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Brasil

Suzano é destaque na primeira edição do prêmio Melhores Empresas para Trabalhar GPTW Indústria 2020

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Ranking promovido pelo Great Place To Work aponta empresas com melhor atuação na gestão de clima 

Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, foi premiada no ranking Melhores Empresas para Trabalhar GPTW Indústria 2020. O levantamento inédito é uma parceria do GPTW Brasil com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), e reconheceu as 80 empresas com melhor gestão de clima das 244 que participaram do Programa de Certificação GPTW.

Em um ano atípico devido à pandemia, a companhia adotou um amplo conjunto de medidas para garantir a saúde, a segurança e o bem-estar dos seus colaboradores. “Desde o início da Covid-19, nós temos tido uma atuação muito próxima ao nosso time, mostrando que estamos juntos nesse período de desafios e que o nosso papel enquanto empresa vai muito além de promover o desenvolvimento profissional”, afirma Argentino Oliveira, Diretor de Gente e Gestão da Suzano. “Neste momento, nós temos o dever de apoiá-los e fortalecê-los enquanto pessoas, assegurando que eles estejam bem não apenas fisicamente, como também mentalmente”, salienta.

A companhia tem proporcionado apoio psicológico aos seus colaboradores e familiares, bem como mantido 4 mil funcionários dos escritórios administrativos trabalhando de suas casas, incluindo pessoas com 60 anos ou mais, gestantes e portadores de doenças crônicas. Já nas operações florestais, onde a equipe trabalha na linha de frente, a empresa tem atuação ainda mais cautelosa para assegurar a proteção e o distanciamento social,  implementando distância mínima entre os colaboradores em áreas comuns, casos de refeitórios e ônibus, com redução de 50% na ocupação desses veículos; a distribuição de refeições individuais; a medição da temperatura corporal de colaboradores; a ampliação de ações de higiene e limpeza em todos as unidades; além da distribuição de máscaras e álcool em gel para colaboradores e de máscaras para seus familiares.

No último ano, para auxiliar na promoção de uma sociedade mais igualitária, a Suzano também assumiu o compromisso de ter 30% de seus cargos de liderança ocupados por mulheres e 30% por negros até 2025.

Sobre a Suzano

Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Mãe com Covid-19 é entubada um dia após dar à luz trigêmeos

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Carolina Gotardo segue internada, mas apresenta melhoras, segundo marido, que visitou os filhos pela 1ª vez na segunda-feira: ‘Sensação maravilhosa vê-los’. Família de Chapecó organiza ação para ajudar pai, que é vendedor autônomo, enquanto mulher estiver em recuperação

Carolina Gotardo, de 39 anos, deu à luz a Manoela, Alice e Théo no dia 24 de fevereiro em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. Um dia depois, com grave infecção no pulmão causada pela Covid-19, teve que ser entubada. Ela e os bebês, que não foram diagnosticados com coronavírus, seguem internados e em recuperação. O pai Irno Gotardo, de 43 anos, conseguiu ver pessoalmente os trigêmeos pela primeira vez na segunda-feira (1º).

“Eu estava muito apreensivo, foi uma sensação maravilhosa vê-los. Até porque não é todo dia que a gente é pai de trigêmeos. Eles estão bem e aceitando bem a dieta. Enquanto a gente não enxerga [os filhos] , fica imaginando mil coisas. Valeu a pena, foi sensacional”, disse Irno.

Antes, ele estava sendo atualizado da situação dos trigêmeos por videochamada, enquanto cuida dos outros três filhos do casal. A família resolveu se organizar para ajudar o pai, que é vendedor e está afastado do trabalho há três semanas, conta a irmã de Carolina e cunhada de Irno, Fernanda Grimaldi.

“Montamos um flyer para arrecadar dinheiro para ajudar o Irno. Ele é vendedor autônomo, está nesta correria de hospital e não consegue trabalhar. É gasolina, alimentação, as contas de casa. O objetivo é ajudar ele enquanto está nesta função”, disse Fernanda.

Família de Carolina lançou uma campanha para arrecadar donativos para ajudar o marido até a alta hospitalar — Foto: Fernanda Grimaldi/Arquivo Pessoal

Família de Carolina lançou uma campanha para arrecadar donativos para ajudar o marido até a alta hospitalar.

Neste primeiro contato, Irno não pôde tirar fotos dos filhos caçulas. Segundo ele, a família continua apreensiva, mesmo com a melhora no quadro da mãe e dos pequenos.

“A Carol ainda continua entubada, os resultados deram um pouco mais positivo. O pulmão está reagindo, mas os rins não estão correspondendo, pode ter a possibilidade dela fazer hemodiálise. Mas já teve esse sinal de melhora em relação aos pulmões. Estamos na expectativa que o quanto antes ela tenha bons resultados, volte para casa e traga os nosso pequenos”, disse o marido.

Internação

A irmã conta que no dia 8 de fevereiro, com 27 semanas, Carolina deu entrada no hospital para tratar de uma alteração no seu quadro de diabetes. Após sete dias, teve alta hospitalar. Mas ao retornar para casa já apresentou sintomas de Covid-19, segundo Fernanda Grimaldi. No dia 22 de fevereiro, Carolina teve que retornar ao hospital.

Com intensa falta de ar, a mãe utilizou aparelhos para auxiliar na respiração. Segundo a irmã, a grávida estava usando uma máscara de oxigênio no momento da cesárea.

“A princípio, os quatro estavam bem. Depois do parto, a médica fez uma videochamada com o marido dela, só que ela estava com a máscara de respiração e só escutava e se comunicava fazendo sinais com a mão. No dia 25 ligaram para o marido, falando que ela estava com bastante dificuldade para respirar e tiveram que entubar”, disse.

Os bebês seguem internados para ganhar peso, pois nasceram com 1,2 kg. De acordo com a irmã de Carol e tia das crianças, os três foram submetidos ao teste de Covid-19, mas não positivaram para a doença.

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Conhecida como ‘Barbie do crime’, modelo condenada por golpes na web se entrega à polícia

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Conhecida como ‘Barbie do crime’, a modelo Bruna Cristine Menezes de Castro, de 30 anos, se apresentou à Polícia Civil nesta quinta-feira (25/2), em Goiânia. A Justiça tinha expedido um mandado de prisão por ela não ter cumprido a pena de prestação de serviços à comunidade nem comparecer a audiências após ser condenada por aplicar golpes na web.
Segundo o delegado Rilmo Braga, a modelo se apresentou à Delegacia Estadual de Capturas (Decap) após fazer um acordo na quarta-feira (24) com a Polícia Civil. A condenada vai passar por exame de corpo de delito e, após os trâmites formais, será encaminhada para a Casa do Albergado.
Bruna foi condenada em setembro de 2015 a prestar serviços comunitários e ao pagamento de multa de 10 salários mínimos por vender celulares a duas pessoas, mas nunca ter entregado o produto. Durante o julgamento, ela confessou o crime e disse que estava arrependida. Atualmente, a modelo também responde por outras denúncias de estelionato no Rio de Janeiro e em Brasília. A decisão que ordenou a prisão de Bruna foi dada na última quarta-feira (18), pelo juiz Wilson da Silva Dias, da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas, da comarca de Goiânia. Ele afirma que a ré encontra-se irregular nas condições legais e judiciais, pois não cumpriu com a pena que lhe foi determinada.
“O quadro desenhado nesta execução penal é absolutamente constrangedor do ponto da punibilidade, pois, desde 2017, a sentenciada não cumpre a pena de prestação de serviços à comunidade, sendo inexitosa sua localização em razão da diversidade de mudança de domicílio sem comunicar a este juízo, além de incorrer em descumprimento das condições judiciais e legais da pena restritiva de direito imposta”, afirma o magistrado.
Segundo o juiz, ao menos seis audiências de justificação foram designadas, entre os anos de 2018 e 2019, para que Bruna pudesse esclarecer os motivos pelos quais ela não cumpriu com as determinações da sentença. No entanto, consta nos autos que a ré não foi encontrada nos endereços por ela mesmo informados.
Em 2021, duas audiências foram marcadas. Mesmo assim, ela compareceu.
“Não pode o Judiciário aguardar o bel prazer da sentenciada, voluntariamente e espontaneamente, em querer cumprir a lei. Ela deve cumprir, pois demonstrou ignorar a lei, a decisão judicial, sentença que fixou a reprimenda e os órgãos de controle da execução penal, furtando-se do cumprimento da pena e achando-se, talvez, estar acima da lei”, diz o magistrado.
‘Barbie do crime’
Bruna foi presa em 11 de agosto de 2015 por suspeita de estelionato, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, a jovem, apelidada de “Barbie.

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