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Internacional

Tripulantes do Ever Given podem ser presos: ‘Bodes expiatórios’

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Com o Canal de Suez aberto novamente, após seis dias de bloqueio provocado pelo supernavio Ever Given, a tripulação está enfrentando uma minuciosa investigação sobre como a embarcação, de 400 metros e 220 mil toneladas, ficou encalhada.

O navio da Evergreen foi liberado das margens do canal na segunda-feira (29/3), após atrasos estressantes para tripulações de outros navios e prejuízos enormes para empresas. O episódio causou grande expectativa internacional, especialmente nas redes sociais.

As investigações tentam determinar a responsabilidade pelo acidente. Pessoas dentro do governo indiano e outras organizações de transporte estão preocupadas que os tripulantes do Ever Given possam se tornar “bodes expiatórios”, sendo presos para “resolver” o caso.

Vista aérea do canal do Suez, onde o navio Ever Given ficou encalhado

“Há um perigo claro de que a tripulação se torne um bode expiatório”, disse uma fonte da indústria naval disse ao “Times of India”.

Com especialistas da Autoridade do Canal de Suez (SCA) embarcando no Ever Given no início desta semana para começar a investigação, teme-se que a tripulação indiana de 25 homens possa ser colocada em prisão domiciliar ou impedida de viajar até que a investigação seja concluída.

O Canal de Suez, que liga o Mar Vermelho e o Mediterrâneo, é responsável pela passagem de 12% do comércio mundial, respondendo por cerca de um milhão de barris de petróleo e 8% do gás natural liquefeito.A Lloyd’s List Intelligence disse que o Ever Given estava custando à economia global US$ 400 milhões para cada hora que ficava encalhado, com o tráfego diário para o oeste avaliado em US$ 5,1 bilhões e o tráfego para o leste avaliado em US$ 4,5 bilhões.

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Internacional

‘Criatura misteriosa’ em árvore que assustou moradores em cidade da Polônia era croissant

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Quando autoridades polonesas receberam o chamado de que um animal incomum estava escondido em uma árvore da cidade de Cracóvia, não sabiam o que esperar.

“As pessoas não estão abrindo as janelas porque estão com medo de que o animal entre em suas casas”, disse a mulher que fez o telefonema.

Mas uma visita à área mostrou que a criatura em questão não era um pássaro, nem mesmo um réptil – mas um croissant.

A Sociedade de Bem-Estar Animal de Cracóvia (KTOZ) informou que o incidente foi genuíno.

Em um post no Facebook, a organização disse que seus diretores perguntaram à mulher que fez a ligação se o suposto animal não identificado, que estava na árvore havia dois dias, poderia ser uma ave de rapina.

A mulher respondeu que se parecia mais com um “lagun” (lagoa em polonês), antes de se lembrar da palavra correta “legwan” (ou iguana).

Embora soubessem que era improvável um réptil sobreviver às baixas temperaturas da primavera no sul da cidade polonesa, os agentes se perguntaram se o bicho poderia ter sido um animal de estimação indesejado, abandonado por seus donos.

Chegando ao local, entretanto, os inspetores encontraram o objeto sem cabeça e sem membros em uma árvore lilás – um croissant, provavelmente jogado de uma janela para alimentar pássaros.

Supermercados Carone - Pão Croissant Amanteigado Carone Bandeja

Croissant é um pão de massa folhada em formato de meia-lua muito comum principalmente em Portugal.

O órgão encarou o episódio com bom-humor e disse que o público deve continuar a pecar por cautela, relatando quaisquer preocupações sobre o bem-estar dos animais.

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Internacional

Ataque a tiros deixa pelo menos 8 mortos em Indianápolis, nos EUA

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Segundo autoridades locais, o ataque aconteceu em uma instalação próximo ao aeroporto da cidade

Pelo menos oito pessoas foram mortas durante um ataque a tiros em Indianápolis, nos Estados Unidos, na noite desta quinta-feira, 15. Segundo autoridades locais, o ataque aconteceu em uma instalação do FedEx, próximo ao aeroporto da cidade.

Ouvidos pela imprensa local, representantes da Polícia Estadual de Indiana disseram que outras pessoas foram levadas ao hospital, mas não apontaram o número exato de feridos. As autoridades informaram ainda que o atirador teria tirado a própria vida após a ação.

Um homem que trabalha na instalação disse a uma emissora de televisão local que viu o atirador quando ele começou a disparar. “Eu vi o homem com uma submetralhadora, ou um rifle automático, e ele começou a atirar. Eu imediatamente me abaixei, fiquei com medo”, disse Jeremiah Miller.

Um porta-voz da FedEx confirmou à agência de notícias AFP que uma de suas instalações foi palco de um ataque e disse que a empresa está colaborando com as autoridades. “Estamos cientes do trágico tiroteio que ocorreu em nossa instalação perto do aeroporto de Indianápolis”, disse a empresa em um comunicado.

Em entrevista a um repórter da rede de televisão WRTV, um homem que estava no local no momento dos disparos disse que viu um corpo no chão. Outra testemunha relatou à Fox News que sua sobrinha, que estava dentro de um carro em um estacionamento próximo, foi hospitalizada após levar um tiro no braço esquerdo.

O sargento John Perrine pediu a parentes de funcionários que se reunissem no hotel Holiday Inn para maiores informações. Após o ataque, o tráfego próximo ao local foi interrompido temporariamente.

Sequência de tiroteios

Uma série de ataques a tiros ocorreram nos Estados Unidos desde meados de março. No último dia 12, seis pessoas, incluindo um policial, foram baleadas em um tiroteio numa escola de segundo grau na cidade de Knoxville, no Estado do Tennessee. A polícia confirmou uma morte.

No dia 8, um homem abriu fogo em uma fábrica de marcenaria no Texas, onde trabalhava, matando uma pessoa e ferindo outras seis antes de ser levado sob custódia.

Também após ataques a tiros, oito pessoas foram mortas em spas da área de Atlanta; 10 morreram em um supermercado em Boulder, Colorado, e quatro, incluindo um menino de 9 anos, em uma imobiliária em Orange, Califórnia.

No dia 23 de março, o presidente dos EUA, Joe Biden, em pronunciamento, apelou a legisladores que aprovem leis que permitam maior controle no acesso a armas e restrinjam vendas de fuzis semi-automáticos e cartuchos de alta capacidade.

A discussão sobre endurecimento de acesso a armamento é recorrente após episódios de massacres nos Estados Unidos. Desta vez, Biden é pressionado a dar respostas além da retórica política tradicional.

Como vice-presidente no governo Obama, ele foi encarregado de negociar com o Congresso um pacote para maior controle no acesso a armas em 2012, após o ataque dentro da escola Sandy Hook, em Connecticut, que matou 28 pessoas – 20 crianças com idades entre 6 e 7 anos. (Com agências internacionais).

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