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Brasil

Suzano identifica novas Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs) no Espírito Santo e amplia outras na Bahia.

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Ao todo são 18,6 mil hectares nos dois estados, abrigando espécies da fauna e flora ameaçadas e raras e contribuindo para a provisão de serviços ecossistêmicos. As novas AAVCs identificadas ficam no município de Aracruz (ES).

O termo Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs) surgiu com o desenvolvimento de padrões para a certificação do manejo florestal e se refere às áreas que possuem valores considerados excepcionais ou críticos para a conservação da diversidade de espécies, manutenção de ecossistemas ameaçados, promoção de serviços ambientais e necessidades e valores das comunidades.

Durante processo de revisão da base de AAVCs ambientais nos estados da Bahia e do Espírito Santo, realizado em 2021 pela Suzano – empresa referência internacional no desenvolvimento de bioprodutos a partir do eucalipto – três novas AAVCs foram identificadas em suas fazendas, todas elas localizadas no município de Aracruz-ES. Seus nomes foram escolhidos em votação realizada entre colaboradores de várias áreas da Suzano e empresas parceiras, sendo definidos como: AAVC Piraquê-Açu, AAVC Costa Azul e AAVC Bugio-Ruivo, considerando questões como localização geográfica e espécie-bandeira de ocorrência.

Na Bahia, duas antigas AAVCs tiveram seus limites ampliados em mais de mil hectares, já que a vegetação adentrava áreas da antiga Suzano e foi incorporada nessa nova identificação. Agora, são ao todo 16 áreas de conservação ambiental na Bahia e no Espírito Santo, em fazendas da empresa nas Unidades Mucuri e Aracruz, ocupando 18,6 mil hectares, o que equivale a 18.600 campos de futebol.

As AAVCs da Suzano estão localizadas em sete municípios: Aracruz (ES), Alcobaça (BA), Caravelas (BA), Conceição da Barra (ES), Linhares (ES), Mucuri (BA) e Teixeira de Freitas (BA). Para serem consideradas de Alto Valor de Conservação, as florestas precisam atender ao menos um requisito entre diversidade das espécies (incluindo espécies endêmicas, raras, ameaçadas ou em perigo de extinção), ecossistemas e mosaicos em nível de paisagem, ecossistemas e hábitats raros ou ameaçados e provisão de serviços ecossistêmicos, como proteção de mananciais e controle de erosão.

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“As Áreas de Alto Valor de Conservação abrigam grande diversidade de espécies, sendo que muitas delas ocorrem somente nesses locais, e que estão sob grande ameaça por conta das atividades humanas, como os desmatamentos e incêndios. A Suzano tem uma série de projetos e ações voltados para a conservação ambiental, alinhados a uma política de desmatamento zero. Nossa matéria-prima advém somente de plantios comerciais de eucalipto, produzidos em locais que já sofreram interferência humana, como áreas que antes eram pastagem para produção de gado”, explica Diomar Biasutti, coordenador de Meio Ambiente Florestal da empresa.

As AAVCs também detêm populações de espécies ameaçadas de extinção como o mutum-de-bico-vermelho (Crax blumembachi), no Espírito Santo, e o bugio-marrom (Alouatta guariba guariba), observado em áreas da empresa no sul da Bahia, cuja estimativa populacional é de não mais do que 250 indivíduos soltos na natureza.

Monitoramento de biodiversidade – Além de manter áreas de conservação, a Suzano também atua no projeto Monitoramento de Biodiversidade – BAMGES, realizado em parceria com a Veracel. O território monitorado com estudo da biodiversidade e conservação de espécies abrange quase 900 mil hectares, na Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. O projeto já revelou, por exemplo, uma espécie de árvore até então desconhecida pela ciência: Tocoyena atlantica. “A espécie da flora recém-descoberta já pode ser considerada ameaçada de extinção devido à sua distribuição restrita e às ameaças a que está exposta”, relata Elson Fernandes de Lima, Gerente de Projetos da Casa da Floresta Ambiental, consultoria responsável pela coleta de dados. Ainda podem ser mencionados outros destaques, como a ocorrência da anta (Tapirus terrestres) e do macaco-prego-de-crista (Sapajus robustus), espécies de difícil registro no Espírito Santo.

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Um dos objetivos de longo prazo da Suzano, ligado à meta de biodiversidade, é conectar meio milhão de hectares para a preservação nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia até 2030, área que equivale a quatro vezes a cidade do Rio de Janeiro, por exemplo. As novas AAVCs identificadas no Espírito Santo e as que foram ampliadas na Bahia contribuem para isso.

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

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Preço médio da gasolina cai 3,5% nos postos com efeito do ICMS

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Segundo a ANP, litro do combustível foi de R$ 7,390 para R$ 7,127; já o diesel tele leve queda, de R$ 7,568 para R$ 7,554

Os preços dos combustíveis registraram queda nos postos na semana, segundo levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), divulgado nesta sexta-feira (1º). Os valores já refletem a redução de tributos do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nos estados.

O valor médio da gasolina caiu 3,5%, de R$ 7,390 para R$ 7,127. O etanol recuou 3,07%, passando de R$ 4,873 para R$ 4,723. Já o preço médio do diesel teve leve queda, de R$ 7,568 para R$ 7,554 (0,18%). 

Na semana anterior, os combustíveis havia registrado aumento, com o diesel superando o preço da gasolina pela primeira vez, após reajuste nas refinarias, de 5,2% na gasolina e de 14,2% no diesel, no último o dia 17. 

Numa tentativa de abaixar os preços nos posto, os impostos federais foram zerados, e o ICMS (tributo estadual) passou a ser limitado a 18%. Lei sancionada no dia 23 de junho pelo presidente Jair Bolsonaro fixou um teto para a cobrança do imposto sobre combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e transporte urbano. 

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Alguns estados constestaram, alegando que a lei federal prejudica o orçamento estadual, dada a importância do ICMS para a arrecadação, e por isso esperam reverter a determinação no STF. Outros já anunciaram a redução, como São Paulo, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

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Brasil

Suzano Bens de Consumo lança ação para fomentar o ciclo de produção sustentável de seus produtos

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Como parte da iniciativa, a companhia disponibilizará ao mercado uma nova versão do papel higiênico Mimmo Folha Dupla com embalagem feita de papel

A Suzano Bens de Consumo, unidade de negócios da Suzanolança a partir deste mês uma ação que visa ressaltar o ciclo de produção sustentável de seus produtos de higiene e limpeza. Além de renovar a identidade visual das embalagens de todos os produtos do segmento, a companhia desenvolveu uma nova versão da embalagem do papel higiênico Mimmo Folha Dupla 12 rolos feita com papel produzido a partir de matéria-prima de fontes renováveis, em substituição ao plástico.

Uma das etapas para a construção do projeto foi a realização de uma pesquisa de mercado qualitativa feita com mulheres, mães, da classe C, para entender a melhor forma de comunicar sustentabilidade para a consumidora média brasileira. A escuta ativa identificou que elas são conscientes da temática, já praticam algumas ações sustentáveis no dia a dia, mas entendem que a conscientização ainda é um caminho a ser percorrido e buscam informações claras e simples por parte das empresas.

O resultado contribuiu para a Suzano Bens de Consumo renovar as embalagens de seus produtos de higiene e limpeza com uma identidade visual mais aderente às necessidades dos consumidores e consumidoras e alinhada ao conceito da inovabilidade, que é a inovação a favor da sustentabilidade, presente em todos os processos e produtos da companhia. No final de 2021, a Suzano Bens de Consumo alcançou um market share de 11,4% no mercado de papel higiênico do Brasil, segundo a Nielsen, consolidando-se como a 3ª maior empresa do segmento a nível nacional.

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“A sustentabilidade é intrínseca ao nosso negócio nesses quase 100 anos de história. A partir desse novo projeto, queremos que os consumidores se identifiquem com o nosso compromisso com o meio ambiente e tenham a consciência de estarem adquirindo produtos de fontes renováveis, feitos a partir da árvore plantada”, afirma Débora Pinto Bertolozzi, gerente executiva de Marketing da Unidade de Bens de Consumo da Suzano. A companhia completou 98 anos em 2022.

As novas embalagens contêm a assinatura “Juntos, nós plantamos o futuro” para reforçar que a Suzano acredita que o consumidor faz parte desse ciclo sustentável, o selo “Árvores que Renovam” com dados sobre o ciclo produtivo dos produtos Suzano, além de um QR Code que leva o consumidor à aba de Sustentabilidade no site da companhia.

Além da renovação visual das embalagens, uma das novidades do projeto é o lançamento do Mimmo Eco Pack, nova embalagem do papel higiênico Mimmo Folha Dupla, com 12 rolos, feita de papel e produzida na unidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES). A inovação é fruto de um desenvolvimento conjunto com a Unidade de Papel e Embalagens da Suzano e utiliza o Greenpack®, papel feito especialmente para embalagens flexíveis.

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A nova linha de produtos Greenpack® é uma solução versátil e sustentável para donos de marca que querem substituir o plástico de suas embalagens. Tratam-se de papéis mais resistentes e que possuem barreiras biodegradáveis, contribuindo para agregar diferentes funcionalidades ao papel. Para a nova embalagem do Mimmo, foi utilizado o papel Greenpack® S da Suzano, uma versão termoselável. Além disso, a Suzano contou com a tecnologia de conversão e impressão da Inapel Embalagens Ltda.

A iniciativa está alinhada a um dos “Compromissos para Renovar a Vida” da Suzano, um conjunto de 15 metas de longo prazo da companhia. Entre eles está o objetivo de disponibilizar 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável que podem substituir plásticos e derivados do petróleo até 2030.

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