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Rumos da Política

Rumos da Política – 1ª Quinzena de Março

Publicado

As narrativas continuam permeando o cenário político. Seja para criticar tudo que o governo federal faz, mas prevalece a cegueira com os erros cometidos pelos que o antecedeu.

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Em São Mateus o babado são as contas do ex-prefeito, Amadeu Boroto, que vão estar na berlinda em breve. Ele foi à Câmara para esclarecer alguns pontos de possíveis irregularidades apontadas pelos técnicos do Tribunal de Contas do Espírito Santo (TCES), que pedem pela sua rejeição. A composição da Câmara Municipal é praticamente aliada ao prefeito Daniel Santana, adversário declarado do ex-mandatário do executivo municipal e a aprovação de suas contas se torna difícil nesse cenário que se apresenta. O uso de mala, maletas e malões nos tempos atuais ficam difíceis como em outros carnavais que era coisa corriqueira. Tinha vereador de todo preço para aprovar o que interessava ao prefeito. Hoje a conversa é outra, apesar da corrupção estar sempre viva e tem idade de Matusalém. É erva daninha que não se extirpa com facilidade.

O que assombra o eleitor e cidadão, é o fato do despreparo de alguns vereadores no questionamento ao ex-prefeito. Teve um que disse que, apesar das contas terem sido rejeitadas, não era questão de roubo. Claro que um técnico do tribunal não vai especificar de maneira tão deslavada, mas deixa no ar a importância de uma investigação mais efetiva dessas questões, dos desvios que possivelmente possam ter acontecido. Amizade nessa hora cheira a omissão ou adesão. O compromisso do parlamentar é com o seu dever de legislar e investigar, demonstrar que a “amizade, se existir, tem que ser com o desejo e interesse da população”. O resto é papo de aranha, sem importância a não ser rasgação de seda, conivência ou conveniência.

Quanto ao governo do ex-prefeito, não o julgo como incompetente. Fez obras importantes e organizou a municipalidade, apesar dos modos não tão ortodoxos que desagradaram a muitos dos munícipes. Quanto ao fato de ter havido desvios de recursos, confesso que ouvi dizer, mas desconheço a veracidade dessas acusações. Cabe aos órgãos competentes investigar e, se confirmado, punir. Por enquanto, como tudo no âmbito da política e do judiciário, a coisa fica na obscuridade.

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A questão da crise hídrica que atingiu em cheio o município, o deputado estadual Freitas está propondo discutir e apresentar soluções. A vice-governadora, Jaqueline Moraes, também tem se reunido com algumas lideranças e entidades abordando um assunto que é complexo e ela pouco entende. Aliás, de São Mateus poucos entendem. Não é para amadores.

O fato que nos chama a atenção é o Comitê da Bacia do Rio São Mateus não estar inserido nessas discussões. Sem essa entidade, não há nada que a gente possa apostar que aponte para uma solução. O Comitê tem projetos, estudos, entendimento e pesquisa dessa questão. E mais, tem poder de estado, daí a obrigação de estar no seio dessa discussão. Fora disso é política visando 2022.

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E por falar em política, por onde andaram as supostas lideranças políticas do município de São Mateus durante todo esse tempo de crise hídrica que assolou a cidade? Só aparecem no período eleitoral sem apresentar algo exequível para os problemas do município. Exceto o candidato Eliezer (PRTB) que fez uma campanha sem recursos oficiais e apresentou propostas importantes, mostrando ser um diferencial na política do município. A maioria optou pela mesmice e pela continuidade do que aí está. Mesmo que tenha sido uma campanha com ações do ilícito sempre presente e da venda sobre os olhos das autoridades que deveriam punir, a maioria se deixou levar pela conversa atravessada, deu seu preço e reelegeu o que aí está.

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O curioso foi o fato que se falava da necessidade de derrotar Daniel, mas na hora de fazer valer uma ação efetiva para alcançar esse objetivo, colaboraram para a permanência do atual prefeito que acabou por se reeleger. Na campanha existiram três candidatos: Daniel, Carlinhos e Eliezer. Os outros foram composições desafinadas e motivadas por interesses de fora, como forma de preparar terreno para os que virão a São Mateus na caça ao voto, em 2022. Simples assim, porém, complicado para a população mateense que sempre vai da esperança antes, para a frustração logo após fecharem as urnas. Carlinhos foi quem acabou por se apresentar em reais condições de derrotar Daniel Santana. Poderia ter contado com o apoio de “lideranças” como Jorge Silva (SD) e do próprio hoje deputado novamente, Freitas (PSB). Afinal, o objetivo não era derrotar o adversário comum? Houve muita omissão, interesses inconfessáveis, traição e covardia. Dizem que essas “virtudes” na política são comuns. Está explicado porque poucos ainda confiam na política e nos políticos.

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Em Linhares a Justiça Eleitoral caçou um vereador por compra de voto e a Câmara de Vereadores o inocentou. Pelo andar da carruagem esses poderes, em muitos casos, não servem para nada.

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Ainda por falar em Linhares, o prefeito Guerino Zanon (MDB) é nome forte para uma candidatura ao governo estadual. Além dele, tem a senadora Rose de Freitas, que agora voltou ao partido disposta a apaziguá-lo para que venha forte nas eleições de 2022. Fala-se muito em falta de lideranças renovadas no Espírito Santo, mas as que temos essas duas têm capital.

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Rumos da Política

Rumos da Política – 1ª Quinzena de Abril

Publicado

Por Paulo Borges

O cenário vai sendo montado. O processo que hoje está em plena execução vem sendo acelerado, pois no caminho apareceu um ponto na curva que não estava previsto…

O processo é a implantação de um modelo que suprime as liberdades e implanta o socialismo como pré-requisito para se estabelecer o utópico comunismo. A criação do Fórum para discutir essas questões aconteceu em São Paulo e depois em outras cidades por países da América do Sul.

Com o advento do PT no poder por quase 16 anos, somados ao período do ex-presidente FHC, não esperava e não contavam com o afastamento da ex-presidente Dilma que gastou um Evereste de recursos para se reeleger. O impeachment era algo impensável, mas acabou acontecendo e atrasando todo o processo que tem como mentores principais, José Dirceu e Luiz Inácio Lula da Silva. O estado brasileiro estava todo aparelhado com o “exército” da esquerda brasileira em todos os órgãos da União e de vários estados da Federação. Inclusive o seu exército maior que é o MST.

A eleição do presidente Jair Bolsonaro foi a unha encravada que tentou-se extirpá-la no período eleitoral com o Adélio e sua faca cega, que fracassou na missão a ele atribuída. O capitão foi eleito e todas as forças contrárias e algumas que viraram ex-aliadas se juntaram para centrar fogo no governo, principalmente no seu chefe, Bolsonaro. O novo presidente fez tudo que a oposição não queria, que foi fechar as torneiras do dinheiro fácil para ongs, veículos de comunicação de grande poder de manipulação e inúmeras entidades que muitos recebiam e nada faziam. O Mentor-mor, José Dirceu, fora da cadeia como um dos símbolos da impunidade e compadrio com o STF, declarou que o processo de derrubada do governo continuaria pelos municípios do Norte-Nordeste. A atuação do governo levando benefícios para a região inibiu um pouco esse plano, mas eles têm várias frentes e modelos para derrubar governos constitucionalmente eleitos por um sistema democrático. Em 22 a tendência é fraudarem as eleições numa estratégia sórdida e que já vem sendo montada para colocar um presidente mais confiável a esquerda, aos oportunistas e aos falsos patriotas que são, na realidade, uma camarilha do mal.

Hoje a oposição pode ofender e xingar o presidente e este não manda sua assessoria elaborar projeto para amordaçar a imprensa, como tentaram fazer os que o acusam de antidemocrata, fascista, genocida e outros cias. Lula, em seu governo quis calar a imprensa com um conselho de regulamentação da mídia. Quase conseguiu.

Caso um simpatizante, aliado ou cidadão comum que profere uma opinião sobre os 11 morcegos do STF, logo sofre ataques ou punição de maneira inconstitucional do Supremo. Aliás, o STF vem rasgando a Constituição desde o afastamento da Dilma, quando foi cassada, porém, mantido seus direitos políticos.

A corda está esticada. Muitos pedem a manifestação dos militares, para ao lado da maioria da população ordeira e produtiva, passar a limpo as instituições que estão ocupadas pela podridão de muitos dos que ali estão encastelados por décadas. A frustração de grande parte dos eleitores do presidente, que o elegeu para mudar esse estado de coisas, é que ele ainda não tomou uma atitude firme contra a bandalheira que impera em outras instâncias. Pelo andar da carruagem e sem ter aonde se segurar, uma vez que a podridão tomou conta do país, só vai restar mesmo a intervenção das Forças Armadas, com o povo nas ruas ao seu lado.

Está feia a coisa. Ainda não se pode ir para Marte…

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A oposição sempre é importante para todo governo. Ajuda a corrigir erros e até pode sugerir uma ação propositiva para melhorar a vida das pessoas e a situação do país. Essa oposição que se apresenta atualmente no Brasil é um escracho! Só tem um projeto: derrubar o presidente. Por que não se sabe claramente. Será que desejam o retorno do maior ladrão de todos os tempos chamado Lula?

Agora estão querendo constituir uma comissão paralela para coordenar as ações de combate ao coronavirus. Acho que antes disso deveria exigir dos governadores e prefeitos a prestação de contas dos repasses milionários feitos pelo Governo Federal. A PF está em diligência atrás dos larápios institucionais que em vez de usar os recursos para o combate a pandemia foram desviados para satisfazerem interesses inconfessáveis ou supostamente para engordar o caixa das eleições de 2022.

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O lockdawn não tem nenhuma eficiência comprovada cientificamente. O que se sabe é que fracassou aonde foi imposta. Até a OMS já tem essa opinião. O povo não pode aceitar a opressão travestida de legalidade fajuta imposta por alguns governantes. É preciso que a sociedade brasileira encare e enfrente a mulambada governista. O prefeito de Curitiba quer baixar um decreto impedindo que se dê um prato de comida a um morador de rua sem autorização. É hilário. O povo tudo pode, eles não!

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Em tempo: Mandeta é o verdadeiro genocida quando deu o conselho mortal de procurar o hospital quando tiver morto. E a imprensa de necrotério o aplaudia.

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Essa carta dos presidenciáveis defendendo a “democracia” é uma piada. Essa turma não fica junta nem na cadeia, se a justiça fosse justa.

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Uma reforma administrativa vira crise para a oposição. O presidente é o comandante em chefe das Forças Armadas. Demitir ministro e comandante das forças é um direito constitucional do presidente. Simples assim.

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O sistema está apodrecendo… Está sendo destruído. A esquerda-bibelô está desesperada daí as narrativas que beiram as raias da hipocrisia. Palavras ao vento são lançadas sem qualquer consistência, no mínimo, uma insanidade mental.

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Existem coisas que só acontecem ao Botafogo e, agora, ao Brasil dos tempos atuais. É um escárnio a justiça soltar criminosos e mandar prender cidadãos que apenas critica um ministro-advogado do STF. A Constituição é respeitada por “quase” todos, mas tem sido rasgada pela instituição que deveria guardá-la. O STF é o pseudo-guardião da Constituição do Brasil.

Para registro: o lugar do Lula é na cadeia e não na disputa de uma candidatura à presidente.

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Rumos da Política

Rumos da Política – 2ª Quinzena de Março

Publicado

Por Paulo Borges

A corda está esticada na política brasileira. O assunto no centro do furacão é o Covid-19. A oposição acusa o presidente de genocida, a direita diz que existe uma narrativa contra o governo que é taxada como perseguição e esquema para desgastar o governo vendo erro em toda e qualquer ação governamental. O passado parece ter sido esquecido, a roubalheira de Lula e sua gangue ficou no esquecimento. É uma briga tola que radicaliza a discussão.

Para alguma coisa tem servido a pandemia. Mostrou que estamos todos no mesmo barco, que os seres humanos, na sua essência, são iguais e o sofrimento com as perdas é semelhante. Mostrou que o futebol e outras atividades não têm a importância que se dá e que os políticos não são tão importantes como se imaginava. A pandemia ajudou a mostrar quem são mesmo os importantes: médicos, enfermeiros, funcionários da saúde, paramédicos, cientistas e a população que trabalha diariamente para ajudar a manter os privilégios insanos das autoridades (políticos, ministros do Supremo etc).

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Edson Fachin, atual ministro do STF, um advogado sem expressão, que fez campanha para a ex-presidente Dilma, pagou a conta que ainda devia: anulou as condenações do meliante Lula. O esquemão continua e os mentores Lula, José Dirceu e seus comparsas continuam em plena atividade, mesmo condenados pela “justiça”. Com essas ações o STF faz jus ao que a maioria da população acha dos seus membros: vergonha nacional! Não se deseja acabar com a Alta Corte, o que se deseja é defenestrar os que lá estão. Esse parece ser o desejo do Brasil que trabalha, produz e de quem leva o pão de cada dia, com muito sacrifício, para casa com honestidade e sem os serviços públicos para o qual paga seus impostos.

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Caso se confirme a ação do Fachin, os recursos roubados têm que ser devolvidos? A planilha da Odebrecht é ficção? Abre precedente para que os larápios do erário peçam seus objetos de roubo de volta? Os que foram presos pela Operação Lava Jato podem pedir indenização? O assalto ao País será legalizado ou justificado? Vamos aguardar a decisão do Plenário do STF para saber o que prevalece, se a justiça ou a máxima que o crime no Brasil compensa, principalmente se for cometido por políticos e seus aliados. Os processos do Lula vão para Brasília e as provas robustas dos crimes cometidos serão jogadas no lixo? O trabalho de juízes, desembargadores, promotores e agentes da Receita Federal e da Polícia Federal não serviram para nada? Para Edson Fachin, eleitor de carteirinha da ex-presidente Dilma e militante do PT acha que não. Isso cria um clima nunca visto no Judiciário. Vai ser um samba do crioulo doido!

Quando estava na universidade e fazia o meu primeiro curso universitário (fiz três), a gente achava que o Brasil precisava ser passado a limpo. Hoje temos a certeza.

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Por que, depois de quatro anos, o Edson Fachin tomou essa atitude somente agora, uma vez que os advogados do ex-presidente pleiteavam a anulação das condenações alegando que Curitiba não era a jurisdição para o trâmite do processo? Será que é somente para “pegar” o Moro? Mas, é bom registrar, que a decisão do Fachin, não faz do Lula inocente. Lula é culpado, foi julgado e condenado e ainda responde por outros novos processos. Com uma ficha corrida tão extensa de corrupção e lavagem de dinheiro, está habilitado a ser autoridade no Brasil?

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A segunda turma do STF transformou o mocinho em bandido, ao aprovar a suspeição do ex-juiz da maior operação contra a corrupção já existente no Brasil, Sergio Moro. Logo teremos o juiz preso e o ladrão condenado Lula na disputa pela Presidência da República. Inacreditável!

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Falando sobre a política de São Mateus, como explicar a reeleição do prefeito Daniel, se na “oposição” havia maioria querendo a sua derrota, reconhecendo a incapacidade de continuar governando? As explicações são muitas e dentre elas, a suspeição de que tudo foi projetado fora de São Mateus, em um acordão que deixou de lado apenas Mauro Peruchi, Carlinhos e Eliezer. Os interesses são inconfessáveis, mas teve inocente útil que foi inflado na sua vaidade, porém, vazio de propósitos. A realidade é que Daniel foi eleito e os seus ex-algozes continuam por aí como se nada tivesse acontecido e como se não fossem responsáveis pela sua reeleição. Defendo a “limpeza”, a oxigenação da política mateense, com novas personagens, que os partidos, verdadeiramente comprometidos com a ética, trabalhe novas lideranças, promovam cursos para preparação de seus novos quadros.

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O MDB continua enrolado. Uma sigla importante que vem sendo tratada sem importância… A volta da senadora para a sigla é uma forma de apaziguar os grupos. O partido continua sob intervenção da Executiva Nacional e Lelo Coimbra é o seu representante. Sua atuação, juntamente com Chico Donato tem criado um clima de revolta e perseguição. O deputado estadual José Esmeraldo e o ex-deputado federal, Marcelino Fraga, foram “convidados” a deixar a legenda. Se o papel da senadora Rose de Freitas é pacificar o MDB capixaba, vai ter muito trabalho. O MDB de São Mateus, que não era aliado do Lelo, está sob intervenção da Executiva Estadual e segue inativo, apesar de ter em seus quadros membros destacados da sociedade mateense e que são filiados ao partido, desde a sua fundação. Comenta-se na possibilidade do prefeito Daniel Santana, ex-PSDB, ir para o partido pelas mãos da senadora, mas não deveria ser uma ação a ser tomada sem antes chamar a turma para um entendimento. Já se falou que membros do partido em São Mateus querem ser ouvidos e não vão aceitar sua entrada sem lhe dar, ao menos uma satisfação. Entrar pela janela não. É necessário um entendimento para que a entrada seja pela porta da frente. Acredite se quiser.

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Ainda sobre o MDB, existem nomes que podem se apresentar como pré-candidatos ao Palácio Anchieta. Um desses, além da senadora Rose, é o do prefeito de Linhares, Guerino Zanon. Falasse, em bocas de Matildes que o ex-prefeito de Serra, Audifax Barcelos, hoje no Rede, vem sendo assediado para se filiar no MDB e ser mais uma opção para disputar a eleição para governador. Ele se cacifou com o grande trabalho feito nos seus mandatos de prefeito. Não sei se teria densidade eleitoral fora da Grande Vitória.

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Não sou futurólogo, mas o ex-juiz Sergio Moro se apresenta como candidato importante para a disputa das eleições de 2022 para a Presidência da República. O PSDB tem o apertadinho Dórea e com isso, a identificação do ex-juiz com essa legenda, pode lhe mostrar a hora de procurar um partido para se abrigar e o credenciar à disputa. O Lula não será candidato e se for, não acredito em sua vitória. Seria um escárnio termos o maior ladrão do país no comando da nação. Se temos nas casas legislativas, teríamos no posto maior do País um meliante. O bandido solto e o xerife preso. Hilário!

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O presidente Jair Bolsonaro ficou aquém do que esperavam seus eleitores consciente na sua atuação à frente do governo. Os antigos sempre diziam que quem fala demais dá bom dia a cavalo. Essa estratégia do bate-boca com repórteres de veículos alinhados à oposição é desgastante e desnecessária. Usar somente as redes sociais para se comunicar é outro erro. A comunicação do governo federal é muito ruim. Dizer que é um governo autoritário, fascista e genocida é bobagem, é narrativa de uma oposição desprezível. A esquerda é autoritária e o Lula tentou calar a imprensa. Se fizesse com o Lula o que se faz com o Bolsonaro, a turma da repressão agia sem dó.

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O radialista e candidato a prefeito de São Mateus, nas eleições do ano passado, Carlinhos Lyrio (Podemos) é o que sobrou como um político que continua reunindo capital eleitoral (voto). Outros sempre aparecem junto com ele nas disputas, mas vai chegar a hora do eleitor mateense perceber que Lyrio é o candidato que tem as características da média do eleitorado de São Mateus, que tem a vontade de servir o município, daí necessitar de apoio dos que também desejam para que possa reunir uma turma boa ao seu lado para começar a escrever uma nova história. Um povo simples com um prefeito simples. Agora o trabalho será para o Legislativo, é o primeiro passo que um grupo de pessoas vai começar a construir com ele. Depois de 2022, a conversa será para 2024, com início, meio e fim. Deputado estadual e, depois, prefeito de São Mateus. Cheguei à conclusão que está na hora de acabar com as aventuras e apoiar o feijão com arroz. Na última eleição Carlinhos foi traído por aqueles que poderiam ter lhe dado o apoio necessário para defenestrar o governante que, por omissão de muitos acabou sendo reeleito. Lamentável a atitude da turma que só queria tirar o atual prefeito para ser protagonista das mesmas práticas, só condenáveis no alheio. Hipocrisia geral!

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Por falar em candidaturas a deputado estadual, Carlinhos Lyrio e Carlos Alberto já estão credenciados. Para federal é preciso buscar um nome identificado com o município. Fala-se no deputado Freitas, mas está provado que tem dificuldades com São Mateus e isso merece um estudo sociológico profundo em busca da causa. É um bom deputado, mas não tem se criado com o mateense. É o deputado da região, mas no “histórico das suas eleições”, São Mateus não pertence a sua “região eleitoral”. Esquisito, mas é a realidade e os números mostraram isso.

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Escolas fechadas por mais de um ano sob alegações que não se sustentam. O que tem certeza é o crescimento, não só da pandemia, mas de uma legião de ignorantes e de semialfabetizados. Com a complacência da direita e com o interesse da esquerda, a educação brasileira vai continuar aonde sempre esteve, nos últimos lugares. E tome BBB?

Contato para a coluna: [email protected]

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