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Mundo Cristão

STF derruba lei que obriga Bíblia em bibliotecas e escolas estaduais, no Amazonas

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A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou para derrubar uma lei que obriga escolas e bibliotecas públicas estaduais a manterem ao menos um exemplar do principal livro do Cristianismo nesses espaços.

Na avaliação deles, a norma viola a laicidade do Estado e a liberdade religiosa garantida na Constituição. A decisão não impede a aquisição da Bíblia ou livros sagrados de outras religiões, mas derruba a imposição de adquirir apenas um deles.

“Nas normas impugnadas, ao determinar-se a existência de exemplar da Bíblia nas escolas e bibliotecas públicas, institui-se comportamento, em espaço público estatal, de divulgação, estímulo e promoção de conjunto de crenças e dogmas nela presentes. Prejudicam-se outras, configurando-se ofensa ao princípio da laicidade estatal, da liberdade religiosa e da isonomia entre os cidadãos”, diz trecho do voto da relatora, a ministra Cármen Lúcia.

Segundo ela, a lei do Amazonas confere “tratamento desigual” uma vez que “assegura apenas aos adeptos de crenças inspiradas na Bíblia acesso facilitado em instituições públicas”. A ministra avaliou que a norma “desprestigia outros livros sagrados quanto a estudantes que professam outras crenças religiosas e também aos que não têm crença religiosa alguma”.

Até agora, já votaram da mesma forma os ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio Mello, Edson Fachin, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Faltam os votos de mais quatro ministros: Nunes Marques, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, e do presidente da Corte, Luiz Fux. Eles têm até segunda-feira para fazer isso. O julgamento é no plenário virtual, em que eles não se reúnem, apenas colocando seus votos no sistema eletrônico da Corte.

A ação foi proposta em 2015 pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot. Cármen apontou que, em julgamento passado, o STF manteve decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendendo uma lei local semelhante. A relatora não citou, mas, em 2019, o STF também manteve uma decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas que derrubou uma lei municipal de Manaus que obrigava espaços públicos a manter exemplares da Bíblia.

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Justiça condena Ministro da Educação por sua opinião contra homossexualidade

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Juíza aplicou multa de R$ 200 mil que será paga pela União

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, foi condenado pela Justiça de Federal de São Paulo por sua opinião contrária a homossexualidade, em uma multa de R$ 200 mil que será paga pela União.

A sentença divulgada na quinta, 13 de maio, considera que o ministro proferiu falas “homofóbicas” durante entrevista em setembro do ano passado.

Em uma ação civil pública movida por entidades de defesa dos direitos da população LGBT, que pediam indenização no valor de R$ 5 milhões, o ministro foi acusado de estimular a segregação e fomentam a violência contra essa comunidade.

Na sentença proferida pela juíza Denise Aparecida Avelar, da 6º Vara Cível Federal de São Paulo, o valor foi reduzido e, como a declaração do ministro foi feita no exercício das suas atribuições, foi repassada a multa para a União, que deverá depositar o dinheiro no Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.

“A situação se reveste de maior gravidade justamente pelo fato de se tratar de ato praticado por Ministro de Estado, a quem compete, institucionalmente, o estabelecimento de políticas públicas para a erradicação das diversas formas de discriminação ainda presentes na sociedade”, destacou a magistrada.

Entrevista

A entrevista do ministro ocorreu em setembro do ano passado, quando ele falou ao Estado de São Paulo, sendo questionado sobre educação sexual em sala de aula. Na ocasião, o ministro falou sobre a importância de discutir o tema para evitar gravidez precoce, mas se posicionou contra erotização de crianças e propaganda aberta da ideologia de gênero.

“Acho que o adolescente, que muitas vezes, opta por andar no caminho do homossexualismo, tem um contexto familiar muito próximo, basta fazer uma pesquisa. São famílias desajustadas, algumas. Falta atenção do pai, falta atenção da mãe. Vejo menino de 12, 13 anos optando por ser gay, nunca esteve com uma mulher de fato, com um homem de fato, e caminhar por aí. São questões de valores e princípios”, disse o ministro ao Estadão.

Em nota divulgada pelo ministro, ele afirma que jamais pretendeu discriminar ou incentivar qualquer forma de discriminação e destacou que trechos da fala foram retirados de contexto.

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Especialista: ‘Anticristo irá controlar o mundo através da economia’

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Durante entrevista à CBN News, o especialista financeiro e apresentador de rádio, Chuck Bentley, fez várias considerações a respeito da pandemia do novo coronavírus e sobre o fim dos tempos. Os alertas dele, que já tinha sido exibidos em março, voltaram a ganhar destaque na emissora, durante esta semana

– A crise por Covid-19 é considerada um cisne negro, um evento que ocorre uma vez em um século e que afeta o mundo inteiro. Preparem-se, porque se isso for verdade, mais dificuldades virão pela frente – declarou.

Bentley é autor do livro Sete Cisnes Cinzentos: Tendências que Ameaçam Nosso Futuro Financeiro.

Ele falou ainda que a pandemia passará pelos chamados “eventos do cisne cinza”, e explicou o termo.

– Um cisne cinza é um evento óbvio, é algo que já está acontecendo, mas as pessoas não estão vendo. Elas só sabem que está lá e entendem que é uma ameaça significativa, mas tendem a ignorá-lo e não fazer nada a respeito.

Chuck disse que uma transição já teve início desde o surgimento da pandemia. Segundo ele, entre os sete cisnes cinzentos está a moeda digital. O especialista apontou que a moeda física já está ameaçada e haverá uma sociedade sem dinheiro.

– Nossa moeda física pode estar contaminada com o vírus. E, com o tempo, o anticristo controlará o mundo por meio da economia e, portanto, acho que precisamos estar cientes e nos prepararmos para isso, conforme diz a Bíblia.

Ele avaliou ainda questões como crise, auxílio financeiro temporário, que as pessoas estão tendo durante a pandemia, biometria, inflação e cultura do cancelamento.

De acordo com Bentley, o anticristo irá controlar o mundo através da economia. Confira as declarações dele, no vídeo abaixo:

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