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Segurança

Vila Velha – Prefeitura de intensifica trabalho de convencimento a banhistas na orla

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Abordagens aos condutores de veículos, a quem estiver caminhando ou se exercitando no calçadão, e àqueles que estiverem praticando atividade física coletiva na areia. Na manhã de terça-feira (30), a Prefeitura de Vila Velha intensificou as ações de conscientização e ordenamento do uso da praia durante o período de quarentena, concentrando esforços para evitar aglomeração.

Essa é mais uma medida que se soma ao trabalho intenso realizado em toda a cidade desde terça-feira (16), quando o município passou à categoria de Risco Alto, antes ainda do decreto de quarentena do Governo do Estado. Nestes 14 dias, somaram-se mais de 800 agentes públicos envolvidos nas ações de fiscalização e conscientização, entre os quais fiscais do município, guardas municipais, policiais militares, bombeiros e guarda-vidas. Cerca de 180 estabelecimentos receberam notificação, por descumprimento do decreto.
Com a nova iniciativa, o objetivo é alcançar ainda mais pessoas e conscientizar sobre a necessidade de, neste período determinado, cumprir com as regras de distanciamento social mais duras para baixar os índices de infecção por Covid-19 e, consequentemente, reduzir os impactos sobre o sistema de saúde estadual.

O secretário de Defesa Social e Trânsito, tenente-coronel Geovanio Ribeiro, salienta que a maior parte da sociedade canela-verde tem cumprido as determinações e contribuído para a diminuição do índice de mobilidade e aponta que todas as ferramentas administrativas do município estão voltadas para este objetivo. 

“Estamos lançando mão de uma estratégia coordenada e aplicada de forma integrada, fiscais, segurança pública municipal e estadual, para darmos este direcionamento na cidade. E o fazemos de forma a orientar a cada um, pois sabemos que a fiscalização precisa estar nas ruas, como temos feito, mas somente com o comprometimento e corresponsabilidade da população conseguiremos alcançar êxito nesses dias difíceis”, comentou.

Barreira sanitária

Estratégia de orientar e alertar condutores e passageiros de veículos, que acessam a cidade por diversos locais ou transitam nas vias com maior fluxo, sobre as corretas medidas sanitárias e de distanciamento social. Defesa Civil e Grupamento de Trânsito da Guarda Municipal coordenam o trabalho, com apoio da Vigilância Sanitária, que faz aferição de temperatura, distribuição de máscaras e álcool em gel.

Força-tarefa

A união de vários entes para percorrer as cinco regiões da cidade fiscalizando a conduta de comércio e todo tipo de atividade, para fazer cumprir as regras do decreto de quarentena. Atuam nos três períodos, matutino, vespertino e noturno, durante a semana. Nos fins de semana, por meio da Comissão Interna de Fiscalização Integrada Municipal (Coifim), atuam durante a madrugada, evitando a ocorrência de eventos e festas clandestinas. Integram fiscais municipais, guardas municipais, policiais militares e bombeiros.

Praia

Um grupo de servidores da Secretaria, com apoio da Coordenação de Salvamar, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, percorre a orla para evitar a prática de atividade física coletiva. O trabalho de orientação é diário, solicitando aos cidadãos que retirem redes ou traves e encerrem as atividades, informando que a atividade está proibida pelo decreto estadual que instaurou o período de quarentena.

Fiscais da Posturas e Vigilância Sanitária também fazem o mapeamento para coibir a venda de bebidas e alimentos por ambulantes e quiosques.

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Segurança

Idosa reclama de barulho de festa, é agredida com tijolada na cabeça e morre dias depois

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Uma idosa de 80 anos morreu depois de ser agredida com uma tijolada na cabeça. O caso foi registrado no bairro Jardim Ipiranga, em Penápolis (SP), no último domingo (11). A vítima ficou internada durante oito dias, mas não resistiu e veio a óbito na manhã de segunda-feira (19).

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados no dia 11 de abril para comparecer ao pronto-socorro de Penápolis, onde encontraram a idosa recebendo atendimento médico.

Ao ser questionada, a vítima relatou que tinha sido agredida com um pedaço de pau e um tijolo depois de pedir para frequentadores de uma festa pararem de fazer barulho, pois não conseguia dormir.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, policiais militares fizeram buscas para tentar encontrar a mulher responsável por agredir a idosa, mas não conseguiram.

O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Penápolis. A Polícia Civil investiga o caso e tenta identificar a suspeita de cometer o crime.

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Segurança

Vídeo mostra momento em que casal é morto em sítio no município de Santa Leopoldina

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Imagens divulgadas exibem o momento que José Carlos entra no sítio da advogada e do estilista. Ele conversa com casal e em seguida comete o crime; o homem era vizinho das vítimas e confessou o duplo homicídio

A Polícia Civil divulgou, na manhã desta quarta-feira (21), imagens do momento em que a advogada Marinelva Venturim de Paula e o marido D’Ali Atash são assassinados no sítio onde moravam, na região de Colina Verde, em Santa Leopoldina, região serrana do Espírito Santo

Segundo a Polícia Civil (PC), José Carlos Marinho, 36 anos, era vizinho do casal e confessou o crime após ser preso, na terça-feira (20). A polícia informou que o alvo era apenas D’Ali Atash, com quem o suspeito tinha uma desavença.

José Carlos Marinho foi encontrado na casa da irmã em uma região rural conhecida como Pedra Alegre, em Itarana. Uma equipe da Polícia Civil de Santa Leopoldina disse que ele não reagiu durante a abordagem e que logo após o crime o suspeito jogou a arma fora. 

Ele será acusado de homicídio qualificado, pois as vítimas não tiveram chance de defesa. A prisão de José Carlos é preventiva e tem validade de 30 dias. Ainda segunda a polícia, o crime será reconstruído fato por fato, e será feita uma busca pela arma utilizada. 

As imagens mostram José Carlos entrando no sítio e, em seguida, se dirigindo ao local em que o casal conversava. No último vídeo ele foge com a arma na mão após assassinar as vítimas. 

Motivos do crime:

De acordo com o delegado Leandro de Morais, responsável pela investigação do crime, José Carlos alegou quatro motivos para a execução do casal. O primeiro seria uma dívida que o autor do homicídio tinha com a vítima D’Ali Atash, que refere-se à compra de uma parte do terreno para fazer uma estrada. Porém, para a quitação total da transação ainda faltava o valor de R$ 3 mil.

Outro motivo foi a retirada de canos que Atash fez na propriedade, que de acordo com a investigação da Polícia Civil, José teria instalado no sítio sem a permissão dos proprietários. 

Os filhos de José também se envolveram no desentendimento. Ainda segundo a PC, no sábado (17), eles invadiram a propriedade para tomar banho no tanque de peixe e Atash teria os repreendido por questões de segurança. E por último,  de acordo com José Carlos, Atash teria mostrado uma arma como ameaça. 

O casal morto tinha posse legal de duas armas, mas na hora do crime não foram usadas. “A intenção dele era matar e fugir. A advogada Marinelva morreu por estar no local, não tem nada relacionado com a profissão”, frisou o delegado Leandro. 

Segundo informações passadas pelos investigadores, o objetivo do suspeito era cometer o crime e fugir, mas após o assassinato, ele teria ido para um bar em que costumava beber, e ali aproveitara para pensar na sua fuga. José Carlos tem passagem pela justiça por posse ilegal de arma de fogo. “De forma bem fria ele confessou que foi o autor dos homicídios. As informações que pegamos com familiares era que ele queria fugir”, relatou o Major Cabral.

Fonte: Folha Vitória.

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