representatividade que não detém. Para muitos, o retorno das coligações partidárias que acabaram em 2017, é um retrocesso. O Distritão também foi enterrado, mas este não tinha o consenso do plenário. Agora a bola está com o Senado, que costuma andar na contramão do País.

Sem noção

O Senado representa através dos seus membros os interesses dos estados da Federação. Deveria ser a função dos senadores investigarem, através da CPI da Covid, os supostos desvios de recursos que foram disponibilizados pelo Governo Federal para estados e municípios. Essa cegueira em apenas perseguir e buscar cabelo em cabeça de ovo que incrimine o presidente, tornou-se uma perda de tempo e de dinheiro público. A quem deveriam investigar ou interrogar, eles não querem, numa clara demonstração de se fazer narrativas que só desmoralizam uma comissão que por si só já começou desmoralizada por ter em sua presidência um senador envolvido em desvios de recursos e conduta e outro na relatoria por responder inúmeros processos por corrupção no STF, que não os julgam. Deve ser mais um elemento para compor a tentativa de derrubar o governo.

A volta do boêmio?

Apesar do ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva, ter sido condenado, o STF o liberou da cadeia e para se candidatar à Presidência da República. Estão fazendo de tudo para o eleger e o País voltar ao tempo em que era saqueado pela turma comunista que ama

privilégios, bom vinho e lagosta. São os comunistas que gostam do capitalismo para si e, para o povo, os modelos de Cuba, Venezuela e de outras ditaduras espalhadas pelo mundo.

O eleitor não representado

A questão da representatividade política no Brasil nunca existiu no legislativo. O eleito não defende nenhum interesse da população, a não ser se esta coincide com as mesmas dos grupos, grupelhos e camarilhas que representam. O eleitor comum só serve para dar o voto, depois é ignorado pelo eleito. Isso é o normal na política brasileira. As exceções são exceções.

O voto auditável deveria ser algo natural, pois seria mais um mecanismo para dar segurança ao voto digitado na urna eletrônica com um comprovante que ficaria em uma urna acoplada e inviolável. Caso houvesse a necessidade de auditar, bastaria recontar os votos ali impressos. Todos eram favoráveis, mas bastou uma incursão do ministro-advogado Luiz Roberto Barroso se reunir com os líderes partidários para que todos ficassem contra. O STF e o TSE ditam ordens, ditam políticas e se julgam donos de tudo e do País. Quando se critica a “Alta Corte”, os hipócritas logo se arvoram em dizer que se deseja o fechamento daquela instituição. Não é verdade. O que se deseja é que seus membros cumpram o que prescreve a Constituição, coisa que o STF desrespeita a todo momento. O que deveria acabar é a Justiça Eleitoral. Uma instituição inútil, um cabide de emprego que não serve para nada.

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