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Política Nacional

Zema lidera em Minas com 43%, seguido por Kalil, com 29%, aponta pesquisa Real Time

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Atual governador aparece na frente dos adversários tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada; veja resultados

Pré-candidato à reeleição ao governo de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) lidera a preferência dos eleitores mineiros no primeiro turno, aponta pesquisa Real Time Big Data, encomendada pela Record TV e divulgada nesta segunda-feira (30). De acordo com o levantamento, o atual governador tem 43% das intenções de voto no cenário estimulado — quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. 

Em seguida, aparece o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), com 29% das citações. Carlos Viana (PL) tem 7%, e Marcus Pestana (PSDB), 3%. Miguel Correa (PDT), Saraiva Felipe (PSB) e Lorene Figueiredo (PSOL) alcançaram 1% das intenções de voto. Renata Regina (PCB) não pontuou. Os indecisos somam 6%, enquanto 9% pretendem anular ou votar em branco.

Estimulada governador

Romeu Zema (Novo): 43%
Alexandre Kalil (PSD): 29%
Carlos Viana (PL): 7%
Marcus Pestana (PSDB): 3%
Miguel Correa (PDT): 1%
Saraiva Felipe (PSB): 1%
Lorene Figueiredo (Psol): 1%
Renada Regila (PCB): 0%
Branco/Nulo: 9%
NS/NR: 6%

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Zema também lidera na pesquisa espontânea — quando os nomes dos candidatos não são apontados. Ele foi citado por 13% dos entrevistados. Kalil foi lembrado por 5%; Viana, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) foram citados por 1% dos eleitores. Já 58% dos entrevistados se disseram indecisos, e votos brancos e nulos somaram 21%.

Em um possível segundo turno entre Zema e Kalil, o atual governador levaria a melhor sobre o ex-prefeito, com 48% dos votos, contra 35% do adversário. O levantamento também revela que 58% dos entrevistados aprovam o governo de Zema, contra 33% que desaprovam. Já 9% não sabem ou não souberam responder.

Senado

Aécio Neves lidera numericamente a disputa pelo Senado no estado com 16% das intenções de voto. Em seguida, aparecem Cleitinho (PSC), com 12%; e Alexandre Silveira (PSD) e Duda Salabert (PDT), empatados com 7%. No cenário dois, sem Aécio na disputa, quem leva a melhor é o pedetista, que figura com 14% das citações. Confira:

Estimulada Senador (cenário 1)

Aécio Neves (PSDB): 16%
Cletinho (PSC): 12%
Alexandre Silveira (PSD): 7%
Duda Salabert (PDT): 7%
Marcelo Álvaro Antônio (PL): 3%
Julvan Lacerda (MDB): 1%
Marcelo Aro (PP): 1%
Branco/Nulo: 26%
NS/NR: 27%

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Estimulada Senador (cenário 2)

Cletinho (PSC): 14%
Alexandre Silveira (PSD): 9%
Duda Salabert (PDT): 7%
Marcelo Álvaro Antônio (PL): 4%
Julvan Lacerda (MDB): 2%
Marcelo Aro (PP): 2%
Branco/Nulo: 30%
NS/NR: 32%

Aécio também lidera a rejeição ao cargo: 55% dos entrevistados responderam que não votariam no tucano para ocupar o posto no Legislativo. No ranking de rejeição também aparecem Duda Salabert (PDT), 33%; Alexandre Silveira (PSD), 28%; e Marcelo Álvaro Antônio (PL), 25%.

O instituto ouviu 1.500 pessoas nos dias 27 e 28 de maio. A margem de erro do levantamento, registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número MG-04979/2022, é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95% — o que significa que, se levarmos em consideração a margem de erro, a probabilidade de o resultado da pesquisa retratar a realidade é de 95%.

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Política Nacional

Estados aprovam convênio e aplicam média que reduz preço do diesel

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Os Estados da Federação aprovaram, nesta quinta-feira (30), o convênio que regulamenta a Lei Complementar 192/2022 e aplica a média móvel de 60 meses do diesel. A expectativa é que, no Espírito Santo, o preço do diesel caia, em média R$ 0,10 por litro – considerando que as outras variáveis permaneçam estáveis.

A decisão foi tomada na reunião do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), que está sendo realizado em Vitória. 

“É muito satisfatório anunciar esse convênio durante a reunião do Comsefaz que estamos realizando aqui em Vitória. Isso mostra bem como os secretários da Fazenda de todo o Brasil estão unidos e debatendo propostas que resultem em melhorias para a população”, disse o secretário de Estado da Fazenda, Marcelo Altoé.

A medida valerá até 31 de dezembro de 2022. Dessa forma, os Estados e o Distrito Federal seguirão nas operações ao consumidor final para o diesel, a base de cálculo de ICMS explicitada abaixo:

 

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Os Estados brasileiros vêm se mostrando sempre abertos ao diálogo e não têm medido esforços para solucionar a crise dos combustíveis no país.

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Política Nacional

‘Não temos corrupção endêmica, tem casos isolados’, diz Bolsonaro

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Declaração foi feita pelo presidente em meio a denúncias de tráfico de influência e assédio sexual que envolvem o alto escalão

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quarta-feira (29), que não há corrupção endêmica em sua gestão, e sim casos isolados. A fala acontece em meio às denúncias de tráfico de influência e de assédio sexual contra mulheres que envolvem integrantes do alto escalão do governo federal. 

“Bem como o combate à corrupção: nisso nós estamos muito bem no governo. Não temos nenhuma corrupção endêmica no governo. Tem casos isolados, que pipocam, mas a gente busca solução para isso”, disse Bolsonaro, durante evento organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Mas, além da escolha dos ministros, além de conversar com eles sobre qual é a real função, em cada ministério temos uma selva composta por servidores da Polícia Federal, da Controladoria-Geral da União, da Advocacia-Geral da União e até mesmo do Tribunal de Contas da União para analisar aquilo que é mais caro para nós, de modo que ataca a possível corrupção na origem. Não interessa descobrir quem é o corrupto, temos que evitar que apareça a figura do corrupto”, prosseguiu.

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Recentemente, o ex-ministro Milton Ribeiro passou um dia preso sob suspeita de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência. O ex-titular é investigado por participar de suposto esquema de tráfico de influência envolvendo pastores para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação.

Nesta semana, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, foi acusado de assédio sexual por funcionárias do banco e é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF). O economista conversou sobre as denúncias com Bolsonaro na noite desta terça-feira (28). Ele deve deixar o posto para a secretária de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Marques.

Durante discurso na cerimônia desta quarta-feira, de quase 30 minutos, Bolsonaro não mencionou o caso Guimarães. Mais cedo, em um evento do banco, sua primeira aparição pública após as denúncias, o economista afirmou que sua vida é pautada pela ética.

“Tenho muito orgulho do trabalho de todos vocês e da maneira como sempre me pautei em toda a minha vida. Quero agradecer a presença de todos vocês, da minha esposa. São quase 20 anos juntos, dois filhos e uma vida inteira pautada pela ética”, disse Guimarães.

Após senadores protocolarem um pedido de abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) que apure irregularidades no Ministério da Educação sob a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro, que chegou a ser preso por um dia, o presidente avalia que o assunto aparentemente está “enterrado”.

“Paguei e pago um preço altíssimo por isso. Olha uma CPI quase saindo aí de um assunto que parece que está enterrado, parece. Mas quando se abre uma CPI abre-se um mar de oportunidades para os oportunistas fazerem campanha contra a gente no caso”, destacou.

O pedido de abertura da CPI foi protocolado por senadores da oposição nesta terça-feira (28). A criação, contudo, depende do aval do presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Caso seja aberta, será a segunda comissão sob a gestão de Bolsonaro — a primeira foi a CPI da Covid-19, também no Senado. 

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