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Cidades

Vitória e Serra entram para o ‘Risco Baixo’ e comércio pode voltar a funcionar normalmente

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O governador informou que o Estado tem interesse em retomar as atividades presenciais nas escolas a partir de outubro

Em pronunciamento via internet na tarde desta sexta-feira (04), o governador  do Espírito Santo, Renato Casagrande, apresentou o novo Mapa de Risco para o coronavírus, que entra em vigor a partir da próxima segunda-feira (7).

De acordo com o mapa, Vitória e Serra entraram para o Risco Baixo. Essas são as primeiras cidades da Grande Vitória a compor o quadro desde o início da pandemia. Com a classificação, os estabelecimentos comerciais, shoppings, bares e restaurantes nos dois municípios não têm mais restrição e podem funcionar normalmente.

Já São Mateus, continua com Risco Alto ao lado do município de Ibatiba. Piúma deixa a classificação de Risco Alto e passa para o Risco Moderado. 

Durante a transmissão, o governador lembrou que a média móvel de mortes tem caído lentamente no Estado e que a taxa de transmissão também está com níveis um pouco mais baixos. Casagrande reforçou ainda que o Estado tem atualmente 54% de ocupação de leitos, mas afirmou que os cuidados devem continuar. 

Educação

O governador informou que o Estado tem interesse em retomar as atividades presenciais nas escolas a partir de outubro. Segundo Casagrande, o primeiro grupo a retornar seria o Ensino Médio, seguindo todos os protocolos já divulgados em portaria da Secretaria de Educação do Estado e Secretaria da Saúde. 

Casagrande também reforçou a medida já divulgada anteriormente, que liberou a retomada do ensino superior a partir do dia 14 de setembro.

O secretário de Educação, Vitor de Ângelo também participou da transmissão e informou que o Estado coloca, em consulta pública, a partir de sábado (05), um plano de retomada das aulas presenciais da rede pública de ensino do Estado. A consulta fica aberta até o dia 14 de setembro. 

O secretário reforçou que a data para o retorno das aulas ainda não foi definida. O que Estado está realizando no momento, segundo Vitor, é divulgação do planejamento de como será a retomada das aulas. O plano conta com normas sanitárias e outras questões operacionais.

Eventos

Casagrande informou ainda que a partir da próxima semana poderá anunciar flexibilizações de atividades, incluindo eventos, nas cidades que estão no grupo do Risco Baixo.

Confira a classificação de todos os municípios capixabas:

RISCO ALTO: Ibatiba e São Mateus.

RISCO MODERADO: Afonso Cláudio, Água Doce do Norte, Águia Branca, Alfredo Chaves, Anchieta, Apiacá, Barra de São Francisco, Boa Esperança, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Conceição da Barra, Conceição do Castelo, Domingos Martins, Dores do Rio Preto, Ecoporanga, Governador Lindenberg, Guaçuí, Guarapari, Ibitirama, Irupi, Itapemirim, Iúna, Jaguaré, Jerônimo Monteiro, Laranja da Terra, Linhares, Mantenópolis, Marataízes, Montanha, Mucurici, Muniz Freire, Muqui, Nova Venécia, Pancas, Pedro Canário, Pinheiros, Piúma, Ponto Belo, Rio Bananal, Rio Novo do Sul, São Roque do Canaã, Sooretama, Vargem Alta, Viana, Vila Pavão, Vila Valério e Vila Velha.

RISCO BAIXO: Alegre, Alto Rio Novo, Aracruz, Atílio Vivácqua, Baixo Guandu, Bom Jesus do Norte, Brejetuba, Castelo, Divino de São Lourenço, Fundão, Ibiraçu, Iconha, Itaguaçu, Itarana, João Neiva, Marechal Floriano, Marilândia, Mimoso do Sul, Presidente Kennedy, Santa Leopoldina, São Gabriel da Palha, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa, São Domingos do Norte, São José do Calçado, Serra, Venda Nova do Imigrante e Vitória.

Confira a classificação de todos os municípios capixabas:

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Cidades

Projeto da prefeitura de Barra de São Francisco garante alimentação para mais de 8 mil pessoas

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Em 12 dias servindo alimentação as famílias carentes de Barra de São Francisco, desde de seu início em 29 de março de 2021, até esta sexta-feira (09), 8.213 pessoas se alimentaram no Centro de Apoio Alimentar da prefeitura de Barra de São Francisco.

A iniciativa de oferecer alimentação as famílias carentes, é da prefeitura de Barra de São Francisco. O alimento (marmitex), é fornecido de segunda a domingo, inclusive feriados.

É obrigatório o uso de máscaras ao chegar no local para pegar o alimento. É feito higienização nas mãos das pessoas que chegam para pegar o marmitex.

Pessoas atendidas até o presente momento:

Segunda feira (29/03/2021) 440 pessoas

Terça Feira (30/03/2021) 612 pessoas

Quarta Feira (31/03/2021) 750 pessoas 

Quinta feira (1º/04/2021) 750 pessoas 

Sexta feira (02/04/2021) 610 pessoas 

Sábado (03/04/2021) 760 pessoas 

Domingo (04/04/2021) 720 pessoas 

Segunda Feira (05/05/2021) 728 pessoas 

Terça feira (06/04/2021) 700 pessoas 

Quarta feira (07/04/2021) 764 pessoas

Quinta feira (08/04/2021) 819 pessoas  

Sexta feira (09/04/2021) 560 pessoas 

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Total: 8. 213

 

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Cidades

No ES família enterra corpo trocado de mulher vítima da Covid

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O caso ocorreu em São José do Calçado. Ana Maria de Souza Fonseca morreu de Covid-19 depois de ficar 20 dias internada. Família diz que vai processar os envolvidos.

Uma família de São José do Calçado, no Sul do Espírito Santo, tomou um susto ao enterrar uma familiar que foi vítima da Covid-19. Eles descobriram horas depois do sepultamento, que aconteceu nesta quarta-feira (7), que o corpo dela foi trocado e que eles enterraram o corpo de outra pessoa.

Ana Maria de Souza Fonseca, de 77 anos, vítima da Covid-19, teve corpo trocado com o de outra vítima — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Ana Maria de Souza Fonseca tinha 77 anos e ficou 20 dias internada no Hospital São Vicente de Paula, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste do Rio de Janeiro.

Os familiares fizeram um ato rápido, sem velório, na quarta. O caixão estava lacrado e enrolado em um plástico.

Só que, horas depois, na madrugada desta quinta (8), os parentes descobriram que aquele que tinha sido sepultado não era o corpo de Ana Maria.

Eles foram de novo ao cemitério. Ao chegar lá, tomaram outro susto. O jazigo da família estava aberto e sem nenhum caixão dentro.

“Fomos para o cemitério para recebê-la. Chegou aqui, o carro da funerária disse que não poderia abrir o caixão, por ser Covid. Fizemos a oração, nos despedimos, ela foi enterrada e fomos embora. De madrugada, minha prima recebeu uma ligação do hospital, de que os corpos foram trocados. Não era a tia Nana. Nós corremos para vir ver o que estava acontecendo. A família do corpo enganado, que é do Rio de Janeiro, já tinha vindo aqui, pego, e levado para seus familiares. O buraco ficou ali, aberto, e ficamos esperando a tia”, descreveu uma sobrinha da vítima, Luciana Dias.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, além dos familiares, estavam ainda o procurador do município, o secretário de Obras e o advogado do Hospital São Vicente de Paula. O corpo da mulher foi, então, encaminhado para o hospital para fazer a troca de cadáveres.

No início da tarde do mesmo dia, o corpo de Ana Maria chegou ao cemitério. A família disse que o funcionário da funerária não usava equipamentos de proteção, o caixão não estava enrolado no plástico e a tampa de madeira que cobre o vidro da urna foi aberta. Assim como da primeira vez, foram os familiares que carregaram o caixão.

Agora, a família quer justiça. Eles dizem que vão entrar com um processo judicial contra os envolvidos na troca dos corpos.

Por telefone, a dona da funerária disse que eles não vão se pronunciar e que apenas o hospital vai responder.

A Prefeitura de São José do Calçado informou por meio de nota que a troca dos corpos ocorreu na cidade vizinha, em Bom Jesus do Itabapoana, e que o cemitério de Calçado apenas recebeu.

Ainda de acordo com a prefeitura, o responsável pelo cemitério local foi notificado para prestar esclarecimentos em relação a sua vestimenta, pois, segundo o município, a prefeitura disponibiliza todo o equipamento de proteção. Se houver necessidade, o mesmo será implicado nas diretrizes administrativas, informou a prefeitura.

O município disse ainda que registrou um boletim de ocorrência e acionou a Polícia Militar.

A direção do hospital disse em nota que instaurou uma sindicância para poder apurar o fato.

“Todos os familiares foram contactados pelo hospital, que ofereceu total auxílio as famílias de imediato. Lamentamos profundamente a dor dos familiares pela perda de seus entes queridos e apura o equívoco feito pela funerária. Tão logo sejam apuradas mais informações, poderemos seguir com uma nova nota de esclarecimento”, diz parte da nota.

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