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Brasil

Suzano e WRI Brasil promovem parceria para desenvolver projeto de Regeneração Natural Assistida em larga escala na Amazônia brasileira

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Iniciativa visa acelerar a restauração de áreas degradadas no bioma, enriquecer a diversidade de espécies na região, além de gerar trabalho e renda para comunidades

A natureza tem um grande poder de se regenerar. Mesmo as áreas que sofreram profundas alterações ou severa degradação podem, dependendo do seu grau de resiliência, recuperar sua paisagem florestal novamente. Porém, nessas áreas, o processo de regeneração natural leva tempo e algum nível de assistência humana faz toda a diferença e garante sua permanência ao longo prazo.

Para apoiar e monitorar a forma como a floresta está se regenerando sem grandes intervenções, o WRI Brasil, em parceria com a Suzano, o Instituto Centro de Vida (ICV), o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e o programa global do World Resources Institute (WRI), iniciou o projeto “Promovendo e implementando a Regeneração Natural Assistida no Mato Grosso e Pará”. Trata-se de uma iniciativa para incentivar o uso de técnicas de regeneração natural assistida por parte de produtores rurais e comunidades na Amazônia.

Por meio de um conjunto de técnicas podemos acelerar o crescimento da floresta em áreas abandonadas ou de baixa aptidão agrícola com menor custo e tempo. Intervenções como o isolamento ou cercamento de uma área próxima a fragmentos florestais, manejo adequado de espécies invasoras e plantio para o enriquecimento da diversidade de espécies de uma área em regeneração podem ser a alavanca que falta para garantir que o Brasil recupere milhões de hectares.

O projeto visa incentivar a restauração de aproximadamente 300 mil hectares por meio da regeneração natural assistida, atuando com foco em oito municípios (três no Pará e cinco no Mato Grosso) e em três linhas de ação: identificar e mapear fatores de sucesso e áreas prioritárias para a regeneração natural assistida, desenhar e testar pacotes e soluções de implementação de regeneração natural assistida, bem como aumentar a escala das iniciativas bem-sucedidas nos municípios, estados e bioma.

“A regeneração natural assistida pode ser reconhecida como uma opção viável para a restauração de áreas degradadas na Amazônia brasileira, o que permitirá o sequestro de milhões de toneladas de carbono da atmosfera, contribuirá para a adequação ambiental e produtiva do imóvel rural, com cumprimento do Código Florestal por parte dos produtores rurais e poderá trazer outros inúmeros benefícios sociais, econômicos e ambientais para a região”, destaca Mariana Oliveira, coordenadora do projeto no WRI Brasil.

A regeneração natural assistida é uma das diversas técnicas para restaurar florestas e melhorar o meio ambiente, mitigar os efeitos das mudanças climáticas, e promover o desenvolvimento sustentável. De acordo com Ana Paula Pulito, coordenadora de Desenvolvimento Social e Meio Ambiente da Suzano, “esta parceria busca criar e consolidar mecanismos financeiros de incentivo à restauração florestal, gerar renda, emprego e melhoria de vida para as populações da Amazônia, além de replicar as experiências de sucesso em outros biomas e países”, afirma. “Até 2030, temos a meta de remover 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera e de contribuir diretamente para que 200 mil pessoas instaladas nas regiões onde atuamos saiam da linha da pobreza”.

Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

 

Sobre o WRI Brasil

O WRI Brasil é um instituto de pesquisa que transforma grandes ideias em ações para promover a proteção do meio ambiente, oportunidades econômicas e bem-estar humano. Atua no desenvolvimento de estudos e implementação de soluções sustentáveis em clima, florestas e cidades. Alia excelência técnica à articulação política e trabalha em parceria com governos, empresas, academia e sociedade civil.

O WRI Brasil faz parte do World Resources Institute (WRI), instituição global de pesquisa com atuação em mais de 60 países. O WRI conta com o conhecimento de aproximadamente 1000 profissionais em escritórios no Brasil, China, Estados Unidos, Europa, México, Índia, Indonésia e África.

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Criança de dois anos fica com cabeça presa em panela de pressão e pais fazem alerta

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O episódio aconteceu na tarde desse sábado (18) e só foi solucionado após ajuda da UPA.

Uma criança de dois anos precisou ser levada a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de Granja, no Ceará, após ficar com a cabeça presa em uma panela de pressão.

O episódio curioso aconteceu na tarde desse sábado (18) e deixou os pais do menino bem aflitos.

Segundo relatos de Keciane Silva, mãe da criança, o pequeno João Pedro estava brincando de “bumba meu boi’ quando colocou a panela de pressão na cabeça e não conseguiu mais retirá-la. Nesse momento começou o desespero, tanto dos pais quanto da criança. 

A cabeça da criança começou a ficar inchada com as tentativas de retirar a panela, levando o pequeno a ficar desesperado com cada nova tentativa. Sem alternativa, os pais levaram João Pedro até a UPA da cidade para conseguir ajuda

O médico José William, que atendeu a criança, afirmou que os pais chegaram na unidade com a criança muito agitada e que não conseguiram retirar a panela de imediato, sendo necessário aplicar duas medicações para evitar qualquer edema.

Além disso, o Corpo de Bombeiros foi acionado, mas não conseguiu acalmar a criança.

A remoção da panela de pressão só foi possível após os pais conseguirem acalmar a criança, que acabou dormindo e o edema diminuiu. Após isso, os pais conseguiram remover a panela da cabeça da criança. 

Pais de João Pedro fazem alerta

Mais calma após o susto, a mãe da criança agradeceu o trabalho do Corpo de Bombeiros e da UPA da cidade e aproveitou para alertar os pais, buscando evitar acidentes como esse. Keciane pediu para terem mais atenção com seus filhos e ressaltou que, um momento de descuido, virou um grande desespero.

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Devolução do auxílio emergencial supera R$ 1 bilhão no IR 2021

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Segundo o Ministério da Cidadania, ao todo já retornaram aos cofres públicos R$ 5,1 bilhões pagos indevidamente

A Receita Federal recebeu até agora 363.056 devoluções do auxílio emergencial, no valor total de R$ 1.085.009.884,87. Neste ano, foi obrigatória na declaração do Importo de Renda a devolução do benefício pago a contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76.

O ressarcimento dos recursos foi feito por meio da emissão de DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), no caso de recebimento indevido do auxílio emergencial pelos dependentes ou pelo titular da declaração do IR 2021.

A expectativa era de que 3 milhões de pessoas que ganharam o auxílio no ano passado teriam que devolver o benefício através da declaração, cujo prazo de entrega venceu em 31 de maio. A Receita já informou os contribuintes sobre pendências, como o auxílio emergencial não declarado, para que seja feita a retificação.

Pagamento indevido

Segundo o Ministério da Cidadania, retornaram aos cofres da União até agora um total de R$ 5,1 bilhões referentes ao auxílio pago indevidamente. O valor inclui devoluções voluntárias feitas em 2020 e 2021, por meio da emissão de GRU (Guia de Recolhimento da União) e restituição por DARF, além de recursos não movimentados dentro dos prazos legais.

Segundo relatório do TCU (Tribunal de Contas da União), R$ 54,7 bilhões foram pagos indevidamente no auxílio emergencial desde o ano passado. Beneficiários sacaram o auxílio, mas não estavam dentro dos critérios de elegibilidade. São, por exemplo, servidores públicos (civis e militares) ou beneficiários da Previdência Social.

O Ministério da Cidadania afirma que tem realizado uma série de ações voltadas para o ressarcimento dos benefícios pagos fora dos critérios de elegibilidade.

Entre as medidas adotadas estão o resgate dos valores não movimentados na Caixa Econômica Federal e a disponibilização do site devolucaoauxilioemergencial.cidadania.gov.br, desde o início dos pagamentos do benefício, que permite a devolução de recursos por meio da emissão de guia de recolhimento.

Além do pagamento DARF, para contribuintes da Receita Federal, a compensação financeira também é realizada pelo INSS, no caso de recebimento indevido e simultâneo do auxílio emergencial ao benefício previdenciário, e solicitação direcionada aos servidores públicos.

O governo federal também mantém ainda o canal para registro de denúncias de fraudes, que é o sistema Fala.Br, plataforma integrada de Ouvidoria e acesso à informação da CGU (Controladoria Geral da União). O site está disponível em falabr.cgu.gov.br.

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