conecte-se conosco


Medicina e Saúde

Sarampo: suspensão da dose zero para crianças de seis a onze meses no Estado

Publicado

O Espírito Santo é uma das 23 unidades federativas que receberam do Ministério da Saúde a recomendação para suspender a dose zero da vacina tríplice viral destinada às crianças de seis a onze meses. A suspensão ocorre devido ao fato de o Estado não apresentar casos de sarampo no ano de 2020.  

A imunização pela dose zero a crianças de seis a onze meses foi instituída no País em agosto de 2019, para a proteção precoce do grupo em virtude da situação epidemiológica à época. Atualmente, os estados do Amapá, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo devem manter a dose zero, pois apresentam a transmissão ativa do vírus do Sarampo. 

De acordo com a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, Danielle Grillo, a vacinação para este público-alvo deverá acontecer em casos especiais, como viagem aos estados que ainda registram circulação ativa do vírus, em casos de bloqueio vacinal ou a volta da circulação ativa nos municípios capixabas.  

“Em situações na qual crianças de seis a onze meses, que, por ventura, sejam contato de casos suspeitos de Sarampo, elas deverão tomar a dose zero. Além disso, se houver a necessidade para viajar em locais onde há circulação ativa do vírus do sarampo, também deverá ser administrada a dose. E, no cenário em que o Estado volte a registrar casos de Sarampo, também retornaremos com a imunização a este público”, explicou Danielle Grillo.  

A coordenadora ressalta que, embora o Espírito Santo esteja em situação epidemiológica satisfatória, é importante que os pais possam garantir a imunização de seus filhos a partir de um ano de idade. “Precisamos garantir a vacinação oportuna das crianças de um ano de vida com a primeira dose da vacina tríplice viral, e, aos 15 meses, com a tetra viral, que podem ser administradas em qualquer unidade de saúde do Estado”, salienta.  

 

Leia mais:  Mãe e filho são diagnosticados com câncer ao mesmo tempo e se curam

Dados Sarampo 

A coordenação do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis informa que, até o dia 12 de dezembro de 2020, o Espírito Santo tinha 48 casos suspeitos de sarampo notificados, 47 descartados, um caso em investigação e nenhum confirmado.

publicidade

Medicina e Saúde

Covid-19: Antiviral espanhol reduz 99% da carga viral, diz estudo

Publicado

Segundo pesquisadores, a plitidepsina é o remédio mais potente descoberto até agora; estudo foi publicado na revista Science

Um medicamento antiviral (plitidepsina) produzido pela empresa espanhola PharmaMar e testado em laboratórios de França e Estados Unidos demonstrou causar uma redução de 99% da carga viral do Sars-CoV-2, coronavírus causador da covid-19.

Os experimentos “in vitro” e “in vivo” já realizados em modelos animais com este medicamento, usaado como antitumoral, apresentaram uma eficácia antiviral e um perfil de toxicidade promissores, informou nesta terça-feira (27) a empresa espanhola após a publicação dos resultados na revista Science.

Os autores concluíram que a “plitidepsina” é, “de longe”, o composto mais potente descoberto até agora e sugeriram, portanto, que deveria ser testado em ensaios clínicos ampliados para o tratamento da covid-19.

O trabalho é o resultado de uma colaboração entre a PharmaMar e os laboratórios dos pesquisadores Kris White, Adolfo García-Sastre e Thomas Zwaka, nos Departamentos de Microbiologia e Biologia Celular, Regenerativa e de Desenvolvimento da Escola de Medicina Icahn do Monte Sinai, em Nova York; Kevan Shokat e Nevan Krogan, do Instituto de Biociências Quantitativas da Universidade da Califórnia, em San Francisco; e Marco Vignuzzi, do Instituto Pasteur, em Paris.

Os autores determinaram que “a atividade antiviral da plitidepsina contra o Sars-CoV-2 ocorre através da inibição de um alvo conhecido (eEF1A)” e asseguraram que este medicamento demonstrou “in vitro” uma forte potência antiviral, em comparação com outros antivirais contra o vírus em questão, e também com uma toxicidade limitada.

Em dois modelos animais diferentes de infeção pelo coronavírus, o ensaio demonstrou uma redução na replicação viral, e comprovou uma diminuição de 99% nas cargas virais nos pulmões dos animais tratados com plitidepsina.

Os pesquisadores observam na publicação que, embora a toxicidade seja uma preocupação com qualquer antiviral que vise uma proteína de célula humana, o perfil de segurança da plitidepsina está bem estabelecido em humanos e as doses bem toleradas deste medicamento utilizado no ensaio clínico contra a covid-19 são ainda mais baixas do que as utilizadas nesses experimentos.

A publicação conclui que a plitidepsina atua bloqueando a proteína (eEF1A), que está presente em células humanas, e que é utilizada pelo Sars-CoV-2 para reproduzir e infectar outras células. Este mecanismo culmina em uma eficácia antiviral também “in vivo”.

“Acreditamos que os nossos dados e os resultados positivos iniciais do ensaio clínico da PharmaMar sugerem que a plitidepsina deve ser seriamente considerada para ensaios clínicos ampliados para o tratamento da covid-19”, destacam os pesquisadores.

A empresa recorda, na mesma nota divulgada nesta terça-feira, que diante da contínua propagação global da doença e do crescente desespero para encontrar um tratamento, o diretor do Instituto Quantitativo de Biociências da Universidade da Califórnia, Nevan Krogan, uniu forças com pesquisadores da Universidade da Califórnia, do Instituto Gladstone, da Escola de Medicina Icahn do Monte Sinai, do Instituto Pasteur e do Instituto Médico Howard Hughes, para a busca de um tratamento.

No momento, a PharmaMar negocia com vários órgãos reguladores para iniciar os ensaios previstos para a fase 3.

Leia mais:  Mais de 295 mil capixabas já tiveram contato com o novo coronavírus
Continue lendo

Medicina e Saúde

Vacina contra a Covid-19 é aplicada em mais de 20 mil pessoas no Estado

Publicado

Até às 15h desta terça-feira (26), 21.744 mil pessoas do público-alvo foram vacinadas no Estado. Os dados são do Programa Estadual de Imunizações, da Secretaria da Saúde (Sesa). Os municípios da Região Metropolitana de Saúde realizaram, até o momento, a imunização de 9.165 mil pessoas; nos municípios da Região Sul foram 5.352; nos municípios da Região Central foram 5.221 vacinados; e os municípios da Região Norte totalizaram 2.006 pessoas imunizadas.

Quanto aos imunizantes, a população que está sendo vacinada com a CoronaVac deverá receber a segunda dose no intervalo de quatro semanas. Já para a população-alvo imunizada com Oxford-AstraZeneca, a segunda dose será aplicada em um intervalo de 12 semanas, aproximadamente três meses.

Leia mais:  Mãe e filho são diagnosticados com câncer ao mesmo tempo e se curam
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana