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Segurança

Sejus dá orientações a visitantes e servidores para prevenção do COVID-19

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Diante do cenário que demanda medidas de prevenção, controle e manejo do novo coronavírus, a Secretaria da Justiça (Sejus) elaborou um protocolo contra a doença que é seguido por todas as unidades prisionais do Estado. O documento estabelece as diretrizes de cuidado com a saúde e higiene dentro das instalações.

Entre as medidas estão a aplicação de um questionário para identificar sintomas da doença, tais como, problemas respiratórios, febre, contato com casos confirmados ou suspeitos de infecção pelo coronavírus, além de prever o adiamento e reagendamento das visitas e atendimentos diversos.

O secretário da Justiça, Luiz Carlos Cruz, ressalta que os cuidados são preventivos, para evitar o contágio de presos e de servidores. “Os visitantes estão sendo orientados a lavarem suas mãos ao acessarem a unidade. Também estamos disponibilizando álcool em gel nas áreas de acesso do presídio. Recomendamos que visitantes de grupo de risco não se exponham, adiando sua visita para um período mais oportuno. Outro cuidado é com os nossos servidores e prestadores de serviços. Estamos reforçando com as equipes a necessidade da manutenção da higiene”, pontua o secretário.

A Sejus também demarcou áreas de isolamento para o contingenciamento de casos suspeitos. O cuidado foi intensificado ainda para presos que deram entrada recente no sistema prisional. Eles passam, inicialmente, pela avaliação da equipe de saúde prisional, a fim de descartar qualquer suspeita de infecção.

Visitas

O questionário aplicado para os visitantes das unidades tem o objetivo de levantar informações sobre os principais sintomas da doença e assim agir de forma preventiva para o controle do Covid-19 nos presídios. Caso o visitante apresente sintomas, como febre, problemas respiratórios e/ou tenha tido contato com pessoas que tenham a doença ou com casos suspeitos, as visitas não serão autorizadas. Será recomendado o adiamento e reagendamento da visita ou atendimento. A Sejus também orienta que pessoas inseridas no grupo de risco evitem visitar as unidades.

O secretário explica que as unidades também estão ajustando os horários de visitas gerais, de modo que menos pessoas fiquem no mesmo espaço ao mesmo tempo. Além disso, nesse momento será autorizada apenas a entrada de um visitante por preso, estando temporariamente suspensa a entrada de visitantes menores de idade para visitas sociais.

Prevenção

Os profissionais da área da saúde que atuam no sistema prisional já receberam as orientações necessárias sobre o vírus, por meio de capacitações e atuam como multiplicadores do assunto para os demais servidores que atuam diretamente nos presídios. As medidas seguem as orientações da Secretaria da Saúde, estabelecidas no Plano Estadual de Prevenção e Controle do Covid-19.

As atividades escolares e os cursos de qualificação profissional estão suspensos, assim como a assistência religiosa, que é executada por voluntários de diversas denominações religiosas.

A higiene do ambiente de trabalho, que já é feita de forma constante e regular, será reforçada neste período. O secretário destaca que a recomendação é pela limpeza com maior periodicidade de áreas compartilhadas. A Secretaria da Justiça orienta ainda que não sejam compartilhados objetos de uso pessoal, tais como copos, talheres, entre outros.

Os servidores e prestadores de serviços deverão realizar a higiene adequada das mãos, respeitando os cinco momentos de higienização:

1 – Antes de contato com a pessoa;

2 – Antes da realização de procedimento;

3 – Após risco de exposição a fluidos biológicos (tais como sangue, saliva);

4 – Após contato com a pessoa;

5 – Após contato com áreas próximas à pessoa, mesmo sem toque, cuidando direta ou indiretamente da pessoa.

Todos os profissionais que estiverem envolvidos na escolta de presos com suspeita de infecção deverão utilizar máscara cirúrgica e luvas durante todo o deslocamento. A Sejus orienta que seja feita a limpeza e desinfecção das superfícies internas do veículo após a realização do transporte, com álcool 70%, hipoclorito de sódio ou outro desinfetante indicado para este fim.

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Segurança

VÍDEO | Suspeito rouba celular e é atropelado por namorado da vítima em Vila Velha

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Um homem flagrou o momento exato em que a namorada teve o celular roubado e avançou com o carro para cima do suspeito, que estava de bicicleta, no bairro Itapoã, em Vila Velha. Ao ser atropelado, ele ainda tentou fugir, mas acabou sendo agredido por pessoas que passavam pela região.

Nas imagens, é possível ver toda a ação.  A mulher estava em uma calçada, mexendo no celular, quando o homem passa, se aproxima dela e, de repente, puxa o aparelho das mãos da vítima. O motorista que seguia pela rua flagrou a ação e então foi com o veículo na direção do criminoso. O suspeito chegou a cair, levantou-se em seguida e conseguiu correr.

O motorista do veículo é namorado da jovem assaltada. Ele contou que viu o suspeito se aproximando e não pensou duas vezes antes de agir. “Por coincidência, sorte, no momento em que eu estava chegando,  vi o assalto. Ele estava portando uma arma, que a gente não sabe se era de verdade. Eu tentei fechar ele com o carro para evitar que ele fugisse. Só que ele caiu da bicicleta e continuou correndo a pé. Eu fui atrás e ele poderia ter sido pego antes, mas não foi porque a arma assustou os demais”, afirmou o condutor, que não quis ser identificado.

A ação do criminoso foi rápida, mas ele não conseguiu ir muito longe, pois foi alcançado por populares e agredido com chutes e socos. O crime aconteceu na tarde de quarta-feira (24), e de acordo com a Guarda Municipal, a arma, que supostamente foi usada pelo criminoso durante o assalto, teria sido levada por alguém que passava pelo local antes da chegada dos agentes. Essa pessoa não foi identificada. 

Antes de dar entrada na Delegacia Regional de Vila Velha, o suspeito foi levado ao ´Pronto-Atendimento. 

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Segurança

Família usava animais maltratados para arrecadar dinheiro para uso próprio, diz polícia

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Pai, mãe e filha foram indiciados pela Polícia Civil por estelionato e maus-tratos a animais. Em janeiro, 11 animais foram encontrados mortos em um apartamento

Os três membros de uma mesma família, envolvidos no caso dos animais que foram encontrados mortos e em situação de maus-tratos, em um apartamento de Vila Velha, em janeiro deste ano, foram indiciados por maus-tratos a animais e por estelionato. Além disso, a Polícia Civil solicitou a prisão dos suspeitos.

O inquérito que apurou o caso foi concluído pela Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), da Polícia Civil. De acordo com o titular da DPMA, delegado Eduardo Passamani, além de cometerem o crime de maus-tratos, pai, mãe e filha são suspeitos de utilizarem o dinheiro arrecadado com doações para os animais para uso próprio. 

Segundo o delegado, os envolvidos postavam, nas redes sociais, fotos dos animais mais debilitados, justamente para sensibilizarem as pessoas a realizarem doações de valores maiores. No entanto, de acordo com as investigações, as doações não eram revertidas em melhorias para os animais, que eram abandonados no apartamento no centro de Vila Velha.

Segundo Passamani, uma das testemunhas que prestou depoimento ao longo do inquérito disse que doou uma quantia a um animal que estava morto há cerca de dois anos. Além disso, o dono de um terreno que os suspeitos estariam pleiteando para construírem a sede do abrigo para animais abandonados disse à polícia que não recebeu qualquer dinheiro da família para a compra do bem. Segundo a polícia, eles chegaram a arrecadar, com doações pedidas pela internet, cerca de R$ 25 mil para adquirirem esse terreno.

O delegado revelou ainda que algumas testemunhas afirmaram ter sido ameaçadas pelo pai da família. Segundo Passamani, o homem chegou a postar fotos, nas redes sociais, em que estava armado.

O inquérito finalizado pela Polícia Civil agora será encaminhado para a apreciação do Ministério Público Estadual (MPES). As investigações foram conduzidas em conjunto com a CPI dos Maus Tratos, da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales).

Depoimento

Pai, mãe e filha haviam sido convocados para prestar depoimento, nesta quarta-feira (24), na CPI dos Maus-Tratos da Ales. No entanto, eles não estiveram na sede do Legislativo capixaba. Durante a tarde, um grupo de manifestantes se reuniu na porta da Assembleia para protestar contra os três suspeitos.

“Essa era uma oportunidade deles esclarecerem os fatos e se defenderem. Essa ausência só mostra a falta de compromisso dos três com a causa animal. Nós já estávamos de posse dos depoimentos que eles prestaram à Polícia Civil e por tudo que ouvimos aqui hoje das testemunhas temos provas de que eles exploravam os animais resgatados para arrecadar dinheiro, por meio de vaquinhas virtuais em redes sociais. Vamos pedir imediata prisão dos envolvidos”, declarou a deputada Janete de Sá, presidente da CPI.

Relembre o caso

O caso veio à tona no dia 8 de janeiro deste ano, quando a Guarda Municipal de Vila Velha encontrou um apartamento, no centro da cidade, cheio de animais vivendo em situação precária. A sujeira e o mau cheiro tomavam conta de todo o apartamento. Além de fezes e urina, os agentes encontraram 11 animais mortos no local — seis cães e cinco gatos. 

Outros quatro cachorros foram encontrados vivos. No entanto, imagens registradas por agentes da Guarda mostraram o estado de desnutrição dos animais, que viviam praticamente sem água e comida. 

A corporação foi acionada por moradores do prédio. Como a moradora do apartamento não estava no local, no momento da abordagem, e nem foi encontrada, o síndico precisou chamar um chaveiro para que a porta fosse aberta. Segundo informações obtidas pela Guarda na ocasião, havia mais de 15 dias que a moradora não aparecia no local.

Uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente esteve no local, com a presença de uma agente veterinária, para avaliar a situação dos animais. Os animais vivos foram levados para um rancho.

No decorrer das investigações, um abrigo mantido pela mesma família foi interditado na Serra, no dia 20 de janeiro. Durante a ação, realizada pela Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), CPI dos Maus Tratos da Assembleia Legislativa e Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), foram resgatados 34 animais. 

Segundo os responsáveis pela operação, o local onde os animais estavam aparentava pouca salubridade. Apesar disso, os fiscais do CRMV informaram que os cães não apresentavam sinais de maus-tratos.

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