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Medicina e Saúde

Sua panela pode afetar a sua saúde. Saiba como escolher!

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A depender do material dos utensílios que vão ao fogo, as panelas podem causar sérios riscos à saúde e inclusive causar doenças

Todo mundo sabe que a escolha dos alimentos influencia diretamente na nossa saúde. Quanto mais balanceada e equilibrada a dieta, mais o nosso corpo responde com um bom funcionamento, com bem-estar e disposição. O que muita gente não sabe é que a seleção das panelas com que você cozinha em casa também pode afetar o nosso organismo.

Isso mesmo: a depender do material dos utensílios que vão ao fogo, as panelas podem causar sérios riscos à saúde e inclusive causar doenças. Podem, ainda, afetar negativamente as propriedades dos alimentos que consumimos.

Por isso, é preciso saber quais panelas escolher. Pensando nisso, o Folha Vitória criou um manual explicativo sobre cada material, para te ajudar nesta seleção e cuidar da sua saúde e da sua família.

Panela de alumínio

São panelas muito utilizadas principalmente por conta do seu preço de comercialização. Costumam ser leves e de fácil aquecimento, e por isso costumam ser excelentes para o manuseio diário.

O alumínio, contudo, se solta da panela em nanopartículas e migra para o alimento. No corpo humano, o material pode causar graves problemas de saúde, que vão desde os neurológicos ao câncer.

A Organização Mundial da Saúde afirmou que o alumínio que se solta durante as atividades culinárias é tão ínfimo que não chega a ser preocupante. Mas vale ficar atento: utilize sempre colheres de silicone ou de pau, para que não ocorra a raspagem da panela enquanto você cozinha.

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Outro detalhe importante é que, quanto mais antiga a panela, mais material ela pode soltar. Por isso, sempre que puder, faça a substituição desses equipamentos.

Panela de ferro

Ao ser utilizada corretamente, a panela de ferro pode chegar a colaborar para a melhora da sua saúde. Ela também libera o elemento na comida, mas, ao contrário da panela de alumínio, este material é importante para o desenvolvimento de crianças, para o cuidado com grávidas e o tratamento de pessoas com anemia, por exemplo.

Mas não se engane. Deixar os alimentos por muito tempo na panela de ferro já pode chegar a ser prejudicial, já que o ferro em excesso pode ser tóxico e ainda prejudicar o sistema digestivo.

Assim, a melhor maneira de ter a panela de ferro como aliada da saúde é procurar a orientação de um nutricionista.

Panela de inox

O inox oferece extrema durabilidade e resistência e, por esses motivos, está em alta para equipamentos de cozinha.

Além disso, a panela de inox é muito segura para uma culinária saudável. Ela distribui o calor uniformemente pelo recipiente e responde muito bem a variações bruscas de temperaturas. Por isso, não solta facilmente nenhum resíduo.

Uma orientação importante é, antes de usar as panelas deste material pela primeira vez, ferver água no interior dos recipientes, para retirar algum possível excesso de metais tóxicos.

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Na limpeza, a indicação é usar esponja macia.

Panela de cobre

Panelas de cobre não são indicadas para nenhum tipo de cozinha. Elas soltam este material nos alimentos, especialmente os ácidos. Algumas são, ainda, revestidas com níquel, outro material bastante prejudicial para a saúde.

Portanto, elas devem sempre ser evitadas. Mantenha-as apenas na decoração.

Panela esmaltada

A panela esmaltada é uma boa condutora de calor, mas ela é revestida por chumbo. E ambos são materiais tóxicos para o corpo humano.

Para aquecer demais o utensílio a altas temperaturas como óleo para frituras, por exemplo, ela é contraindicada, porque o calor extremo pode fazer com que a panela libere essas substâncias.

A sugestão é usá-la para molhos e leves refogados.

Panela de vidro

As panelas de vidro estão entre as melhores indicações para uma culinária segura e saudável, porque, neste uso, elas não transferem substâncias para os alimentos.

Para especialistas, esta opção é apontada como a melhor para manter as propriedades, o sabor e o odor da comida.

Panela de barro

Esta análise não poderia faltar por aqui! A panela de barro é totalmente livre de metais tóxicos.

A preocupação em relação a este equipamento deve ser em relação à sua limpeza. Por serem porosas, acumulam resíduos e umidade mais facilmente. Devem ser bem lavadas e guardadas totalmente secas, sempre sem tampa.

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Medicina e Saúde

Covid-19: com casos em alta, procura por autotestes cresce na Grande Vitória

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Nos últimos 14 dias, o aumento no número de pessoas infectadas foi de quase 128% no Espírito Santo

O Espírito Santo vive uma nova onda da covid-19, com número de novos casos em alta. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), nos últimos 14 dias, o aumento no número de pessoas infectadas foi de quase 128%.

Com mais pessoas com sintomas ou com contato com pacientes que testaram positivo para a covid-19, a procura por autotestes também tem aumentado. A venda desta modalidade de teste para identificar a presença do coronavírus começou em março, mas farmácias da Grande Vitória começaram a registrar um aumento de vendas nos últimos dias.

Um levantamento realizado pela reportagem do Folha Vitória constatou que a procura pelo autoteste cresceu na última semana, quando o número de novos casos registrados chegou a cinco mil por dia. O autoteste é encontrado por cerca de R$ 70. 

Em uma farmácia da Rede Drogasil, em Cariacica, eram vendidos, em média, dois testes por dia há cerca de duas semanas. Nos últimos dias, a média de venda diária saltou para dez por dia.

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Na Serra, uma drogaria da Rede Farmes também registrou aumento. Segundo os funcionários, o teste para covid-19 é realizado de forma gratuita no Terminal de Laranjeiras, que fica próximo ao estabelecimento, mas por conta da fila, muitas pessoas preferem comprar o autoteste.

Em uma farmácia da rede Santa Lúcia, em Vitória, a busca pelo autoteste também cresceu. De acordo com os funcionários, a procura é maior durante os fins de semana. No último, foram vendidos cerca de oito testes por dia.

A situação se repete em Vila Velha. Uma farmácia da Rede Pacheco vendeu 60 testes somente entre sexta-feira (01) e domingo (03). No mês de junho inteiro, foram vendidos 32 testes.

Como usar o autoteste do covid-19?

O exame, segundo especialistas, é simples de ser utilizado. Ele se assemelha com o teste rápido de antígeno da farmácia, em que é recolhida uma amostra de secreção nasal ou saliva por meio de um swab — semelhante a uma haste com algodão na ponta. No teste das farmácias, é necessário auxílio de um profissional de saúde.

Já no autoteste, a pessoa pode fazer o exame sozinha em casa, sem a necessidade da presença de um profissional de saúde. A recomendação é que seja feito entre o primeiro e sétimo dia de sintomas. Por isso, é preciso ter muita atenção.

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Como cada fabricante apresenta uma maneira diferente de condução, é fundamental ler a bula com calma. Ao seguir o passo a passo, você evita o risco de fazer o teste de maneira errada e ter um resultado impreciso. 

Com o kit em mãos, é feita a coleta da secreção da boca ou do nariz com um cotonete. Logo em seguida, a haste é introduzida em um recipiente com um líquido químico para a testagem.

Depois, é preciso pingar algumas gotas desse líquido no campo de teste (uma plaquinha retangular) e esperar de 30 a 40 minutos até que o resultado apareça. Caso surjam duas linhas, o teste indica que o paciente positivou para a covid-19.

Quais sintomas podem indicar que estou com covid-19?

O autoteste é recomendado para pessoas com sintomas que apontem para a covid-19. Entre eles:

– Dor de garganta;
– Febre;
– Cansaço;
– Dores no corpo;
– Tosse;
– Perda do paladar ou olfato.

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Beber álcool corta o efeito do remédio: verdade ou mito?

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Tudo depende de onde o medicamento é metabolizado, afirma especialista

Atire a primeira pedra aquele que nunca pensou em curtir um happy hour com os amigos depois de uma semana cansativa de trabalho. Para os que tomam remédios controlados ou até mesmo em casos eventuais, no entanto, há a preocupação de a ingestão de álcool interferir diretamente nos efeitos dos medicamentos no organismo. Mas, afinal, existe mesmo essa relação?

Segundo a psicóloga e nutricionista Thais Araújo, tudo depende de onde o medicamento é metabolizado. Se for no fígado, a possibilidade de ele não surtir efeito é grande.

— O álcool é metabolizado na enzima hepática, a mesma que metaboliza alguns remédios. Nesses casos, a pessoa tende a sofrer com os efeitos colaterais, porque é como se o fígado ficasse “ocupado” com outra substância, não dando espaço para o medicamento agir — explica a especialista.

— Os antidepressivos misturados às bebidas alcoólicas não vão ter a ação esperada. O álcool é um depressor do sistema nervoso central, então vai piorar o quadro de depressão — avisa Thais.

Para Rafael Cangemi, especialista em medicina de família e comunidade, a discussão sobre o álcool vai além das interferências sobre um medicamento. Deve-se considerar os danos que essa substância pode causar no organismo se ingerida em excesso. Entre eles, comprometimento do fígado, órgão responsável pela produção de bile, substância fundamental para a digestão da gordura e detox do corpo.

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