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TV Globo e Maju Coutinho são processados por auxiliar de produção

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Kaíque Batista, auxiliar de produção, está processando a TV Globo e a jornalista Majú Coutinho por danos morais, de acordo com publicação feita nesta sexta-feira, 16, pela coluna de Fábia Oliveira no portal O Dia.

Em março de 2020, ele foi  foi absolvido do crime de racismo por falta de provas contra a apresentadora. Kaíque, na época, tinha sido levado para depor no Fórum Criminal da Barra Funda por por policiais e funcionários do Ministério Público de São Paulo e na ocasião, ele teve o seu computador apreendido também.

O rapaz que conseguiu responder em liberdade, estava sendo denunciado por falsidade ideológica, injúria, corrupção de menores na internet e associação criminosa na internet.

“A minha vida mudou. Eu tinha emprego há quatro anos, tinha uma casa e tinha a minha dignidade. Perdi tudo mesmo falando que era inocente e não tendo uma prova concreta contra mim. A única coisa que me envolvia na postagem de racismo foram os comentários de duas pessoas ‘O Kaíque que nos mandou vir aqui’. Eu não publiquei nada! Fui julgado, hostilizado e acusado em todas as mídias. Agora que eu fui inocentando, ninguém me procurou”, disse Kaíque à coluna.

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Kaíque está pedindo R$ 800 mil de indenização. “Até hoje eu sou apontado nas ruas. Adquiri síndrome do pânico e depressão. Acabaram com a minha vida e eu quero Justiça”, explicou ao O Dia.

Angelo Carbone é o advogado que defende Kaíque Batista no processo e disse que o juiz já ordenou a citação dos réus, mas que ainda não foi realizada. “É um processo só, mas eu coloco os dois, a emissora e a jornalista, na ação porque houve a tentativa de incriminar um inocente. Ele conhecia as pessoas, mas não fez nada e, na verdade, ele que teria que ter praticado o ato racial, a intenção, o dolo, para ser acusado e não foi o que aconteceu. Destruíram a vida do rapaz e é justo que o Kaíque seja reparado”, falou Carbone à coluna.

Entenda o caso

Tudo começou quando em julho de 2015, Maju foi alvo de racismo nas redes sociais. Uma enxurrada de comentários racistas foram expostos na página oficial do “Jornal Nacional” no Facebook, sendo a maioria com xingamentos envolvendo a cor da pele da jornalista.

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Na época, foi levantado a hipótese de que algum grupo ou página racista no Facebook tenha feito uma “convocação” de usuários para ofender a Maju, tendo em vista que os comentários surgiram todos no mesmo instante.

Foi aí que em julho de 2016, a Justiça acatou o pedido da TV Globo e da jornalista e transformou em réus quatro acusados de promover ataques racistas contra ela.

Entre os réus do processo estavam, Érico Monteiro dos Santos, Rogério Wagner Castor Sales, Kaíque Batista e Luis Carlos Félix de Araújo. Na acusação, os três primeiros teriam arquitetado o ataque e tiveram a ajuda de Araújo, profissional de TI, para cometer os crimes.

O grupo ainda foi acusado de induzir outras pessoas, incluindo menores, a também postarem mensagens racistas contra a comunicadora.

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Secult realiza lançamento coletivo de livros contemplados em edital de literatura

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O Governo do Estado realizou, na noite dessa quarta-feira (25), o evento de lançamento dos 17 livros premiados no edital de literatura da Secretaria da Cultura (Secult), no Palácio Anchieta, em Vitória. São obras de diferentes gêneros, como crônica, infanto-juvenil, conto, poesia, biografia e romance, escritos por autores capixabas. Foram distribuídos 1.700 livros para o público presente, sendo 100 de cada projeto de literatura aprovado no edital de 2019.

O evento teve a participação do governador do Estado, Renato Casagrande, que falou na abertura do lançamento coletivo. “É muito bom voltar a realizar os lançamentos dos nossos editais, recuperando o tempo que perdemos por conta da pandemia. Fomos aperfeiçoando nossos editais com uma política democrática para todos que militam na área cultural. A atividade cultural é empreendedora e geradora de renda. Esses editais possibilitam esses caminhos”, disse.

Casagrande abordou também os avanços nas políticas públicas voltadas para a área cultural. “Aprovamos a Lei de Incentivo à Cultura para apoiar as boas iniciativas. Temos que compreender que a cultura é essencial para a nossa vida. Quando se investe forte em cultura, conseguimos ter uma sociedade mais fraterna. Temos uma sociedade muito heterogênea e a cultura nos permite conviver com pessoas diferentes. Queremos que o Espírito Santo seja uma referência nacional em todas as áreas, inclusive na cultura, pois temos talentos para isso”, completou.

“Todas essas publicações de hoje são resultado dessa política dos editais que tem continuado ao longo dos anos e teve o maior investimento da história em sua mais recente edição. Lembramos que a Lei de Incentivo à Cultura está super aberta para a Literatura. Além dessa porta aberta, teremos ainda uma para os municípios por meio do Programa de Coinvestimento da Cultura – Fundo a Fundo”, acrescentou o secretário de Estado da Cultura, Fabricio Noronha.

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Bibliotecas de 78 municípios do Estado vão receber os livros lançados no evento. “As duas categorias do edital de literatura arrasaram. Foi um mosaico literário, um mix de formatos, as capas… São publicações muito valiosas. É muito valioso para as bibliotecas que recebem também”, pontuou a diretora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Espírito Santo (SEBP/ES), Marcelle Queiroz.

Uma das contempladas pelo edital, a escritora Lorraine Paixão, que lançou a obra “Desassossego – histórias e memórias do bairro Central Carapina”, discursos em nome de todos os autores. “Hoje estou aqui lançando um livro que fala sobre a minha quebrada. Estamos todos aqui repartindo e retornando para a sociedade essas obras produzidas com recursos públicos”, disse, lembrando que participou da solenidade anterior de lançamento coletivo, em 2019.

Após a cerimônia de abertura, foi realizada uma noite de autógrafos com os autores e a distribuição gratuita dos livros para o público. Também estiveram presentes o secretário de Estado da Educação, Vitor de Angelo (Educação), e a diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), Cristina Engel de Alvarez.

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O lançamento dos livros contemplados pelo edital de literatura da Secult de 2020 será realizado ainda este ano.

Confira a lista de livros lançados:

Lobo Pasolini, “Experiências”;

Bruna Maria Gonçalves Breguez, “História da Moda no Espírito Santo: do século XVI ao século XXI”;

Filipe Ferreira Ghidetti, “A condição Urbana”;

Mara Coradello, “Post Its de Carne e Putrefação”;

Geusa Gomes, “O cachorro que fugiu do aquário e voou”;

Gustavo Pimenta, “Minhas Vianas: a cidade como lugar de afetos”;

Herbert Soares, “O ‘Grupo dos Onze’: elites políticas e anticomunismo no município de Muniz Freire”;

Ingrid Carrafa, “Quando borboletas carnívoras dançam no estômago”;

José Roberto Santos Neves, “Memória da Música – Uma leitura crítica de 40 discos que marcaram época no Espírito Santo”;

Lorraine Paixão, “Desassossego – histórias e memórias do bairro Central Carapina”;

Lucas Albani, “O Riso do Chico”;

Luiz F. Bernardes, “A menina que pintava carneiros”;

Marcelo Seidel Fiorotti, “Paisagem e fé: espaços sagrados nos caminhos de Anchieta“;

Paulo Roberto Sodré, “Um pássaro de fogo: reconto”;

Raquel Falk, “Verbetes (im)perfeitos para corpos im(perfeitos)”;

Renata Oliveira Bomfim, “O Coração da Medusa”;

Ricardo Maurício Gonzaga, “Sobrenome perigo”.

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Pessoas com deficiências encenam espetáculos teatrais durante o mês de junho em Vitória e Anchieta

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Muita emoção e diversidade no palco. É o que as apresentações de teatro do Projeto Cena Diversa prometem trazer para o público capixaba a partir do mês de junho. Os espetáculos terão entrada gratuita e contam com a participação de pessoas cegas e cadeirantes no elenco.

 O Palácio da Cultura Sônia Cabral, no Centro de Vitória, recebe a peça “Quando Acordar a Cidade”, nos dias 22 e 24 de junho. O espetáculo também será apresentado no município de Anchieta, no dia 18 do mesmo mês. Trata-se de uma história sobre a era de ouro do rádio no Brasil e fazem parte do elenco sete pessoas cegas e duas com baixa visão, que são auxiliadas no deslocamento e na troca de microfones por assistentes-videntes.

 Já o espetáculo “Pele” está marcado para acontecer na Concha Acústica do Parque Moscoso, também em Vitória, nos dias 26 e 27 de junho. Além disso, um ensaio geral e aberto ao público será realizado no local no dia 25. “Pele” tem no elenco três atores cadeirantes interagindo com outros quatro atores andantes.

 

Convite a turmas escolares

 Os representantes de escolas que queiram levar turmas de alunos para assistir às apresentações do espetáculo “Quando Acordar a Cidade” devem entrar em contato com a coordenação do projeto, pelo WhatsApp da Associação Sociedade Cultura e Arte (SOCA) Brasil: (27) 99609-8181. A plateia do Palácio da Cultura Sônia Cabral comporta o total de 206 pessoas. Na Concha Acústica do Parque Moscoso, podem se sentar cerca de 200 pessoas nos bancos.

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Projeto Cena Diversa

 Pessoas com deficiência física, visual e auditiva participam de uma série de oficinas que envolvem práticas de teatro, canto, radionovela, cinema e fotografia. As atividades são realizadas em Vitória e o objetivo do projeto é trabalhar diversas linguagens artísticas e integrá-las à estética teatral.

 

As oficinas são organizadas pela Associação Sociedade Cultura e Arte, também chamada de SOCA Brasil, que é formada por artistas e pesquisadores das artes cênicas. Ao todo, são 256 horas de aprendizado em teatro, canto, radionovela, vídeo, cinema e fotografia.

 

Novas apresentações

 No cronograma do Projeto Cena Diversa estão, além dos espetáculos “Pele” e “Quando Acordar a Cidade”, também a performance “Slam Corpo Grita”. Os três trabalhos são resultado da primeira edição do projeto, organizada em 2019, após a realização de oficinas com pessoas com deficiência recrutadas, após a divulgação das oportunidades.

 Durante a pandemia, não foi possível fazer novas apresentações presenciais das peças, realidade essa que mudou no ano de 2022. Nesta nova edição, o projeto conta com o patrocínio da Wilson Sons e ES Gás, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet. A Secretaria da Cultura (Secult-ES) apoia a iniciativa com a cessão do Palácio da Cultura Sônia Cabral.

 O Projeto Cena Diversa teve início em 2019, com o Prêmio Diversidade Cultural da Secult-ES. É realizado em parceria com a Cia Poéticas da Cena Contemporânea, coletivo de artistas que originou a SOCA Brasil, propositora do projeto.

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 As oficinas ofertadas aos participantes têm como base as práticas da Cia Poéticas, grupo formado por diretores de teatro e cinema, dramaturgos, videastas, fotógrafos, artistas visuais e, até mesmo, um compositor musical. As atividades e parte dos ensaios que acontecem no Instituto Luis Braille, em Vitória, que apoia o projeto com a cessão do espaço.

 

 

SERVIÇO

Apresentações teatrais do Projeto Cena Diversa 2022

 

QUANDO ACORDAR A CIDADE

https://www.cenadiversa.com/quandoacordaracidade

ONDE: Palácio da Cultura Sônia Cabral – Praça João Clímaco, Cidade Alta – Centro de Vitória.

QUANDO: 22 e 24 de junho

AGENDAMENTO DE ESCOLAS: por meio do WhatsApp da SOCA BRASIL – (27) 99609-8181

 

PELE

https://www.cenadiversa.com/espetaculopele

ONDE: Concha Acústica do Parque Moscoso – Parque Moscoso, Vitória.

QUANDO: 26 e 27 de junho

AGENDAMENTO DE ESCOLAS: por meio  do WhatsApp da SOCA BRASIL – (27) 99609-8181

 

Informações:

Rejane Arruda, coordenadora do Projeto Cena Diversa e presidente da SOCA Brasil:

(27) 99609-8181

 

VÍDEO:

Reportagem TVE (2019): https://www.youtube.com/watch?v=IHY5uiiF1JU

 

Redes Sociais:

Cena Diversa (Instagram): https://www.instagram.com/cenadiversa/

SOCA Brasil (Instagram): https://www.instagram.com/socabrasil/

Canal Youtube: https://www.youtube.com/c/SOCAIAssocia%C3%A7%C3%A3oSociedadeCulturaeArte/videos

 

Sites:

SOCA Brasil: https://www.socabrasil.org/ 

Cena Diversa: https://www.cenadiversa.com/

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