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Política e Governo

Veja os perfis dos deputados que retornam à Ales em 2021

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Freitas, Durão e Madureira devem assumir cargo após posse, em 1° de janeiro, de Euclério, Enivaldo e Pazolini, eleitos para assumir prefeituras 

A Assembleia Legislativa (Ales) receberá três suplentes no próximo ano, a partir da saída de parlamentares que venceram eleições municipais.  Madureira (Patri) é suplente do deputado Delegado Lorenzo Pazolini (Republicanos), que venceu as eleições para a Prefeitura da capital. Freitas (PSB) deve assumir a vaga deixada por Euclério Sampaio (DEM) com a posse na Prefeitura de Cariacica. Já Luiz Durão (PDT) é suplente do deputado Enivaldo dos Anjos (PSD), prefeito eleito de Barra de São Francisco. O Legislativo não será novidade para os suplentes, visto que os três já foram deputados estaduais em mandatos anteriores. 

O retorno oficial dos deputados suplentes não tem uma data definida. A convocação do suplente está prevista no artigo 308 da norma interna. O texto determina que a Mesa Diretora da Casa convoque suplente de deputado no prazo de 48 horas após a ocorrência da vaga. A posse dos eleitos para assumir os Executivos municipais deve ocorrer em 1° de janeiro de 2021.

Confira, abaixo, o perfil dos suplentes que devem assumir as cadeiras na Ales:

Freitas (PSB)

José Eustáquio de Freitas, mais conhecido apenas pelo sobrenome Freitas, tem 53 anos e é natural de Conselheiro Pena, Minas Gerais. É técnico em Contabilidade, Processamento de Dados e Farmácia. Trabalhou como representante comercial e como empresário no ramo farmacêutico. Atualmente é produtor rural. Freitas foi deputado estadual em outros três mandatos (2006, 2010 e 2014) e chegou a assumir vaga na Ales durante a atual legislatura, com a saída temporária do deputado Bruno Lamas (PSB) para assumir a Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades), período em que exerceu também a liderança do governo. No último pleito, em 2018, recebeu 15.320 votos, sendo, então, o primeiro suplente da coligação PSB-DC. Atuante principalmente na região norte do estado, onde concentra o seu eleitorado.

Luiz Durão (PDT)

Natural de Linhares, Luiz Durão tem 73 anos e é advogado, empresário e pecuarista. Durão tem uma longa caminhada na política, que começou em 1976 como vice-prefeito do município de Linhares. Foi prefeito da cidade (1973 e 1989) e deputado federal (1995 e 2001). Ele já foi eleito para o Parlamento estadual (2010) e já assumiu vaga por duas vezes na condição de suplente (2016 e 2018). Filiado ao PDT desde 2005, o empresário já foi vice-presidente da Assembleia Legislativa (2013-2014) em um de seus mandatos no Legislativo. Ele é o primeiro suplente da coligação PSD-DEM-PDT-PPL das eleições de 2018, pleito em que recebeu 17.820 votos.

Madureira (Patri)

Marcos Miranda Madureira nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, tem 77 anos, é formado em Engenharia Civil e Engenharia de Operação Civil. Assumiu diretorias do então Departamento de Estradas de Rodagem do Espírito Santo (DER-ES) de 1983 a 1989. Foi eleito deputado estadual em três mandatos (1990, 1994 e 1998 – até 2000), assumindo, inclusive, a presidência da Casa no biênio 1993-1995. Em 2000, tornou-se conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES), assumindo a presidência do órgão no biênio 2008-2009. Atualmente, está aposentado do cargo. Madureira é suplente pela coligação PRP-PCdoB e recebeu 13.222 votos em 2018. Vale registrar que, na eleição de 2018, o atual deputado Delegado Lorenzo Pazolini (Republicanos) estava em outro partido, o PRP, sigla que foi incorporada ao Patriota. 

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Política e Governo

Casagrande tenta agendar vacina em Vitória contra covid-19, mas não consegue vaga

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Nesta sexta-feira, a prefeitura da Capital abriu 5.100 vagas para agendamento de idosos de 60 a 64 anos, mas as vagas foram preenchidas em três minutos

O governador Renato Casagrande tentou, mas não conseguiu fazer o agendamento no site da Prefeitura de Vitória para tomar a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. 

Nesta sexta-feira, a prefeitura da Capital abriu agendamento para idosos entre 60 a 64 anos, mas as vagas foram preenchidas rapidamente. Casagrande tem 60 anos e é morador de Vitória.

A assessoria de imprensa do governador confirmou que ele tentou fazer a marcação nesta sexta-feira, sem sucesso, e que Casagrande vai se vacinar seguindo o agendamento no site da Prefeitura de Vitória.

“O Governador irá vacinar seguindo o agendamento no site da Prefeitura de Vitória. Tentou agendar hoje (nesta sexta), porém não conseguiu”, informou por nota. 

Vagas esgotadas em minutos

O agendamento para a faixa etária de 60 a 64 anos, na Capital, começou às 15 horas desta sexta, mas acabou rapidamente. Ao todo, foram disponibilizadas 5.100 vagas. As marcações puderam ser feitas por meio do link agendamento.vitoria.es.gov.br ou pelo aplicativo Vitória On-line.

A Prefeitura de Vitória informou que foram contabilizados 17 mil acessos simultâneos ao sistema. Todas as vagas foram esgotadas em três minutos.

“A plataforma não apresentou instabilidade em momento algum. Isto porque a Sub-TI tem realizado alterações no sistema a fim de proporcionar aos usuários melhor navegabilidade, mesmo diante de um volume maior de acessos”, informou a prefeitura.

A aplicação das doses da vacina contra o novo coronavírus na Capital começam neste sábado (10). A vacinação acontecerá em oito unidades de saúde e em três postos volantes.

Neste momento estão sendo imunizados em Vitória, com a primeira dose, idosos com 65 anos ou mais. Também está sendo aplicada a segunda dose em idosos com 75 anos ou mais e trabalhadores da saúde que receberam a primeira dose da vacina Coronavac entre os dias 19 de janeiro e 16 de março.

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Política e Governo

Governador Casagrande se reúne com Lula. ‘Aceno para 2022 está claro’, diz presidente do PT

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Segundo a assessoria do governador, a reunião, realizada na última terça-feira (06) foi da executiva do PSB e Casagrande participou apenas do início

Há pouco mais de um mês, o governador Renato Casagrande (PSB) foi anunciado como pré-candidato à Presidência da República para 2022. Especialistas entenderam o movimento como uma estratégia do PSB para ganhar musculatura nas discussões do cenário nacional. 

Afinal, é praticamente unânime a percepção de que o governador está muito mais inclinado à reeleição do que a uma aventura – difícil e arriscada – rumo ao Palácio do Planalto.

A candidatura à presidência é pouco provável. Entretanto, Casagrande não deve ficar de fora das discussões. Ele ocupa o cargo de secretário-geral do PSB Nacional e é uma voz importante dentro do partido. Além disso, ganhou projeção durante o combate à pandemia sendo, por diversas vezes, crítico à condução da crise sanitária pelo governo federal.

Lula e Casagrande

Ao que parece, a jogada do PSB já está surtindo efeito. No início desta semana, PT e PSB abriram caminho para o diálogo, com Lula e Casagrande conversando em reunião virtual organizada pelos dirigentes da executiva nacional das siglas.

Com Lula elegível, o PT ganhou fôlego nas últimas semanas e tem se movimentado no tabuleiro eleitoral sob a direção de seu maior líder. O principal objetivo, segundo integrantes da legenda, é dialogar com os partidos de esquerda e centro-esquerda em busca de apoio, principalmente, para um eventual segundo turno nas eleições.

“Temos que ter posições contrárias ao governo Bolsonaro e, neste sentido, PT e PSB têm muita convergência e, com isso, conseguem apresentar uma agenda comum. Então, o tom da conversa é um pouco isso. Se a gente tem convergência no agora, tudo sinaliza que a gente possa ter uma convergência para 2022. O diálogo foi de extrema importância, e pode render frutos para o futuro e começar a trazer um pouco mais de luz diante do cenário que a gente tem. O aceno para 2022 está claro”, disse a presidente do partido no Estado, Jackeline Rocha.

O governador evitou dar detalhes sobre o assunto. Segundo a sua assessoria, a reunião, realizada na última terça-feira (06), foi da executiva do PSB e Casagrande participou apenas do início do encontro. 

Já o PSB do Estado, informou que “a cúpula do PSB nacional, PT, PDT e outros partidos de esquerda, centro e centro-direita têm estabelecido diálogos no sentido de preparar ações para impedir o projeto de ultradireita de Bolsonaro à reeleição em 2022”.

Para o cientista político Aloísio Krohling, a aliança entre os partidos para as próximas eleições é uma possiblidade clara. Entretanto, apesar de o governador participar das discussões, não deve se colocar como protagonista no cenário nacional. 

“Existe um início de conversa, um movimento de aproximação. Casagrande deve tentar a reeleição, ainda mais que perdeu para Hartung da última vez. Apesar das críticas que se faz a ele na condução da pandemia, tem grande apoio aqui no Estado”, opina.

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