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Medicina e Saúde

Sentimentos causados pelo isolamento social podem causar ansiedade alimentar

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A falta da resposta sobre o fim do isolamento social, causado pela pandemia do covid-19, fez com que muitas pessoas desenvolvessem ansiedade alimentar

Os sentimentos causados pelo isolamento social nos estimulam a comer mais do que o necessário, e segundo especialistas, isso pode ser alarmante. A falta da resposta sobre o fim do isolamento social, causado pela pandemia do covid-19,  fez com que muitas pessoas desenvolvessem quadro de ansiedade alimentar.

A professora Mariana Angelis há tempos convive com a ansiedade que, com a pandemia, só piorou. “A ansiedade, que se agravou com a pandemia e o isolamento, aumenta essa vontade de comer, que não é fome. Eu chegava a comer até passar mal, mesmo sem fome. Pão, hambúrguer, biscoitos, o que tiver na geladeira você vai atacar e vai comer”, contou.

Os sentimentos causados pelo isolamento social nos estimulam a comer mais do que o necessário, e segundo especialistas, isso pode ser alarmante. A nutricionista Fernanda Godinho explicou a situação. “Nós passamos a comer devido às emoções causadas pela pandemia, o stress e a preocupação de quando isso vai acabar. Além disso, o home office e o desemprego são fatores que dificultam a relação com a comida”, disse.

Além disso, na pandemia ficou ainda mais fácil ter acesso a alimentos calóricos, por causa do delivery. Com tantas ofertas e a facilitação das tecnologias, fez com que a alimentação de muitas pessoas ficassem desequilibradas.

“É importante falar e procurar ajuda. A terapia e uma nutrição voltada para o comportamento alimentar são essenciais, e buscar ao máximo se conectar com o momento presente. Não colocar a comida na mão e sair andando pela casa, já que tá pegando alguma coisa para comer, tentar parar e observar o que está fazendo`” , alertou a nutricionista. 

Segundo o psicólogo Alexandre, com tantas privações e desprazeres, nós desenvolvemos o famoso ‘eu mereço’. “É quando nós oferecemos um prazer que não conseguiríamos em outro momento, mas para ter aquele prazer imediato e instantâneo, a gente se permite. Isso pode acontecer com a alimentação.

Mas além da alimentação, Alexandre alertou também sobre cuidar da saúde mental e ter um auto cuidado consigo mesmo. ” Exija-se menos, talvez você possa se cobrar um pouco menos. Se precisar da ajuda de um profissional da psicologia, não exite, entre em contato”, orientou.

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Medicina e Saúde

Estudos revelam 21 maneiras de diminuir o risco de Alzheimer

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Múltiplas medidas de prevenção foram listadas após a realização de duas meta-análises, divulgadas nas revistas científicas The Lancet e Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry e citadas pela CNN, que analisaram várias pesquisas sobre prevenção, tratamento e cuidados em casos de Alzheimer – aquele que é o tipo mais comum de demência.

A ingestão excessiva de álcool, o sedentarismo, o tabagismo e um regime alimentar pobre em nutrientes, que aumente o risco de obesidade, diabetes e hipertensão são os principais fatores de risco, segundo a publicação.

O estudo sublinhou que há um maior risco de ocorrência de quadros de demência em pessoas negras, em asiáticos, grupos marginalizados e em populações economicamente desfavorecidas.

A meta-análise analisou 395 estudos prospectivos observacionais e ensaios clínicos randomizados.

Os acadêmicos determinaram que dois terços das intervenções mais promissoras focavam-se em alterações simples no quotidiano que levam a uma vida saudável, focadas em evitar fatores de risco para patologias cardíacas, como pressão alta e elevados níveis de colesterol ‘mau’ (LDL’. 

1. Manter o nível adequado de açúcar no sangue e o peso sob controle para evitar diabetes. 

2. Manter o peso num nível saudável, normalmente abaixo de um Índice de Massa Corporal (IMC) de 25. 

3. Obter o máximo de habilitações acadêmicas a partir da infância. 

4. Evitar traumatismo craniano (como concussões). 

5. Manter-se cognitivamente ativo lendo e aprendendo continuamente coisas novas. 

6. Evitar ou controlar a depressão.

7. Gerir o estress.

8. Tratar a hipotensão ortostática (sensação recorrente de tontura ao se levantar). 

9. Manter a pressão arterial sob controle a partir dos 40 anos. 

10. Examinar os riscos de perda de audição ao longo da vida e usar aparelho auditivo se necessário (perda auditiva está associada a dano na região cerebral ligado à memória).

11. Evitar níveis elevados de homocisteína, um aminoácido que pode contribuir para a formação de coágulos nos vasos sanguíneos e danos nas artérias (prevenção com base em suplementação de vitaminas do complexo B, com recomendação médica). 

12. Praticar exercício físico. 

13. Gerir a fibrilação atrial, que é uma frequência cardíaca rápida e irregular devido a sinais elétricos caóticos no coração (com acompanhamento médico regular). 

14. Comer alimentos ricos em vitamina C ou tomar suplementos.

15. Reduzir a exposição à poluição do ar e a fumaça passiva do tabaco.

16. Evitar o abuso de álcool.

17. Evitar o hábito de fumar.

18. Dormir horas adequadas.

19. Evitar terapia de reposição de estrogênio no pós-menopausa. 

20. Evitar a toma de medicamentos para demência como prevenção. 

21. Combater a pobreza e a discriminação racial.    

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Medicina e Saúde

Beber esta quantidade de café por dia eleva risco de demência, diz estudo

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Uma nova pesquisa realizada por um grupo de investigadores da University of South Australia sugere que beber muito café pode ser nocivo para a saúde cerebral
No maior estudo do gênero feito até ao momento, pesquisadores apuraram que a ingestão excessiva de café está associada a um maior risco de desenvolvimento de alterações neurológicas prejudiciais e de demência, reporta um artigo publicado no site News Medical Life Sciences.

Uma equipe de cientistas da University of South Australia analisou os registos médicos de mais de 17 mil voluntários registrados no UK Biobank, uma base de dados médicos de cidadãos britânicos.

Consequentemente, os investigadores discerniram que os indivíduos que consumiam sete ou mais xícaras de café diariamente, apresentavam uma predisposição mais elevada de até 53% de virem a sofrer de demência.

Kitty Pham, neurocientista e líder do estudo, afirma que o novo estudo é extremamente relevante para a saúde pública.

A demência é uma condição degenerativa do cérebro que afeta a memória, o raciocínio, comportamento e a habilidade de executar tarefas simples do dia-a-dia. Sendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em todo o mundo mais de 50 milhões de indivíduos sofram da patologia.

“Tendo em conta todas as variáveis possíveis, descobrimos através da análise de múltiplas evidências que o consumo excessivo de café estava significativamente associado a uma redução notória no volume cerebral”, disse Pham.

“Ou seja, beber mais de seis chávenas de café por dia pode colocá-lo em risco de doenças cerebrais, como demência e AVC’s”, concluiu. 

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