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Internacional

Trump afirma que vai proibir o aplicativo TikTok de operar nos EUA

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A declaração ocorre em um momento de especulação sobre a compra de ações do aplicativo pela Microsoft e discussões sobre a segurança nacional

Com milhares de usuários no mundo, o Tiktok permite a produção e edição de vídeos curtosO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (31) que proibir o aplicativo de vídeo TikTok de operar nos Estados Unidos. A declaração ocorre horas depois de relatos de que a Microsoft estaria negociando para comprar o aplicativo da empresa chinesa Pequim ByteDance.
“No que diz respeito ao TikTok, estamos proibindo-os dos Estados Unidos”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One, o avião presidencial.

O republicano afirmou que poderia usar poderes econômicos de emergência ou uma ordem executiva para banir o TikTok. “Bem, eu tenho essa autoridade”, disse ele.

A imprensa estadunidense já havia informado que a ByteDance está considerando mudanças em sua estrutura corporativa e que estuda vender uma participação majoritária na TikTok. Segundo o jornal The New York Times, a Microsoft estaria interessada no negócio.

Críticos temem que o TikTok repasse ao governo chinês informações sobre usuários coletadas nos Estados Unidos. O aplicativo, no entanto, garante que não armazena dados de usuários fora da China e que resistiria a qualquer tentativa do governo chinês de ter acesso a esses dados.

Especialistas em segurança cibernética avaliam como teórico o risco do TikTok para a segurança nacional. Asseguram ainda que não há evidências de que os dados do usuário do TikTok foram comprometidos pela inteligência chinesa.

TikTok se tornou extremamente popular entre os jovens, com centenas de milhões de usuários em todo o mundo. O aplicativo permite que os usuários assistam e criem vídeos curtos com áudio e outros efeitos. Os vídeos costumam se tornar virais em outras redes sociais.

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Internacional

Após vencerem eleições, agora democratas ficam contra lockdown

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Andrew Cuomo propõe relaxar o fechamento de Nova York: “Não teremos mais nada para abrir”

Sinal de esgotamento ou oportunismo, governadores e prefeitos estão mostrando pouca vontade de impor novas restrições às empresas e à economia

Após a posse de Joe Biden, importantes políticos democratas estão dando sinais de que um alicerce do discurso que os levou à presidência da República não se sustenta. Não são poucos os analistas que consideram decisivos para a derrota de Trump os efeitos maléficos da pandemia na sociedade americana – e o contraponto de seus opositores ao defender ferrenhamente uma política de responsabilidade com duras restrições e isolamento social. Parece que a história mudou.

Agora, garantido o retorno à Casa Branca, a defesa intransigente de lockdown está dando lugar a um conveniente abrandamento das restrições – ainda mais se considerarmos que os EUA passam pela fase mais letal da pandemia que já matou 400 mil americanos.  Sinal de esgotamento ou oportunismo, o fato é que governadores como o de Nova York, o democrata Andrew Cuomo, estão mostrando pouca vontade de impor novas restrições às empresas e à economia.

Cuomo promoveu uma dura paralisação já no primeiro semestre de 2020, quando o estado se tornou o epicentro do surto americano. Em maio, na sétima semana de fechamento, o governador foi categórico: “Feche tudo, feche a economia, se tranque em casa”. Agora, afirma, singelo: “Simplesmente não podemos ficar fechados até que a vacina atinja a massa crítica. O custo é muito alto. Não teremos mais nada para abrir.”

A prefeita de Chicago, Lori Lightfoot , foi outra voz a impor um duro confinamento. Em outubro passado, veio dela a ordem do toque de recolher às 22h nos bares, restaurantes e negócios não essenciais da cidade. “Este é um aviso”, disse Lightfoot, à época. “Não hesitarei em impor restrições”, completou, em tom de ameaça.

Já esta semana, a prefeita “avisou” em entrevista coletiva que planeja falar com o governador de Illinois, JB Pritzker, sobre as maneiras de reverter as restrições do COVID-19 a restaurantes e bares para permitir que reabram “o mais rápido possível”. Foi duramente criticada pela evidente contradição.

Os republicanos se referem a essa mudança de postura como “hipocrisia democrática”. Seja o que for, para continuar sendo a maior potência do planeta, os EUA precisam apontar para o mundo que caminho a economia americana tomará em 2021. E como pretendem enfrentar a pandemia que já põe de joelhos seus (até agora há pouco) combatentes mais empedernidos.

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Internacional

Incêndio em fabricante de vacinas na Índia deixa pelo menos 5 mortos

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De acordo com o Portal Uol, a direção da instituição afirmou que as vacinas contra a covid-19 não foram atingidos durante o incêndio

O incêndio no Instituto Serum, fabricante da vacina contra covid-19 desenvolvida pela Oxford e pela AstraZeneca, na Índia, deixou pelo menos 5 mortos, segundo informações do jornal local Times of India.

Segundo a publicação, ainda não se sabe o que causou o fogo que atingiu o prédio. As chamas atingiram dois andares, mas não os locais onde é fabricada a vacina.

De acordo com o Portal Uol, a direção da instituição afirmou que as vacinas contra a covid-19 não foram atingidos durante o incêndio.

As vítimas ainda não tiveram suas identidades confirmadas, mas acredita-se que são pessoas estavam trabalhando em uma obra no local e não funcionários do Instituto Serum.

O CEO da Serum, Adar Poonawalla, lamentou o acidente e prestou homenagem aos mortos em um tweet.

“Nós recebemos notícias tristes. Depois de mais investigações, descobrimos que infelizmente houveram mortes durante o incidente. Estamos profundamente tristes e oferecemos as nossas sinceras condolências aos familiares daqueles que partiram”, postou Poonawalla.

Recentemente, o Brasil anunciou que compraria 2 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca produzidas pela empresa indiana, mas a exportação ainda não foi autorizada pelo governo do país asiático.

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