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Brasil

Suzano anuncia investimentos sociais que alcançam 15 mil pessoas no ES

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Ações do Plano Social potencializam autonomia financeira e qualidade de vida para comunidades prioritárias urbanas, rurais e tradicionais, gerando uma rede de oportunidades

Com o objetivo de combater a pobreza e promover um território resiliente, a Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, anuncia Plano Social que impacta mais de 15 mil pessoas no Espírito Santo. As ações são previstas para 2022 e têm foco na geração de alternativa de renda e empregabilidade. O planejamento inclui oferta da qualificação profissional, educação de jovens, fomento a negócios locais e articulação territorial para o emprego. 

O Plano Social busca atender às demandas da região e está alinhado às estratégias firmadas pela companhia para alcançar a meta de redução da pobreza, corroborando ainda com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os de erradicação da pobreza e fomento ao emprego digno. A atuação social da Suzano retirou mais de 9 mil pessoas da linha da pobreza no Espírito Santo em 2021.

Dentre as ações de formação e qualificação profissional deste ano, a Suzano, em parceria com o Senai, oferecerá mais de 20 cursos de capacitação, de 120 horas, no espaço Senai, em São Mateus, além de qualificações itinerantes com os caminhões-escola da instituição. Ao todo, serão disponibilizadas 4 mil vagas para as comunidades no entorno das áreas de atuação da empresa em São Mateus e Conceição da Barra.

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Além disso, no segundo semestre, com o compromisso de gerar valor compartilhado, a Suzano abre as portas da empresa para contratação de cerca de 100 colaboradores das comunidades.  

Parcerias

A empresa acredita que a transformação social e o desenvolvimento territorial são compromissos de todos, de forma que convida outras empresas e instituições interessadas para participar de uma rede de oportunidade e empregabilidade local. “Formaremos muitas pessoas para atender às vagas disponíveis no território, e não somente a empresa. Neste sentido, a ideia é que possamos formar uma rede com as outras empresas para conectar o jovem formado e a vaga necessária”, explica Douglas Peixoto, coordenador de Desenvolvimento Social.

A companhia também se propõe a apoiar pequenos empreendedores, negócios coletivos e projetos com o objetivo de geração de renda e combate à pobreza. Serão destinados mais de R$ 4 milhões em recursos de aplicação direta para impulsionar os projetos e para o acompanhamento de consultores especializados em gestão.

Empreendedorismo e aprendizagem

Uma das metas de longo prazo estabelecidas nos “Compromissos para renovar a vida” adotados pela Suzano é o aumento de 40% do índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) em todos os municípios prioritários. Outro objetivo é a retirada de 200 mil moradores das áreas de atuação da empresa da linha de pobreza. Nesse contexto, o Plano Social 2022 é divido entre os eixos de empreendedorismo e aprendizagem. As ações previstas incluem apoio a projetos socioambientais, formação de juventudes multiplicadoras, cursos de formação profissionalizante e aquisição de produção dos agricultores familiares. O planejamento é identificar vocações locais e trabalhar de forma colaborativa com a comunidade.Conheça outras iniciativas sociais da empresa, acesse: https://www.suzano.com.br/sustentabilidade/comunidades/

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Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 12 fábricas em operação no Brasil, incluindo a joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

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Brasil

Um de cada quatro não consegue pagar todas as contas no fim do mês

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Quase dois terços da população cortaram gastos neste ano, e um em cada cinco brasileiros pegou empréstimo ou se endividou nos últimos 12 meses, mostra CNI

falta de dinheiro para pagar todas as contas ao final do mês atinge um em cada quatro brasileiros (25%), de acordo com pesquisa inédita da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Conforme o levantamento, 19% afirmam não conseguir pagar todas as contas e carregam parte delas para o mês seguinte, 3% precisam recorrer a empréstimos, 2% fazem uso do cheque especial e 1% paga o mínimo do cartão de crédito.

Por outro lado, 29% dos entrevistados relatam gerenciar bem o dinheiro e conseguem guardar um pouco quase todo mês, e 44% dizem sempre ficar apertados para pagar todas as despesas.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, afirma que a pandemia de Covid-19 comprometeu a recuperação da economia e a retomada do crescimento no Brasil. Para ele, a aceleração da inflação levou a um novo ciclo de aumento de juros, o que desestimulou o consumo e os investimentos.

“Ao menos, estamos diante de um cenário de recuperação do mercado de trabalho, com redução do desemprego e aumento do rendimento da população, o que nos dá uma perspectiva de superação, ainda que gradual, dessa série de dificuldades que as famílias estão enfrentando”, avalia Braga.

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O estudo revela também que quase três em cada dez (29%) brasileiros se declaram poupadores. No entanto, o orçamento mais apertado faz metade da população reduzir as despesas com lazer, deixar de comprar roupas ou desistir de viajar.

Apesar disso, a expectativa da população é chegar ao fim do ano com um pouco mais de folga nas finanças. Do total de entrevistados, 56% acreditam que, até dezembro, estarão com uma situação econômica pessoal melhor ou muito melhor.

A pesquisa encomendada pela CNI para o Instituto FSB Pesquisa sobre a situação econômica e hábitos de consumo da população ouviu 2.008 cidadãos em todas as unidades da Federação entre os dias 23 e 26 de julho.

Corte de gastos

De acordo com a pesquisa, para conseguir poupar ou sair do negativo, a maioria da população (64%) cortou gastos desde o início do ano e um em cada cinco brasileiros pegou algum empréstimo ou contraiu dívidas nos últimos doze meses.

Entre os brasileiros que admitem ter reduzido o consumo, 61% demonstram otimismo e dizem ser uma situação temporária. Entretanto, apenas 14% dos consumidores pretendem aumentar os gastos até o fim do ano.

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Quando questionados sobre algumas situações específicas sobre o orçamento pessoal neste ano, 34% dos entrevistados dizem que atrasaram o pagamento de contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.

Além da redução de despesas com lazer e itens de uso pessoal, como roupas e calçados, o orçamento apertado também trouxe mudanças no dia a dia do brasileiro, como parar de comer fora de casa (45%), diminuir gastos com transporte público (43%) e deixar de comprar alguns alimentos (40%).

“O estudo mostra os efeitos da situação econômica do país nos hábitos da população. O aumento de preços de produtos como gás de cozinha, alimentos e combustível impacta diretamente no orçamento das famílias e isso reflete na redução do consumo de uma forma mais ampla”, afirma o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

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Brasil

O Espírito Santo é o maior produtor de gengibre do Brasil

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O topo desse ranking foi conseguido com o fruto do trabalho árduo dos produtores rurais da região serrana e apoio da sua cooperativa

Por Paulo Borges

Para orgulho dos capixabas, o Espírito Santo é o Estado que mais produz gengibre no Brasil. Para que essa liderança em nível nacional fosse alcançada, é fundamental o trabalho realizado por produtores rurais dos municípios de Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá e Domingos Martins. Infelizmente, nem todos os capixabas e mesmo brasileiros, sabem dessa capacidade produtiva desenvolvida no Estado. Para que as pessoas possam tomar conhecimento da importância da produção do gengibre para a economia e geração de emprego e renda, foi realizada neste ano a Expo Gengibre. Foi um evento que contou com o apoio e realização das Prefeituras de Santa Leopoldina e Santa Maria de Jetibá, além do Sebrae, Aderes e produtores e exportadores de gengibre da região.

Foto: Sérgio Plaster.

Para defender os interesses dos seus produtores foi criada a Cooperativa dos Produtores de Gengibre da Região Serrana do Espírito Santo (Coopginger), cuja presidência é exercida pela sócia fundadora, agricultora e advogada, Leonarda Maria Plaster, sua diretora-presidente.

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A Coopginger foi concebida com a finalidade “de atuar diretamente no comércio interno e externo do gengibre e outros cultivos, visando trabalhar com qualidade e preço justo, entregando para o cliente o produto com propriedade, a fim de receber em troca a valorização merecida”, enfatiza a sua diretora-presidente, Leonarda Plaster. Em todo o processo produtivo e de comercialização, “a entidade segue todos os padrões nacionais e internacionais, que vão da produção, qualidade, beneficiamento, assim como a logística”, completa.

Vale destacar que a ideia da união e cooperação surgiu em meio a uma jornada de muita luta e suor onde produtores abraçaram a causa com o objetivo de mudar a história da agricultura e do gengibre.

O grupo envolve agricultores familiares de três municípios da Região Serrana do Espírito Santo: Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá e Domingos Martins. A Coopginger está localizada nessa região, cuja sede da cooperativa fica em Santa Leopoldina.

Todo escoamento da produção é feito usando estradas vicinais que precisam receber das prefeituras dos municípios manutenção permanente, pois a produção e comercialização é sinônimo de arrecadação de impostos, emprego, renda e prosperidade da região.

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Fonte: Cooperativa dos Produtores de Gengibre da Região Serrana do Espírito Santo

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