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Política Nacional

Câmara Federal aprova MP que libera cerca de 1,5 milhão para a Universidade Federal do Estado do Espírito Santo

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Governo federal continua atuando na luta contra os impactos do novo Coronavírus

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22), a Medida Provisória editada pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, que libera um total de R$ 639 milhões para a Presidência da República e para os Ministérios da Educação, da Justiça e Segurança Pública e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. A medida foi aprovada agora segue para deliberação no Senado Federal.

Do total a ser liberado pela MP 942/2020, o Ministério da Educação (MEC) receberá um aporte de R$ 339,4 milhões. Deste valor, R$ 84,8 milhões são para administração direta e R$ 70 milhões para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), empresa pública que presta serviços de assistência à saúde através de hospitais universitários.
Os outros R$ 185,5 milhões restantes serão divididos entre 33 universidades federais de 19 estados e do Distrito Federal, com valores diferentes para cada uma.

A Universidade Federal do Espírito Santo receberá cerca de R$ 1.5 milhão a serem investidos no enfrentamento da emergência de Saúde Pública de importância internacional decorrente do Coronavírus.

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Para o deputado federal e vice-líder do governo na câmara, essas ações demonstram a preocupação do governo federal para com a nossa sociedade. “A liberação desta verba específica para a nossa UFES faz com que tenhamos a certeza de que ninguém fica para trás. O governo federal não está medindo esforços para promover ações que resguardam à população brasileira de seus direitos, e nós na Câmara Federal, enquanto vice-líder, continuaremos trabalhando minimizar os impactos negativos que esta pandemia tem causado ao nosso país” defendeu o parlamentar.

Essa verba irá agilizar os estudos de combate ao progresso do novo vírus.

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Política Nacional

‘Governo tem de entender que agro é essencial à economia’

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Afirmação da senadora Tereza Cristina ocorre após aprovação de PL que prevê renegociação de dívidas usando dinheiro do Fundo Social de recursos do Pré-Sal

A senadora e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), senadora Tereza Cristina (PP-MS), cobrou sensibilidade do governo à renegociação das dívidas rurais.

– A crise é séria e o governo tem de entender que esse é setor essencial à economia brasileira e à segurança alimentar – disse a senadora a jornalistas, após a aprovação do Projeto de Lei 5 122/2023, que prevê a renegociação das dívidas rurais e autoriza o uso do Fundo Social de recursos do Pré-Sal.

O projeto de renegociação das dívidas rurais foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado na tarde desta quarta-feira. O texto segue para o Senado e volta para análise da Câmara dos Deputados. O projeto foi aprovado na CAE em discordância com o governo e com a rejeição pelos senadores do substitutivo apresentado pelo Ministério da Fazenda.

A senadora defende a retomada das negociações quanto ao texto.

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– A perspectiva é de continuar as tratativas quanto ao projeto com o governo e puder avançar. Se não, não vamos chegar a lugar nenhum – observou.

Tereza Cristina afirmou que é o primeiro passo para a resolução de um assunto “gravíssimo”.

– Hoje, temos problemas em todos os Estados brasileiros, perdas por eventos climáticos, perdas por receita, pelos preços baixos das commodities. E o El Niño vai trazer muita complicação climática ainda ao Brasil este ano – afirmou.

A preocupação, segundo ela, é sobretudo quanto ao produtor rural que não tem mais garantias e, portanto, não tem como renegociar a sua dívida.

No plenário, a senadora apelou ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), para que o projeto seja pautado com celeridade no plenário.

– Precisamos trazer de volta ao plenário para que ele possa ir rapidamente à Câmara. O tempo é muito exíguo porque as dívidas dos produtores vencem a partir de amanhã e existe uma angústia enorme dos produtores que ficarão inadimplentes – justificou.

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E completou.

– Peço, de novo, a sensibilidade do senhor para que possamos votar isso o mais rápido possível – pediu a Alcolumbre.

*AE

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Política Nacional

Novo pode retirar candidatura de Zema por postura contra Flávio

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Partido fez reunião de “emergência” nesta terça-feira

As críticas do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) podem custar a candidatura do mineiro à Presidência da República. Lideranças do partido Novo estariam cobrando uma postura mais diplomática de Zema, em nome da “direita unida”.

De acordo com Lauro Jardim, do Jornal O Globo, foi realizada uma reunião de “emergência” nesta terça-feira (26) com Zema, convocada pela cúpula do partido. Segundo interlocutores, o encontro foi marcado por palavras duras.

Um dos participantes da reunião foi o advogado Jeffrey Chiquini, que sugeriu que o ex-governador estava ajudando a eleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Uma ala do Novo acusa Zema de colocar em risco alianças estratégicas com o PL em vários estados, uma vez que o partido se preocupa em superar a cláusula de barreira e eleger um número significativo de parlamentares para o Congresso Nacional.

Parte dos correligionários acreditam que Zema deveria tentar disputar uma vaga ao Senado, em detrimento do Palácio do Planalto.

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