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Medicina e Saúde

Veja como ter uma alimentação segura e adequada na quarentena

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Segundo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), os cuidados com a alimentação precisam ser redobrados nesta fase

Os cuidados com a alimentação precisam ser redobrados durante a quarentena. Para a médica nutróloga Dra. Ana Luisa Vilela, de São Paulo, além da higienização correta dos alimentos, algumas a escolha do que comer ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

“Cuidar da alimentação nesse momento é essencial para garantir a saúde, em especial dos idosos, que já possuem o sistema imunológico mais debilitado pela idade e precisam reforçar as barreiras de proteção do organismo”, explica a médica. Veja o que fazer.

 Higienização: “É preciso ter cautela com o que levamos para casa, por isso desinfetar as embalagens quando chegar do mercado com álcool 70% ou água e sabão ou descarta-las em lixos lacrados”.

• Descontaminação de vegetais: “Lave os vegetais com uma escovinha em água morna para retirar a sujeira visível a olho nu. Deixe com a casca de molho em uma bacia com 1 litro de água e 1 colher de bicarbonato de sódio ou de água sanitária, durante 15 minutos e lavar abundante”.

• Reduzir o consumo de bebida alcoólica que pode debilitar o organismo e atrapalhar a imunidade;

• Controlar o sal e o açúcar de adição;

• Não estocar alimentos. “Além de não ter necessidade, quando há muita comida estocada é sinal de não ter comida fresca”.

• Aproveitar mais de todos os alimentos para não ter desperdício. “Cascas de legumes como beterraba, mandioquinha, batata podem ser assadas no forno e virarem saborosos chips”.

• Aproveite os chás. “O consumo de bebidas quentes ajuda na expectoração dos fluídos, diminuindo assim a contaminação das vias aéreas além de ajudar no combate a gripes e resfriados em geral”.

• Reforçar a vitamina C, em frutas como acerola, laranja, goiaba, caju, acerola, limão. “Esses alimentos são capazes de turbinar o sistema imunológico”.

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Medicina e Saúde

Veja 8 vitaminas fundamentais para a saúde dos idosos

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A ingestão de vitaminas traz inúmeros benefícios para o corpo humano, garantindo o seu equilíbrio

Na terceira idade, a reposição de vitaminas é fundamental para evitar problemas como queda da imunidade e desgaste ósseo, por exemplo. A alimentação balanceada ainda é o fator mais importante, mas a suplementação atua em conjunto, repondo as vitaminas e sais minerais.

“É importante essa reposição para tratar as deficiências nutricionais, garantindo uma melhor qualidade de vida a este público”, explica a farmacêutica Tatiana Martim Rocha. 

A especialista destacou quais são as vitaminas essenciais para o perfeito funcionamento do organismo dos idosos. Confira:

Cálcio: importante para manter os ossos resistentes, além de auxiliar na saúde do cérebro e do coração

É encontrado em alimentos como quinoa, feijão branco e brócolis.

Potássio: responsável por diminuir os níveis de sódio no organismo, também regula a pressão sanguínea e combate a prisão de ventre

Encontrados em alimentos como abacate, banana e peixes.

Vitamina C: além de fortalecer o sistema imunológico, é um ótimo antioxidante.

É encontrada em alimentos como kiwi, laranja e couve.

Vitaminas do complexo B: composto por 8 tipos de vitaminas, são importantes para a saúde do cérebro, além de fortalecerem o sistema imunológico e combaterem problemas como anemia, demência, cansaço e irritabilidade.

Encontradas em alimentos como carne vermelha, ovos e oleaginosas.

Vitamina D: auxilia no funcionamento dos sistemas imunológico e muscular e também na formação de ossos e dentes. Sua deficiência causa problemas como osteoporose e fadiga

A maior parte desta vitamina é produzida pelo corpo através da exposição ao sol.

Ômega 3: melhora a memória e a disposição, além de controlar os níveis de colesterol e prevenir doenças cardiovasculares e cerebrais e até Alzheimer

Está presente em alimentos como peixes de água do mar, nozes e azeite de oliva.

Coenzima Q10: também conhecida como ubiquinona, possui propriedades antioxidantes. E ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, envelhecimento precoce, reduz a fadiga, entre outros benefícios. 

Está presente em alimentos como frutas secas, carnes e legumes verdes.

Colágeno tipo II: seu uso melhora a saúde das articulações. Entre seus inúmeros benefícios, estão a melhora das dores articulares e aumento na flexibilidade das cartilagens nas articulações, melhorando os movimentos.

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Medicina e Saúde

Covid-19: Este sintoma diminui a libido e vontade de ter relações

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Um dos três principais sintomas novo coronavirus SARS-CoV-2, causador da Covid-19, pode reduzir a libido e a vontade ter relações sexuais, alerta um novo estudo.

Em maio do ano passado a anosmia– também conhecida como perda do paladar e do olfato – foi listada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um dos principais sinais de infecção pelo novo coronavírus.

Tal ocorreu, após as autoridades de saúde terem detectado inúmeros casos de doentes com Covid-19 que relataram o sintoma e agora os pesquisadores já associaram o sinal à diminuição do apetite sexual, reporta um artigo publicado no jornal britânico The Sun.

OMS identifica entre os três principais sintomas da Covid-19: uma nova tosse persistente, temperatura elevada e perda de paladar e de olfato ou anosmia.

Se tiver algum desses sintomas, então deve se isolar e contactar o médico. Mas é provável que se você e o seu parceiro estejam em isolamento e a experienciar a falta de olfato, que ocorra uma diminuição da libido.

Investigadores norte-americanos afirmam que o olfato pode desempenhar um papel importante na motivação sexual e ambos estão “intimamente ligados”.

Num artigo publicado no The Journal of Sexual Medicine, os especialistas disseram que a satisfação emocional diminuiu em adultos mais velhos que apresentaram o sintoma.

Para efeitos daquela pesquisa, foram analisados 2.084 adultos com 65 anos ou mais e foi observado como a perda do olfato impactava nos desejos sexuais dos idosos.

De modo a medirem o seu olfato, os investigadores usaram varas de cheiro e associaram esse elemento à frequência de pensamentos sexuais dos indivíduos através de um questionário.

Os cientistas questionaram os voluntários sobre o quão satisfeitos estes haviam ficado com a sua experiência sexual mais recente.

Jesse K. Siegel, líder do estudo e professor na Universidade de Chicago, disse: “a diminuição da função olfativa em idosos nos EUA foi associada à diminuição da motivação sexual e da satisfação emocional com o sexo, mas não à diminuição da frequência de atividade sexual ou prazer físico”.

“A nossa pesquisa revela que um declínio na função olfativa pode afetar o prazer sexual nos adultos mais velhos”, acrescentou.

“Portanto, causas tratáveis de perda sensorial devem ser abordadas por clínicos de forma a melhorar a saúde sexual”.

olfato é a forma como o corpo processa o cheiro. Podendo ajudar a detectar feromônios um tipo de químicos que atuam como hormônios fora do corpo humano.

Segundo os investigadores: “o olfato tem uma forte conexão evolutiva com o sistema límbico, que desempenha um papel crítico no processamento de emoções e motivação sexual”.

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