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Brasil

Verão: Altas temperaturas elevam o consumo de energia elétrica

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Uso de equipamentos como ventiladores e ar-condicionado se torna mais intenso, refletindo no aumento do consumo de energia elétrica

As altas temperaturas do verão, estação que inicia na próxima segunda-feira, dia 21, elevam o consumo de energia elétrica. A EDP, distribuidora de energia elétrica do Espírito Santo, alerta que o hábito de consumo de energia deve ser melhor observado pelos consumidores, adotando medidas racionais para o uso dos equipamentos elétricos. 

Com o calor, aparelhos de ar-condicionado e ventiladores começam a ser mais utilizados. Geladeiras e freezers também são mais exigidos. E, com as crianças de férias, pode aumentar ainda o consumo de energia com televisão e jogos eletrônicos. 

O aumento no consumo de energia é, consequentemente, elevação no valor da fatura. Isso porque mesmo sem mudanças na rotina de uso, os equipamentos elétricos consomem mais energia para funcionar com a mesma qualidade, somente com a temperatura ambiente elevada.

“No calor, geladeira, freezer e ar-condicionado, por exemplo, são aparelhos mais exigidos para conseguirem rejeitar o calor e atingir a temperatura interna programada. Além disso, as altas temperaturas provocam hábitos diferentes, já que para escapar do desconforto térmico as pessoas ligam por mais tempo ventiladores, bebem mais água gelada e lavam mais roupas, comportamentos que refletem diretamente no aumento do consumo de energia elétrica”, explica o gestor de Excelência ao Cliente da EDP, Vilmar Teixeira de Abreu.

E em 2020, mais um fator tem influenciado no aumento da conta: a pandemia.  A crise do Coronavírus levou as famílias a passarem mais tempo em casa e o uso de aparelhos eletrodomésticos tende a ser maior, uma vez que as crianças estão assistindo mais televisão, usando videogames e computadores, além de muitas pessoas estarem trabalhando de forma remota. Logo, altera-se toda a logística de uso dos equipamentos e o consumo de energia aumenta.

“Orientamos o cliente sobre a importância de sempre avaliar e entender sua conta de luz. Na fatura, no campo de “Histórico de Faturamento”, é possível comparar o consumo mensal e o valor dos últimos 12 meses, e refletir sobre o seu comportamento e da sua família naquele período”, destaca o gestor da EDP.

 

Confira dicas para o uso eficiente da energia

– O uso diário de ventiladores e aparelhos de ar-condicionado é necessário, mas em dias com temperaturas amenas prefira ligar o ventilador. O aparelho de ar condicionado consome mais energia. Se for usá-lo, coloque-o na temperatura 23 graus ou maior e programe para que ele desligue logo antes da hora de acordar;

– Ventiladores e janelas abertas são a forma mais em conta para arejar um ambiente. Quando utilizados na velocidade média consomem menos que um ar-condicionado. Mas cuidado, um número excessivo de aparelhos ligados pode elevar consideravelmente sua conta;

– Com o calor, hábitos do inverno devem ser deixados de lado. O chuveiro deve estar na posição “verão” ou, preferencialmente, desligado.

– Desligue da tomada os equipamentos que usa esporadicamente. Sempre que deixar um ambiente, desligue a luz e faça uso da luz natural, abrindo bem janelas e cortinas;

– A geladeira corresponde em média a 30% do consumo total de uma casa. Antes de abrir a geladeira pense no que precisa, ou seja, diminua o tempo que a porta ficará aberta.

– A geladeira deve ficar longe de locais quentes, como próximo de locais que pegam sol ou do fogão. Não seque roupas atrás da geladeira e não guarde alimentos muito quentes. Faça sempre o degelo;

– Com relação ao televisor é importante não deixar o aparelho ligado sem ninguém assistindo, assim como outros eletroeletrônicos que devem ser retirados da tomada; Outras dicas que evitam o desperdício são:

-Desligar o monitor do computador e programar a proteção de tela quando o equipamento não estiver sendo usado;

– Substituir lâmpadas fluorescentes compactas por lâmpadas de LED, que são muito mais eficientes, ou seja, são econômicas e duram mais;

– Juntar  o máximo de roupas e lavar de uma única vez, otimizando o uso da máquina de lavar; o mesmo vale para passar roupas. Quanto menos aparelhos ligados à tomada menos consumo de energia.

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Brasil

Greve de caminhoneiros ganha apoio de confederação

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A CNTTL afirma que tem 800 mil motoristas em sua base e que orienta todos aderirem à paralisação em 1º de fevereiro

movimento de greve dos caminhoneiros ganhou adesão da CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística), uma das principais entidades da categoria no país e que vinha até mais recentemente mantendo diálogo com o governo federal.

A entidade informou nesta terça-feira (26) que apoia a greve nacional de caminhoneiros que vem sendo convocada por organizações menores há algumas semanas para 1º de fevereiro por tempo indeterminado. A CNTTL afirma que tem 800 mil motoristas em sua base e que orienta todos aderirem à paralisação.

O porta-voz da CNTTL, Carlos Alberto Litti Dahmer, presidente do Sinditac (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga) de Ijuí-RS, e vice-presidente da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), disse que a categoria não suporta a “insensibilidade” do governo de Jair Bolsonaro e do Supremo Tribunal Federal sobre reivindicações do setor.

“Lamentável o reajuste da Tabela do Piso Mínimo de Frete, realizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres)”, disse Dahmer em comunicado da CNTTL. “Hoje temos um piso mínimo da fome. Vamos dar um basta nisso. Vamos cruzar os braços no dia 1º.”

“Tivemos um reajuste de 2,51% que é ínfimo. Só para se ter ideia o preço do pneu teve aumento nos últimos três meses de mais de 60%, seja nacional ou importado”, acrescentou.

Questionada, a CNTTL informou que não pretende promover atos específicos no dia marcado para o início da greve, mas que Dahmer vai mobilizar a adesão de outros caminhoneiros. A entidade, porém, não soube precisar qual será o nível de adesão da categoria à paralisação.

Em 2018, uma greve de caminhoneiros, que contou com apoio de empresários do setor de transportes, paralisou o país por 11 dias em maio, gerando impactos na economia que perduraram ao longo de todo o restante daquele ano.

O movimento foi encerrado depois que o governo de Michel Temer cedeu à pressão dos motoristas e aceitou criar a tabela de frete mínimo, que passou a enfrentar oposição do setor produtivo, com a disputa em torno da legalidade da criação da tabela ficando parada no STF desde então.

Procurada, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) não comentou o assunto.

O governo de Jair Bolsonaro, que vinha contando com apoio dos caminhoneiros, fez ao longo dos últimos meses algumas concessões aos motoristas, com a última sendo a inclusão da categoria na lista do grupo de prioridades para o recebimento das vacinas contra Covid-19 no país. Quando era pré-candidato ao Palácio do Planalto, Bolsonaro foi um dos que ficaram ao lado dos caminhoneiros na greve de 2018.

Na semana passada, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que governo trabalhava na revisão de normas de pesagem de caminhões nas estradas para reduzir custos dos caminhoneiros e lembrou que o governo zerou imposto de importação de pneus.

Além da revisão do reajuste na tabela, os caminhoneiros cobram a aprovação da constitucionalidade do mecanismo pelo STF e denunciam a atuação de plataformas digitais Frete-Brás, CargoX e TruckPad pela “precarização da categoria pelo país”, segundo a CNTTL.

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Brasil

Aposentados do INSS começam a receber novo piso de R$ 1.100

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Calendário de pagamento de aposentadorias e pensões começa nesta segunda, para quem ganha salário mínimo

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começa nesta segunda-feira (25) o calendário de pagamentos de 2021 para os aposentados, pensionistas e beneficiários do auxílio-doença. Cerca de 35 milhões de segurados vão receber de hoje ao dia 5 de fevereiro. Segundo o INSS, os depósitos seguirão a mesma sequência de anos anteriores.

Para aqueles que recebem um salário mínimo, o valor começa a ser pago hoje, atualizado com o novo piso, de R$ 1.100, um reajuste de 5,26%. Já os segurados que recebem benefícios acima do mínimo terão pagamento a partir de 1º de fevereiro, com reajuste maior, de 5,45%. 

Isso ocorre porque o aumento do piso foi definido no final de dezembro, com a projeção da inflação de 2020, antes de sair o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que serve como base para este cálculo, divulgado em 12 de janeiro pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com o reajuste, o teto do INSS – valor máximo das aposentadorias pagas pela Previdência Social – possou para R$ 6.433,57.

A orientação do INSS é que os segurados fiquem atentos: a data de depósito dos benefícios depende do número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço, para aqueles que foram concedidos recentemente ou a data que já habitualmente recebia para aqueles que possuem seu benefício há algum tempo.

Veja o calendário de pagamento:

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