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Rumos da Política

Rumos da Política – Dezembro Nº 1

Publicado

É preciso oxigenar a política e melhorar as escolhas

Até quando o mateense vai continuar a viver sem ter de escolher melhores representantes? O problema é tão sério, que a cada processo eleitoral, os nomes são praticamente os mesmos a se apresentarem para receber o voto do eleitorado. Quando se fala em eleição aparecem Amadeu Boroto, Jorge Silva, Carlinhos Lyrio e outros menos badalados. Num peido aparece um nome diferente, porém, ligado ao que se tem de mais atrasado, isso quando não está atrelado a um grupelho ou camarilha, representando interesses inconfessáveis, porém, conhecidos por qualquer bicho de orelha que habita o município de São Mateus. Mas, as vezes tem um ingênuo que se lança no meio desses leões e, sozinho, tenta convencer os eleitores que é possível mudar o rumo das coisas. Como a maioria não “entende” que política pode ser feita com ideias e propósitos prefere monetizar seu voto ou vislumbrar um futuro de vantagens, como se o paraíso fosse feito para ele. Quando o eleitorado percebe que o paraíso é apenas para os eleitos, se frustra e fica na ilusão que na próxima eleição será melhor e o paraíso pode ser uma possibilidade.

Recentemente o prefeito, Daniel Santana, foi afastado por “suposto” roubo do que não era dele. Desde o primeiro mandato já se falava sobre as barbaridades que vinha fazendo no exercício do seu mandato. Todos permaneceram mudos, o que nos levava a acreditar que essas lideranças e órgãos de fiscalização e de críticas ao prefeito eram omissos, covardes, sem coragem a virem a público defender os interesses da população, vítima de uma administração desastrosa. O próprio Ministério Público Estadual, em São Mateus, apesar de todas as denúncias, nada fez dando a impressão de não existir no município. Teve até um promotor que sapateou sobre um trio elétrico rasgando seda para o prefeito que, naquela altura, já era alvo de denúncias de um grupo de cidadãos mateenses que se reunia e até criou o Movimento SOS São Mateus. Por parte da Câmara, seis vereadores também denunciavam o prefeito e sua administração e até o presidente do Legislativo à época, vereador Carlos Alberto, recebeu inúmeros documentos e os encaminhou ao MPES de São Mateus e, pasmem, nada aconteceu. Coberto pela “eficiência” da justiça, Daniel terminou o mandato e ainda (santo Deus!), foi reeleito – num desses milagres explicáveis e acabou preso pela Polícia Federal, em companhia dos seus “colaboradores”. Nesse momento os admiradores, os apoiadores, os puxa-sacos, os omissos, as lideranças de merda, fugiram e ainda vêm a público, não para se posicionarem contra o prefeito que caiu em desgraça, mas para – na cara dura – se dizerem candidatos às eleições futuras.

Não é possível que não haja uma maneira de mudar essa triste realidade. Pessoas íntegras, capazes e compromissadas com a ética, a moral e a honestidade existem, mas têm medo de virem a ser retaliadas, perseguidas, injuriadas por aqueles covardes e maledicentes que se escondem para atacar sem a coragem de enfrentar a adversidade ou aquele a quem ofende.

Agora temos o ex-vereador, Ailton Cafeu, à frente da administração do município de São Mateus. É o vice e, por direito e não por competência, está lá, sentado por detrás de uma mesa “governando” o município. As boas e más línguas dizem que ele manda pouco, mas têm assessores que mandam muito. Não posso afirmar, até porque é uma escolha e nada tenho contra pessoas e sim pelo que fazem quando se revestem de um cargo político.

Agulha no palheiro

Esse é um simples caso que explica porque a CPI da Pandemia não quis investigar o Consórcio Nordeste, governadores e prefeitos. Em São Mateus, onde chegaram recursos do Governo Federal para combaterem com ações o coronavírus, a atual administração está encontrando dificuldade para saber por onde andam os R$ 19.800.000,00 recebidos. Além da grana, não se acha processos sobre os gastos “supostamente” feitos para o combate ao ”vírus chinês”.

Triste realidade

Para quem tem a oportunidade de conversar com empresários importantes, até mesmo em nível nacional, já ouviu deles a péssima impressão que têm do município de São Mateus para investimento. Falam horrores dos seus últimos governantes, das propostas de saquear o dinheiro público o que tem atrapalhado o desenvolvimento do lugar. São verdadeiras quadrilhas que se instalam fora e dentro da máquina pública.

São Mateus – e todos dizem- um lugar com grande potencial econômico, nas mãos dos canalhas. São anos de roubalheiras. Um município perdendo seus valores, suas riquezas e seus talentos, que vão embora em busca de um lugar melhor. Vão embora sabendo que o lugar em que está deixando para trás, só não prospera por causa de uma classe política atrasada, insana, que não tem compromisso com o povo e muito menos com o desenvolvimento do lugar. Uma classe política que abriga aventureiros, gente em busca de emprego (mandato) e de oportunidade pessoal de negociata. Existem, como em todo grupo, os bons, mas em se falando de político brasileiro, soa até esquisito dizer isso. Mas existe sim.

Política se faz o ano inteiro. Aqui somente em período de eleição. Um bando de bons e maus candidatos andando pelas ruas e becos com um discurso que nada significam e, em sua maioria, para ludibriar os incautos eleitores. Pobre realidade.

Em 2022 teremos mais uma rodada de tudo isso. Temos de estar atentos com esses gafanhotos que chegam de mansinho, sorrateiramente e destroem nossas lavouras, nossas esperanças, nos fazendo de otários. Chega! Vamos dar um basta nessas corriolas! Vamos escolher os melhores, ter critérios e princípios na hora da escolha. Nome todos têm, caráter, alguns.

Para lembrar

Quando se ataca um ministro, não estamos atacando a instituição. Gente é igual em qualquer lugar, com virtudes e defeitos. No Brasil tem autoridade com mais um do que outro… Depende do olhar como se vê…

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Rumos da Política

Rumos da Política – Janeiro nº 01

Publicado

Algumas reflexões de fim de festa e início de que um ano bom seja real

O ano de 2021 foi difícil para o governo federal, que mesmo tendo um presidente eleito democraticamente pela maioria dos eleitores brasileiros, não conseguiu governar plenamente. Os que se dizem democratas procuraram atrapalhar, não respeitar o resultado das urnas e, pasmem, rasgar a Constituição na maior cara dura. Os atos antidemocráticos partiram da oposição e grande parte dos “intelectuais” e da mídia militante, se calaram. Criticar e atacar pode, desde que seja contra o governo e seus simpatizantes. Vivemos em uma democracia ou em uma ditadura do judiciário?

Não me coloco como simpatizante do governo e muito menos da oposição. Também não sou do centro oportunista. Aposto e defendo numa mudança radical, coisa, e tenho consciência disso, impossível de acontecer. Isso só vai acontecer quando tivermos uma sociedade esclarecida, letrada, participativa e que se despir de conceitos de bem-educada para com os maus cidadãos, maus brasileiros e bandidos de linhagem refinada. O povo não tem poder. Hoje, está claro, quem tem poder não está necessariamente no poder. Os órgãos estão aparelhados pelos que mandaram (ainda mandam) durante todas essas décadas. Não vejo possibilidade de mudança sem rompimento de paradigmas que estão enfronhados nas hostes de poder da sociedade e não de governo. Até a direita é consentida pelos que mandam no Brasil, desde que sirva, de alguma forma, aos interesses que possam fortalecer e consolidar essas castas a continuarem surfando no verdadeiro poder.

Neste ano vamos ter eleições nacionais e estaduais. Vai ser um ano decisivo para o Brasil. Temos a possibilidade de voltar ao passado e a de vislumbrar um futuro melhor. A disputa de poder será ferrenha. Não sou otimista, sou realista. Estamos longe de ser um País que beira ao ideal, pois continuamos presos a conceitos, regras, leis e mentalidades atrasadas. Existe um presidente que tem a Presidência, mas tenho minhas dúvidas se tem o poder. O País foi aparelhado nesses anos de governos de esquerda e nem no Exército existe essa unidade para dar uma “arrumação” nessa joça. A oposição desqualificada quer apenas o poder.

Dizem que vivemos em uma democracia… Estranho uma democracia ter preso político por vontade de um ministro do Supremo Tribunal Federal. O desrespeito à Constituição é flagrante e, no entanto, acusam o presidente de ser antidemocrático. Justamente ele, que cumpre a Constituição Federal. Estranho, não? Mais estranho é o silêncio da mídia “velha e militante” e dos que se dizem democratas.

Mas, o que é inimaginável, é um ladrão, comprovadamente com provas robustas e condenação, sair livre, leve e solto pelo mundo a fora, falando mal do Brasil e do governo. E, pasmem, solto e reabilitado pelo STF. Lula e outros dos seus comparsas difamam o País no exterior. Os jornalistas amestrados ainda têm a capacidade obtusa de achar o ex-presidiário como estadista. O Lula tem postura de psicopata.

Eu só queria entender…

Se as decisões de alguns ministros são inconstitucionais, qual a obrigação de respeitar tais decisões? Alguém pode ser preso cuja prisão está baseada em decisões inconstitucionais? E a polícia tem autoridade para cumprir um mandado ilegal? Quem prende quem que cumpre um mandado baseado em lei que não existe e não está explicita no código penal?

Em tempo: Lula se dizer inocente é fake News. Ele foi condenado. Pode isso, Arnaldo?!

Enquanto isso…

São Mateus volta a cair nas mãos da turma que esteve presa. A Justiça soltou e devolveu, pelo menos até o momento, a chave do cofre municipal ao prefeito Daniel da Açaí.

Eleições

Neste ano muitos candidatos vão se apresentar para a disputa. Em São Mateus será que teremos novidade? Teremos um candidato esclarecido, comprometido com as demandas do município e de sua população? Ou será que o eleitor mateense vai votar apenas em nomes esquecendo de saber se estes têm capacidade, projetos para o município ou tem apenas projetos pessoais ou para acolher ideias e ações de camarilhas?

OAB E outras entidades

A OAB, subseção que tem sede em São Mateus tem opinião sobre o cenário político-administrativo-criminal que vive o município? A CGU e a Polícia Federal têm e demonstraram toda a roubalheira. E o Ministério Público Estadual? E os partidos políticos, a sociedade em geral?

Qualquer bicho de orelha tem opinião abalizada sobre tudo que aconteceu no município, quando o prefeito saqueou os cofres públicos com sua camarilha. Isso é fato. As “lideranças” políticas veem tudo e nada dizem. Essa atitude tem nome: covardia. São lideranças que nada representam para o cidadão consciente da cidade e são covardes, se escondem, somem, se refugiam nos seus casulos para desabrocharem em período eleitoral. Abram os olhos para essa gente para depois não reclamarem de ter sido enganados.

É hilário!

Acho engraçadíssimo quando o governante assina uma ordem de serviço e os políticos e puxa-sacos se agarram ao papel a ponto de quase tomá-lo das mãos do governante ou rasgá-lo. Querem aparecer na foto. A cena beira a uma peça teatral de quinta categoria.

Quebrando paradigmas

Dizem que um raio não cai no mesmo lugar duas vezes. Isso é questionável, até porque o prefeito Daniel voltou para o mesmo lugar.

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Feliz Ano Novo!

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Rumos da Política

Rumos da Política – Dezembro nº 2

Publicado

Por Paulo Borges

São Mateus tem jeito. O povo pode dar um jeito! Abaixo a bandalheira!

O ano está findando e no balanço geral existem aspectos que devem ser lembrados, analisados e servidos como lição.

Em São Mateus a população viveu nos últimos cinco anos o seu inferno astral. Votou e reelegeu, um governante que não teve nenhum projeto de desenvolvimento para o município e seus munícipes. Só usou o poder a seu favor pessoal, fazendo negociatas entre amigos com recursos públicos, num assalto orquestrado para que todos fossem contemplados com o fruto da roubalheira generalizada.

Dizem que o divino não interfere na podridão da política e dos políticos. Em São Mateus, que tem São Benedito e o próprio santo com o nome do município, aconteceu o milagre de uma ação “bendita” da Controladoria Geral da União e da Polícia Federal que levou o titular da Prefeitura e sua gangue para a cadeia. Claro que sempre existem as forças contrárias do satanás que, neste caso, soltaram os incautos. De qualquer maneira, a camarilha local e parte de alguns membros de camarilhas de fora acabaram sendo pegos e afastados do poder e do cofre. Existe o medo de que o “Satanás” retorne para a municipalidade com prefeito seus “apóstolos do mal” ou o próprio incorpore nele para continuar o desmando e os ilícitos já comprovados pela Polícia Federal e CGU. Mas, o perigo da volta continua existindo, até porque a cegueira da justiça é algo comum e permite, muitas vezes, que o réu acabe culpado depois de cumprir o mandato. E fique com algum no bolso…

Hoje, depois de toda essa esculhambação, assumiu a Prefeitura de São Mateus o improvável. Acontece que o improvável começou a agir, empreender ações simples que, de tão óbvias, merecem os aplausos daqueles que ainda têm esperança de ver a cidade e o município como um todo, começar a recuperar a autoestima e a esperança de que a mudança verdadeira é possível.

Ailton Caffeu, na sua humildade, porém, no desejo, por ser filho da terra, de ver a sua cidade vencer toda essa podridão, vai fazendo o que é possível e necessário para que o “paciente” saia da UTI e volte para o tratamento semi-intensivo. Nomeou assessores capazes, conhecedores da máquina administrativa e compromissados em fazerem o melhor pelo município e seu povo.

A hora é de trabalhar mais e deixar de lado a politicagem. A gente sabe que existem aqueles urubus rondando, procurando carniça para levar para seu reduto visando interesses inconfessáveis e apenas políticos. Basta! A sociedade mateense precisa espantar essas criaturas nocivas ao desenvolvimento. Os urubus são protegidos por lei, mas os “urubus-políticos-carniceiros” precisam ser capturados pelas ações dos caçadores da verdadeira justiça para que sejam alijados da vida pública, depois de tanto mal que fizeram e fazem a sociedade trabalhadora e honesta do município de São Mateus. Amém?!

Nada de novo no front

Os nomes começam a aparecer. Como não temos novidade nenhuma, não vale a pena tecer uma análise do que se sabe e conhecemos.

Desejo

Meus sinceros votos de Feliz Natal e um Ano Novo com boas notícias.

Em tempo

Apesar das críticas ácidas, não temos nenhum problema pessoal com os nossos “alvos”. Temos opiniões honestas, desprovidas de interesses escusos. Para os amigos, opiniões sinceras, mesmo que os desagradem. Isso é ser jornalista raiz. Um grande abraço em todos!

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