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Cidades

Torres d’água de 15 metros desabam em condomínio popular de Cariacica

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Homem que trabalhava no telhado de um dos prédios foi resgatado inconsciente. O condomínio em Padre Gabriel abriga 496 famílias

Duas caixas d’água de 15 metros desabaram no condomínio popular Residencial São Roque, em Padre Gabriel, em Cariacica na manhã desta quarta-feira (30). O empreendimento, do programa Minha Casa Minha Vida, havia sido entregue há pouco mais de 15 dias, em 14 de dezembro, a 496 famílias de baixa renda em cerimônia que contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho e do prefeito de Cariacica, Geraldo Luzia de Oliveira Júnior, o Juninho. As estruturas atingiram o teto e o quinto andar de um dos edifícios. 

O Corpo de Bombeiros foi acionado e socorreu um homem que estaria trabalhando no teto do prédio. Ele estava inconsciente e com ferimentos, sendo encaminhado para o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), em Vitória. Os bombeiros verificaram que a laje do quinto andar estava prestes a ceder. Os 14 blocos do condomínio foram evacuados. 

O condomínio

O Residencial São Roque recebeu investimento federal de R$ 40,67 milhões. O empreendimento conta com apartamentos de dois quartos, com 49,70 m² de área. Os moradores têm acesso a parque infantil, centro comunitário, quadra de esportes, salão de festas, vaga de estacionamento e guarita, além de redes de água, esgoto, drenagem, energia elétrica e iluminação pública, pavimentação e urbanização. O projeto foi fruto da união entre Governo Federal, Governo do Estado e ações da Prefeitura de Cariacica. De acordo com a prefeitura, foram 2 mil pessoas beneficiadas com a entrega das chaves.

Retirada de moradores

A Defesa Civil de Cariacica informa que isolou a área do condomínio São Roque e retirou todos os moradores do local.

No que se refere às informações sobre a obra, o empreendimento é de responsabilidade do Governo Federal, pois faz parte do projeto Minha Casa Minha Vida. O empreendimento teve a supervisão, vistoria e emissão dos laudos técnicos pela Caixa antes de ser entregue às famílias. A obra foi realizada pela empresa Cobra Engenharia.

Nesse processo, coube à Prefeitura de Cariacica – por meio da Gerência de Habitação – cadastrar famílias que não possuíam casa própria e que habitavam áreas de risco ou em situação habitacional precária.

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Cidades

Projeto da prefeitura de Barra de São Francisco garante alimentação para mais de 8 mil pessoas

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Em 12 dias servindo alimentação as famílias carentes de Barra de São Francisco, desde de seu início em 29 de março de 2021, até esta sexta-feira (09), 8.213 pessoas se alimentaram no Centro de Apoio Alimentar da prefeitura de Barra de São Francisco.

A iniciativa de oferecer alimentação as famílias carentes, é da prefeitura de Barra de São Francisco. O alimento (marmitex), é fornecido de segunda a domingo, inclusive feriados.

É obrigatório o uso de máscaras ao chegar no local para pegar o alimento. É feito higienização nas mãos das pessoas que chegam para pegar o marmitex.

Pessoas atendidas até o presente momento:

Segunda feira (29/03/2021) 440 pessoas

Terça Feira (30/03/2021) 612 pessoas

Quarta Feira (31/03/2021) 750 pessoas 

Quinta feira (1º/04/2021) 750 pessoas 

Sexta feira (02/04/2021) 610 pessoas 

Sábado (03/04/2021) 760 pessoas 

Domingo (04/04/2021) 720 pessoas 

Segunda Feira (05/05/2021) 728 pessoas 

Terça feira (06/04/2021) 700 pessoas 

Quarta feira (07/04/2021) 764 pessoas

Quinta feira (08/04/2021) 819 pessoas  

Sexta feira (09/04/2021) 560 pessoas 

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Total: 8. 213

 

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Cidades

No ES família enterra corpo trocado de mulher vítima da Covid

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O caso ocorreu em São José do Calçado. Ana Maria de Souza Fonseca morreu de Covid-19 depois de ficar 20 dias internada. Família diz que vai processar os envolvidos.

Uma família de São José do Calçado, no Sul do Espírito Santo, tomou um susto ao enterrar uma familiar que foi vítima da Covid-19. Eles descobriram horas depois do sepultamento, que aconteceu nesta quarta-feira (7), que o corpo dela foi trocado e que eles enterraram o corpo de outra pessoa.

Ana Maria de Souza Fonseca, de 77 anos, vítima da Covid-19, teve corpo trocado com o de outra vítima — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Ana Maria de Souza Fonseca tinha 77 anos e ficou 20 dias internada no Hospital São Vicente de Paula, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste do Rio de Janeiro.

Os familiares fizeram um ato rápido, sem velório, na quarta. O caixão estava lacrado e enrolado em um plástico.

Só que, horas depois, na madrugada desta quinta (8), os parentes descobriram que aquele que tinha sido sepultado não era o corpo de Ana Maria.

Eles foram de novo ao cemitério. Ao chegar lá, tomaram outro susto. O jazigo da família estava aberto e sem nenhum caixão dentro.

“Fomos para o cemitério para recebê-la. Chegou aqui, o carro da funerária disse que não poderia abrir o caixão, por ser Covid. Fizemos a oração, nos despedimos, ela foi enterrada e fomos embora. De madrugada, minha prima recebeu uma ligação do hospital, de que os corpos foram trocados. Não era a tia Nana. Nós corremos para vir ver o que estava acontecendo. A família do corpo enganado, que é do Rio de Janeiro, já tinha vindo aqui, pego, e levado para seus familiares. O buraco ficou ali, aberto, e ficamos esperando a tia”, descreveu uma sobrinha da vítima, Luciana Dias.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, além dos familiares, estavam ainda o procurador do município, o secretário de Obras e o advogado do Hospital São Vicente de Paula. O corpo da mulher foi, então, encaminhado para o hospital para fazer a troca de cadáveres.

No início da tarde do mesmo dia, o corpo de Ana Maria chegou ao cemitério. A família disse que o funcionário da funerária não usava equipamentos de proteção, o caixão não estava enrolado no plástico e a tampa de madeira que cobre o vidro da urna foi aberta. Assim como da primeira vez, foram os familiares que carregaram o caixão.

Agora, a família quer justiça. Eles dizem que vão entrar com um processo judicial contra os envolvidos na troca dos corpos.

Por telefone, a dona da funerária disse que eles não vão se pronunciar e que apenas o hospital vai responder.

A Prefeitura de São José do Calçado informou por meio de nota que a troca dos corpos ocorreu na cidade vizinha, em Bom Jesus do Itabapoana, e que o cemitério de Calçado apenas recebeu.

Ainda de acordo com a prefeitura, o responsável pelo cemitério local foi notificado para prestar esclarecimentos em relação a sua vestimenta, pois, segundo o município, a prefeitura disponibiliza todo o equipamento de proteção. Se houver necessidade, o mesmo será implicado nas diretrizes administrativas, informou a prefeitura.

O município disse ainda que registrou um boletim de ocorrência e acionou a Polícia Militar.

A direção do hospital disse em nota que instaurou uma sindicância para poder apurar o fato.

“Todos os familiares foram contactados pelo hospital, que ofereceu total auxílio as famílias de imediato. Lamentamos profundamente a dor dos familiares pela perda de seus entes queridos e apura o equívoco feito pela funerária. Tão logo sejam apuradas mais informações, poderemos seguir com uma nova nota de esclarecimento”, diz parte da nota.

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