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Medicina e Saúde

Sesa amplia critérios de testagem em massa no Espírito Santo

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A Secretaria da Saúde publicou, na tarde desta segunda-feira (13), a Nota Técnica COVID-19 Nº53/2020, que atualiza as definições de casos e critérios para a coleta do novo Coronavírus(Covid-19) no Espírito Santo.

Deverão ser coletadas amostras para investigação pacientes suspeitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e em casos suspeitos, com ou sem febre nas categorias: pacientes que estejam hospitalizados; trabalhadores da Saúde; profissionais das forças de segurança; crianças menores de 5 anos, portadores de comorbidades; pessoas a partir de 45 anos, portadores de comorbidades; idosos em Instituições de Longa Permanência; grávidas em qualquer idade gestacional, puérperas até duas semanas após o parto, e lactantes; e população indígena aldeada. Para os casos suspeitos com febre deverá ser coletada para a população privada de liberdade. 

Dessa forma o Estado amplia, mais uma vez, a coleta de exames para a população, com o objetivo de detectar precocemente a doença e intervir oportunamente antes do agravamento do quadro clínico.  

“Estamos ampliando os grupos que precisam ter uma detecção precoce da doença, são grupos importantes para podermos junto as vigilâncias municipais, acompanhar mais de perto a evolução da doença e tenhamos um manejo precoce em caso de internação”, explicou o subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin.

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Além das atualizações de novos critérios de coleta, foram incluídos novos critérios de confirmação para a Covid-19. Foram criados o critério clínico e de clínico-imagem, além da atualização do critério laboratorial. 

As atualizações são válidas para todo território capixaba a partir desta terça-feira (14) e podem ser acessadas clicando aqui.

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Medicina e Saúde

Sobe para 7 no ES o número de infectados pela varíola dos macacos

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Segundo a secretaria de Estado da Saúde (SESA), outros 52 estão em investigação. Até agora, o Espírito Santo tem 82 casos notificados da doença

A secretaria de Estado da Saúde (Sesa) atualizou nesta quinta-feira (11), os números da varíola dos macacos no Espírito Santo. Segundo o boletim epidemiológico, referente a SE 32 (semana epidemiológica), outros dois novos casos da doença foram confirmados, subindo para sete o total de testes positivos.

Até agora, o Estado soma 82 notificações da monkeypox, 35 a mais que os computados não semana anterior. Desse total, 52 estão em investigação e outros 25 foram descartados. De acordo com o boletim, os pacientes são todos do sexo masculino: quatro têm entre 30 e 39 anos de idade, um tem entre 20 e 29 anos, um entre 40 e 49 anos e outro entre 60 e 69 anos. São moradores de Guarapari (2), Vila Velha (2) e Vitória (3).

A Sesa divulgou que até agora nenhum caso autóctone foi registrado no Estado. Isso significa que a doença não foi adquirida na área da residência do enfermo, ou seja, as infecções aconteceram fora do território capixaba.

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Principais sintomas apresentados pelos pacientes do ES infectados pelo vírus

Entre os sintomas da doença, alguns se apresentaram em maior quantidade no sete pacientes capixabas: erupção cutânea, febre súbita, cefaléia, adenomegalia (crescimento dos linfonodos, também conhecido por “íngua”), astenia (fraqueza), suor/calafrios e dor de garganta. 

Saiba como prevenir a doença

Além do isolamento tanto para casos leves, feito em casa, quanto para casos mais graves (hospitalar), outras medidas são necessárias:

– Evitar contato próximo com casos suspeitos e/ou confirmados, como toques e beijos, especialmente daqueles que estejam com sintomas visíveis;

– Manter superfícies limpas;

– Higienização constante das mãos;

– Uso de máscara caso for preciso estar próximo de casos suspeitos e/ou confirmados, como utilizar o mesmo cômodo;

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Medicina e Saúde

China identifica novo vírus que passa de animal para humanos e relata 35 infectados

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Patógeno, detectado pela primeira vez em dezembro de 2018, causa febre e outros sintomas semelhantes aos de uma gripe

Cientistas reportaram na revista The New England Journal of Medicine 35 pessoas infectadas na China pelo vírus Langya, parente dos vírus Hendra e Nipah.

No artigo, eles acrescentam que a descoberta se deu por meio de vigilância-sentinela de pacientes febris e exposição animal no leste da China.

“Um henipavírus filogeneticamente distinto, denominado Langya henipavirus (LayV), foi identificado em uma amostra de swab de garganta de um paciente por meio de análise metagenômica e vírus subsequente isolamento. […] Investigações subsequentes identificaram 35 pacientes com infecção aguda por LayV nas províncias de Shandong e Henan da China, entre os quais 26 foram infectados apenas com LayV (nenhum outro patógeno estava presente)”, descrevem.

Todos os 26 pacientes que tinham apenas um vírus apresentaram febre. Outros sintomas observados foram: cansaço (54%), tosse (50%), perda de apetite (50%), dor muscular (46%), náusea (38%), dor de cabeça (35%) e vômitos (35%), acompanhados por anormalidades de baixo nível de plaquetas (35%), baixo número de glóbulos brancos (54%) e redução da função hepática (35%) e renal (8%).

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O vírus foi identificado pela primeira vez em 2018, nas mesmas duas províncias chinesas. Não há até o momento relato de mortos.

Os autores também tentaram buscar os possíveis animais que teriam transmitido o vírus às pessoas, já que não se trata de um patógeno que circula entre humanos. 

Eles encontraram o material genético do vírus em 3 de 168 (2%) das cabras analisadas e em 4 de 79 (5%) dos cães. 

Ao expandirem a análise para pequenos animais selvagens, os autores acharam o material genético do vírus Langya em 71 de 262 (27%) musaranhos, “um achado que sugere que o musaranho pode ser um reservatório natural” desse agente, afirmam eles. 

O grupo de pesquisadores também diz que não há transmissão entre humanos relatada para o vírus Nipah, da mesma família, e minimiza essa possibilidade para o Langya.

“Não houve contato próximo ou histórico de exposição comum entre os pacientes, o que sugere que a infecção na população humana pode ser esporádica. O rastreamento de 9 pacientes com 15 familiares de contato próximo não revelou transmissão de LayV de contato próximo, mas nosso tamanho de amostra era muito pequeno para determinar o status da transmissão de humano para humano para LayV.”

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Em Taiwan, o vice-diretor-geral do Centro de Controle de Doenças, Chuang Jen-hsiang, afirmou ao jornal Taipei Times que, apesar de não haver indícios da transmissão entre pessoas, o território vai trabalhar no desenvolvimento de um teste de material genético para detectar o vírus.

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