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Suzano inaugura Unidade Cachoeiro de Itapemirim, a primeira da empresa a produzir papel higiênico Mimmo folha tripla

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A nova fábrica deve alcançar a capacidade máxima de produção ainda no primeiro semestre

Cachoeiro de Itapemirim-ES, 22/03/2021 – Em uma solenidade virtual alinhada ao cenário de pandemia, que exigiu medidas mais restritivas no Espírito Santo, a Suzano inaugurou nesta segunda-feira (22) a Unidade de Cachoeiro de Itapemirim. É a 11ª fábrica da empresa e a primeira a produzir papel higiênico de folha tripla, novidade que chegou há pouco ao mercado brasileiro de tissue (papéis suaves de alta absorção).

Estão saindo das duas linhas de produção da nova unidade os papéis das marcas Mimmo (folha tripla e folha dupla) e Max Pure (folha dupla). O Mimmo folha dupla – agora produzido também em Cachoeiro de Itapemirim – já é conhecido dos capixabas: foi apontado pela Nielsen como líder de mercado em folha dupla no varejo do Espírito Santo, com 28% de market share (fração de mercado) em 2020.

O Mimmo é um papel mais macio, mais absorvente e mais resistente, desenvolvido a partir de uma pesquisa de mercado em que foram avaliados os hábitos e expectativas dos consumidores em relação ao produto papel higiênico. A marca, presente desde 2018 nas principais redes varejistas capixabas, posiciona-se como uma alternativa que rende mais porque usa-se muito menos.

Marca Suzano – Com a inauguração da Unidade Cachoeiro de Itapemirim, o Espírito Santo ingressa no grupo de estados que produzem bens de consumo com a marca Suzano, empresa que é referência global em bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto. A construção da unidade, com capacidade para produzir 30 mil toneladas/ano de papéis higiênicos (o que equivale a 15 mil fardos/dia e a 1 milhão de rolos/dia), envolveu recursos de R$ 130 milhões e é parte de um pacote de investimentos que é fruto de créditos de ICMS.

A produção da nova unidade vai abastecer os estados da região Sudeste do Brasil. A logística de abastecimento inclui o Centro de Distribuição (CD) da empresa localizado em Viana, de onde os papéis da marca Suzano (sanitários, de imprimir e escrever) são distribuídos para o Espírito Santo e outras regiões. Com área de 8 km2, o CD recebe materiais principalmente da Unidade Mucuri (BA) e de Cachoeiro de Itapemirim.

“Esta unidade é um marco na história da Suzano e da região de Cachoeiro de Itapemirim”, destaca Vander Rios, gerente industrial da nova fábrica. Ele explica que a produção foi iniciada no mês de fevereiro e o desempenho das linhas industriais segue a pleno vapor. “A capacidade máxima de produção, prevista para ser alcançada até o final de 2021, já deve se tornar realidade ainda no primeiro semestre”, antecipa Rios.

Ele atribui o bom desempenho a uma série de fatores, incluindo o nível de automatização dos equipamentos e a estratégia de seleção e treinamento de colaboradores adotada pela empresa, o que resultou em uma equipe altamente capacitada. Os selecionados passaram por treinamento no Senai de Cachoeiro de Itapemirim, em um curso sob medida para atender as necessidades da empresa, e na Unidade Mucuri, no sul da Bahia, onde a Suzano já produz papéis higiênicos, além de celulose. É de lá que vem a matéria-prima que abastece a nova unidade.

Trabalho e renda – A equipe da Unidade Cachoeiro de Itapemirim já conta com cerca de 80 profissionais, a maioria recrutada na região, em linha com os princípios da Suzano de priorizar a mão de obra local. Ao longo do ano outros profissionais serão incorporados, sempre levando em conta o compromisso da empresa de privilegiar a diversidade.

A Suzano é signatária de alguns compromissos públicos alinhados às suas metas de longo prazo e aos seus valores organizacionais e entre eles está o de ter 30% de mulheres e 30% de negros em cargos de liderança até 2025. Na seleção de profissionais para a nova unidade, a empresa já vislumbrou essa meta: entre os contratados, 34% são mulheres e 33% são negros que terão chances de ascender a cargos de liderança ao longo da carreira.

Além dos empregos próprios, a Suzano movimenta uma cadeia de negócios que representa oportunidade para empresas da região que atuam em atividades como fornecimento de alimentação, transporte, segurança, higiene e limpeza, entre outros serviços. São quatro empresas parceiras atuando diretamente em atividades de rotina, além de outras que atuam no fornecimento de transporte de insumos e materiais na região de Cachoeiro de Itapemirim.

Com a inauguração da Unidade Cachoeiro de Itapemirim, a Suzano amplia sua presença no Espírito Santo, onde já conta com uma Unidade de Produção de Celulose, em Aracruz, que opera há mais de 50 anos e também fomenta a mão de obra e a parceria com fornecedores locais. A Suzano também é acionista majoritária do Portocel, porto localizado próximo à fábrica de celulose, em Aracruz, e um dos mais eficientes do mundo na movimentação de celulose.

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Governo do Espírito Santo divulga 51º Mapa de Risco Covid-19

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O Governo do Estado anunciou, nesta sexta-feira (16), o 51º Mapa de Risco Covid-19, que terá vigência desta segunda-feira (19) até o próximo domingo (25). Dos 78 municípios capixabas, 30 estão classificados em Risco Extremo, 39 em Risco Alto e outros nove em Risco Moderado. Não há municípios classificados em Risco Baixo.

Durante o anúncio do novo Mapa, o governador Renato Casagrande informou que os postos de combustível passarão a ser considerados como atividade essencial, podendo funcionar todos os dias, de acordo com as medidas qualificadas para cada grau de risco. Além disso, as escolas localizadas nos municípios classificados em Risco Alto poderão realizar atendimentos presenciais de forma individual, conforme os critérios a serem estabelecidos pela Secretaria da Educação (Sedu).

Outra mudança será nos dias de funcionamento dos estabelecimentos comerciais e de serviços não essenciais na próxima semana. Em decorrência do feriado de Tiradentes, na próxima quarta-feira (21), esses estabelecimentos poderão funcionar, excepcionalmente, na terça-feira, além de quinta e sexta-feira, como previsto atualmente nas medidas qualificadas.

A Matriz de Risco de Convivência considera no eixo de ameaça: o coeficiente de casos ativos por município dos últimos 28 dias, além da quantidade de testes realizados por grupo de mil habitantes e a média móvel de óbitos dos últimos 14 dias. Já o eixo de vulnerabilidade considera a taxa de ocupação de leitos potenciais de UTI exclusivos para tratamento da Covid-19, isto é, a disponibilidade máxima de leitos para tratamento da doença. A estratégia de mapeamento de risco teve início em abril do ano passado.

O Mapa de Risco segue as orientações dos boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde e recomendações da equipe de especialistas do Centro de Comando e Controle (CCC) Covid-19 no Espírito Santo, que é composto pelo Corpo de Bombeiros Militar, Defesa Civil, Secretaria da Saúde (Sesa), Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). As decisões adotadas pelo Governo do Estado seguem parâmetros técnicos.

Confira a classificação de todos os municípios capixabas:

RISCO EXTREMO: Águia Branca, Anchieta, Barra de São Francisco, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Castelo, Colatina, Domingos Martins, Ecoporanga, Guarapari, João Neiva, Linhares, Marataízes, Marechal Floriano, Mimoso do Sul, Montanha, Muniz Freire, Muqui, Pancas, Pedro Canário, Pinheiros, Presidente Kennedy, Rio Novo do Sul, Santa Teresa, São José do Calçado, Serra, Vargem Alta, Viana, Vila Velha e Vitória.

RISCO ALTO: Afonso Cláudio, Água Doce do Norte, Alegre, Alfredo Chaves, Alto Rio Novo, Apiacá, Aracruz, Atílio Vivácqua, Baixo Guandu, Boa Esperança, Bom Jesus do Norte, Conceição do Castelo, Fundão, Governador Lindenberg, Guaçuí, Ibatiba, Ibiraçu, Irupi, Itaguaçu, Itapemirim, Iúna, Jaguaré, Jerônimo Monteiro, Mantenópolis, Marilândia, Mucurici, Nova Venécia, Piúma, Ponto Belo, Rio Bananal, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, São Domingos do Norte, São Gabriel da Palha, São Mateus, São Roque do Canaã, Sooretama, Venda Nova do Imigrante e Vila Valério.

RISCO MODERADO: Brejetuba, Conceição da Barra, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Ibitirama, Iconha, Itarana, Laranja da Terra e Vila Pavão.

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Ponte construída em Rio do Campo/Barra de São Francisco, deixa produtores agradecidos

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Uma ponte de madeira foi construída pela prefeitura de Barra de São Francisco, na localidade do Córrego do Rio do Campo, em Vila Monte Sinai (Vermelha), interior do município, nesta quinta-feira (15), por servidores da Secretaria de Interior e Transportes.

A ponte anterior não existia mais, inclusive eram os próprios moradores que sempre faziam a recuperação da mesma, mas a madeira não era de boa qualidade. Agora, na gestão atual, o prefeito Enivaldo dos Anjos (PSD), determinou e sua equipe construiu uma nova ponte com madeira mais resistente.

A ponte fica na propriedade do senhor Cemar Mesababe, que ficou muito agradecido pela obra feita na sua região, que, inclusive beneficia muita gente e era necessária para o tráfego de veículos e de toda produção agrícola daquela localidade.

“Estamos felizes, não só eu, mas toda comunidade, todos que prometeram fazer esta ponte anteriormente, nunca fizeram, então somos gratos pelo nosso prefeito Enivaldo dos Anjos, ter feito isso para nos. Tem muita produção aqui em nossa região do Rio do Campo, inclusive somos feirantes, e toda nossa produção vai para a cidade”, disse Cemar Mesababe.

A construção da ponte foi realizada pela Secretaria de Interior e Transportes, e acompanhada pelo Secretário Rodrigo Falcão e o Sub Rubens Delazari.

Veja como era antes e como ficou após conclusão do serviço:

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