conecte-se conosco


Internacional

Tufão Kammuri deixa mortos e milhares de deslocados nas Filipinas

Tufão atingiu a ilha de Luzon com ventos sustentados de 155 km/h e rajadas de 235 km/h. Mais de 50 mil procuraram abrigos temporários

Publicado

Pelo menos quatro pessoas morreram e dezenas de milhares foram deslocadas no norte das Filipinas por conta da passagem do tufão Kammuri, que nesta terça-feira (3) tocou solo e causou chuvas torrenciais além de “ventos violentos”

Dezenas de milhares de pessoas foram evacuadas em várias províncias antes da passagem do tufão, que atingiu a ilha de Luzon com ventos sustentados de 155 km/h e rajadas de 235 km/h, segundo a Agência Meteorológica do país (Pagasa, sigla em filipino)

O maior número de pessoas deslocadas ficou na província de Sorgoson, ponto de entrada do tufão na ilha de Luzon, onde 55 mil pessoas em áreas de risco procuraram os abrigos temporários, segundo informações do governador da província, Francis Escudero

Duas pessoas morreram na província de Mindoro Oriental, na ilha de Mindoro, segundo o governador da província, Bonz Dolor, enquanto que ontem à noite, aconteceram outras duas mortes, uma na província de Zambales e a outra na de Bicol

A passagem do tufão levou as autoridades a anunciar a suspensão de todas as operações no Aeroporto Internacional Ninoy Aquino, em Manila, resultando no cancelamento de várias centenas de voos de 23 companhias aéreas

Kammuri também alterou a agenda dos Jogos do Sudeste Asiático, inaugurados no último sábado, com a participação de mais de 5,6 mil atletas, e nos quais as competições de oito modalidades foram adiadas ou suspensas.

Leia mais:  Morre o príncipe Philip, militar que se adaptou ao papel de coadjuvante da rainha da Inglaterra
publicidade

Internacional

Espanha avança na adoção de licença médica menstrual, medida sem precedentes na Europa

Publicado

O governo espanhol apresentou, nesta terça-feira (17), um projeto de lei que estabelece licença médica para mulheres que sofrem com menstruações dolorosas, uma medida inédita na Europa

“Somos o primeiro país da Europa a regular pela primeira vez uma incapacidade temporária paga integralmente pelo Estado por menstruações dolorosas e incapacitantes”, celebrou a ministra da Igualdade, Irene Montero, em uma coletiva de imprensa após reunião do conselho de ministros.

“A menstruação vai deixar de ser um tabu (…) Acabou o ‘ir trabalhar com dor’, acabou ‘se dopar’ (tomar muito remédio) antes de ir trabalhar”, disse a ministra, que faz parte da formação de esquerda radical Podemos, um parceiro minoritário dos socialistas no governo de Pedro Sánchez, que se afirma feminista.

Montero havia indicado anteriormente na televisão pública que esta autorização, que deve ser assinada por um médico, não terá limite de dias.

Uma versão preliminar do projeto de lei, divulgada na semana passada pela mídia, mencionava uma licença de três dias que poderia ser estendida até cinco em caso de sintomas agudos.

Leia mais:  Kim Jong-un é visto em público pela 1ª vez depois de mais de um mês

O texto, que gerou debate dentro do Executivo e entre os sindicatos, ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento, onde o governo é minoria, para entrar em vigor.

Se receber luz verde dos deputados, a Espanha se tornará o primeiro país da Europa – e um dos poucos do mundo, seguindo o Japão, Indonésia e Zâmbia – a legislar sobre o assunto.

Essa licença médica menstrual é uma das principais medidas de um projeto de lei mais amplo que também pretende fortalecer o acesso ao aborto nos hospitais públicos, onde são realizadas menos de 15% dessas intervenções devido à uma objeção de consciência dos médicos.

Também dará a menores de 16 anos a chance de fazer um aborto sem a permissão dos pais, removendo essa exigência introduzida por um governo conservador em 2015.

O aborto foi descriminalizado na Espanha em 1985 e legalizado em 2010, mas a interrupção da gravidez permanece como um direito difícil de exercer em um país de forte tradição católica, onde os movimentos antiaborto são muito ativos.

Leia mais:  Índia dá início ao mais ambicioso esquema de vacinação do mundo

O projeto de lei prevê também o fortalecimento da educação sexual nas escolas, assim como a distribuição gratuita da pílula anticoncepcional do dia seguinte nos postos de saúde e de anticoncepcional nas escolas.

Continue lendo

Internacional

Nos EUA, leite para bebês desaparece das prateleiras

Publicado

Famílias viajam a cidades próximas em busca do produto

Os Estados Unidos enfrentam escassez de leite em pó para bebês. O cenário se desenhou em virtude de problemas nas cadeias logísticas causados pela pandemia de covid-19, além de dificuldades para se encontrar mão de obra no país, comprometendo a chegada do produto às prateleiras dos supermercados.

Em fevereiro, a situação se agravou porque a Abbot Nutrition, maior fornecedora de leite nos EUA, fez um recall de mercadorias. Isso porque pelo menos quatro bebês foram hospitalizadas com infecções bacterianas, enquanto outros dois morreram depois de consumirem os produtos da marca.

Após o ocorrido, a empresa fechou sua unidade no Michigan. Dessa forma, o índice de desabastecimento de leite para bebês nos Estados Unidos chegou a quase 45% na semana passada, de acordo com o Datasembly, provedor de dados do varejo. Supermercados nos EUA chegaram a limitar a venda do produto.

“O escopo sem precedentes deste recall de fórmula infantil tem sérias consequências para bebês e pais”, disse Brian Dittmeier, diretor nacional de políticas públicas da WIC Association, em entrevista ao jornal New York Times.

Sem leite para bebês, famílias relatam caos

Ao New York Times, famílias relatam que estão formando grupos no Facebook para alertar uns aos outros sobre estoques reabastecidos e preços mais em conta. Alguns chegam a dirigir por horas e visitar até seis lojas em cidades próximas para encontrar uma lata — ou mais prateleiras vazias.

Leia mais:  Pescador encontra pérola laranja de R$ 1,8 mi em praia na Tailândia

A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, prometeu dar seguimento a um projeto de lei para garantir autoridade emergencial ao programa federal de assistência alimentar a mulheres e crianças, buscando flexibilizar as restrições sobre os tipos de leite que podem ser adquiridos.

O presidente Joe Biden classificou a escassez de leite como o problema mais urgente enfrentado por ele, e afirmou que a FDA está tomando medidas que podem ter resultados nas próximas semanas.

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana