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Brasil

Sedu realiza 1º Encontro Formativo da Escolarização na Socioeducação

Ação visa à elaboração do termo de política educacional, atrelado à formação dos profissionais que atuam nas Unidades de Socioeducação.

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A Secretaria da Educação (Sedu), por meio das Gerências de Educação de Jovens e Adultos (Geeja) e Educação Infantil e Ensino Fundamental (Geief), bem como a Assessoria de Educação Especial, realizou, nessa quarta-feira (12), o “1º Encontro Formativo da Escolarização na Socioeducação”. A ação, realizada no auditório da Sedu Central, em Vitória, abriu as discussões sobre o assunto visando à elaboração do termo de política educacional, atrelado à formação dos profissionais que atuam nas Unidades de Socioeducação.

Durante o dia, pedagogos das unidades, diretores das escolas referência, representantes das Superintendências Regionais da Educação (SRE), que abrigam essas unidades – Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Linhares e Vila Velha –, do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apresentaram diversas opiniões que devem ser usadas como ponto de partida na construção de um material prático.

De acordo com a gerente da Geeja, Mariane Luzia Folador Dominicini Berger, o encontro deve se repetir mensalmente durante o ano para garantir aos estudantes o direito à educação com qualidade. “Nesse sentido, há a necessidade de ressignificar nossos olhares e ações sobre a oferta educacional nos ambientes de atendimento socioeducativo”, disse.

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Ainda segundo a gerente, o objetivo é construir um documento diretriz para a Educação Escolar na Socioeducação com a participação de diversos sujeitos como: professores/as, socieducandos/as, pedagogos/as, educadores/as sociais e famílias, pautando-se sempre na escuta e diálogo. “Essa ação é considerada uma das mais significativas, por constituir, junto a outras Políticas Intersetoriais, a garantia do direito de ressocialização dos/as adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas”, afirmou.

 

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Brasil

Suzano alcança 975 mil hectares de áreas destinadas à conservação

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A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, atingiu a marca de 975 mil hectares de áreas destinadas conservação. Essas áreas hoje representam cerca de 40% dos 2,38 milhões de hectares mantidos pela companhia, entre áreas de plantio e de conservação.

 A preservação de áreas nativas faz parte do dia a dia da Suzano. Uma das metas de longo prazo da companhia, também conhecidas como “Compromissos para Renovar a Vida”, é conectar até 2030 um total de meio milhão de hectares de áreas prioritárias para a preservação nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia – o que equivale a quatro vezes a cidade do Rio de Janeiro.

Além das áreas de conservação, a Suzano mantém aproximadamente 1,3 milhão de hectares de florestas plantadas de eucalipto e planta em torno de 460 mil mudas por dia, incluindo eucalipto e árvores de mata nativa. A partir dessas árvores, são fabricados diversos produtos que estão no dia a dia de mais de 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo, desde produtos de higiene e embalagens de alimentos e medicamentos, até roupas, combustíveis e produtos para pets.

“O desenvolvimento de novos produtos de origem renovável, reciclável e biodegradável é fundamental para uma sociedade que, felizmente, está cada vez mais atenta às questões ambientais. Nesse sentido, temos evoluído cada vez mais em direção à bioeconomia a partir de novas aplicações da nossa matéria-prima, ou seja, as árvores plantadas”, diz Pablo Machado, diretor executivo para China e, atualmente, também responsável pela área de Sustentabilidade da Suzano. “Hoje, ao comemorarmos o Dia da Árvore, reforçamos o nosso Propósito Organizacional de ‘Renovar a Vida a partir da Árvore’, cientes do importante papel que ela ocupa na construção de um futuro mais sustentável”, completa o executivo.

Além do compromisso com a conservação da biodiversidade, a companhia tem como meta ofertar 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável desenvolvidos a partir da biomassa, para substituição de derivados de origem fóssil, como produtos plásticos. Para alcançar esse resultado, a Suzano desenvolve uma série de soluções pautadas no conceito da inovabilidade, ou seja, a inovação a serviço da sustentabilidade, ampliando a utilização de sua base florestal em soluções que vão além do papel e da celulose. 

O portfólio diversificado da companhia inclui uma série de linhas, como Bluecup Bio® e Loop®, papéis para copos 100% biodegradável e canudos, respectivamente; Ecolig®, utilizada para aplicações industriais de alta performance; Eucafluff®, focada nas aplicações em produtos absorventes e de higiene pessoal descartáveis, como fraldas e absorventes feminino; além de celulose microfibrilar utilizada para produzir a primeira fibra têxtil sustentável do mundo, entre muitas outras. Sem contar, obviamente, a celulose, matéria-prima de todos esses produtos, e de uma ampla linha de papéis e de embalagens.

A evolução das iniciativas da companhia a favor da sustentabilidade e das áreas de conservação, além de seus Compromissos para Renovar a Vida, podem ser acompanhados no site https://centraldeindicadores.suzano.com.br/metas-de-longo-prazo/.

Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

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Brasil

Primavera começa hoje com frio no Sudeste e no Sul

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Primeira semana da estação caracterizada por temperaturas mais altas e chuvas será marcada por chegada de frente fria. A estação termina em 21 de dezembro.

A primavera começa oficialmente nesta quarta-feira (22) às 16h21 (horário de Brasília). A primeira semana da estação será marcada por chegada de frente fria no Sul e Sudeste. Para a maior parte do país, a primavera vai trazer temperaturas mais altas e o retorno das chuvas.

“A primavera é uma estação de transição, ela está entre o inverno e o verão, por isso ela tem características de ambas as estações, ou seja, normalmente temos dias mais quentes e secos e outros dias mais chuvosos e com temperaturas mais baixas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste”, explica César Soares, meteorologista da Climatempo.

início da estação é chamado de equinócio de primavera – quando as horas do dia e da noite têm a mesma duração de 12 horas – com exceção de partes do Amazonas, Pará e quase a totalidade de Roraima e Amapá, que ficam no Hemisfério Norte. A estação termina em 21 de dezembro.

Primavera começa fria no Sul e Sudeste

A primeira semana da primavera será marcada por queda nas temperaturas do Sul e Sudeste do país devido a aproximação de um ciclone extratropical – fenômeno meteorológico de baixa pressão atmosférica que dá origem às frentes frias – que se formou na segunda-feira (20) próximo ao continente.

Esse fenômeno é caracterizado pela presença de fortes ventos e chuvas de intensidade moderada a torrenciais.

“Eles [os ciclones extratropicais] são formados pelo choque de massas de ar diferentes. Nesse caso específico, o ciclone foi formado pelo choque de duas massas de ar, sendo uma mais fria e seca vinda do sul e outra mais úmida e quente vinda das áreas do subtrópico, como no Sudeste do Brasil”, explica César Soares, meteorologista da Climatempo.

Chuvas da estação não irão resolver crise hídrica

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a previsão para o trimestre neste ano indica probabilidade de chuva acima da média histórica no Norte, Centro e Leste do Brasil, mas o total não deve ser o suficiente para encher os reservatórios.

O nível de água dos principais reservatórios do país continua baixando e rápido. A situação é mais preocupante no conjunto de hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste, que concentra 70% de toda a água armazenada no Brasil.

Segundo análises feitas pelo Climatempo, no mês de outubro irá chover mais do que a média histórica, enquanto em novembro as chuvas serão irregulares. Dezembro deve ser o mês mais crítico do trimestre, registrando volume de chuva abaixo da média histórica para o período.

“Isso não quer dizer que não vai chover. Isso não quer dizer que não teremos grandes temporais, mas que a quantidade de chuva esperada para o mês será menor do que a média e a temperatura será maior do que o normal”, diz Patrícia Madeira, meteorologista da Climatempo.

De acordo com a especialista, antes que os reservatórios possam encher novamente, é necessário que chova um volume suficiente para umedecer o solo. Por isso, ainda que haja temporais, não significa que o problema dos reservatórios será solucionado rapidamente.

“Então, mesmo que chova mais do que a média em outubro, ainda não será o necessário para diminuir o custo da energia“, explica Madeira.

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