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Internacional

Talibã permite que duzentos estrangeiros deixem Afeganistão

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Passageiros embarcarão em voo vindo do Catar para Doha nesta quinta-feira (9). Esta é primeira operação desde saída dos EUA

O talibã autorizou que cerca de 200 estrangeiros deixem o Afeganistão em um voo vindo do Catar nesta quinta-feira (9). Ainda não foi divulgada a nacionalidade das pessoas que estarão a bordo do voo para Doha, mas a CNN confirmou que alguns americanos embarcarão.

Esta é a primeira operação de retirada desde que as últimas tropas dos Estados Unidos saíram do Afeganistão, no fim de agosto, informou uma fonte em Doha.

Imagens exibidas pelo canal de televisão Al Jazeera mostraram várias famílias aguardando com suas malas no aeroporto de Cabul.

“Estamos muito agradecidos ao Catar”, disse um passageiro, que afirmou ter passaporte canadense.

As tropas dos Estados Unidos retiraram 123.000 pessoas do país, sobretudo afegãos que temiam ser vítimas das represálias dos talibãs por sua profissão, opiniões ou porque trabalharam para os países estrangeiro nos últimos anos.

As autoridades americanas admitiram que ainda havia pessoas a retirar do país quando as últimas tropas deixaram o Afeganistão, no fim de agosto.

O secretário de Estado americano, Antony Blinken, visitou o Catar esta semana e afirmou que obteve o compromisso dos talibãs para permitir a saída das pessoas que desejassem abandonar o país.

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Internacional

Candidato à presidência da França quer proibir a Nutella

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Jen-Luc Melenchon afirma que o doce italiano de chocolate e avelãs “não é saudável para as crianças”

Muito está em jogo na próxima eleição presidencial francesa, marcada para abril de 2022. O pleito pode consagrar Emmanuel Macron, caso reeleito, como principal nome da política europeia após a aposentadoria da alemã Angela Merkel. Temas como desenvolvimento verde, imigração e segurança nacional devem dar o tom dos próximos meses. Mas um dos principais nomes na disputa escolheu um alvo inusitado em sua campanha: a Nutella.

O doce italiano de chocolate e avelãs fabricado pela gigante Ferrero virou alvo do deputado Jean-Luc Mélenchon, experiente político que concorre pela terceira vez ao Palácio do Eliseu. Em 2017, o candidato, que tem como bandeira a redução da jornada de trabalho e a ampliação de programas de seguridade social, levou 19,6% dos votos.

Seu programa para as eleições de 2022 será revelado apenas em 16 de outubro, mas o jornal La Depeche adiantou que “insegurança alimentar” deve ser uma das bandeiras. Segundo Mélenchon, a Nutella “não é boa para as crianças, não é boa para as florestas e nem para os animais que lá vivem”.

A perseguição do candidato à Nutella começou em 2018, quando uma promoção de 70% levou a empurra-empurra em uma rede de supermercados. Ele defende ainda restringir propagandas de alimentos infantis e racionar sal, açúcar e corantes nos alimentos industrializados.

Perseguida por Mélenchon, a Ferrero, dona da Nutella, investe para ganhar terreno em mercados como o americano. Além da Nutella, a companhia é dona de marcas como Ferrero Rocher, Kinder e Tic Tac. A receita da Nutella foi alterada há três anos — para ampliar o percentual de açúcar de 55,9% para 56,3%, segundo a Bloomberg. A ação levou a uma campanha nas redes socials com a hashtag #boycottNutella.

 A companhia sempre afirmou que está comprometida em reduzir embalagens e o impacto de seus produtos — e que a receita da Nutella segue a mesma. Após denúncias, também se comprometeu em eliminar o trabalho infantil na colheita de avelãs em países como a Turquia. No último ano a companhia cresceu 7,8% e faturou 12,3 bilhões de euros.

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Internacional

Lituânia manda população jogar fora celulares da Xiaomi; entenda

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Um relatório do governo indica que a empresa teria tecnologia para censurar pesquisas feitas em smartphones da marca; a Xiaomi nega

Por acusações de censura, o Ministério da Defesa da Lituânia recomendou que a população não compre e até jogue fora celulares de marcas chinesas, como a Xiaomi.

Um relatório do órgão de segurança digital do governo local aponta que os aparelhos tinham funções de detecção e censura de termos como “Tibete Livre”, “movimento pela democracia” e “Vida longa à independência de Taiwan”.

“Nossa recomendação é não comprar novos telefones chineses e nos livrar dos já comprados o mais rápido possível”, disse o vice-ministro da Defesa da Lituânia, Margiris Abukevicius, segundo o jornal South China Morning Post.

Um dos aparelhos indicados no relatório é o Mi 10T 5G, da Xiaomi. O relatório aponta que a função pode ser ativada remotamente pela empresa a qualquer momento e que estava desativada na União Europeia.

A Xiaomi negou o caso. “A Xiaomi nunca restringiu ou bloqueará qualquer comportamento pessoal de nossos usuários de smartphones, como pesquisa, ligação, navegação na web ou o uso de software de comunicação de terceiros”, informou a empresa, em comunicado. A companhia reforçou estar comprometida com os direitos legais dos usuários de smartphones e disse estar em conformidade com a lei geral de proteção de dados pessoais da União Europeia, cuja infração pode acarretar multa às empresas.

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