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Internacional

Trump arrecada R$ 1 bilhão para tentar reverter derrota eleitoral

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Presidente se recusa a admitir que perdeu eleição de novembro para Joe Biden e alega, sem provas, de que eleições foram fraudadas

A equipe de campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Comitê Nacional Republicano arrecadaram 207,5 milhões de dólares, cerca de R$ 1 bilhão, desde o dia da eleição, de acordo com um comunicado divulgado na quinta-feira (3), recebendo doações para pagar as despesas das ações judiciais contra a vitória do democrata Joe Biden na votação de 3 de novembro.

A iniciativa de arrecadação pós-eleitoral elevou a arrecadação combinada de comitês de Trump a 495 milhões entre 15 de outubro e 23 de novembro, disse a equipe do republicano.

A equipe de campanha de Biden arrecadou 112 milhões de dólares durante o mesmo período, segundo um registro feito na Comissão Eleitoral Federal na quinta-feira.

Trump se recusa a admitir a derrota e alegou, sem provas, que o triunfo de Biden se deveu a uma fraude eleitoral.

O gerente de campanha de Trump, Bill Stepien, disse em um comunicado que a iniciativa de arrecadação “posiciona o presidente Trump para continuar liderando a luta para limpar nosso processo eleitoral corrupto em muitas áreas do país”.

Trump e seus aliados iniciaram diversas ações civis em Estados-chave, mas não apresentaram provas de fraude generalizada ou de problemas que poderiam ter afetado os resultados.

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Internacional

Família invade hospital e ‘rouba’ corpo de parente morto por covid-19

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Os familiares afirmam que o hospital teria deixado o paciente morrer e questionam o laudo médico

Uma família invadiu um hospital e retirou o corpo de um familiar que havia morrido na unidade. O caso aconteceu na última quinta-feira (08), na cidade de Fundación, na Colômbia. 

De acordo com informações do portal de notícias colombiano RCN, Ramón Eliecer Quintero, de 59 anos, morreu por complicações da covid-19. No entanto, os familiares não concordaram com o diagnóstico médico e com os protocolos que são aplicados às vítimas do novo coronavírus, como enterros rápidos, com poucos pessoas presentes e com caixão fechado. 

Segundo as informações do RCN, a família afirma que o hospital teria deixado o paciente morrer e questiona o laudo médico, já que a vítima sofria de problemas respiratórios há cerca de 14 anos. 

O hospital negou que tenha deixado o paciente morrer e afirmou que Ramón recebeu todos os cuidados necessários enquanto esteve internado na unidade.

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Internacional

Morre o príncipe Philip, militar que se adaptou ao papel de coadjuvante da rainha da Inglaterra

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Morte aos 99 anos foi anunciada nesta sexta ‘com muito pesar’ pelo Palácio de Buckingham; ele e Elizabeth II, de 94, estavam casados havia 74 anos

Como consorte real, era incumbência do príncipe Philip acompanhar sua cônjuge, a rainha Elizabeth II, em suas tarefas como soberana: visitas oficiais a outros países, jantares e recepções de Estado, discursos de abertura do Parlamento, cerimônias e ritos honoríficos. 

Philip, que morreu nesta sexta-feira aos 99 anos, costumava ser discreto sobre o que pensava dessas atribuições. Embora tenha dito que, se pudesse escolher a qual profissão se dedicar, “preferiria ter continuado na Marinha, francamente”, afirmou também, na mesma entrevista ao Independent em 1992, que “tentou tirar o melhor” da vida como coadjuvante no casamento de 74 anos.

Sua morte foi anunciada por volta de meio-dia, horário de Londres (8h no Brasil), em um comunicado emitido pelo Palácio de Buckingham: “É com muito pesar que Sua Majestade, a rainha Elizabeth II, anuncia a morte de seu querido marido, Sua Alteza Real, o príncipe Philip, duque de Edinburgo”, disse o palácio em um comunicado. “[Philip] morreu tranquilamente nesta manhã no Palácio de Windsor. Anúncios subsequentes serão feitos em seu devido tempo. A família real se une ao povo ao redor do mundo no luto por sua perda.”

A morte de Philip não altera a linha de sucessão ao trono britânico, encabeçada pelo seu filho mais velho com a rainha, o príncipe Charles, de 72 anos, seguido do filho mais velho de Charles com a princesa Diana, o príncipe William, de 38. A saúde do duque de Edinburgo estava em declínio havia dois anos, quando ele teve que parar de dirigir depois de um acidente sem gravidade. Em março deste ano, ele foi operado do coração.

Philip e Elizabeth, de 94 anos, estavam casados desde 1947, cinco anos antes de ela ser alçada ao trono, com a morte do pai, o rei George VI. Tempo para se acostumar a ela não lhe faltou: desde então o duque de Edinburgo tornou-se o mais longevo consorte e o homem mais velho da História da monarquia britânica.

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