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Medicina e Saúde

Setembro Verde: SESA realiza ações ao longo do mês para a conscientização sobre doação de órgãos

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O mês de setembro tem início, nesta quarta-feira (1º), com mobilizações que visam à conscientização sobre a importância da doação de órgãos, na campanha “Setembro Verde”. A Secretaria da Saúde (Sesa), por meio da Central Estadual de Transplantes do Espírito Santo (CET-ES), promoverá uma série de ações voltadas aos profissionais da saúde.

Ao todo, serão 14 encontros que irão compor as ações para o Setembro Verde , com início nesta sexta-feira (03), com uma web conferência mediada pela coordenadora do CET-ES, Maria Machado, que abordará sobre a importância da doação de órgãos.

“O mês é dedicado à conscientização da doação de órgãos, além de ser uma oportunidade para sensibilizar as famílias, mostrando o quanto um gesto de amor pode salvar vidas. Ao longo do mês, serão desenvolvidas ações para discussão dos temas”, ressaltou a coordenadora.

Outro evento importante é a realização da 3ª Missa de Ação de Graças aos Doadores de órgãos, que acontecerá no dia 21 de setembro, às 19 horas, no Santuário Basílica de Santo Antônio, em Vitória.

Ao final do texto, encontra-se a programação completa para o setembro Verde.

 

O “sim” que pode mudar muitas vidas

Dizer o “sim” para a doação de órgãos, remete a um ato de amor para com o próximo e uma chance de recomeçar a vida. Assim aconteceu com Jussara Oliveira da Silva Tonini, de 49 anos, que há quatro anos recebeu um novo coração, após complicações de saúde.

“Fiquei tão emocionada que perdi a voz, foi muito choro de alegria. Para a família que fez a doação só tenho uma palavra: gratidão. Sei que não é fácil para a família tomar essa decisão. Só tenho a agradecer a essa família por esse gesto tão grande, de ter lembrado que poderia salvar outras vidas”, contou emocionada.

No Espírito Santo, em 2020, foram realizados 273 transplantes. Uma redução de 39% quando comparada ao ano anterior, em 2019, quando foram realizados 447 transplantes.

Segundo Maria Machado, coordenadora da CET-ES, a morte é um momento difícil para toda a família e nem sempre é simples tomar decisões nesse momento, por isso, é   importante esclarecer e conscientizar a população, para que conversem com seus familiares e que a família realize o desejo de seu ente em ser um doador de órgãos.

“A falta de conscientização para encorajar a doação de órgãos tem contribuído para o ceticismo e para mitos e preconceitos arraigados, que afetam diretamente o número de doações em todo o mundo. Por isso, a abordagem familiar deve ser realizada por profissional capacitado e de maneira esclarecedora, para que o processo de doação seja bem compreendido e os familiares sintam segurança para tomar a decisão. Esses esclarecimentos e a divulgação são de fundamental importância para que a população possa criar uma consciência sobre a doação de órgãos, e os meios de comunicação têm um papel relevante nesse processo”, explicou a coordenadora.

 

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Dados transplantes

Segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), foram realizados 247 transplantes entre janeiro e julho deste ano, sendo 160 de córnea, 28 de rins, 18 de fígado, dois corações, quatro de esclera e 35 de medula.

Ao comparar com o ano anterior, durante o mesmo período, os transplantes no Estado tiveram aumento de aproximadamente 83%, uma vez que foram realizados 135 procedimentos em 2020 de janeiro a julho.

“Percebemos aumento de aproximadamente 83% no número total de transplantes no ano de 2021, em relação a 2020. Os dados demonstram que a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) impactou no número de doações ao longo de 2020, mas o primeiro semestre deste ano cursou com dados promissores”, destacou Maria Machado.

Durante a pandemia, foram criados novos protocolos sanitários para triagem do doador e receptor de órgãos e tecidos, bem como critérios para avaliação da realização dos transplantes. Um deles é a exigência do teste de Covid-19 para todos os processos de doação. Assim, cada paciente em morte encefálica, classificado como potencial doador, passa por testagem para o novo Coronavírus antes de acontecer a captação dos órgãos, para garantir um procedimento seguro.

Outro dado “promissor”, segundo a coordenadora, está relacionado à negativa familiar. “A taxa de negativa familiar foi de 48% este ano, consolidando uma queda de 10% em relação ao ano de 2020, revelando que o capixaba está cada vez mais solidário e dizendo ‘sim’ para a doação”, disse.

Segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), o número de pessoas que esperam por órgãos no Estado do Espírito Santo até esta terça-feira (31) são: 409 para córnea, 5 para coração, 19 para fígado e 1.116 para rim.

 

Serviços transplantadores no Espírito Santo

Atualmente, são realizados no Espírito Santo transplantes de coração, fígado, rim, córnea/esclera, medula óssea autólogo e medula óssea aparentado. Existem no Estado sete serviços habilitados para realização desses procedimentos, sendo cinco deles por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e quatro particulares (transplante de córneas), no entanto, todo o processo de notificação, captação e doação de órgãos é feito pelo SUS.

– Hospital Meridional: coração, fígado e rins;

– Hospital Evangélico de Vila Velha: coração, rim e córnea;

– Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (HUCAM): córnea;

– Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória: Córnea;

– Centro de Cirurgia Ocular do Espírito Santo (CECOES): córnea (procedimento por convênio particular);

– Instituto de Olhos do Espírito Santo (IOES): córnea (procedimento por convênio particular);

– Instituto Oftalmológico Santa Luzia: córnea (procedimento por convênio particular);

– Hospital Mata da Praia: córnea (procedimento por convênio particular);

-Hospital Santa Rita: transplante de medula autólogo e halogênico aparentado;

Já os bancos de olhos, que realizam a captação de córneas, estão localizados no Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (HUCAM), que realiza a captação de córneas em Vitória; e no Hospital Evangélico de Vila Velha, que faz a captação de córneas nos demais municípios do Espírito Santo.

 

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Programação Setembro Verde

As atividades da campanha Setembro Verde serão realizadas em formato on-line em hospitais do estado. Os eventos são voltados à toda população, especialmente para profissionais da saúde.

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Medicina e Saúde

Exposição excessiva em redes sociais pode causar danos à saúde de crianças

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Pediatras alertam para os perigos desse hábito, o sharenting

A menina Alice, de 5 anos, ama tirar fotos e vídeos. Ela tem um perfil na rede social Instagram administrado pela mãe, a empresária do setor de alimentos Tainara Paradelas. A mãe cuida com atenção do perfil, feito apenas para registrar os momentos da infância da garotinha.

“O perfil da Alice foi feito para compartilhar memórias e coisas engraçadas com amigos íntimos e familiares”, conta a mãe, que usa critérios de segurança no perfil da pequena. “O perfil dela é trancado e só pode segui-la quem eu aceito”, detalha Tainara.

A empresária explica que a menina não tem obrigação com o Instagram dela, “e eu não fico fazendo conteúdo voltado para a rede. Eu tiro fotos e gravo vídeos de momentos descontraídos e felizes para eu ter guardado, postar é uma consequência. Alice é uma criança animada, ama foto e vídeos e, se algum dia, eu pedir para tirar uma foto e ela não quiser, eu não forço. Mas nunca pedi ela para tirar uma foto ou fazer um vídeo para postar no Instagram”.

Diferentemente de Taianara, no entanto, muitos pais e mães expõem indevidamente informações pessoais de seus filhos menores em redes sociais, o que pode colocá-los em situação de vulnerabilidade.

Esse tipo de atitude, conhecida como sharenting – termo em inglês que combina as palavras share (compartilhar) e parenting (paternidade) -, parte de uma tendência crescente e que pode ter consequências indesejadas.

Impactos

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) alerta para os perigos e impactos de longo prazo desse hábito na vida dos menores.

“A criança e o adolescente não devem ter vida pública nas redes sociais. Não sabemos quem está do outro lado da tela. O conteúdo compartilhado publicamente, sem critérios de segurança e privacidade, pode ser distorcido e adulterado por predadores em crimes de violência e abusos nas redes internacionais de pedofilia ou pornografia, por exemplo”, explica a coordenadora do Grupo de Saúde Digital da SBP, Evelyn Eisenstein.

O coordenador do Grupo de Trabalho de Saúde Mental da SBP, o médico Roberto Santoro, alerta que o sharenting traz perigos objetivos e subjetivos ao desenvolvimento da criança. 

“Acho que a gente tem que partir primeiro de uma questão de princípio. A vida da criança não pertence aos pais. Eles são promotores do desenvolvimento da criança e do adolescente e têm que zelar por esse desenvolvimento, para que ocorra de uma maneira coerente e equilibrada, rumo a uma idade adulta em que a pessoa consiga se realizar plenamente de acordo com os seus potenciais”.

Guia prático

Para atualizar pediatras, pais e educadores sobre a influência das tecnologias de informação e comunicação (TICs), redes sociais e internet nas questões de saúde e de comportamento das crianças e adolescentes, a SBP publicou neste ano o Guia Prático de Atualização “#SemAbusos #MaisSaúde.

O guia destaca importantes recomendações aos médicos sobre como avaliar na história e no exame, durante a consulta, casos suspeitos de violência ou abusos offline ou online; além de orientar os pais sobre alternativas seguras, educativas e saudáveis de atividades para crianças e adolescentes.

A exposição exagerada de informações sobre crianças representa uma ameaça à intimidade, vida privada e direito à imagem, como dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Somado a isso, todo conteúdo publicado na internet gera dados que, no futuro, podem ser desaprovados pelos filhos, por entenderem que sua vida privada foi exposta indevidamente durante a infância.

A mãe da Alice afirma que não se preocupa com esta questão, pois não posta nada inadequado. “Isso não me preocupa nem um pouco. Não posto nada que venha a envergonhar minha filha no futuro”, garante Tainara.

Assim como Tainara, o publicitário Filipe Ferraz também é o administrador do perfil da Mariah, também de 5 anos. “A gente que gera todo conteúdo publicado. Evitamos deixar o celular na mão dela e dar essa autonomia. Acho que ainda é cedo, ela tem 5 anos de idade. O conteúdo é mais viagem, brincadeiras e algumas danças. Nada vulgar, para preservar a integridade dela”.

O pai conta que o perfil da Mariah é despretensioso. “Não temos uma frequência nem planejamento. Registramos ocasiões fora da rotina e novidades”. Além disso, Mariah gosta e até pede para fazer postagens. “Quase todos os dias ela quer publicar! Ela adora dancinhas e montagens! Filtros com carinhas então… ama!”.

Agora, quando a menina não quer fazer alguma postagem, os pais aceitam e respeitam a decisão, conta Filipe. “A gente respeita o momento dela. Nem sempre ela está disposta”. Para ele, é preciso ter discernimento de como a criança será exposta. “A responsabilidade é toda dos pais”.

Já na opinião do médico Santoro, não há como minimizar os riscos da exposição exagerada de crianças na internet. Para ele, esse público não deve ser exposto nas redes. 

“Eu sou radical em relação a isso. A gente não tem que minimizar os riscos de exposição da criança. A gente simplesmente não tem que expor crianças e adolescentes, porque eles não têm ainda condições de determinar o que é seguro e o que não é seguro em termos dessa exposição”.

Segundo ele, os pais precisam zelar justamente pela privacidade dos filhos. “Sugiro que as imagens de crianças e adolescentes não sejam compartilhadas livremente na internet, a não ser com muito cuidado para pessoas muito próximas, para pessoas da família. Eu não colocaria, por exemplo, imagens de crianças em sites públicos e tomaria muito cuidado com isso”, aconselha Santoro.

Consequências

Os dados digitais das crianças podem ser utilizados para diferentes finalidades, desde o roubo de identidade, cyberbullying, uso indevido de imagens e vídeos por pedófilos, até outras ameaças à segurança.

A coordenadora do Grupo de Saúde Digital da SBP, a médica Evelyn Eisenstein, destaca que a privacidade online é uma garantia para que as futuras gerações possam entrar em sua maturidade livres para construir por elas mesmas suas identidades digitais.

“Isso é mandatório. A SBP sempre procura destacar a importância da mediação parental em acessos a conteúdos nas redes sociais para tentar reduzir problemas relacionados à segurança e à saúde das crianças e adolescentes”, disse Evelyn.

A psicóloga Thais Ventura Corrêa Dominguez reforça que os pais são os principais responsáveis pela exposição de crianças na internet. “É importante que eles estejam atentos a resguardar a individualidade e privacidade da criança, considerando-a como um ser de direitos, que devem ser preservados”.

O cuidado com a disponibilização de informações pessoais deve sempre ser considerado, completa Thaís. 

“As crianças não possuem habilidade cognitiva para tal discernimento. O estar on-line hoje se torna quase uma obrigação, o que muitas vezes leva a comportamentos reativos e impulsivos de compartilhamento de informações. Por isso, o cuidado com as ações nas redes deve ser redobrado”.

Precauções

No Brasil ainda não existem medidas legislativas que regulem a privacidade das crianças pelos provedores de internet. Logo, a publicação de uma foto aparentemente simples pode ter diversas interpretações e prejuízos, mesmo anos após a postagem.

“Temos vários projetos de lei barrados por indústrias de entretenimento, mídias e provedores que lucram em demasia com esse tipo de compartilhamento”, comentou a médica Evelyn Eisenstein.

Segundo ela, não há na legislação brasileira uma lei como a Children’s Online Privacy Protection Act (Coppa – Lei de Proteção à privacidade online de crianças, em tradução livre), instituída nos Estados Unidos, em 1998, para a proteção de dados e regulação da exposição de crianças menores de 13 anos na internet.

Em agosto deste ano, o Google anunciou o lançamento de um serviço que permite remoção de imagens pessoais de adolescentes menores de 18 anos em seus resultados de pesquisa. Um formulário para fazer o pedido de remoção está disponível na página de suporte da empresa. O Google informa, no entanto, que essa remoção não significa que a foto será retirada da internet, mas que deixará de ser mostrava nos resultados de busca do Google Imagens.

O compartilhamento de imagens e vídeos é um hábito relativamente novo, por isso as repercussões na vida futura das crianças ainda não são totalmente conhecidas, esta é a parte mais preocupante da exposição excessiva.

“Não são apenas os pais que devem ser mais cuidadosos, mas também familiares e cuidadores. Eles precisam estar cientes das possíveis consequências indesejadas para a saúde das crianças. Não é inofensivo compartilhar conteúdo online”, disse Evelyn.

Para a psicóloga Thaís Ventura, é importante a reflexão dos pais quanto aos seus interesses pessoais em relação à exposição de seus filhos a essas tecnologias, “buscando sempre refletir quais as necessidades e consequências de suas atitudes referentes ao uso dessas tecnologias na influência da saúde da criança”.

Os pais que desejam compartilhar fotos e vídeos de seus filhos podem tomar medidas protetivas para garantir que o conteúdo não seja usado para fins maliciosos. Por exemplo, é possível limitar o público de postagens para que apenas aqueles em quem você confia que possam ver o conteúdo.

Influencers Mirins

Com status de celebridade, muitas crianças se tornaram influenciadores digitais. Elas começaram com o incentivo dos familiares e muitos têm até patrocinadores. 

“Essas crianças constroem uma vida falsa, de imagens e não uma vida de experiências reais. E os pais estão colaborando para a construção de uma personalidade moldada para agradar a imagem que fazem da pessoa, ou seja, de um falso self. A criança começa a passar por essa situação desde pequena. Muitas vezes, por trás desse perfil falso pode existir um grande vazio. A exploração dessas crianças por parte dos pais é uma forma de abuso infantil”, apontou o coordenador do Grupo de Trabalho de Saúde Mental da SBP, Roberto Santoro.

Na opinião do médico, essa conduta pode interferir no desenvolvimento da criança e englobar múltiplos aspectos como o interesse econômico e o narcisismo patológico dos pais.

“Porque em vez da criança seguir sua via natural de desenvolvimento, os pais podem estar usando a criança para exibir a outras pessoas com com fins de lucro financeiros e, às vezes, por puro narcisismo, ou seja: pais frustrados que não conseguiram realizar suas necessidades de se destacar, então usam os filhos para atender essas necessidades. Isso é sempre absolutamente inadequado”.

A opinião é compartilhada pela psicóloga Thaís Ventura: “Deve-se estar atento ao natural conflito e interesses familiares, pois a falta de entendimento e a administração equivocada desse cenário podem resultar em exploração e afetar a saúde e o bem estar da criança. É importante que os pais busquem conhecimento e informação quanto a função e a exposição que seu filho está exercendo, agindo em prol de garantir o cuidado e a saúde da criança”.

Fonte: Agência Brasil

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Medicina e Saúde

Por que é recomendado fazer xixi depois da relação íntima? Descubra

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A infecção urinária é causada, em sua maioria, por bactérias que fazem parte da nossa flora intestinal e vaginal normal”, esclarece médica

A região íntima feminina é uma área muito sensível e propensa ao desenvolvimento de doenças provocadas por fungos, bactérias e protozoários.

Por isso, devemos estar sempre atentas aos cuidados com a higiene, especialmente após relações sexuais.

Uma recomendação médica, inclusive, é sempre fazer xixi depois do ato sexual. Entenda por quê

A urina ajuda a bloquear a passagem de bactérias e fungosSegundo a ginecologista Bárbara Murayama, no ato sexual há maior chances de bactérias conseguirem atingir a flora vaginal. Nesse caso, urinar após a relação ajuda a lavar a uretra (canal condutor da urina) e impede que os micro-organismos cheguem até lá, evitando, assim, possíveis infecções. “A infecção urinária é causada, em sua maioria, por bactérias que fazem parte da nossa flora intestinal e vaginal normal”, esclarece.

A higiene íntima após o sexo também é fundamental

Para o ginecologista Jorge Valente, adotar o hábito de se higienizar após ter relações sexuais é de extrema importância por conta da acidez da flora vaginal: “O pH da região genital pode sofrer alterações devido ao pH do sêmen do parceiro”, esclarece. A higiene íntima deve ser feita com água e sabonete íntimo, usando apenas os dedos. A recomendação do médico é usar uma versão líquida, já que os em barra são mais alcalinos e facilitam a contaminação se a mesma superfície for compartilhada por diversas pessoas.

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