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Segurança

Vídeo mostra momento em que casal é morto em sítio no município de Santa Leopoldina

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Imagens divulgadas exibem o momento que José Carlos entra no sítio da advogada e do estilista. Ele conversa com casal e em seguida comete o crime; o homem era vizinho das vítimas e confessou o duplo homicídio

A Polícia Civil divulgou, na manhã desta quarta-feira (21), imagens do momento em que a advogada Marinelva Venturim de Paula e o marido D’Ali Atash são assassinados no sítio onde moravam, na região de Colina Verde, em Santa Leopoldina, região serrana do Espírito Santo

Segundo a Polícia Civil (PC), José Carlos Marinho, 36 anos, era vizinho do casal e confessou o crime após ser preso, na terça-feira (20). A polícia informou que o alvo era apenas D’Ali Atash, com quem o suspeito tinha uma desavença.

José Carlos Marinho foi encontrado na casa da irmã em uma região rural conhecida como Pedra Alegre, em Itarana. Uma equipe da Polícia Civil de Santa Leopoldina disse que ele não reagiu durante a abordagem e que logo após o crime o suspeito jogou a arma fora. 

Ele será acusado de homicídio qualificado, pois as vítimas não tiveram chance de defesa. A prisão de José Carlos é preventiva e tem validade de 30 dias. Ainda segunda a polícia, o crime será reconstruído fato por fato, e será feita uma busca pela arma utilizada. 

As imagens mostram José Carlos entrando no sítio e, em seguida, se dirigindo ao local em que o casal conversava. No último vídeo ele foge com a arma na mão após assassinar as vítimas. 

Motivos do crime:

De acordo com o delegado Leandro de Morais, responsável pela investigação do crime, José Carlos alegou quatro motivos para a execução do casal. O primeiro seria uma dívida que o autor do homicídio tinha com a vítima D’Ali Atash, que refere-se à compra de uma parte do terreno para fazer uma estrada. Porém, para a quitação total da transação ainda faltava o valor de R$ 3 mil.

Outro motivo foi a retirada de canos que Atash fez na propriedade, que de acordo com a investigação da Polícia Civil, José teria instalado no sítio sem a permissão dos proprietários. 

Os filhos de José também se envolveram no desentendimento. Ainda segundo a PC, no sábado (17), eles invadiram a propriedade para tomar banho no tanque de peixe e Atash teria os repreendido por questões de segurança. E por último,  de acordo com José Carlos, Atash teria mostrado uma arma como ameaça. 

O casal morto tinha posse legal de duas armas, mas na hora do crime não foram usadas. “A intenção dele era matar e fugir. A advogada Marinelva morreu por estar no local, não tem nada relacionado com a profissão”, frisou o delegado Leandro. 

Segundo informações passadas pelos investigadores, o objetivo do suspeito era cometer o crime e fugir, mas após o assassinato, ele teria ido para um bar em que costumava beber, e ali aproveitara para pensar na sua fuga. José Carlos tem passagem pela justiça por posse ilegal de arma de fogo. “De forma bem fria ele confessou que foi o autor dos homicídios. As informações que pegamos com familiares era que ele queria fugir”, relatou o Major Cabral.

Fonte: Folha Vitória.

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Segurança

Detento é espancado até a morte em Penitenciária de Viana

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O homem de 41 anos foi morto por companheiros de cela após ser acusado por outros detentos de abusar de uma menina de 8 anos

Um detento foi espancado até a morte por companheiros de cela no Complexo Penitenciário de Viana. O homem de 41 anos foi morto no Centro de Detenção Provisória de Viana II no último sábado (18), porque teria abusado de uma menina de 8 anos.

De acordo com o Sindicato dos Inspetores Penitenciários do Espírito Santo (Sindaspes), os detentos acionaram os agentes após o ocorrido e afirmaram que espancaram Renato Silvares até a morte porque ele teria molestado uma criança e os internos não admitem tal comportamento.

O chefe da equipe solicitou uma enfermeira de plantão, que confirmou a morte do detento na cela.

De acordo com a Secretaria de Justiça (Sejus), o homem estava preso desde maio de 2021 por roubo, mas já tinha três passagens na polícia por ameça, furto e roubo com uso de arma de fogo, sendo a mais antiga registrada em 2017.

A equipe da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) esteve no local para colher depoimentos e três presos foram convocados pelos agentes para prestar esclarecimentos.

A Polícia Civil informou que dois internos, de 23 e 33 anos, foram conduzidos ao plantão do Departamento de Homicídios e autuados em flagrante pelo crime de homicídio. O caso segue sob apuração na Delegacia De Crimes Carcerários.

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Segurança

Grupo é preso ao realizar ‘pescaria’ de dinheiro em caixas eletrônicos de Cachoeiro de Itapemirim

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Segundo a Polícia Federal, um série de furtos semelhantes estavam acontecendo em outras agências em Vitória e Vila Velha

Um grupo de criminosos, formado por dois homens e duas mulheres, foram presos em flagrante pela Polícia Militar, no último sábado (19). Eles tentavam “pescar” envelopes com dinheiro de um caixa eletrônico, em uma agência da Caixa Econômica Federal, em Cachoeiro de Itapemirim.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada e o veículo que os indivíduos estavam utilizando foi identificado. A partir dessa informação, foi possível localiza-los dentro da agência bancária no sul do Estado praticando novos furtos.

Após a identificação, a PM efetuou a prisão e não houve resistência por parte do quarteto. Com eles, foram encontrados valores dos furtos cometidos anteriormente em pelos menos outras quatro agências, além dos apetrechos utilizados para o cometimento dos crimes.

Segundo a Polícia Federal, um série de furtos semelhantes estava acontecendo em outras agências em Vitória e Vila velha. Juntamente com a área de segurança do banco, a PF conseguiu identificar o grupo que estava realizando os crimes.

Crime é conhecido como “pescaria”

De acordo com a polícia, essa modalidade de furto é conhecida no meio criminal como “pescaria”. Na ação, é utilizada uma ferramenta própria para penetrar os cofres dos caixas e retirar valores depositados em envelopes. Esse dispositivo mecânico é comumente chamado de “jacaré”.

Um fato curioso que chamou atenção dos policiais envolvidos na apreensão é que dois dos quatro detidos foram presos em flagrante, pelo mesmo crime, no dia 17 de junho deste ano, no Estado da Bahia.

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