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Medicina e Saúde

Vacina da Itália pode ser testada em 30 mil pessoas no Espírito Santo

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Governo do Estado está negociando com laboratório italiano para que a última fase dos testes seja realizada com capixabas

Uma vacina em produção na Itália pode ter terceira fase de testes realizada no Espírito Santo. A informação foi confirmada pelo secretário de Saúde do Estado, Nésio Fernandes, durante coletiva realizada na manhã desta sexta-feira (19). Uma reunião com as definições deve ocorrer na próxima semana.

De acordo com o secretário, o governo do Estado está negociando com o laboratório italiano para que a última fase dos testes seja realizada no Espírito Santo. Se a parceria for firmada, a previsão é de que 30 mil capixabas participem da testagem. No entanto, segundo Fernandes, há pendências de medidas administrativas.

Além da vacina em fase de testes, Nésio Fernandes afirmou que há negociações para compras de doses diretamente com laboratórios. “Seguem com negociações. Alguns descartados, pois eram golpistas. Outros não podem nos atender porque o laboratório só pode atender ao governo federal. Outras negociações estão aguardando pacificação política com o governo federal. Temos algumas negociações que permanecem, uma delas com a vacina Reintegra, da Itália, para desenvolver a fase 3 aqui no Espírito Santo. Temos negociação aberta com a Cinofarma, que avançou, feito via embaixada da China. Temos negociação da Sputnik e algumas possíveis atualizações serão feitas ao longo da semana”.

De acordo com o gerente de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso, que também estava na coletiva, há a expectativa da chegada de novas doses da vacina neste final de semana, que serão usadas para finalizar o público de 75 a 79 anos e começar a vacinação para quem tem 70 a 74 anos. “O mês de abril é um mês importante, estamos na expectativa de receber um numero maior de vacinas”, disse.

Em meio ao período do fechamento total, decretado pelo governo do Espírito Santo, o secretário de Saúde fez um apelo para que a população compreenda a gravidade do momento da pandemia no estado. Ele ressaltou que a doença está crescendo de maneira muito rápida e que o sistema de saúde pode entrar em colapso por falta de leitos.

Nésio Fernandes reforçou que a população precisa ter a a consciência de manter o isolamento domiciliar durante estes 14 dias do decreto, quando o estado inteiro foi considerado como risco extremo. “Nossa luta é para preservar vidas. Peço a população que respeite o decreto. A ampla maioria do povo está consciente do que ocorre no Brasil e no Espírito Santo, mas precisamos tentar convencer a parcela da população que nega o risco real da doença”, disse.

Sobre o primeiro dia do fechamento total decretado pelo governo, o secretário avaliou que muitos ainda não obedeceram o que foi recomendado. “Aqueles que se expõem ao risco, quero deixar claro que seu comportamento coloca em risco a sua vida. Proteja-se. Tenha amor próprio. O seu comportamento coloca em risco pessoas próprias a você e até quem você não conhece. Tenha empatia. Muitos que negaram a doença já morreram. Não queremos que seja pelo luto ou pela dor. Não importa ideologia, partido político ou divergências eleitorais. Temos que ter consciência que é o momento de ficar em casa, de isolar-se”.

A partir da próxima semana, a Sesa vai atualizar, diariamente as informações em todos os hospitais, públicos e privados do Espírito Santo, segundo o secretário. “Queremos deixar claro o que está acontecendo. A partir da próxima semana a população vai ficar sabendo da realidade dos hospitais privados. Eles possuem mais dificuldade na compra de insumos do que a rede pública. Existe, sim, um risco real de diversos medicamentos faltarem na rede privada, filantrópica e pública no Espírito Santo, caso as decisões federais corretas não sejam tomadas. Temos estabilidade robusta para 30 dias, mas estamos diante da necessidade de expansão de leitos”, disse.

Veja alguns pontos abordados na coletiva

Expectativa de resultado 

Nésio Fernandes: “A expectativa é que os 14 dias permitam redução imediata da pressão assistencial por outras condições de saúde, de maneia que a preeão sobre o sistema privado e público permita a ocupação por pacientes graves atingidos pela pandemia. É o efeito imediato de redução de ocupação por outras doenças”.

“Ainda que tenhamos uma fase de transição estabelecidas após os 14 dias, não podemos retornar as mesmas práticas que tínhamos antes da mesma. Elas nos levaram a ter que decretar a quarentena. As festas, verão, bailes, desrespeito de estabelecimentos comerciais. Precisamos que sirvam de aprendizado de novas práticas. Não temos dúvida do êxito e do resultado caso seja respeitada e aderida pela ampla maioria durante esses 14 dias”.

Novas cepas

O Secretário informou, ainda, que haverá uma coletiva específica para falar sobre as novas cepas da doença que circulam pelo Espírito Santo. Ele disse que análises estarão sendo feitas durante o final de semana para apresentar os resultados na segunda-feira (22). “Reafirmo que estamos diante da mesma doença. Diante de qualquer sintoma leve, procure a atenção básica e os serviços de saúde. Os hospitais estão pressionados pelos pacientes graves e pela procura de pacientes com quadro leve”.

Fernandes ainda alertou que a população evite procurar diretamente a farmácia nos casos de sintomas leves. Ele pediu para que não seja praticada a automedicação, pois isso pode agravar a situação.

Aumento de internados em enfermarias

“Aumentou a quantidade de pacientes internados nas enfermarias covid no Espírito Santo em proporções ainda não vividas durante a pandemia. Uma parcela importante dos que hoje estão em enfermaria, ao longo dos próximos dias, representarão uma demanda por leitos de UTI, pois uma parcela evolui”

Fila única

“Está sendo construída a proposta de fila única do sistema público e privado de saúde do Espírito Santo. As conclusões serão apresentadas na semana que vem para a sociedade. Existem questões legais na proposta, no entanto entendemos que é importante que o Estado consiga garantir que o paciente que tenha cobertura de plano de saúde, uma cobertuta ambulatorial ou que esteja em uma carência, não precise ser removido para um hospital público. O Estado pagará o valor de hoje das diárias para que o hospital atenda o paciente. Precisamos fazer com que pessoas que têm plano de saúde ou robustez financeira saibam que elas não terão leitos se a gente não consolidar o isolamento proposto”.

Hospitais de campanha

“Todo o investimento que tem sido realizado será um legado para a saúde pública do Espírito Santo. Tinhamos 660 leitos antes da pandemia e chegaremos a 1500 leitos disponíveis na rede pública, numa aposta de saúde que é de todos. Por isso não apostamos em hospitais de campanha, que são estruturas caras e temporárias, que não evitaram o colapso dos estados que optaram por estes hospitais. São frágeis, temporais e caros, com estruturas de leitos de enfermaria. Mas o gargalo é de leitos de UTI”.

Hospital Materno da Serra

“Anunciamos que a unidade seria aberta no mês de abril. Estamos tratando de iniciar a abertura, inicialmente com leitos de enfermaria e, posteriormente, com os leitos de UTI, ainda na quarentena (mês de março). É preciso deixar claro que abrir um hospital desse porte exige a contratação de mais de 500 funcionários, exige tecnologia, processos de compra de materiais”

Equipamentos para expansão de leitos

“Solicitamos ao Ministério da Saúde 100 monitores e 100 ventiladores para a expansão de leitos. Aguardamos que, nas próximas horas, possam chegar. No máximo, até segunda-feira. Também estamos em contato com as empresas que alugam equipamentos”.

Pacientes de outros estados

Segundo o secretário, o Espírito Santo ainda tem cinco pacientes muito graves de outros estados internados nos hospitais capixabas. “Isso não impede o atendimento de pacientes de nosso estado. Estamos lutando pela vida deles”, disse.

Oxímetros

“A compra de oxímetros, a empresa que ganhou o pregão solicitou a entrega para 11 de abril, mas a entrega foi frustada ao longo da semana e estamos em busca de uma empresa que entregue de forma imediata”.

Casos

Em 24 horas, o Espírito Santo registrou mais 30 mortes e 2.261 mil casos de covid-19. As informações são do Painel Covid-19, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), atualizadas na tarde desta quinta-feira (18). Com isso, o total de óbitos causados pela doença no Estado chegou a 6.849 mil. Já os registros de infectados chegam a 353.377 mil.

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Medicina e Saúde

Morte de idosos acima de 80 anos cai 33%, diz secretário de Saúde sobre efeitos do fechamento do ES

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Nésio Fernandes pontuou sobre a tendência observada de queda no número de casos, internações e mortes por covid-19

A vacinação contra a covid-19 foi responsável por uma queda de 33% no número de mortes de pacientes com mais de 80 anos que estão internados em hospitais públicos no Espírito Santo. A afirmação foi divulgada pelo secretário estadual de Saúde, Nésio Fernandes, durante uma coletiva de imprensa na tarde desta sexta-feira (16). Ele estava acompanhado do subsecretário de Saúde, Luiz Carlos Reblin.

Ainda segundo Nésio Fernandes, o fechamento e interrupção das atividades sociais estabelecidos pelo Governo do Estado, no mês passado, tem começado a provocar efeito na pressão hospitalar do Estado. De acordo com o secretário, a tendência é de que haja uma redução na procura por novos leitos para covid-19 nas próximas duas a três semanas. Mais adiantes, isso repercutirá em uma redução do número de mortes pela doença. “Dado a amplitude da quarentena, podemos viver uma queda de número de casos mais rápida e consolidada que anteriormente. Por isso é importante que a população compreenda as restrições impostas a mais de 3/4 da população capixaba”, reforçou.

O subsecretário Reblin apontou que o período de interrupção tem sido de amplos estudos de estratégias a serem utilizadas mais à frente. “Neste momento de quarentena, quando as pessoas ficaram mais reclusas, estamos aprendendo sobre quais os principais aspectos da vida cotidiana que mais transmitem a doença. Aprendemos a como agir no futuro”, anunciou.

De acordo com as observações da Secretaria de Estado da Saúde, nas próximas semanas haverá queda na aceleração do número de óbitos. Porém, o patamar ainda estará elevado. “Estaremos com um número de óbitos acima de 400 por semana o que é um grande luto para a família capixaba”, lamentou o secretário.

Estratégias

A expansão do número de leitos de enfermaria e de UTI para tratamento da covid-19 continuará ao longo de abril e de maio. O que foi feito em São Mateus, no Hospital Roberto Silvares, será levado para outros pontos do Estado. Por lá, a ampliação foi feita por uma instalação de uma unidade acoplada para acolher os novos 60 leitos. 

A vacinação foi reforçada como única forma de proteção ao coronavírus. A tese de imunidade de rebanho, em que parte da população estaria exposta ao vírus e desenvolveria anticorpos naturalmente, não será adotada pela Sesa. “Tampouco existe uma imunidade pela exposição pela doença. Os pacientes infectados no ano passado, segundo estudos recentes apontam que infecções leves e moderadas podem favorecer algum tipo de proteção no período de 5 a 6 meses. Chegaremos no meio do ano quase sem nenhum efeito dessa reinfecção. As reinfecções vem apresentando comportamento mais frequentes do que em 2020. Isso é um alerta: sem as vacinas, teremos que conviver com novo estilo de vida com período de abertura e interrupção das atividades”, alertou Fernandes.

As negociações com os fabricantes de vacinas prosseguem e o Estado irá informar somente quando o processo de aquisição for realmente concluído. Enquanto isso, o Espírito Santo continua a receber as doses enviadas pelo Ministério da Saúde. O subsecretário Reblin pediu que as pessoas não deixem de se vacinar. “Cerca de 20% da população não voltou para tomar a segunda dose. O fato de ter adoecido não é passaporte de que não vai mais adoecer. Se a pessoa adoeceu com uma variante, haverá uma nova variante circulante. A única proteção é a vacina. Quem não tomou a segunda dose, procure a sua unidade de saúde para se vacinar”, frisou. 

O Espírito Santo, segundo análise do secretário Nésio Fernandes, tem feito uma boa performance com a vacinação. “Estamos ocupando o quarto lugar do país em quem recebeu a primeira dose. Estamos também entre os três e quatro Estados do país como os mais velozes em vacinar. E podemos vacinar um milhão de pessoas por mês, temos essa capacidade. Acreditamos que a estratégia montada com os municípios é eficaz”, aponta. 

Essa velocidade e a logística foram responsáveis para o Estado antecipar a imunização de alguns grupos como os profissionais da Segurança e os trabalhadores da Educação. Reblin explicou que imunizando, em primeiro lugar, os professores da educação infantil, haverá um retorno mais rápido das aulas presenciais. “Há uma necessidade em todo o Brasil de que a criança precisa estar na escola. Não há dúvida da importância dessa ação. Para isso, o Espírito Santo irá vacinar inicialmente os professores da educação infantil e depois os demais”, justificou. 

Kit intubação e oxigênio hospitalar

Nésio Fernandes garantiu que o contexto dos hospitais públicos no que se refere a kit intubação e fornecimento de oxigênio não apresenta problemas. A Sesa fez o dever de casa e se preparou para tempos de provável escassez. “A situação nos hospitais estaduais está em relativa estabilidade. As medidas adotadas pelo Estado têm garantido que os hospitais não sofram crise grave de abastecimento desses medicamentos”, observou. Ele disse que a instabilidade da quantidade dessa medicação para tratamento intensivo é sentida mais entre os hospitais filantrópicos e os da rede privada mas que o Estado está dando todo apoio necessário. 

Quanto ao oxigênio hospitalar, segundo Fernandes, não há crise ou colapso gerido pela Sesa. “No mês de março, alertamos os municípios para adotarem medidas para garantir oxigênio nas unidades municipais”, informou. Ele ainda lembrou que pediu que municípios menores instalassem usinas de gases medicinais para que eles tenham autonomia no fornecimento. 

Testagem deve ser regra

Os secretários recomendam que as pessoas se submetam a testes em caso de sintomas, ainda que leves. “Pusemos mais de 210 mil testes à disposição dos municípios. Esses testes são semelhantes ao RT-PCR. O resultado sai em 15 minutos após a coleta de material feita na narina”, explicou Reblin. Os testes estão disponíveis nas unidades de saúde dos bairros. Para o subsecretário, as testagens serão fundamentais a fim de proporcionar uma maior identificação e isolamento de pessoas infectadas, contribuindo para diminuir a transmissão do coronavírus.

Cirurgias eletivas voltam em maio

As cirurgias eletivas irão retornar em maio. “Em torno de 4 mil cirurgias eletivas são realizadas por mês no Estado. Tivemos que suspender para priorizar os atendimentos aos pacientes de covid. Assim que retornarmos com elas, os pacientes serão comunicados”, anunciou Nésio. 

Reuniões familiares

Evitar aglomerações não significa que está liberado reuniões com poucas pessoas como acontece nos encontros em família. “Eventos familiares não obrigatórios, não essenciais, nesse momento, não são recomendados. Todas as semanas temos relato de infecção entre familiares. Uma única indisciplina de um único membro da família é suficiente para infectar a família inteira. Não podemos delegar a responsabilidade só porque o comércio ou outra atividade está em funcionamento. Podemos contrair a doença em atividades domésticas. Até o final do mês de maio não faça aniversários e nem encontros com seus familiares. Eles podem levar você a um luto pela perda de um ente querido”, pediu o secretário.

Jovens internados: número dobrou

O secretário alertou que já é observado um aumento no número de infecções e internações em jovens. “A participação dos jovens aumentou e está em cerca de 15% ou 16% das internações com pessoas de 18 a 44 anos. Em outros momentos, esse número chegou a 8% ou 9%”, detalhou. Fernandes atribui essa dobra na proporção à circulação da variante inglesa no Estado. 

Pessoas com comorbidades: vacinação em maio 

Para as pessoas com comorbidades, Luiz Carlos Reblin anunciou que a vacinação poderá ser iniciada no final de abril e princípio de maio. “Nossa estimativa é que possamos começar entre o final de abril e o princípio de maio a vacinação de pessoas com comorbidades como hipertensão, diabetes, obesidade, doenças pulmonares. Mas há regras estabelecidas em relação à gravidade dessas doenças. O profissional que atesta que tal pessoa está indicada para tomar a vacina em função da doença tem fé pública e a partir desse instrumento é que será feita a vacinação. Havendo indícios de desvios de laudos, haverá investigação”, explicou o subsecretário. 

Aulas presenciais

O subsecretário explicou que o retorno de aulas presenciais não está vinculado à vacinação de professores. Ele reforçou que continua valendo, para as atividades escolares, a classificação do município no mapa de risco. “Dependendo dor risco de cada cidade, as aulas são presenciais ou remotas. Não é a vacina que vai definir o retorno às aulas”, destacou.

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Medicina e Saúde

Dobra o número de jovens internados por covid-19 no ES

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O alerta foi feito pelo secretário estadual de Saúde, Nésio Fernandes. Apesar do aumento, o secretário disse que maioria dos leitos ainda é ocupado por idosos

O perfil de pessoas internadas nas UTIs e enfermarias do Espírito Santo vem sofrendo modificações. O secretário estadual de Saúde, Nésio Fernandes, disse durante uma coletiva de imprensa na tarde desta sexta-feira (16), que a proporção de jovens internados dobrou no Estado. Além disso, a carga de infectados atingiu marcas nunca vividas desde o início da pandemia. 

“Temos um aumento de infecção em jovens e de internações de jovens, no entanto não são em proporções equivalentes a Estados com a variante P1 como predominante”, afirmou o secretário. 

Ainda segundo Nésio, os jovens representam, em média, 15% ou 16% das internações. Nesse número são incluídas pessoas de 18 a 44 anos. “Em outros momentos, esse número chegou a 8% ou 9%”, detalhou o secretário.

Apesar do aumento expressivo, a maioria dos internados ainda é formada por pacientes idosos. “Temos ainda uma proporção maior de pacientes longevos e com comorbidades, com um comportamento de aumento no tempo médio nas UTIs”, concluiu. 

Procura por leitos deve ser menor nas próximas semanas

Na avaliação do secretário, o fechamento e interrupção das atividades sociais estabelecidos pelo Governo do Estado, no mês passado, também tem começado a provocar efeito na pressão hospitalar do Estado.

A tendência é de que haja uma redução na procura por novos leitos para covid-19 nas próximas duas a três semanas. O que repercutirá em uma redução do número de mortes pela doença.

“Dado a amplitude da quarentena, podemos viver uma queda de número de casos mais rápida e consolidada que anteriormente. Por isso é importante que a população compreenda as restrições impostas a mais de três quartos da população capixaba”, reforçou.

Com vacinação, número de mortes começa a cair

Nésio explicou também que a vacinação contra a covid-19 foi responsável por uma queda de 33% no número de mortes de pacientes com mais de 80 anos que estão internados em hospitais públicos no Espírito Santo. 

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