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Política e Governo

Turismo: setor já chega a R$ 5 milhões em contratação em financiamentos no Bandes

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A ampliação da forma de contratação de garantias disponibilizada aos empresários pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) tem oportunizado o acesso ao crédito para o trade turístico capixaba. Em menos de dois meses após o anúncio do uso do Fundo de Aval Bandes como garantia aos recursos do Fundo Geral do Turismo (Fungetur), foram 35 projetos de financiamento solicitados junto ao banco capixaba, com valor total de R$ 5,6 milhões em contratação.

A linha Fungetur é direcionada à cadeia produtiva do turismo, para empreendimentos de diferentes segmentos de atuação, incluindo bares, lanchonetes, cafés e empresas do ramo de hospedagem, além de outros empreendimentos que tenham ligação com o segmento. Pelo Fungetur, os empresários podem ter acesso ao crédito com carência e prazo de pagamento de até 60 meses, sem condicionantes específicos, como manter folha de pagamento, por exemplo.

Para acessar os recursos, basta que a empresa tenha um cadastro no Ministério do Turismo, o Cadastur. O banco capixaba é uma das instituições financeiras que opera a linha no Espírito Santo e poderá financiar até R$ 50 milhões nos próximos meses pelo Fundo para empreendimentos do segmento, em todos os municípios do Estado.

O diretor-presidente do Bandes, Maurício Cézar Duque, enfatiza que o banco atua em constante diálogo para as necessidades dos negócios, adequando os produtos e serviços oferecidos de acordo ao cenário apresentado. “O setor turístico é um dos mais afetados economicamente pela pandemia do Coronavírus (Covid-19) e trazemos uma alternativa neste momento para que essas empresas possam manter sua capacidade financeira até que a atividade econômica se estabilize”, pontuou.

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Para fazer a proposta de financiamento, o interessado deve acessar o site do Bandes. Além dos recursos ligados ao Ministério do Turismo, o Bandes atua com recursos próprios do banco junto ao setor, possibilitando a ampliação do crédito para o empresariado.

Ampliação de garantias ao crédito contratado
O Fundo de Aval Bandes é um mecanismo garantidor à contratação de operações de crédito para financiamento junto às instituições financeiras, criado pelo Governo do Estado como uma das ações econômicas de enfrentamento à pandemia. O Fundo, gerido pelo Bandes, tem o objetivo de prestar garantia, total ou parcial, aos empresários que não apresentem outras formas de garantia. O Fundo de Aval atua como avalista do empreendedor do setor turístico que mais precisa contar com os recursos neste momento.

Quem pode contratar?
O Fungetur é destinado a microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, cuja receita operacional bruta anual não ultrapasse o teto definido no Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, de até R$ 4,8 milhões.

O empresário pode solicitar a garantia do Fundo de Aval para financiamentos que correspondam a até 15% da receita pelo empreendimento no último exercício, com valor máximo limitado a 10% do valor de referência do Estatuto do Fundo, ou seja, projetos de financiamento com valor máximo de até R$ 480 mil podem ser garantidos.

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Os financiamentos podem ser pleiteados por empresas de hospedagem, agências de turismo, organizadoras de eventos, parques temáticos, acampamentos turísticos, centros de convenções, parques aquáticos, prestadoras de serviços de infraestrutura para eventos, restaurantes, cafeterias, bares, entre outros serviços, com cadastro no Ministério do Turismo (Cadastur).

Como solicitar o financiamento
O empresário tem à disposição atendimento remoto personalizado da equipe do Bandes por meio do link www.bandes.com.br/emergencial ou pelo e-mail: [email protected] Para enviar a proposta de financiamento, acesse o site, baixe o roteiro para preenchimento e envie para o e-mail [email protected] Os interessados devem preparar a documentação solicitada e enviá-la, completa, junto com a proposta (apenas uma por CNPJ) de financiamento.

Condições operacionais
– Fungetur Giro;
– Taxa de juros: 5% ao ano + INPC
– Valor máximo financiável: conforme capacidade de pagamento da empresa;
– Carência: até 12 meses;
– Prazo de pagamento: até 60 meses;
– Para se cadastrar no Cadastur, veja aqui: https://bit.ly/2N8YiLC

Leia passo a passo sobre como se cadastrar aqui: https://setur.es.gov.br/cadastur

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Política e Governo

Governador participa do encerramento de curso sobre Nova Lei de Licitações

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O governador do Estado, Renato Casagrande, participou, nesta quarta-feira (18), do encerramento do curso “Imersão: Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos – Por uma gestão inovadora e eficiente”, que contou com cerca de 500 servidores estaduais e municipais, durante três dias, em Vitória. O curso é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Economia e Planejamento (SEP) e da Escola de Serviço Público do Espírito Santo (Esesp), em parceria com a Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes) e apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).


“As pessoas olham para o Espírito Santo e têm confiança. Por isso, cada vez mais empresas são atraídas para o Estado. Estamos todos os dias, de alguma maneira, fazendo repasses voluntários aos municípios. Queremos desburocratizar a execução de políticas públicas, então criamos o Fundo Cidades. São quase meio bilhão de reais para serem aplicados na elaboração de projetos e realização de obras de infraestrutura. Além disso, o Governo do Estado está repassando R$ 480 milhões aos municípios para investimentos na educação, por meio do Funpaes [Fundo Estadual de Apoio à Ampliação e Melhoria das Condições de Oferta da Educação Infantil e do Ensino Fundamental]”, destacou o governador.

De acordo com Casagrande, os repasses exigem que os municípios tenham equipes qualificadas e bem treinadas para a melhor utilização dos recursos, que é justamente uma das propostas desse curso. “Para nós é importante termos equipes bem preparadas, com conceito firme de uso adequado do recurso público e de boas práticas em gestão fiscal. Cada município deve contratar da melhor maneira possível e dentro da lei. O que reduz desconfiança é o resultado desse trabalho”, ponderou.

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A secretária de Estado de Economia e Planejamento, Maria Emanuela Alves Pedroso, destacou a importância dessa iniciativa. “Promover a capacitação e a valorização dos servidores faz parte das ações estratégicas do governo. Vale destacar que essa qualificação em relação à nova Lei de Licitações e Contratos envolveu não apenas servidores do Estado, mas também dos municípios, especialmente pelo fato dessa parceria do Governo com as gestões municipais. Por meio do Fundo Cidades, estão sendo realizados um enorme volume de investimentos, com aportes para contratações de projetos, realização de obras e aquisição de equipamentos pelos 78 municípios capixabas”, afirmou.

“Todo o esforço deve ser feito para que os recursos públicos cheguem aos municípios, sendo aplicado da melhor forma para melhorar a vida das pessoas. O planejamento serve como uma bússola para a condução do trabalho das equipes e a entrega de resultados de um governo sério, ético, transparente e com responsabilidade com a coisa pública”, comentou a vice-governadora do Estado, Jacqueline Moraes.

O professor Plínio Pires, que ministrou o curso, reforçou a mensagem de que “saber não é suficiente, deve-se praticar”. Segundo ele, um dos pecados capitais de um gestor público é o de não aperfeiçoar os servidores. “Isso permite que eles possam ficar muito tempo cometendo os mesmos erros e equívocos, não os dando chance de se qualificar. Com satisfação, vejo que isso não ocorre no Espírito Santo”, completou.

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O curso “Imersão: Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos – Por uma gestão inovadora e eficiente” teve início na última segunda-feira (16). Ao longo dos três dias, os participantes puderam conhecer as alterações legislativas, aprender as boas práticas advindas da nova legislação, bem como fixar experiências relevantes que auxiliarão em futuras contratações com a adoção de práticas mais eficientes. 

Na avaliação da diretora-presidente da Esesp, Nelci Gazzoni, a capacitação foi de alto nível, com participação efetiva dos agentes públicos de todo o Estado. “Até por conta da temática da nova Lei de Licitações, os técnicos estão ávidos por conhecer os novos caminhos desse assunto para aplicarem em suas áreas. O curso foi um sucesso total!”, declarou.

Para o presidente da Amunes, Victor Coelho, que também é prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, a parceria entre o Governo do Estado e as demais instituições para capacitar os servidores sobre a nova legislação foi de extrema relevância. “Cerca de 500 servidores aperfeiçoaram seu conhecimento e puderam conhecer boas práticas para melhorar os serviços públicos prestados aos cidadãos. Esse é um dos nossos compromissos com os municípios capixabas: ter servidores cada vez mais capacitados para garantir uma gestão pública mais inovadora e eficiente”, asseverou.

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Política e Governo

Majeski pede suspensão de TAG do Tribunal de Contas que transfere quase 20 mil alunos às escolas municipais

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Deputado recorreu ao Ministério Público por paralisação da proposta, de modo que sejam realizadas audiências públicas e debates entre entes públicos e comunidade escolar e que tenha aval dos conselhos de educação e representações da sociedade

Professor com mais de 30 anos de experiência em sala de aula, o deputado Sergio Majeski (PSDB) ingressou com Representação no Ministério Público do Espírito Santo para a suspensão do Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) do Tribunal de Contas (TCE-ES) que obriga as prefeituras a assumirem, já em 2023, todas as turmas das séries iniciais do Ensino Fundamental que estão nas escolas estaduais.

A migração envolve 39 municípios e, reproduzindo as matrículas do ano letivo vigente (com 17.292 crianças) para 2023, poderá levar quase 20 mil alunos às redes municipais de educação.

“As prefeituras não estão dando conta daquilo que elas têm para fazer. A maioria dos municípios não paga o piso nacional do magistério e alguns pagam apenas um pouquinho acima do salário mínimo. Absorvendo mais esse quantitativo de alunos oriundos do Estado, quando é que essas prefeituras vão conseguir pagar o piso aos professores? Qual é o planejamento estrutural que está em andamento para não prejudicar os alunos e as famílias? Qual investimento será realizado para dar conta da ampliação repentina das matrículas? O TAG apresenta termos draconianos devido às exigências que faz aos municípios e ao Estado. A maioria dos municípios não tem condições de atingir as obrigações”, destaca Majeski.

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No pedido de paralisação do TAG, Majeski inclui a necessidade de ajuste no prazo para cumprimento dos objetivos definidos; que sejam realizadas audiências públicas e discussões nas esferas públicas envolvidas e com a comunidade escolar; e que haja aval dos conselhos estadual e municipais de educação e das organizações representativas da sociedade civil para que o instrumento de controle seja devidamente elaborado de forma adequada à realidade do Estado e dos municípios capixabas.

Dos 39 municípios envolvidos no processo de migração, Serra, Cariacica e Santa Maria de Jetibá, São Mateus, Venda Nova do Imigrante, Cachoeiro de Itapemirim e Linhares são, respectivamente, os que mais vão receber alunos.

Confira a quantidade de alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental que estão atualmente nas escolas do Estado em cada município:

Afonso Cláudio 426
Alegre 346
Alfredo Chaves 80
Barra de São Francisco 289
Boa Esperança 128
Brejetuba 282
Cachoeiro de Itapemirim 506
Cariacica 1.682
Colatina 254
Conceição da Barra 399
Domingos Martins 257
Ecoporanga 266
Governador Lindenberg 333
Guarapari 30
Ibiraçu 31
Ibitirama 144
Itaguaçu 82
Itapemirim 176
Itarana 103
Iúna 140
Jerônimo Monteiro 58
Laranja da Terra 77
Linhares 480
Montanha 52
Muniz Freire 232
Muqui 16
Nova Venécia 169
Pancas 222
Pedro Canário 130
Pinheiros 225
Ponto Belo 20
Santa Maria de Jetibá 1.322
Santa Teresa 98
São Gabriel da Palha 209
São Mateus 894
São Roque do Canaã 257
Serra 5.830
Venda Nova do Imigrante 777
Vila Valério 270
Total 17.292

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