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Secretaria da Educação promove curso de inovação sobre Design Thinking

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A ação foi realizada pelo Escritório de Local de Processos e Inovação (ELPI).

Com o objetivo de difundir a abordagem inovadora e criativa na busca da solução de problemas, a Secretaria da Educação (Sedu) promoveu, na tarde dessa terça-feira (28), o curso de imersão nas ferramentas e metodologias da abordagem de Design Thinking.  Durante a ação, realizada no auditório do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), no Centro de Vitória, 15 servidores tiveram a oportunidade de produzir conteúdo a partir dos conceitos explicados pelo palestrante.

A iniciativa, desenvolvida pela Escritório de Local de Processos e Inovação (ELPI), teve como proposito apoiar o projeto “Caldeirão de Boas Ideias”, desenvolvido pela Gerência de Apoio Escolar (GAE), que busca estimular a participação colaborativas de seus integrantes para melhoria de seus processos internos. A atividade contou com a colaboração do Laboratório de Inovação na Gestão (Lab.ges) da Secretaria de Gestão e Recursos Humanos (Seger).

Sobre a palestra, o gerente da GAE, Alexandre Aquino, destacou que o foco da ação foi “auxiliar na composição de um grupo que propõe boas ideias que possam, de forma relevante, inovadora, estratégica e viável, serem utilizadas na busca da solução dos problemas existentes”, contou.

Já a trainee de Gestão da Inovação em Políticas Públicas do ELPI, Beatriz Maria Mesquita, lembrou que esta foi a primeira oficina realizada nesse formato para os servidores da Sedu e ressaltou também que, ao longo ano, devem ser realizadas outras para apresentar as demais ferramentas de inovação.

“Essa parceria com a GAE é muito interessante e permite uma troca de conhecimentos que é basilar para a integração entre estruturar os processos internos na Sedu e manter a visão voltada para atender da melhor forma possível os alunos da nossa Rede”, explicou.

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‘Turismo da Vacina’: países oferecem doses para atrair visitantes

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Brasileiros viajam aos EUA em busca de vacina contra a Covid. Rússia e Cuba estão de olho no turismo da vacina. Saiba o que é preciso para viajar aos EUA

A pandemia da Covid-19 destruiu o turismo de muitos países. No Brasil, em função do elevado número de casos, do atraso na vacinação e do surgimento de variantes, a situação é catastrófica. Enquanto isso, países que estão vencendo a luta contra o coronavírus já começam a vislumbrar não só a abertura da economia, mas o fortalecimento do chamado Turismo da Vacina.

Nações como Estados Unidos, Rússia, Cuba, Turquia e até as Maldivas saíram na frente na esperança de apostar nessa nova modalidade como alavanca para recuperar o turismo. Uma reportagem da Veja aponta que muitos turistas – alguns brasileiros – já viajaram aos Estados Unidos em busca da vacinação.

O México ganhou um movimento de brasileiros fazendo quarentena no país antes de entrar nos Estados Unidos, especialmente na Flórida, que não solicita comprovação de residência desde 30 de abril. Rússia e Turquia também não exigem comprovantes de residência, e Cuba tem até campanha publicitária prometendo doses da vacina que está em fase final de desenvolvimento. Já as Maldivas vão permitir aos turistas escolherem qual vacina querem tomar, entre três marcas.

Nova York quer vacinar em pontos turísticos

Nesta quinta-feira 6, o prefeito de Nova York, Bil de Blasio, anunciou que vacinará turistas, aguardando apenas aprovação do Departamento de Saúde do Estado. A agência Associated Press informou que esses postos seriam montados em vans e caminhões e levados a pontos turísticos da maior cidade americana, como a Times Square, o Central Park, o Brooklyn Bridge Park e o parque elevado High Line.

De Blasio chamou a iniciativa de “uma mensagem positiva” para os turistas. “Venha aqui. É seguro, é um ótimo lugar para se estar e nós vamos cuidar de você”, afirmou. Segundo ele, a cidade não tem planos de rastrear o status de vacinação dos turistas. Os visitantes receberiam a vacina de dose única da Johnson & Johnson.

A estratégia de oferecer vacinas a estrangeiros deve ajudar a recuperar o turismo em Nova York. Para este ano, a previsão é que a cidade receba a metade dos turistas (34 milhões) e só deve recuperar o movimento normal em quatro anos.

O Estado de Nova York – que chegou a ser o epicentro da pandemia – tem 34,3% da população vacinados. A cidade fixou a data de 1º de julho para a reabertura total e deu sinal verde à máxima capacidade dos negócios ao fim deste mês. Já o telão da Broadway só voltará a subir em 14 de setembro, para evitar aglomerações.

Flórida libera e Alasca vacina no aeroporto

Nos Estados Unidos, o primeiro estado a receber turistas foi a Flórida. Com mais de 6 milhões de vacinados e a demanda menor, o Departamento de Saúde anunciou que as vacinas estarão disponíveis “para todos que sejam residentes ou estejam na Flórida com o propósito de oferecer bens ou serviços em benefício dos residentes e visitantes do Estado”.

Desde 30 de abril, não é solicitado comprovante de residência em áreas de aplicação a maiores de 16 anos, o que tem atraído um grande volume de estrangeiros – brasileiros, inclusive. Basta declarar, verbalmente, se é residente ou se está no estado a trabalho. Um levantamento da secretaria de saúde local revelou que cerca de 210 mil pessoas que não residem no estado receberam a imunização até o último dia 5.

O governador do estado do Alasca, Mike Dunleavy, anunciou há duas semanas, em sua página do Twitter, que qualquer viajante que chegasse à região, pelo aeroporto, a partir de junho receberia doses de imunizantes. De acordo com o jornal The New York Times, trata-se de uma potente ação de marketing para aquecer o turismo no entorno.

A ampla oferta de imunizantes, em diferentes faixas etárias, é o principal atrativo para quem tem condições de pagar caro para viajar e garantir sua imunidade. Quase 252 milhões de doses de vacinas foram aplicadas nos EUA, com 30,58% da população totalmente imunizada, segundo a Universidade Johns Hopkins.

Cuba e Rússia atraem turistas com vacinas

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Ilhas Maldivas: depois de vacinar 540 mil habitantes, estenderá vacina a turistas

Em fevereiro, Cuba anunciou que imunizaria os turistas com sua vacina Soberana 2. A peça publicitária trazia o slogan “Praias, Caribe, mojito e vacina. Tudo em um só lugar”. O imunizante está em fase 3 de testes, com previsão de resultados em maio, de acordo com a rede Al Jazeera.

A Rússia, com sua Sputnik V, também pretende atrair turistas. Na página oficial do imunizante no Twitter, foi escrito, em abril, que um programa de turismo e vacinação seria lançado em julho. O Fundo de Investimento Direto da Rússia não deu mais esclarecimentos sobre o caso.

Bem perto dos brasileiros e sem precisar gastar tanto, uma alternativa pode ser a vacinação de pessoas que moram em regiões de fronteira no Brasil. Conforme Veja publicou, o governo do Rio Grande do Sul tem negociado com o Uruguai, por meio de videoconferências, para promover a vacinação conjunta nos territórios fronteiriços.

Quem pode entrar nos EUA, apesar dos bloqueios

Por enquanto, há uma série de restrições para que brasileiros entrem nos Estados Unidos. É permitida a entrada de viajantes para fins relacionados a trabalhos humanitários, de saúde pública e de segurança nacional, além de portadores de vistos diplomáticos, residentes permanentes, filhos ou cônjuges de americanos.

Apesar do fechamento das fronteiras por conta da pandemia, desde 26 de abril estudantes, acadêmicos e jornalistas que possuem vistos americanos podem ingressar no país, como confirmou a Embaixada Americana no Brasil à Veja. Com a mudança, o governo dos EUA ampliou a lista de nacionalidades e categorias que se enquadraram como exceções diante dos bloqueios da Covid-19.

Agora podem entrar em território americano quem viaja do Brasil, da China, do Irã, da África do Sul, do Reino Unido, da Irlanda e dos 26 países da União Europeia (UE) e tenha vistos das categorias F-1, M-1 (de estudantes) ou I (de imprensa). A entrada de estudantes está garantida àqueles cujo programa acadêmico começa a partir de 1º de agosto. O aluno pode chegar até 30 dias antes do início das aulas. Já os jornalistas devem solicitar autorização prévia à embaixada.

Os viajantes internacionais são obrigados a fazer um teste viral três dias antes do embarque aos EUA e fornecer documentação por escrito do resultado de teste (papel ou cópia eletrônica) à companhia aérea. Para chegar ao país, é preciso cumprir uma quarentena por 14 dias.

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Governador participa de acolhida a novos residentes em saúde durante evento on-line

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O governador do Estado, Renato Casagrande, realizou, na manhã desta segunda-feira (01), o acolhimento dos 135 residentes aprovados para os programas de residência médica e multiprofissional, promovido pelo Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi), da Secretaria da Saúde. A solenidade marcou o início das atividades dos programas de residências para 2021 e ocorreu de forma on-line, com a participação do secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, e do diretor do ICEPi, Fabiano Ribeiro dos Santos.

“É muito bom ter um instituto como o ICEPi para fazer a capacitação dos nossos profissionais. A saúde, mais do que nunca, necessita de profissionais capacitados. Mudamos muitas coisas desde que assumimos o Governo em 2019 para que pudéssemos retomar o fortalecimento da atenção primária. Demos passos importantes em nosso primeiro governo e produzimos muitos resultados. A pandemia está testando todos os nossos limites e o Espírito Santo tem conseguido atender todas as demandas, inclusive, atendendo à demanda de outros Estados. E os profissionais da saúde têm dado grande contribuição”, disse Casagrande.

O secretário Nésio Fernandes, em sua fala de abertura, destacou o investimento do Estado na estratégia de oferta de residências, junto ao ICEPi. “Estabelecemos essa estratégia ainda no primeiro ano de governo, ampliando as residências no Estado, dentro do conceito de residência em saúde, agregando médica e multiprofissional. Damos um passo importante neste momento e acreditamos que o sistema de saúde precisa se transformar em campo de prática e também de pesquisa aplicada ao SUS”, afirmou o secretário.

Nésio Fernandes também frisou a importância do ambiente de formação, como um espaço “em que se produz o cuidado”, com a uma formação profissional capaz de desenvolver competências e responsabilidades. Ele fez um convite aos novos residentes: “que vocês se percebam e se sintam sujeitos de transformação do Sistema Único de Saúde, e que tenham um alto grau de pertencimento, que consigamos construir uma experiência positiva de consolidação do SUS. Vocês serão a geração formada em tempo de pandemia, uma época de trabalhadores que se formam em um momento ímpar.”

O diretor-geral do ICEPi Fabiano Ribeiro dos Santos, agradeceu a presença de todos novos residentes e parabenizou a toda equipe do Instituto pelo desempenho. “Estamos no segundo ano de programa de residência e tivemos uma excelente procura e participação. A nossa meta é apostar na formação e inovação, e temos feito com muito orgulho. É um momento não só de acolhimento, mas também de comemoração, por todas as conquistas. Mesmo em um ano difícil, como o de 2020, conseguimos manter os programas e expandi-los”, disse o diretor.

E complementou: “a atual gestão da Secretaria traz uma perspectiva da formação em serviço, e sabemos que os serviços de saúde se constituem em uma grande escola de formação. Vocês serão formados em um instituto público, fazendo parte do Sistema Único de Saúde. A população precisa do nosso empenho, de compreender a ciência, a formação em saúde que se dá em base científica e tecnológica”, ressaltou.

Para os programas de residência médica em Acupuntura, Homeopatia, Medicina de Família e Comunidade, Psiquiatria e Pediatria, 26 alunos foram aprovados; já para o programa de residência Multiprofissional em Saúde Coletiva (ênfase em Vigilância em Saúde, Saúde da Família, Saúde Mental e de Cuidados Paliativos, foram aprovados 127 alunos.

Os novos residentes atuarão em oito municípios capixabas, sendo eles Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Jerônimo Monteiro, Serra, Vila Velha e Vitória.

Ainda na manhã desta segunda-feira (1º), os alunos participaram da aula magna sobre “O papel da Residência na formação do profissional do Sistema Único de Saúde”, ministrada pelo professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista na área de Educação em Saúde, Ricardo Ceccim. Também foi realizada a palestra sobre “Educação na Saúde”, com Marco Aurélio da Ros, professor titular Universidade do Vale do Itajaí.

Participaram da abertura o gerente da Escola de Saúde Pública do ICEPi, Luiz Cláudio Oliveira da Silva; a coordenadora do Núcleo de Residências em Saúde, Clarice Sampaio Cunha; o coordenador do Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, Marcello Dala Bernadina Dalla; a coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família, Célia Márcia Birchler; e o coordenador do Programa de Saúde Coletiva com Ênfase em Vigilância, Gilton Almada.

Ao longo de toda semana, os residentes participarão de atividades on-line, com webinários, além do acolhimento nos campos práticos, realizados pelos coordenadores de cada programa.

ICEPi: residências Médicas e Multiprofissionais

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Iniciado em março de 2020, os programas de Residências Médicas e Multiprofissionais do Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi) contam atualmente com a nova turma de 2021, com 241 residentes matriculados.

A estratégia é ofertar programas de forma descentralizada, para garantir a todas regionais do Espírito Santo formação profissional de qualidade e possibilitar a fixação de profissionais fora da Região Metropolitana. Os municípios de atuação são Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Jerônimo Monteiro, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória.

Para as residências médicas, o programa dispõe das modalidades: Acupuntura; Homeopatia; e Medicina de Família e Comunidade, com duração de dois anos; além de Psiquiatria e Pediatria, com duração de três anos.

Já para o Programa de Residência Multiprofissionais, são oferecidos: Saúde Coletiva (ênfase em Vigilância em Saúde); Saúde da Família; Saúde Mental e Cuidados Paliativos. As modalidades têm carga horária de 60 horas semanais, com duração mínima de dois anos e em regime de dedicação exclusiva.

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