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Cidades

Último domingo da primavera será de sol forte e tempo abafado no Espírito Santo

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No domingo (20), último dia da primavera, a previsão é de tempo abafado com áreas de instabilidade associadas pela combinação do calor e da umidade do ar que provocam pancadas de chuvas

A estação mais quente do ano começa nesta segunda-feira (21), mais precisamente às 7h02. Neste domingo (20), a despedida da primavera já vai ser com cara de verão, com sol forte e muito calor em todo o Espírito Santo.

De acordo com o Climatempo, no domingo (20), último dia da primavera, a previsão é de tempo abafado no Espírito Santo. A partir da tarde, áreas de instabilidade associadas pela combinação do calor e da umidade do ar provocam pancadas de chuvas com trovoadas em pontos isolados do estado. 

Verão

De acordo com a Climatempo, o verão é a estação com maior registro de chuva no Espírito Santo, fenômeno que pode ser provocado por nuvens carregadas, que crescem por causa do excesso de calor e de umidade, por atrás de instabilidade que avançam do mar e chegam ao estado.

Um dos termos mais utilizados pelas previsões do tempo é a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que é um dos principais sistemas meteorológicos responsáveis pela chuva volumosa sobre a região Sudeste do Brasil. No verão 2020, o fenômeno e outras convergências de umidade provocaram muita chuva sobre o estado do Espírito Santo.

Já para este próximo verão, a circulação de ventos sobre a região Sudeste do Brasil não estará tão favorável para a concentração de umidade sobre o estado capixaba. Segundo a Climatempo, de forma geral, a previsão é de menos chuva do que no verão passado. Dessa forma, o Espírito Santo não terá tantos episódios de dias muito chuvosos, como foi em 2020.

Verão 2021

Segundo previsões da Climatempo, durante o mês de janeiro, a alta subtropical do Atlântico Sul terá bastante influência sobre as condições do tempo no Espírito Santo. A previsão é de dias com bastante sol e calor e algumas pancadas de chuva, mas que não devem cair em todos os dias. A previsão da Climatempo é de que o volume de chuva sobre o Espírito Santo em janeiro de 2021 fique abaixo da média normal em todas as áreas capixabas.

No mês de fevereiro, o estado terá sol, calor e pancadas de chuva, mas não há expectativa de permanência de grandes áreas de instabilidade sobre o estado. A chuva vai cair em áreas isoladas, mas pode ser na forma de temporais, inclusive na Grande Vitória. Mesmo assim, o mês deve terminar com chuva abaixo da média em todo estado. O mês será quente e não há expectativa de queda de temperatura relevante.

Para março, a previsão é de chuva mais regular sobre o Espírito Santo. As áreas de instabilidade devem ser mais frequentes sobre o estado. As pancadas de chuva vão acontecer com maior regularidade. A previsão da Climatempo é de que o mês termine com volumes de chuva dentro ou acima da média normal para o período em todas as áreas capixaba. Apesar da previsão de mais chuva do que o normal, o mês ainda será abafado, com temperaturas médias dentro ou acima do padrão normal. 

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Cidades

Projeto da prefeitura de Barra de São Francisco garante alimentação para mais de 8 mil pessoas

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Em 12 dias servindo alimentação as famílias carentes de Barra de São Francisco, desde de seu início em 29 de março de 2021, até esta sexta-feira (09), 8.213 pessoas se alimentaram no Centro de Apoio Alimentar da prefeitura de Barra de São Francisco.

A iniciativa de oferecer alimentação as famílias carentes, é da prefeitura de Barra de São Francisco. O alimento (marmitex), é fornecido de segunda a domingo, inclusive feriados.

É obrigatório o uso de máscaras ao chegar no local para pegar o alimento. É feito higienização nas mãos das pessoas que chegam para pegar o marmitex.

Pessoas atendidas até o presente momento:

Segunda feira (29/03/2021) 440 pessoas

Terça Feira (30/03/2021) 612 pessoas

Quarta Feira (31/03/2021) 750 pessoas 

Quinta feira (1º/04/2021) 750 pessoas 

Sexta feira (02/04/2021) 610 pessoas 

Sábado (03/04/2021) 760 pessoas 

Domingo (04/04/2021) 720 pessoas 

Segunda Feira (05/05/2021) 728 pessoas 

Terça feira (06/04/2021) 700 pessoas 

Quarta feira (07/04/2021) 764 pessoas

Quinta feira (08/04/2021) 819 pessoas  

Sexta feira (09/04/2021) 560 pessoas 

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Total: 8. 213

 

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No ES família enterra corpo trocado de mulher vítima da Covid

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O caso ocorreu em São José do Calçado. Ana Maria de Souza Fonseca morreu de Covid-19 depois de ficar 20 dias internada. Família diz que vai processar os envolvidos.

Uma família de São José do Calçado, no Sul do Espírito Santo, tomou um susto ao enterrar uma familiar que foi vítima da Covid-19. Eles descobriram horas depois do sepultamento, que aconteceu nesta quarta-feira (7), que o corpo dela foi trocado e que eles enterraram o corpo de outra pessoa.

Ana Maria de Souza Fonseca, de 77 anos, vítima da Covid-19, teve corpo trocado com o de outra vítima — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Ana Maria de Souza Fonseca tinha 77 anos e ficou 20 dias internada no Hospital São Vicente de Paula, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste do Rio de Janeiro.

Os familiares fizeram um ato rápido, sem velório, na quarta. O caixão estava lacrado e enrolado em um plástico.

Só que, horas depois, na madrugada desta quinta (8), os parentes descobriram que aquele que tinha sido sepultado não era o corpo de Ana Maria.

Eles foram de novo ao cemitério. Ao chegar lá, tomaram outro susto. O jazigo da família estava aberto e sem nenhum caixão dentro.

“Fomos para o cemitério para recebê-la. Chegou aqui, o carro da funerária disse que não poderia abrir o caixão, por ser Covid. Fizemos a oração, nos despedimos, ela foi enterrada e fomos embora. De madrugada, minha prima recebeu uma ligação do hospital, de que os corpos foram trocados. Não era a tia Nana. Nós corremos para vir ver o que estava acontecendo. A família do corpo enganado, que é do Rio de Janeiro, já tinha vindo aqui, pego, e levado para seus familiares. O buraco ficou ali, aberto, e ficamos esperando a tia”, descreveu uma sobrinha da vítima, Luciana Dias.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, além dos familiares, estavam ainda o procurador do município, o secretário de Obras e o advogado do Hospital São Vicente de Paula. O corpo da mulher foi, então, encaminhado para o hospital para fazer a troca de cadáveres.

No início da tarde do mesmo dia, o corpo de Ana Maria chegou ao cemitério. A família disse que o funcionário da funerária não usava equipamentos de proteção, o caixão não estava enrolado no plástico e a tampa de madeira que cobre o vidro da urna foi aberta. Assim como da primeira vez, foram os familiares que carregaram o caixão.

Agora, a família quer justiça. Eles dizem que vão entrar com um processo judicial contra os envolvidos na troca dos corpos.

Por telefone, a dona da funerária disse que eles não vão se pronunciar e que apenas o hospital vai responder.

A Prefeitura de São José do Calçado informou por meio de nota que a troca dos corpos ocorreu na cidade vizinha, em Bom Jesus do Itabapoana, e que o cemitério de Calçado apenas recebeu.

Ainda de acordo com a prefeitura, o responsável pelo cemitério local foi notificado para prestar esclarecimentos em relação a sua vestimenta, pois, segundo o município, a prefeitura disponibiliza todo o equipamento de proteção. Se houver necessidade, o mesmo será implicado nas diretrizes administrativas, informou a prefeitura.

O município disse ainda que registrou um boletim de ocorrência e acionou a Polícia Militar.

A direção do hospital disse em nota que instaurou uma sindicância para poder apurar o fato.

“Todos os familiares foram contactados pelo hospital, que ofereceu total auxílio as famílias de imediato. Lamentamos profundamente a dor dos familiares pela perda de seus entes queridos e apura o equívoco feito pela funerária. Tão logo sejam apuradas mais informações, poderemos seguir com uma nova nota de esclarecimento”, diz parte da nota.

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