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Vila Velha – Aprovada criação do Fundo Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental

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A Câmara Municipal de Vila Velha aprovou o projeto de lei que cria o Fundo Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental. Com parecer favorável das comissões de Administração e de Finanças, os vereadores do município apoiaram com unanimidade.

A criação do fundo de investimento permite que o município participe do edital do Fundo Estadual de Apoio à Ampliação e Melhorias das Condições de Oferta da Educação Infantil e do Ensino Fundamental no Espírito Santo (Funpaes), anunciado pelo Governo do Estado nessa segunda-feira (28).

O Funpaes vai permitir melhorias nas escolas e faz parte do Plano de Investimentos Públicos (PIP) de R$9 bilhões, que contempla recursos para diversos setores. Deste valor, R$1,1 bilhão será direcionado para a educação, sendo 200 milhões para o edital do Funpaes.

Apenas os municípios que aderiram ao Pacto pela Aprendizagem no Espírito Santo (Paes) podem participar do edital, como é o caso de Vila Velha. Além disso, o município também precisa apresentar um Plano de Aplicação e as documentações exigidas.

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O secretário Municipal Interino de Educação, Rodrigo Simões, estava presente no anúncio do Plano de Investimentos Públicos e também na Sessão Ordinária da Câmara Municipal: “É muito importante o momento em que o Governo do Estado investe junto aos municípios na educação, isso permite maior agilidade no recebimento de recursos. E o apoio da Câmara, por meio da aprovação da criação do Fundo, também é um passo extremamente necessário. Juntas, essas duas ações nos permitem investir na melhoria da aprendizagem dos nossos alunos da rede municipal”, pontuou.

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Plataforma Recoloca Rio Doce tem vagas de emprego em Linhares e Baixo Guandu 

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Vagas são direcionadas às empresas contratadas que atuam nas ações de reparação e compensação executadas na região

Interessados em participar de processos seletivos e conquistar uma vaga de trabalho em Linhares, Baixo Guandu e região têm a plataforma Recoloca Rio Doce para cadastrar seus currículos. A ferramenta faz parte de iniciativa da Fundação Renova para reparar e compensar os danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão (MG). Com o foco em recolocar a população no mercado de trabalho, o Recoloca visa também levar desenvolvimento humano aliado ao objetivo de estimular a retomada do desenvolvimento econômico na região atingida.

Nesta semana, estão abertas quatro oportunidades de emprego para atuação nas ações de reparação e compensação executadas pela Fundação Renova. Dessas, duas vagas são disponíveis em Linhares e oferecidas pela empresa Palma Construtora e Incorporadora para a função de pedreiro. As outras duas vagas são em Baixo Guandu, na empresa Gênese Consultoria Ambiental, Planejamento e Construções para Técnico em Segurança do Trabalho.

As vagas e os requisitos podem ser conferidos na plataforma Recoloca Rio Doce, onde os profissionais interessados devem cadastrar seus currículos, e nos Sine locais dos municípios.

A ferramenta on-line e gratuita, desenvolvida pela Fundação Renova em parceria com a Kienbaum Consultoria, é um canal disponibilizado para as pessoas das comunidades atingidas que buscam inserção no mercado de trabalho.

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“O objetivo é formar um banco de currículos qualificado, no qual as empresas encontram profissionais conforme suas demandas. As empresas também anunciam as suas vagas”, diz Jucilene Junia Martins, analista do Programa de Estímulo à Contratação Local da Fundação Renova.

Com o uso da plataforma, os currículos impressos não serão mais considerados nos processos seletivos de fornecedores e parceiros da Fundação Renova. O cadastramento do currículo não garante a contratação, mas é requisito para concorrer às vagas. Os documentos digitais, unificados na plataforma, possibilitam um maior alcance e acesso às vagas, já que as necessidades das empresas são mapeadas e os candidatos, direcionados de acordo com as demandas de cada empreendimento. 

Capacitações de mão de obra

O Recoloca Rio Doce também oferece capacitações para o mercado de trabalho, como treinamentos e videoaulas sobre elaboração de currículos, o que possibilita o aprimoramento das habilidades dos profissionais dos profissionais das regiões impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão. A iniciativa amplia as possibilidades de os profissionais atingidos retornarem ao mercado de trabalho no município.

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Mão de obra local

A valorização da mão de obra local é um dos compromissos da Fundação Renova para execução das atividades de reparação, conforme previsto no Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) e no Termo de Acordo de Mariana. Fornecedores da Fundação Renova também consideram a priorização da contratação local para execução dos seus trabalhos.

Sobre a Fundação Renova

A Fundação Renova é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, constituída com o exclusivo propósito de gerir e executar os programas e ações de reparação e compensação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão.

A Fundação foi instituída por meio de um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC), assinado entre Samarco, suas acionistas Vale e BHP, os governos federal e dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de uma série de autarquias, fundações e institutos (como Ibama, Instituto Chico Mendes, Agência Nacional de Águas, Instituto Estadual de Florestas, Funai, Secretarias de Meio Ambiente, dentre outros), em março de 2016.

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“Caixaça Econômica”: distribuidora do ES faz sucesso com nome, mas Caixa pede alteração

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A distribuidora de bebidas fica no bairro Nova Rosa da Penha, em Cariacica, e viralizou nas redes sociais

Uma distribuidora de bebidas bombou nas redes sociais após adotar um nome fazendo alusão à Caixa Econômica Federal. A criatividade do proprietário do estabelecimento, que fica no bairro Nova Rosa da Penha, em Cariacica, deu o que falar e a “Caixaça Econômica” ganhou destaque nacional. 

A brincadeira, mesmo sendo positiva para o estabelecimento, chamou a atenção até da diretoria da Caixa, que solicitou que o nome da distribuidora fosse alterado, inclusive as cores e a fonte usadas. 

Antes de se tornar uma distribuidora de bebidas, o local funcionava como uma loja de conveniência, que vendia utensílios para o lar. Os proprietários, Adilson Ramos Júnior e Francini Moreira Alves, resolveram mudar o ramo de atuação e colocaram um nome diferenciado para chamar a atenção de clientes e tentar aumentar as vendas.

“Aqui funcionava uma loja de conveniência, mas o negócio não estava dando muito certo. Nessa região, o comércio muito forte é de bebidas. Como atuo nesse negócio há muitos anos, resolvi mudar para uma distribuidora. Eu e minha esposa pensamos juntos e chegamos neste nome para chamar a atenção”, afirmou o proprietário.

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Em julho, um pastor, do Rio de Janeiro, estava no Espírito Santo a passeio. Quando esteve em Cariacica, pediu ajuda para encontrar um banco da Caixa, pois precisava realizar uma transação.

Foi quando os moradores deram o endereço da distribuidora do Adilson, conhecido também como “Bil”. Quando o homem chegou no local, ficou impressionado, gravou um vídeo contando a história e publicou em uma rede social.

O que Bil e Francini não imaginavam era que o vídeo daria tanta repercussão. Depois de três dias nas redes sociais, a gravação já passava de 2 milhões de visualizações.

O nome continuou chamando a atenção. Diversos moradores da região contaram que gostaram da criatividade com a escolha do nome da distribuidora. Muitos, inclusive, gravaram vídeos no local, que acabou virando “ponto turístico”.

Por ter viralizado, a história chegou ao conhecimento da Caixa Econômica Federal que, segundo o proprietário da distribuidora, teria notificado ele e a esposa, pedindo que eles retirassem referências à instituição da placa.

“A Caixa me procurou no quinto dia e pediu para tirarmos a identidade deles, que é o X. Já tiramos e já estamos com outra placa para fugir disso”, contou.

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Procurado pela reportagem, o banco confirmou que encaminhou notificação para a retirada das marcas de qualquer anúncio publicitário, ação promocional, fachada ou referência visual na internet.

A Caixa disse ainda que é a titular exclusiva dos direitos de utilização das marcas institucionais e que a utilização indevida constitui crime contra a propriedade intelectual.

Os empresários fizeram uma alteração na marca e substituíram o “X” nas cores branco e laranja, característico do banco, pelas letras “CH”. O azul-escuro e a tipografia que lembra a mesma utilizada pela instituição foram mantidas. A placa com a nova marca da distribuidora deve ser instalada até o final da semana.

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