conecte-se conosco


Medicina e Saúde

Suzano doará 30 respiradores e 80 mil máscaras hospitalares para ajudar ES no combate ao COVID-19

Publicado

Produtos e equipamentos serão distribuídos para dez municípios do Espírito Santo

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, inicia nesta semana a distribuição de 30 respiradores e 80 mil máscaras hospitalares importados da China para o Espírito Santo. Os respiradores atenderão as redes de saúde da capital, onde a pandemia afeta um grande número de pessoas, e de municípios da grande Vitória e regiões Norte e Sul do Estado. Já as máscaras serão destinadas aos municípios de Serra, Aracruz, São Mateus, Cachoeiro de Itapemirim, Conceição da Barra, Pedro Canário e Montanha, Pinheiros e Vila Valério.

“Estamos enfrentando uma situação inédita como sociedade moderna e sabemos que a disponibilidade de respiradores e equipamentos de proteção é fundamental para salvar a vida de milhares de brasileiros. Por isso, devemos unir forças para vencer essa batalha contra o COVID-19”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka.

Ao todo, a empresa destinará 159 respiradores e 1 milhão de máscaras hospitalares importados para o Governo Federal e sete estados da Federação (São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará e Paraná). A distribuição está sendo realizada em conjunto com os governos e inclui regiões onde a companhia atua, levando em consideração a identificação de necessidade de cada estado e município e a estratégia de combate ao COVID-19 estabelecida pelas autoridades de saúde.

“A alta demanda global por respiradores, máscaras hospitalares e outros itens médicos foi um grande desafio a ser superado para conseguirmos importar os produtos e doá-los aqui no Brasil para o combate ao COVID-19. Também seguimos com tratativas permanentes com os governos federal, estaduais e municipais para definirmos a melhor estratégia de distribuição e atendimento aos locais onde os equipamentos são mais necessários”, afirma o diretor executivo de Relações e Gestão Legal, Pablo Machado.

Leia mais:  Ansiedade, felicidade ou tristeza: não desconte na comida

Adicionalmente aos ventiladores pulmonares e máscaras importados da China, a Suzano também integra um grupo de empresas que viabilizará a ampliação de capacidade de produção de respiradores no Brasil. A iniciativa prevê a entrega ao Governo Federal de 6,5 mil respiradores até agosto de 2020 e conta com recursos financeiros da Suzano, além de expertise e profissionais da empresa.

Desde o final de março, a companhia também já realizou a doação de papéis higiênicos, guardanapos e fraldas de fabricação própria para diversos estados brasileiros. Além disso, a companhia está mobilizando a doação de 58 mil litros de álcool 70% glicerinado, que serão distribuídos em diversos municípios do Espírito Santo. Fundamental para a higienização neste período de pandemia, o produto será direcionado aos hospitais e instituições, tais como Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.

Em paralelo, a Suzano tem empreendido todos os esforços para seguir operando, com foco na segurança e saúde de seus colaboradores, e dessa forma garantir o abastecimento de produtos no mercado. A companhia fabrica matérias-primas usadas na confecção de papéis sanitários, máscaras, fraldas, papéis, embalagens de medicamentos e alimentos, embalagens em geral, itens ainda mais indispensáveis nesse momento de isolamento social e de necessidade de maiores cuidados com a higiene.

Leia mais:  ES receberá 35.500 doses da vacina de Oxford/AstraZeneca na manhã deste domingo

Apoio aos colaboradores

A Suzano acompanha atentamente a situação do COVID-19 no Brasil e, internamente, também tem adotado um conjunto de medidas operacionais e administrativas. A empresa decidiu suspender todas as atividades operacionais não essenciais de colaboradores próprios e terceiros e cancelar viagens, eventos, visitas às unidades e reuniões presenciais. Os colaboradores que não necessitam estar presencialmente nas unidades para a continuidade das operações passaram a trabalhar em formato home office. O mesmo tratamento foi dado a todos os colaboradores com 60 anos ou mais e todos aqueles que apresentem condição de risco, como hipertensos, diabéticos ou que tenham doenças pulmonares.

Para os colaboradores cuja presença é indispensável nas operações, a companhia adotou como ações prioritárias, por exemplo, a medição de temperatura corporal dos trabalhadores antes do acesso a fábricas, ônibus ou viveiros; a distribuição de refeições individuais e espaçamento maior entre mesas e cadeiras nos refeitórios; a adoção de maior distanciamento de cadeiras em salas de controle operacionais, com sinalização visual no local; a limitação a 50% no número de colaboradores transportados nos veículos da empresa; o aumento da frequência de limpeza e higienização de áreas comuns; a disponibilização de máscaras aos colaboradores que estiverem na Unidades; e a adoção de quarentena caso haja identificação de colaborador ou prestador de serviço com risco de contaminação. Todas essas ações são acompanhadas por um frequente compartilhamento de informações em todos os canais de comunicação da empresa.

publicidade

Medicina e Saúde

Espírito Santo planeja abrir 158 novos leitos para covid-19 até abril. Confira o cronograma!

Publicado

As primeiras 70 vagas em hospitais devem ser disponibilizadas a partir do próximo dia 15. Atualmente, Estado tem 694 leitos de UTI

O governo do Estado anunciou nesta segunda-feira (1º) a intenção de abrir 158 novos leitos de hospital, até abril, para atender pacientes infectados com a covid-19. Atualmente, o Espírito Santo conta com 1.343 leitos para atender pacientes com o novo coronavírus, sendo 694 de UTI e 649 de enfermaria.

O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa, na tarde desta segunda-feira. O governo estadual pretende disponibilizar os primeiros 70 leitos a partir do próximo dia 15. Eles serão distribuídos da seguinte forma:

– 20 no Hospital Santa Mônica (privado)
– 10 no Hospital Vitória (privado)
– 18 no Hospital Estadual Dório Silva (novos leitos)
– 22 no Hospital Estadual em São José do calçado (novos leitos)

Até o final do mês, outros 48 leitos serão ofertados, sendo:

– 30 no Hospital Estadual de Urgência e Emergência (novos leitos)
– 10 no Hospital Estadual Roberto Silvares – Linhares (adequação de semi-intensivos para UTI)
– 8 no Hospital Estadual de Vila Velha (novos leitos)

E até o final do mês de abril, os 40 restantes estarão abertos. Serão:

– 20 no Hospital Materno Infantil da Serra (novos leitos)
– 10 no Hospital Geral de Linhares (novos leitos)
– 10 no Hospital Estadual de Vila Velha (novos leitos)

De acordo com o secretário estadual de Saúde, Nésio Fernandes, há uma preocupação de que o Espírito Santo apresente um novo crescimento de casos de covid-19 entre os meses de março e abril. O secretário destacou que, nesse período, é comum o crescimento de doenças respiratórias agudas graves.

“Nós temos alguns riscos que, se de fato se confirmarem, da sazonalidade dessas doenças de todos os anos, nós devemos sim ter uma terceira fase de aceleração da curva de casos nos meses de março e abril. Por isso, nós defendemos uma estratégia de expansão de leitos”, destacou o secretário.

Leia mais:  Como limpar o celular para se proteger do coronavirus
Continue lendo

Medicina e Saúde

Coronavírus: máscara transparente ou ‘M85’; o produto de vinil que não funciona

Publicado

Produto vem sendo vendido para todas as regiões do Brasil, por preços em torno de R$ 25 e R$ 30, sob o argumento de que é inquebrável, não impacta na sua beleza e dá “liberdade para respirar”. Mas especialistas alertam que ele não protege contra o coronavírus

Se você buscar o termo M85 no Google, talvez encontre um tipo de metralhadora. Ou imagem de uma galáxia lenticular descoberta em 1781 que tem este nome. Ou até o código da Classificação Internacional de Doenças (CID) referente a “outros transtornos especificados da densidade e da estrutura ósseas”.

Especialistas apontam que máscaras transparentes como estas da imagem não protegem contra a covid — Foto: Reprodução/Máscara Cristal

Mas esse também é o nome dado por vendedores brasileiros a um modelo de “máscara” transparente feita com policarbonato. Esse tipo de produto, com preço em torno de R$ 25 a R$ 30, vem sendo vendido para todas as regiões do Brasil, sob o argumento de que é inquebrável, não atrapalha a beleza e dá “liberdade para respirar”.

O problema é: esse produto e similares não são eficazes para reduzir os riscos de transmissão do coronavírus, segundo os especialistas em infectologia e saúde coletiva ouvidos pela BBC News Brasil.

A explicação, segundo eles, está em dois pontos: o primeiro é que o material não é capaz de filtrar o ar inspirado ou expirado. O segundo é que não há uma boa adesão ao rosto — característica essencial para aumentar a proteção.

Nesse produto, os espaços grandes entre o rosto e a máscara permitem a entrada e saída de ar sem nenhum tipo de filtragem. Por isso, assim como os escudos protetores (face shield), esse produto não deveria ser usado sozinho, sem uma máscara de fato por baixo.

“Essa máscara de vinil, transparente, isso não tem função nenhuma de máscara, não tem elemento filtrante absolutamente nenhum. Isso não deveria nem se chamar de máscara, e sim protetor facial. Máscaras mesmo, que temos hoje disponíveis, são de tecido, cirúrgica e PFF2 ou N95”, diz o infectologista Antonio Bandeira, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Ao mesmo tempo em que é muito claro para o infectologista que a máscara não funciona no contexto da pandemia, ele conta que tem visto o produto em uso.

“Um dia desses entrou na academia em que faço exercício físico uma pessoa com isso, eu fui lá dizer para o dono da academia que não se pode permitir que alguém faça atividade física com um negócio desse. É gritante o vácuo de informação nessa área. Muita confusão.”

A professora da Unicamp Raquel Stucchi, que é infectologista e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, também avaliou modelos de máscaras transparentes disponíveis para venda encaminhados pela reportagem e disse que nenhum deles é adequado.

Leia mais:  Ansiedade, felicidade ou tristeza: não desconte na comida
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana