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Rumos da Política

Rumos da Política – Outubro|2

Publicado

Por Paulo Borges

Muitos se omitiram, mas outros lutaram bravamente contra a corrupção

Depois da tempestade a bonança. Mas, toda cautela é necessária, em se tratando da política mateense. A profilaxia ainda está longe de acontecer. É preciso, não uma limpeza, mas uma faxina radical com soda cáustica, porque água e sabão, está provado, não surte efeito. Mas o que fazer? Nesse caso, aguardar as próximas eleições municipais, mas a faxina tem que começar já na próxima. Todas aquelas lideranças, que se omitiram diante do caos que era de conhecimento de qualquer bicho de orelha de São Mateus, não foi visto pelas autoridades e poderes constituídos do município. Aqui cabe uma explicação por uma questão de justiça.

O ex-vereador, Carlos Alberto, foi uma voz solitária no combate os descalabros praticados pelo ex-prefeito Daniel Santana. Por isso foi perseguido, ameaçado e até sua família ofendida. Um grupo de aliados do ex-prefeito se encarregou de desconstruir reputações daqueles que lutavam em favor da moralidade no comando do município. Mas, o ex-vereador Carlos Alberto, teve a colaboração de seis vereadores que, impediram que a roubalheira fosse ainda maior. Juntaram documentos que comprovaram os atos ilícitos do prefeito Daniel. Na sala do presidente da Câmara de Vereadores, havia uma pilha impressionante de documentos que foram encaminhados ao Ministério Público. Estavam ali guardados por medida de segurança.

Ainda nessa linha de se fazer justiça e ser fiel a verdade, cabe destacar a atuação de um grupo de cidadãos que, assim que o ex-prefeito Daniel assumiu seu primeiro mandato, constituiu o movimento suprapartidário, SOS São Mateus. Era um fórum onde se discutia e analisava a real situação do município e se elaborava ações que pudessem ajudar a administração mateense. O grupo não foi ouvido, foi criticado, motivo de chacota e nada disso foi o suficiente para impedir o SOS São Mateus desistir de atuar em prol da sociedade mateense. Todas as segundas-feiras aconteciam reuniões no escritório do advogado José Geraldo, que gentilmente disponibilizou o espaço para que fossem feitas as discussões. Para se ter ideia, alguns membros do Movimento, foram até ao STJ acompanhar o processo de cassação do ex-prefeito, assim como ao TRE. Todas as portas foram fechadas e o prefeito deitava e rolava! E ainda recebia o apoio de deputados, senadora e ex-governador. O jogo era pesado. Mas o SOS São Mateus continuou na sua via tortuosa.

Agora, com a operação da Polícia Federal que prendeu o prefeito Daniel da Açaí (ou Santana?) e desbaratou parte da camarilha, como fica a reputação daqueles que se omitiram, mesmo com grande parte da sociedade mateense assistindo as aberrações administrativas e sem ter a quem recorrer? Por onde estavam as lideranças políticas e comunitárias, os empresários, os partidos políticos, as entidades como sindicatos, OAB etc?

No próximo ano teremos eleições. Não seria o início de se construir uma nova representação política para o município? O eleitorado deve resolver. Só esperamos que a solução não seja a mesma que deram para reeleger Daniel, com todos os pecados que ele expos e quem deveria ver e não viu.

Caffeu prefeito

Daniel afastado, Caffeu empossado. Só se espera que não seja “sai tu, entra tu mesmo”. Pelo discurso proferido no dia da posse, a esperança é que se moralize a administração pública do município. Pelo menos foi a promessa do vice, agora prefeito, Ailton Caffeu. Como vereador de mais de um mandato, ele foi atuante pela via assistencialista junto aos eleitores do seu reduto, Nova Aimorés. Na sua simplicidade conseguiu várias benfeitorias para a sua região. Sempre foi aliado dos prefeitos para poder levar os benefícios para seu reduto.

Na última eleição foi procurado para fazer parte do grupo que lutava contra a reeleição do prefeito Daniel e a mudança da política até então praticada por ele em seu primeiro mandato. Tudo ficou acertado e Caffeu se comprometeu a dar o seu apoio nessa luta. Ato contínuo, fechou acordo com o adversário, tornando vice na chapa do prefeito Daniel Santana. O que houve para essa mudança de rumo? Foi um cavalo de pau bem dado, apesar de ser para o lado errado (?). Virou prefeito e no seu primeiro pronunciamento, prometeu o que terá dificuldade em cumprir.

Em tempo

Quem lançou Ailton Caffeu na política mateense foi Benedito Lyrio e o jornalista Paulo Borges, ambos, na ocasião, secretário municipal, quando buscavam lideranças do interior para construir um partido político. Bené e o jornalista ajudaram a construir alguns partidos que hoje estão por São Mateus nas mãos de pessoas que não sabem da sua história. E nem de seus fundadores. A gente nunca sabe como essas lideranças vão se comportar durante sua trajetória política com um mandato nas costas. Até porque, os inocentes de antes, viraram águia depois…

Os pré-candidatos

Em 2022 teremos eleições para presidente, governador, senador, deputado estadual e deputado federal. São Mateus deveria começar a quebrar paradigmas e lançar e votar em pré-candidatos que tivessem identidade com o município. É hora de acabar com essa ideia repetitiva de apostar nos mesmos “estrangeiros e marcianos” que aportam ao cais mateense em período eleitoral. Basta garimpar que tem muita gente séria e digna na sociedade do município de São Mateus.

Para registro

Alguns jornalistas e veículos de imprensa também se acovardaram e mesmo sabendo dos escândalos cometidos pelo ex-prefeito de São Mateus, não noticiaram. Não foi o nosso caso.

Uma lembrança

O aeroporto de São Mateus já foi considerado um dos mais importantes da malha aeroportuária em tempos idos. No princípio da década de 40 foi construído para atender os aviões da FAB (Força Aérea Brasileira), no período da Segunda Guerra Mundial.

Certa vez, conversando com algumas pessoas da cidade de São Mateus, principalmente com o ex-vereador Carlos Alberto Gomes Alves, coloquei a minha estranheza do aeroporto não ter o nome de um filho de uma mateense, mesmo tendo nascido no Rio de Janeiro. Tratava-se do brigadeiro Faria Lima. Inclusive primo do meu avô, José Aguirre. Na ocasião, o aeroporto levava o nome de Tancredo Neves. Então o ex-vereador me pediu para providenciar toda a documentação para que fosse feito um projeto para dar nome ao aeroporto de São Mateus de Faria Lima. Infelizmente, por já não estar morando no Rio e pela falta de interesse, talvez, da própria família, a documentação não chegou e o nome que deram ao aeródromo mateense foi de Ernesto Bonomo. Confesso desconhecer a ligação dele com a aviação, mas o nome foi dado e o homenageado não tem culpa disso.

Mas, ainda há tempo para se pensar em homenagear o filho de família mateense (um português com uma capixaba). Aeroporto Brigadeiro Faria Lima, é o nome!

Sentença

Nenhum político assume seu mandato sem ter sido eleito pela população. Mesmo quando aparece na porta da casa do eleitor com uma mala de dinheiro e bugigangas a serem oferecidas em troca do voto.

Daniel Santana foi o Barrabás, aclamado por ocasião das eleições, pela maioria do eleitorado. Foi o povo, que estava reclamando do seu primeiro mandato, chegando a crucificá-lo por tudo de ruim que estava acontecendo no município e, no entanto, o retirou da cruz e o proclamou, pela segunda vez, prefeito de São Mateus.

Agora “descobriram” que ele não reunia condições de ser o administrador do município. O eleitor – talvez – por omissão e as “autoridades” por interesses inconfessáveis, afinal ano que vem tem eleição. Uma administração corrupta sempre abre a possibilidade até para os de fora conseguir uma porta lateral para também entrar na farra com o Erário. E agora? Tem uma porta aberta que ninguém quer entrar. É a da cadeia.

Para refletir

Estava aqui pensando com meus botões… Se a Câmara de Vereadores, o Ministério Público Estadual, o Judiciário, a Justiça Eleitoral, os partidos políticos, a OAB, os sindicatos, as lideranças políticas, os empresários (aqueles…), deputados que costumam garimpar votos no município, enfim, se toda essa gente, mais ainda o Tribunal de Contas que aprovou as contas do ex-prefeito preso nada viram de anormal na administração do município de São Mateus, podemos chegar à conclusão que a grande parte da população e a Polícia Federal e a Controladoria Geral da República estão errados de prender o prefeito Daniel Santana. Para toda essa gente e essas entidades que não viram nenhuma irregularidade praticada, o prefeito está preso injustamente e deve retornar com urgência para a Prefeitura de São Mateus, reassumir seu cargo, voltar a ser o prefeito da periferia, da zoeira, da farra, da sacanagem, da roubalheira.

A população que produz, que contribui para a riqueza do município, ah, essa está inventando história, gosta de reclamar de tudo. Volta Daniel, os omissos te amam!

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Rumos da Política

Rumos da Política – Novembro Nº 2

Publicado

Por Paulo Borges

Exercendo a reflexão

Infelizmente a política é um terreno fértil aonde prospera a mediocridade. A tirar exemplo do que temos e vemos diariamente, é o lugar em que muitos medíocres se criam e se acham vencedores. O mais perigoso é que muitos desses estão nos governando e ditando princípios e regras que não cumprem e querem fazer com que os outros as cumprem. Devemos quebrar esses paradigmas. Medo? De quem? Dessas camarilhas de covardes? Acorda gente do bem!

As eleições estão próximas e a gente sempre tem a esperança de que algo possa mudar essa realidade. Ledo engano, até porque com esse sistema de representatividade tudo não passa de um engodo. O cidadão raramente é representado por aquele em quem dá seu voto. O que o eleitor dá é emprego para o seu eleito. As exceções existem, mas são exceções.

Vivemos em uma falsa democracia. A República nunca conseguiu se consolidar no Brasil. E nem poderia, porque é fruto de um golpe, quando derrubaram a Monarquia e um monarca admirado pelo povo. A República viria no seu devido tempo e não através de um golpe em que colocou essas oligarquias que até hoje estão à frente dos destinos do País. Vivemos em um País sem qualquer tradição democrática. É a velha enganação do “mudar para continuar a mesma coisa”.

Neste Dia 15 de Novembro não temos nada a comemorar. A data deve ser apenas lembrada, em uma aula de história, como uma quartelada de militares com alguns civis, que derrubaram um governo constituído, incluindo aí a forma e o sistema (Monarquia e Parlamentarismo) pela República e Presidencialismo. O povo ficou de fora e só tomou conhecimento após o golpe. Aliás, o Brasil entende muito bem de golpe…

Negócios marcianos…

Para quem tem a paciência e a capacidade de análise sem medo de acertar e errar, chega a algumas conclusões interessantes em São Mateus. Falamos em termos de iniciativas oficiais com o desejo de trazer o “investidor” para atuar no município. Logo que um governo assume, traz as camarilhas para perto e até se integra a elas com a finalidade de atuar supostamente pelo desenvolvimento da terra que tem nome de santo.

Existem negócios que foram muito promissores nos últimos tempos. A abertura de “lavanderias”… Dinheiro sujo tem a necessidade de ser lavado, daí um negócio de limpar a grana e os cofres municipais, ser um segmento próspero. Muita gente ficou rica com essas “iniciativas”.

Recentemente “deu ruim” para uma equipe experiente, porém, afoita em saquear a Viúva. A Polícia Federal, cumprindo mandado da CGU, estragou o negócio que estava indo tão bem e o povo e o município tão mal…

Resumindo essa prosa: a concorrência desses “investidores” contra os comerciantes, empresários e todos aqueles que desejam com trabalho honesto prosperar em São Mateus, tem sido desleal. Vamos torcer por gente melhor e capaz de vir a esta terra que ainda tem nome de santo para lhe fazer o bem e não debochar, humilhar e roubar o mateense honesto e trabalhador. Pau na corja!!!

Eleições

No próximo ano teremos as eleições nacionais e estaduais. Será, mais uma vez, a oportunidade platônica de tentar mudar o cenário político que estamos acostumados, porém, indignados. Para presidente, o que temos? E para governar o nosso Estado? Senado, o que de bom vamos mandar para aquela Casa mal-assombrada? Resta-nos a Assembleia Legislativa, quando a nossa influência é real. O eleitor costuma dizer que nas gôndolas dos partidos políticos não temos muita opção. É uma meia verdade. Quando vamos a um supermercado temos a oportunidade de escolher o que levar para casa. Do pior ao melhor. Caberá, no entanto, a nossa capacidade de observar o que está vencido e escolher o que se enquadra naquilo que chamamos de princípios éticos, morais e de capacidade de entender que a política é para servir e não para se servir.

Em São Mateus existem esses “supermercados políticos”. As gôndolas estão expondo produtos há anos vencidos, mas não saem das prateleiras. Caberá ao eleitor esse recolhimento e lançar esses produtos no lixo. Simples assim. O produto aqui, é o político que não serve e não serviu para atender as demandas prometidas e não cumpridas. Também aquele que é vazio, como pastel de vento que só tem tamanho, lábia e gordura que nos fazem mal.

Portanto, em São Mateus temos a opção de escolher melhores produtos nos “supermercados políticos”. Temos que ter o cuidado com as falsas propagandas.

Mas sendo direto, curto e grosso, o que defendo é a renovação política de verdade. Vamos dar a oportunidade aos novos, não em idade, mas em capacidade para nos representar. O que temos e o que se tem apresentado é um folder enganativo e que não podemos nos entusiasmar com as cores que parecem firmes e, na verdade, se desbotam quando essa gente se elege. Vira papel velho e imprestável.

Eleições II

Ainda falando de São Mateus e seus prováveis candidatos, temos seus nomes já amarelados pela insistência em não abrirem caminho para as novas lideranças e a verdadeira renovação política. O que já chama a atenção do eleitor e a falta de algo novo que mereça, sem restrições o seu voto. Os nomes que são colocados não trazem nenhuma novidade e, em alguns casos, trazem decepção e desconfiança. Temos visto esses nomes defenderem seus grupos, grupelhos e camarilhas, mas o povo continua órfão de uma liderança forte e confiável.

O papo que rola nos meios políticos é a filiação do Boroto ao Republicanos. Até aí nada demais. O estranho é que Carlinhos Lyrio garantiu que está indo para a sigla e com domínio sobre a comissão provisória com seus nomes já indicados. Como fica essa situação? Boroto e Lyrio no mesmo barco? Não acredito nessa possibilidade, até porque alguém terá que ser coadjuvante.

Para mim, Carlinhos Lyrio é quem está mais próximo de vir a ser o personagem principal do Republicanos de São Mateus. Teve a coragem de se apresentar à executiva estadual e hipotecar de cara o apoio ao pré-candidato do partido, Erick Musso, a disputar o governo.

Tenho visto muita narrativa. Falta verdade na política e por isso nenhum bicho de orelha acredita mais em político.

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Rumos da Política

Rumos da Política – Novembro/n° 1

Publicado

Por Paulo Borges

A sina mateense

Todo mundo sabe da narrativa do cara que não dá sorte em nada do que faz e até o pão com manteiga que compra com seu último tostão, quando cai da sua mão vai com a parte da manteiga virada para o chão.

Assim vem acontecendo com o cidadão mateense. Coloca um prefeito para administrar o município e já no primeiro mandato esquece o compromisso natural de trabalhar para melhorar as condições de saúde, educação, segurança, dentre outras prioridades. Se empenha em promover festas milionárias como forma de desviar recursos e deixar a cidade largada às traças. Apesar de toda a rejeição, o prefeito foi reeleito. E com ajuda de um esquema montado para o favorecer. Opção para mudar, o eleitor de São Mateus teve. Mas embarcou novamente na canoa furada, remada pelas tais “lideranças” que se apresentam em todo período eleitoral com a mesma conversa fiada e enganadora. O resultado aí está. Prefeito preso, afastado da prefeitura, apesar de ter sido solto pelo homem da capa preta.

O vice assume. O mesmo vice que foi vereador assistencialista, pilhado por várias vezes compartilhando energia elétrica que não era sua… E não viu nenhum ato ilícito do titular. E nem poderia…

Agora lá está o senhor Ailton Cafeu (Cidadania), sentado na cadeira, certamente ouvindo a mesma cantilena de assessores que em nenhum momento o orientaram para fazer uma auditoria naquela casa executiva e passar o rodo em todo o secretariado. Fica difícil acreditar que o prefeito em exercício muda alguma coisa. As eleições estão próximas e é conveniente para as camarilhas dos falsos bons moços, que ele termine o mandato. Se o prefeito afastado voltar fica melhor ainda. O jogo volta ao placar inicial…

Acontece que a sociedade mateense não pode permitir esse tipo de coisa. A lei pode ser legal, mas nem sempre é legítima e o povo é soberano e pode reverter algo que para ele está claro mesmo que para os “homens da Lei” isso não é lei, é levante. Aí vamos ligar o “F….! ”

É preciso que os vereadores entendam isso e cassem logo o prefeito, a justiça eleitoral casse a chapa e sejam convocadas novas eleições municipais. E que, se isso acontecer, o eleitor comece a dar início a profilaxia, limpa a vida política mateense dos maus políticos e lideranças omissas e coniventes e eleja cidadão de bem, comprometido com a capacidade de gestão, honestidade, consciência de que é apenas um servidor e valorize as tradições de um município que foi orgulho do Brasil em tempos outros. Se procurar no palheiro, temos cidadãos com esse perfil.

Ação de poucos

Como omissão se tornou algo recorrente das pseudos-lideranças, alguns poucos cidadãos mateenses tomaram a iniciativa de dar entrada em pedido de impeachment do prefeito afastado, Daniel da Açaí, na Câmara de Vereadores. Primeiro foi um cidadão que deu entrada no legislativo e depois, de maneira mais consolidada, quatro partidos políticos protocolaram pedido de impeachment do prefeito afastado. Em momento algum as “supostas lideranças” políticas do município se prontificaram a tomar tal iniciativa ou emitir qualquer opinião sobre a situação por que passa o município de São Mateus. Com isso vêm perdendo a credibilidade que já é escassa e vai ficando difícil pedir apoio eleitoral ao cidadão mateense nas eleições do próximo ano. Acredita-se que essa omissão de políticos e de instituições é o temor de fatos que podem ter desdobramentos posteriores…

Agora foi instalada uma Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI), na Câmara Municipal, atendendo dois pedidos protocolados. O Legislativo, finalmente, começou a fazer a sua parte, como forma de cumprir um dispositivo legal e como forma de se afastar de um prefeito que só envergonhou o município e seus cidadãos. Vale registrar que as “lideranças que se acham lideranças” também envergonham o município pela omissão assim como as instituições que se dizem ou se acham importantes para o cidadão mateense e não são.

Barbaridades que devem ser investigadas

Fala-se muito nos ilícitos do prefeito afastado Daniel com relação a desvios de recursos. Mas existe uma questão muito grave e que a sociedade mateense deve estar atenta e cobrar uma ação da Câmara que está relacionada ao roubo de motores de veículos no pátio da municipalidade. Dizem e “ainda” não conseguimos mais dados, que os larápios estão aguardando um leilão para adquirirem as “carcaças” e recolocarem os motores roubados.

A outra situação está ligada aos loteamentos. Existem denúncias e suspeitas que lotes foram “doados” em troca de favores e coisa e tal. O problema está no “tal”…, mas, essa situação, segundo as suspeições, envolve não só a administração do prefeito afastado como outros. Bem, o que se deseja é investigar, apurar o que houve. O cidadão que paga essa joça toda tem o direito de saber e as instituições o dever de fiscalizar, investigar e punir, se for o caso.

Existem áreas em Guriri pertencente à Prefeitura de São Mateus que foram ocupadas sem qualquer amparo legal. Além disso, tem loteamento cujas ruas tem apenas seis metros de largura e foi aprovado pela Prefeitura. Como assim?

Diante de tantas suspeitas e denúncias, temos a real impressão que São Mateus virou, faz tempo, terra sem lei, sem atuação eficiente dos órgãos que deveriam coibir todo esse tipo de sacanagem instituída.

Vale lembrar que não estamos afirmando que existem todas essas irregularidades, até porque “todos os governos que passaram e estão na crista da onda no município são honestos, competentes e sempre honraram e pensam na prosperidade dos cidadãos e do município…. (sic)”. Um pouco de humor para rir com vontade de chorar.

Mas, não custa abrir a caixa-preta dos loteamentos.

Liberdade aviltada e prepotência exposta

É impressionante o silêncio daqueles que no passado defendiam a liberdade. Atos que atentam contra a liberdade de expressão são cometidos pelo STF e nada se diz contra essa arbitrariedade.

Outra coisa que chama a atenção foi a omissão das instituições como as que defendem a mulher e a OAB. Mulheres e advogados foram desrespeitados e tratados com arrogância por senadores da CPI que compuseram o G-7 com o suporte do Omar Aziz, do Renan Calheiros e de gritos histéricos de Randolfe Rodrigues. Isso sem contar com a postura autoritária, agressiva e arrogante do senador petista Rogério Cardoso, da Bahia, bem como do outro senador baiano, Otto Alencar. E ainda vimos o senador capixaba, Contarato, com suas intervenções só para se apresentar como o paladino do entendimento político-jurídico.

Fake News

É lamentável que maus brasileiros espalhem mundo a fora notícias mentirosas que só prejudicam a imagem do Brasil e atrapalham negócios. Tudo por uma questão ideológica e essa atitude é típica das esquerdas que saíram da racionalidade para a insanidade. Falam que o governo é autoritário, que não liberdade de imprensa e por aí vai. É justamente ao contrário. A

esquerda faz o que quer e a direita é tolhida pelo STF quando seus simpatizantes postam qualquer notícia dando opinião sobre o que acontece. É preciso juízo e justiça.

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