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Política e Governo

Sectides participa de evento internacional sobre atração de investimentos

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Representantes da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento (Sectides) participaram do Fórum de Investimentos Brasil 2021 (BIF), realizado nos dias 31 de maio e 01 de junho. O evento com foco na atração de investimentos estrangeiros para o Brasil contou com programação on-line e o Governo do Estado apresentou as potencialidades do território capixaba em um painel que reuniu CEOs de importantes multinacionais, autoridades e executivos de grandes empresas do Brasil e estrangeiras. Mais de 150 possíveis investidores foram prospectados durante os dois dias do encontro on-line.

O secretário de Estado de Inovação e Desenvolvimento, Tyago Hoffmann, esteve presente durante o painel e afirmou que as potencialidades do Estado e o Fundo Soberano do Espírito Santo (Funses) foram apresentados com sucesso. “Este é o maior evento de investimentos estrangeiros da América Latina. O BIF reuniu executivos de grandes empresas de diversas partes do mundo. Conseguimos prospectar mais de 150 empresas em menos de 24 horas. Agora, nosso propósito é aprofundar estes contatos, apresentar o potencial do Estado e incentivar os interessados a trazer seus projetos e investimentos para o Estado. Gerar emprego e renda para os capixabas é o desejo do nosso governador Renato Casagrande e estamos trilhando este caminho”, pontuou Hoffmann.

Além de painéis de discussão de alto nível, o evento contou com uma sala de apresentação de projetos públicos e privados no Brasil, voltada para aqueles que estão buscando aporte de investimentos e oportunidade de networking com representantes de governos estaduais e participantes.

O subsecretário de Estado de Atração de Investimentos e Negócios Internacionais, Gabriel Martins Feitosa, destacou que o Estado teve a chance de apresentar o Funses e esclareceu dúvidas dos participantes. “Durante o evento adotamos um modelo de prospecção ativa e fizemos contato com mais de 150 empresas e vamos fazer o follow up apresentando as potencialidades do Estado. Para alcançar este resultado, mobilizamos a equipe por áreas específicas, como energia renovável, por exemplo, para ser mais assertivo e assim conseguimos alcançar um número relevante de empresas em pouco tempo. Pegamos o contato de todos os executivos que demonstraram interesse no Estado e vamos avançar fazendo contato além da plataforma do evento”, completou Feitosa.

A gerente de Novos Negócios da Sectides, Christiane Vargas Menezes, destacou que, além das empresas prospectadas, também foram realizadas 12 reuniões simultâneas, sendo duas com representantes de Câmaras de Comércio Brasil-Canadá e do Brasil-Catalunya. “O time da Sectides foi bem preparado para atuar no evento e esse foi o diferencial. Os participantes tinham o mínimo de conhecimento do Estado, alguns sinalizaram interesse em função da posição estratégica do Estado e outros fizeram contato por saber sobre o bom ambiente de negócios. Agora, estamos agendando novas reuniões para apresentar o portfólio do Estado. Cada empresa contactada é mais uma que pode se tornar um potencial investidor ou indicar o Estado para outro investidor”, disse a gerente.  

O evento internacional foi organizado pela Apex-Brasil, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Governo Federal.

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Política e Governo

Comitiva do Governo do Estado conhece práticas sustentáveis de mineradora em Anchieta

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As práticas sustentáveis da mineradora Samarco, localizada no Complexo de Ubu, em Anchieta, foram apresentadas para uma comitiva da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento (Sectides), durante visita às instalações, na tarde desta segunda-feira (02). A empresa retomou de forma gradual as atividades nos complexos de Minas Gerais e do Espírito Santo, com 26% da capacidade produtiva total, adotando novas tecnologias para disposição de rejeitos, empilhando a seco cerca de 80% do volume a ser gerado no beneficiamento do minério de ferro.

Participaram do encontro, o secretário de Estado de Inovação e Desenvolvimento, Tyago Hoffmann; e os subsecretários de Estado, Ricardo Pessanha, Paulo Menegueli, Fabrine Schwanz, Gabriel Feitosa, Rachel Freixo, Solange Batista e Denio Arantes Rebelo. As autoridades foram recebidas pelo gerente-geral de Operações, Sérgio Mileipe; pelo gerente-geral de Sustentabilidade, Daniel Medeiros; gerente de Produção, Alysson Werneck; gerente de Porto, Rodrigo Abreu; e pelo coordenador de Relacionamento Institucional e Comunidades, Rodolpho Samorini, que apresentaram as iniciativas implementadas após o reinício das operações da empresa, o avanço da produção e as estratégias de sustentabilidade da Samarco.

“A retomada das atividades parciais de uma das maiores exportadoras de pelotas de minério de ferro no mundo é de extrema relevância para o cenário econômico do Estado do Espírito Santo. A empresa adotou um novo formato de operação, com a utilização de novas tecnologias, protocolos para a redução de riscos, oferecendo mais segurança e com foco na sustentabilidade. Está empenhada em fortalecer as relações com a região local, princípios também trabalhados pelo Governo do Estado, sob a orientação do nosso governador Renato Casagrande. As atividades da Samarco geram mais empregos diretos e indiretos, atraem novos investimentos e fornecedores ao Estado, e estimulam a qualificação da mão de obra capixaba”, afirmou o secretário de Estado de Inovação e Desenvolvimento, Tyago Hoffmann.

“Buscamos fortalecer as nossas relações com a sociedade e o compromisso de fazer uma mineração diferente, visando a participar e contribuir para o desenvolvimento local, pois desempenhamos um papel importante na economia capixaba. Reiniciamos apoiados em novas tecnologias, promovendo uma retomada mais sustentável, alinhada aos princípios de segurança e respeito às pessoas e ao meio ambiente”, afirmou o gerente-geral, Sérgio Mileipe. 

Reinício da Samarco

A Samarco retomou as operações com capacidade de produção inicial de cerca de 8 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, o que representa 26% de sua capacidade produtiva total. Para o reinício gradual da produção, a empresa reativou um dos seus três concentradores, no Complexo de Germano, e a usina de pelotização 4, no Complexo de Ubu, que obteve licenças ambientais aprovadas por órgãos competentes, além de implantar novas tecnologias para a disposição final de rejeitos – cava confinada e sistema de filtragem de rejeitos para empilhamento a seco. 

Desde a retomada das operações, em dezembro do ano passado, a empresa produziu 4,4 milhões de toneladas de minério de ferro e pelotas, e realizou 47 embarques no porto de Ubu, com destino aos países das Américas do Sul e do Norte, Europa, Ásia e África. 

Plano Espírito Santo — Convivência Consciente

É um conjunto de ações envolvendo órgãos do poder público e do setor produtivo para promover o desenvolvimento econômico, priorizando as pessoas, com o objetivo de reduzir os impactos sofridos pela população capixaba em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). São previstos mais de R$ 32 bilhões em investimentos dos Governos Federal, do Estado e do setor privado até o final de 2022. A estimativa é de que sejam criadas mais de 100 mil vagas de emprego.

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Política e Governo

STJ mantém condenação de ex-prefeito de Itapemirim a mais de 8 anos de prisão

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Decisão publicada nessa segunda-feira (02) confirma sentença do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), em 2019

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do prefeito afastado de Itapemirim Luciano de Paiva Alves (Pros) e manteve sua condenação a oito anos e cinco meses de prisão. 

A decisão, publicada nessa segunda-feira (02), confirma sentença do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), em 2019. 

Segundo a denúncia do Ministério Público, no âmbito da Operação Olísipo, em 2015, Paiva teria cometido irregularidades em contratos de shows e de publicidade da Prefeitura de Itapemirim em 2013, primeiro ano de seu mandato. 

“Há fortes indícios de que as contratações eram direcionadas a empresas que possuíam vínculo pré-contratual com o prefeito de Itapemerim e com o secretario de Turismo do município, Leonardo Paiva Alves”, defendeu o relator do caso, ministro Felix Fischer. 

De acordo com os autos, Leonardo Paiva foi nomeado secretário de Turismo do município em janeiro de 2013. Entretanto, teria iniciado as negociações com empresas locais para apresentações de shows na região ainda em 2012. 

A prefeitura ainda teria contratado, sem necessidade, intermediários para negociar os shows na região, o que teria encarecido os eventos. “A contratação de empresa intermediária entre o empresário exclusivo e a municipalidade (…) aumenta o valor total do espetáculo, que foi absorvido pelo erário publico”. 

Em um dos contratos firmados no início de 2013, sem licitação, a prefeitura teria destinado R$ 575.500,00 para o pagamento de duas bandas, um cantor e uma dupla sertaneja. Os milhões de reais gastos em shows nos primeiros dias de mandato do prefeito seriam provenientes de verbas de royalties do petróleo, segundo a denúncia do Ministério Público.  

“Dos procedimentos licitatórios direcionados se vislumbra a atuação dolosa do prefeito municipal, que demonstram o conluio do chefe do Executivo com seus parentes Leonardo Paiva Alves e Evandro Passos Paiva, a quem o senhor prefeito chamava de “meninos”, com o fim de praticar irregularidades em procedimentos licitatórios ocorridos na municipalidade”, apontou Fischer. 

Como se trata de uma decisão monocrática, a defesa de Paiva pode recorrer para que o caso seja analisado pela Corte do STJ. Caso a decisão seja mantida, o prefeito afastado ainda pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).  

HISTÓRICO

Luciano Paiva foi afastado do cargo em março de 2015, após a deflagração da Operação Olísipo, pelo Ministério Público Estadual. O objetivo da ação era investigar um suposto esquema de direcionamento de licitações e superfaturamento de contratos firmados desde janeiro de 2013.

Após recorrer na Justiça, o prefeito reassumiu o cargo, mas foi afastado novamente no ano seguinte depois de o MPES deflagrar a segunda fase da Operação. 

O prefeito afastado recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) e reassumiu a gestão. No entanto, a Procuradoria de Justiça Especial do MPES entrou com recurso, em junho de 2016, pedindo a reconsideração da decisão monocrática do então presidente do Supremo,  ministro Ricardo Lewandowski. 

Em dezembro do mesmo ano, após a reeleição de Paiva para um novo mandato à frente do município, a ministra do STF Carmen Lúcia revogou as liminares concedidas por Lewandowski. 

Apesar da decisão, o político seguiu à frente da gestão até abril de 2017, quando foi afastado novamente por uma decisão do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES).

Na ocasião, o relator do caso, desembargador Adalto Dias Tristão, destacou em seu voto as manifestações da ministra Cármen Lúcia e do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que defenderam o afastamento do então prefeito.

OUTRAS IRREGULARIDADES

Segundo o MPES, Paiva também cometeu crimes na contratação de obras e serviços de engenharia e na contratação de projetos arquitetônicos e urbanísticos para o município, além de praticar lavagem de dinheiro.

O prefeito afastado ainda é acusado pelo MPES de abuso de poder econômico e compra de votos durante a campanha eleitoral de 2012. Com base nessa denúncia, em novembro de 2016 o Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-ES) cassou a chapa do então prefeito  e da então vice-prefeita, Viviane Peçanha (PSD). 

Já em janeiro de 2017, o TRE-ES decidiu pelo recebimento de denúncia do Ministério Público Federal (MPF-ES) que apontou para crimes como os de falsidade ideológica, apropriação indébita, e formação de quadrilha. Em junho de 2018, Paiva foi condenado pelo TRE-ES  a cinco anos de prisão e pagamento de multa.

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