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Rumos da Política

Rumos da Política – 1ª Quinzena de Maio

Publicado

Por Paulo Borges

A oposição em São Mateus sonha “o sonho sonhado” da situação

Em qualquer sistema político a oposição tem um papel importante. Na democracia sem oposição não existe justiça e nem bom senso, pois o governante nunca terá os balizamentos e limites necessários para dimensionar o seu governo no que tange a ações que nem sempre têm a totalidade da retidão. A oposição pode dar esse limite e apresentar alternativas que nem sempre foram pensadas por quem está no comando do executivo. Estamos falando de uma oposição propositiva, que tem o interesse maior de colaborar com o desenvolvimento do seu país, do seu estado ou do seu município. O que se vê no Brasil é uma oposição burra, antipatriótica que se veste de cordeiro, mas é um verdadeiro lobo mau, cujo objetivo é derrubar o presidente, eleito democraticamente nas últimas eleições nacionais. Como timoneiro dessa nau sem propósito para o bem do Brasil está um ex-prisioneiro que saqueou a Nação e o sonho do povo brasileiro. Lula, com certeza e seu fiel escudeiro José Dirceu foram os algozes do Brasil produtivo, que decidiu votar contra tudo que havia existido nas últimas décadas, exigindo mudanças e a punição para a camarilha comandado pelo ex-prisioneiro e amigo do STF.

Em São Mateus, durante a campanha eleitoral aparecem vários partidos e candidatos se intitulando de oposição. Brigam, discutem, se agridem e, ao final do pleito se recolhem à sua insignificância ou aderem ao vencedor, como se isso fosse mérito. Ainda tem aqueles que afirmam que todos têm que se unir em prol do progresso do município. O problema é que se unem para tudo, até para, num ato de oportunismo, tentarem levar alguma vantagem com o vencedor das eleições, demonstrando que o negócio não é fazer uma oposição séria, consistente, mas apenas buscarem um espaço para, no futuro, conseguirem o seu quinhão de poder, emprego, uma boquinha. Compromisso com aqueles princípios defendidos durante a campanha, logo são esquecidos e a máscara cai com uma rapidez supersônica. O caso do PSL é emblemático. Tinha até candidato a prefeito como ferrenho crítico do – hoje reeleito – Daniel Santana (à época no PSDB). Dizem as boas e más línguas, que o presidente do partido já estava de namoro com o adversário. A ‘verdade verdadeira”, foi que ao final das eleições o presidente já estava se aboletando na equipe de governo do seu “antes” adversário. Na Câmara de Vereadores, toda renovada, mas com princípios pouco republicanos (como sempre) só tinham dois “adversários”. Um virou presidente e outro virou virando…. Sozinho não teria como atuar. Se atuar é fazer o que, quase todos os parlamentares fazem, realmente é preciso estar sob as botas do Executivo. Os parlamentares fingem não saber do seu potencial, da força do legislativo, das suas atribuições, daí a discutível necessidade de ser situação. Sendo assim, o que se deduz é que o sonho da oposição política de São Mateus sempre foi ser situação. Com isso, dizem, sela a paz entre os poderes. Nada mais cínico, pois se houvesse uma oposição de verdade e séria, não precisaria ser tão submissa como a gente costuma ver em todas as épocas. O despreparo, a ideia de que ser vereador é emprego, é possibilidade de usufruir do poder em benefícios somente dos seus, levam a isso.

As últimas eleições municipais em São Mateus foram as mais fraudulentas dos últimos pleitos. A compra de voto com cestas básicas e outros ilícitos foram explícitos para todos, menos para a “justiça” eleitoral. Nada se fez para coibir o abuso descaradamente explícito. Dizem até que de Linhares para cima tem dono poderoso e por isso não é bom mexer em nada, deixa ser terra sem lei. Pelo jeito até o jogo do bicho é mais sério do que certas instituições. Pelo menos no jogo vale o que está escrito. Até para os “sinistros” do STF não vale o que está escrito na Constituição. Por essas e outras é que a população brasileira não acredita nessas camarilhas que ascendem ao poder da Nação, não por méritos, mas por compadrios. Confio mais no bicheiro que, mesmo num ato de contravenção, paga religiosamente o que está escrito na pulha do jogador. O Brasil que trabalha, que colabora para a riqueza da Nação não respeita esse Brasil que a maioria dos políticos teimam em construir à nossa revelia.

Ainda sobre a questão da oposição em São Mateus, depois das eleições e dos seus resultados, os que foram derrotados somem, não se posicionam sobre nada e só voltam dois ou quatro anos depois com a mesma cantilena e soluções mirabolantes e críticas fingidas com o objetivo de aparentar sinceridade e enganar, mais uma vez, o eleitor distraído, alienado que não sabe, não viu, não ouviu e não lhe interessa as demandas municipais e muito menos o que o seu eleito está fazendo. O mau político é fruto do mau eleitor. Tudo farinha do mesmo saco.

Em tempo: a farinha vendida no Mercado Municipal de São Mateus é melhor, tem credibilidade e dá um pirão saboroso. A dá política dá náusea. Haja sal de frutas.

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Em 2022 acontecem as eleições para o eleitor escolher o seu representante para as assembleias legislativas, Congresso Nacional e Presidência da República. O município de São Mateus poderá estar bem representado pelos nomes que estão aparecendo. São pré-candidatos a deputado estadual Carlos Alberto (PSB) e Carlinhos Lyrio (Podemos). Em nível federal aparece Freitas (PSB) e Eliezer (PRTB). Outros aparecerão, mas o que se sabe até aqui são esses dois. Mais nomes estarão na lista, mas tudo vai depender dos caciques que se dizem donos das legendas no município. Uma definição deles possibilita a definição de outros que têm vontade de entrar na disputa. É o caso do Solidariedade. Ferreira Júnior só poderá definir sua pré-candidatura depois que Jorge Silva disser se vem para federal ou estadual.

As novidades são quase nenhuma e a política fica restrita aos mesmos. Os partidos deveriam fazer um trabalho de renovação, trabalharem na formação de seus quadros que possam oferecer melhores opções ao eleitorado. O problema é que os partidos não merecem a confiança do eleitor e seus dirigentes não se interessam em renovar nada. Querem ser eternos, nas campanhas e no repasse de recursos do fundo partidário.

Na Câmara Municipal o nome que se destacaria seria o do presidente Paulo Fundão (PP). Mas, até onde se sabe não existe intenção de uma candidatura em 2022 e sim em 2026, para prefeito. Ele nega, mas eu especulo.

E Daniel, vai tentar algo no legislativo? A dificuldade está no vice, Ailton Cafeu. Nada contra o moço, apenas por uma questão de capacidade administrativa. Aliás, nesse critério estão “quase” empatados.

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No universo estadual para o cargo majoritário, o que se percebe no eleitor capixaba é a necessidade de sair desse círculo vicioso “Hartung-Casagrande-Hartung-Casagrande”. No norte do Espírito Santo existe o maior gestor público que se apresentou para o executivo. É o prefeito de Linhares, Guerino Zanon (MDB). Sua capacidade e competência de gestor está mais do que comprovada. Uma prefeitura é pouco para um gestor com a sua capacidade e inteligência. Portanto, o Norte tem um nome. O MDB tem um nome. É mais um pré-candidato a ser escalado para o jogo político-eleitoral de 2022.

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E por falar em MDB, segue a sua saga de coadjuvante. Uma legenda importante no cenário político sendo alvo de disputas internas intermináveis e protagonizando um papel vexatório. O ex-deputado Lelo Coimbra recuperou o comando da legenda e sentou-se em cima. Está sendo um “empata f…”. A senadora Rose de Freitas veio para o partido com a função de conciliar interesses e, ao que parece, ainda não deu início a sua árdua missão.

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Os cínicos sempre diziam que, apesar de tudo, as instituições estão funcionando. É risível! Funcionando a serviço de quem? Hoje já se sabe. O STF é um partido político e não uma Alta Corte. Lula só não se torna ministro do STF porque não tem quem o indique quando abrir uma vaga. Mas, por enquanto isso não é problema, pois tem muitos parças lá dentro.

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Estava lembrando do tempo em que o prefeito de plantão do município de São Mateus, por ocasião da eleição do presidente da Mesa Diretora da Câmara, patrocinava uma viagem para grande parte dos vereadores para uma espécie de esconderijo. Era a forma de impedi-los de debandarem para o lado do adversário. Falava-se até que levavam algum cascalho. Ao voltarem do passeio e mostrarem a cara pós esconderijo, votavam no candidato já definido pelo prefeito. Isso nos leva a outra reflexão. Os poderes são independentes e harmônicos entre si. OK. Mas por que o legislativo costuma ser subserviente ao executivo? Ora, ali está a verdadeira representação da sociedade (deveria, pelo menos), a força do eleitor. Tem prefeito que, com um chicote nas mãos, bate na ponta da botina e puxa tudo para o seu quintal. Nesse caso, o povo, em sua maioria, se sente traído por todos os lados. Do primeiro ao quinto.

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Atualmente a estratégia para eleger o preferido ou não do prefeito é outra. As negociações e compromissos acontecem nos gabinetes sem qualquer pudor. No final é tudo a mesma coisa, mudam os atores, o picadeiro costuma ser o mesmo. Com raríssimas exceções.

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Mas, nada está perdido. Os mandatos estão quase zero e, com o desenrolar do veículo e o avanço no percurso político, a gente vai vendo quem tem mais potência para chegar com dignidade ao final da estrada. Mas, convenhamos, tem muito condutor barbeiro…

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Voltando a questão das eleições majoritárias para o governo do estado, Ricardo Ferraço vem se articulando sem chamar muito a atenção. Não quer ser traído como da sua última tentativa. Mas o time é grande na disputa pelo Palácio Anchieta. Temos Audifax Barcelos, Pasolini, Helder Salomão, Manato, Guerino Zanon. Sergio Meneghelli o time é grande. Quanto ao atual governador, a gente tem que aguardar se vai disputar o Senado ou a reeleição. Hartung deve sair ao Senado, mas é sempre um mistério o seu próximo lance. Ainda para o senado temos o Magno Malta, que, aliás, está fazendo falta no Congresso Nacional diante do cenário que lá se apresenta.

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Com relação a operação policial na favela do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, em que alguns veículos de comunicação (Globo) procuram insinuar a culpabilidade da Polícia Civil e Militar do Rio nesse evento, vale ressaltar também a posição do PT e do PSOL. Foram solidários somente com as famílias dos mortos daquela favela. Anos atrás o Lula dizia que bandido a polícia não pode enfrentar com flores… Seria interessante que o ministro Edson Fachin, Marcelo Freixo, Gleysi, Lula e sua turma fizessem uma visita a essas famílias indo até lá. Dos gabinetes refrigerados tudo fica mais fácil. É uma turma de cínicos!

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Rumos da Política

Rumos da Política – 1ª Quinzena de Setembro

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Por Paulo Borges

Democracia & Autoritarismo

Para quem está desatento neste Pais pode se deixar levar por narrativas da esquerda e dos seus agregados. Democratas para eles só existem se comungarem com suas ideias. Autoritários, para essa gente, são os apoiadores do atual governo, principalmente se forem simpatizantes do presidente Jair Messias Bolsonaro.

Mas, para quem está atento ao que vem acontecendo no Brasil, o antidemocrata, o autoritário, o rasgador da Constituição e o que deseja um pais voltar a ser governado por corruptos e um ex-prisioneiro, condenado com ladrão, certamente está na oposição ao governo. O Brasil que a maioria da população deseja não é o que existia até o final da era petista e seus periféricos. Se todo poder emana do povo, como expressa a Carta Magna, porque fazer diferente? Se diferente for, como tem sido, o que está escrito na Constituição são letras mortas. O STF, STJ, OAB (atual presidente), imprensa tradicional, são hoje, entulhos antidemocratas. Não as entidades, mas a maioria dos seus membros.

O brasileiro quer mudança. Vai fazer a mudança, custe o que custar. As Forças Armadas podem e devem defender o que a maioria do povo decidiu. Os políticos e autoridades que não representam os interesses da população, podem, democraticamente, serem defenestrados do cargo. Traidor da vontade popular e do País devem ser presos. Simples assim.

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Esperança

Aos poucos a vida vai voltando ao normal e a pandemia vem dado lições e colocado à mostra quem é quem nessas terras brasileiras.

Em São Mateus o prefeito Daniel tem procurado fazer pelo município o que não fez no mandato anterior. Algumas ações vêm sendo feitas e pode ser uma orientação daqueles que patrocinam seu governo visando as eleições do próximo ano. Não é o governo que São Mateus precisa, mas é o que se tem e, queira ou não, com fraudes ou não, foi eleito pela maioria dos votos dos mateenses.

O prefeito tem em seus quadros bons colaboradores e o rodízio de secretários deixou de existir, dando uma certa estabilidade político-administrativa ao seu governo. Esquecer um pouco as artimanhas da política e focar no atendimento das demandas dos munícipes, é uma ação que melhora muito a imagem da sua administração e do próprio prefeito que, com certeza, não deixou de ser festeiro.

Para quem vai à Prefeitura tem por parte dos funcionários um tratamento respeitoso. O atendimento é muito bom, os servidores procuram resolver problemas e orientar para uma solução. Ou seja, independentemente das diferenças políticas, a Prefeitura tem sido um lugar em que o cidadão é bem recebido e tratado com presteza e dignidade. Sou testemunha.

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Democracia?

No Brasil só de fachada. A democracia brasileira é meia-boca, onde a maioria da população não desfrutas das benesses, dos avanços, mas é convocada a participar das dificuldades para dar continuidade aos privilégios daqueles que estão nos cargos, nos postos de mando das entidades governamentais e, principalmente nos poderes constituídos da República. Não se consegue

acabar com os privilégios e qualquer ação nessa direção é vista como um atentado ao famigerado “direito constituído”, que não passa de um jeitinho cínico brasileiro. É inadmissível, por exemplo, que servidores públicos tenham direitos negados ao trabalhador que produz verdadeiramente as riquezas para tocar este País.

Não existe democracia quando temos na prisão deputado e jornalista sem cometer nenhum crime, exceto criticar membros da “Alta Corte”, os intocáveis togados, que agora se deram ao direito de se travestirem de legisladores e governantes, num claro desrespeito as suas atribuições constitucionais. A ditadura da toga foi implantada e isso não pode ser permitido, é rasgar a Constituição. Muitos se doem quando sofre críticas e vêm com a cantilena de inventar que se deseja acabar com o STF. Na verdade, o que se quer é respeito à Constituição e mudança dos seus membros, hoje formam a pior equipe (esse é o nome, pois são corporativista até nas decisões equivocadas) que se tem notícia no STF. A turma é formada por advogados, inclusive de partidos e grupos, sem saber jurídico de excelência. Só o ministro Fux foi juiz, os outros simples advogados, como tantos outros espalhados pelo Brasil e até com mais capacidade de entendimento de atribuições, mas que não têm padrinhos para colocá-los lá no altar da mordomia e privilégios que afrontam toda a Nação brasileira.

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Por que não?!

Muito já se falou sobre as privatizações no Brasil, um país que se diz capitalista e, entretanto, mantem uma economia ainda atrelada ao governo central, acalentando o estatismo. Uma contradição da qual ainda não nos livramos. Por muitos anos, as estatais só serviam para alojar os indicados, como barganha, dos políticos. Pelo menos nos cargos mais importantes e de comando. Assim, independentemente do planejamento dos planos do governo no poder, essas estatais eram usadas para engordar contas de espertalhões e contribuir nas suas campanhas eleitorais.

Alguma já foi feita para reverter esse quadro nefasto ao País e essas privatizações provaram que muitos dos serviços melhoraram consideravelmente e essas antigas estatais passaram a dar lucro. Neste governo, até as que ainda estão sob o chicote estatal estão dando lucro, o que prova que a roubalheira era institucionalizada e ninguém reclamava, o STF e o Congresso com sua cegueira para as coisas que interessam a sociedade, mas de olhos de rapina para seus interesses pessoais e de seus grupelhos e camarilhas.

Por que a Petrobras é intocável nesses planos de privatização? O petróleo é nosso e a Petrobras do povo? Alguém em sã consciência acredita nisso? A Petrobras é de quem lá trabalha, muito distante em tudo, principalmente em privilégios e garantias de direitos e mais direitos, da realidade do povo brasileiro.

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Rumos da Política

Rumos da Política – 2ª Quinzena de Agosto

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Golpe?

Ministros do Supremo, oposicionistas, imprensa parcial e militante, vários parlamentares, todos contra o governo. Acusam o presidente de tudo quanto é adjetivos pejorativos, o caluniam, ofendem, lhe desejam a morte, criam narrativas contra o País, fazem de tudo para desestabilizar o governo na cara da Nação sem que haja uma reação a altura por parte do governo com receio de ferir a Constituição, tão desrespeitada e rasgada diariamente pelos ministros-advogados sem se intimidarem com a escolha da maioria da população, que elegeu Bolsonaro para mudar o Brasil vislumbrando um futuro mais promissor e sem amarras que atrasam a caminhada para o desenvolvimento e prosperidade.

O ministro do Supremo vai ao Congresso fazer articulação política; outro se reúne em almoço com políticos corruptos e que tem processo a ser julgado no STF e nada acontece contra essa gente. Se fosse o presidente que tivesse esse tipo de encontro, choviam ofensas, acusações e xingamentos. Genocida, golpista etc.

Muitos estão se decepcionando com o presidente por não tomar uma atitude mais contundente contra os maus brasileiros que assacam contra as instituições democráticas e justamente aqueles que se dizem defensores do estado de direito. Se existe golpe, não estaria na hora do presidente dar o contragolpe? Não estaria na hora de enquadrar, com o apoio das Forças Armadas, esses golpistas que se dizem democratas e até hoje não respeitam o resultado das eleições de 2018? E agem descaradamente contra a lei, a Constituição e a vontade popular? É preciso agir. Reagir a essas camarilhas, a essa gente que deseja voltar ao poder usando as armas antidemocráticas, as narrativas etc para derrubar o governo.

Retrocesso

A Câmara dos Deputados aprovou a volta das coligações partidárias. Numa esperteza o presidente Arthur Lira colocou na pauta o projeto para votação de última hora numa clara manobra para favorecer os pequenos partidos que nada ou quase nada representam, mas insistem em uma representatividade que não detém. Para muitos, o retorno das coligações partidárias que acabaram em 2017, é um retrocesso. O Distritão também foi enterrado, mas este não tinha o consenso do plenário. Agora a bola está com o Senado, que costuma andar na contramão do País.

Sem noção

O Senado representa através dos seus membros os interesses dos estados da Federação. Deveria ser a função dos senadores investigarem, através da CPI da Covid, os supostos desvios de recursos que foram disponibilizados pelo Governo Federal para estados e municípios. Essa cegueira em apenas perseguir e buscar cabelo em cabeça de ovo que incrimine o presidente, tornou-se uma perda de tempo e de dinheiro público. A quem deveriam investigar ou interrogar, eles não querem, numa clara demonstração de se fazer narrativas que só desmoralizam uma comissão que por si só já começou desmoralizada por ter em sua presidência um senador envolvido em desvios de recursos e conduta e outro na relatoria por responder inúmeros processos por corrupção no STF, que não os julgam. Deve ser mais um elemento para compor a tentativa de derrubar o governo.

A volta do boêmio?

Apesar do ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva, ter sido condenado, o STF o liberou da cadeia e para se candidatar à Presidência da República. Estão fazendo de tudo para o eleger e o País voltar ao tempo em que era saqueado pela turma comunista que ama

privilégios, bom vinho e lagosta. São os comunistas que gostam do capitalismo para si e, para o povo, os modelos de Cuba, Venezuela e de outras ditaduras espalhadas pelo mundo.

O eleitor não representado

A questão da representatividade política no Brasil nunca existiu no legislativo. O eleito não defende nenhum interesse da população, a não ser se esta coincide com as mesmas dos grupos, grupelhos e camarilhas que representam. O eleitor comum só serve para dar o voto, depois é ignorado pelo eleito. Isso é o normal na política brasileira. As exceções são exceções.

O voto auditável deveria ser algo natural, pois seria mais um mecanismo para dar segurança ao voto digitado na urna eletrônica com um comprovante que ficaria em uma urna acoplada e inviolável. Caso houvesse a necessidade de auditar, bastaria recontar os votos ali impressos. Todos eram favoráveis, mas bastou uma incursão do ministro-advogado Luiz Roberto Barroso se reunir com os líderes partidários para que todos ficassem contra. O STF e o TSE ditam ordens, ditam políticas e se julgam donos de tudo e do País. Quando se critica a “Alta Corte”, os hipócritas logo se arvoram em dizer que se deseja o fechamento daquela instituição. Não é verdade. O que se deseja é que seus membros cumpram o que prescreve a Constituição, coisa que o STF desrespeita a todo momento. O que deveria acabar é a Justiça Eleitoral. Uma instituição inútil, um cabide de emprego que não serve para nada.

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