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Política Nacional

Candidato à Presidência propõe botox gratuito para mulheres

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Em entrevista publicada no sábado (29), o candidato à Presidência Wilson Grassi (Democrata) apresentou o projeto “Meu Botox, Minha Vida”, que prevê aplicação gratuita de toxina botulínica para mulheres de baixa renda. A medida, segundo ele, teria como objetivo melhorar a autoestima das beneficiárias.

Grassi afirmou que a proposta está entre as ideias que não foram incluídas em seu programa de governo. De acordo com o candidato, o partido não permitiria que ele disputasse a eleição caso algumas dessas propostas fossem apresentadas oficialmente no documento.

A ideia seria custeada com recursos obtidos por meio de impostos sobre cosméticos e pela redução do financiamento público de campanhas eleitorais. Grassi não detalhou, na entrevista, como seria definido o público atendido ou quais seriam os critérios para receber o procedimento.

– Eu tenho muita proposta polêmica, mas que eu tenho certeza que vai melhorar o Brasil – disse Grassi à jornalista Luana Lisboa, do jornal Folha de S.Paulo.

Além do projeto voltado à aplicação de botox, o candidato apresentou outras propostas para áreas como impostos, legislação trabalhista, Bolsa Família e mineração em terras indígenas. As medidas fazem parte de suas ideias para um eventual governo.

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Política Nacional

Romeu Zema critica suspensão de campanha de Renan Santos

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O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, usou as redes sociais para se manifestar a respeito da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, que suspendeu a campanha do candidato do Missão, Renan Santos, ao Planalto. Segundo Zema, trata-se de um “absurdo”.

– Discordo em muitos pontos do Renan, mas o que o Toffoli acaba de fazer é um absurdo. Não ficarei calado por ser um concorrente. O buraco é muito mais embaixo. Não existe democracia que se sustente dessa forma, com um supremo já desgastado por diversas decisões, inquéritos e ESQUEMAS que só mancham a instituição e o Brasil mundo afora.

Segundo Toffoli, a decisão se deu por irregularidades nos registros de endereços eletrônicos do presidenciável, como site e redes sociais. A decisão ocorreu no domingo (30) e foi divulgada nesta segunda-feira (31).

De acordo com o magistrado, houve uma “omissão estratégica” por parte da equipe de campanha com relação à divulgação dos endereços de redes sociais, site e contatos de plataformas de mensagens oficiais. Nas regras eleitorais consta que todos os candidatos devem informar esses dados no ato do registro da candidatura.

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Toffoli afirmou que alguns dos perfis usados na divulgação da campanha foram registrados depois do prazo estabelecido pelo TSE.

— No caso dos autos, dois perfis em redes sociais foram informados 12 dias após o requerimento de registro. Em simples consulta ao primeiro deles, que conta com 81.700 seguidores, constatei que o perfil veicula propaganda eleitoral, atrai recomendações de outros candidatos (que, portanto, igualmente não informaram os endereços à Justiça Eleitoral), conforme prints extraídos — disse.

No caso de Renan Santos, a candidatura foi registrada no dia 7 de agosto, mas 16 perfis de redes sociais utilizados pelo candidato foram informados à Suprema Corte eleitoral apenas no dia 19, por meio de petição complementar. A ação configura vantagem indevida sobre outros candidatos, pois os perfis não são tratados pelas plataformas como para fins eleitorais.

O ministro concluiu que a constatação é suficiente para aplicar a medida de suspender os atos de campanha do candidato.

— A constatação é suficiente para, no exercício do poder geral de cautela, determinar, de ofício, medidas necessárias para impedir a continuidade dos benefícios obtidos de forma inidônea em razão da omissão dos endereços — declarou.

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A decisão impede, de imediato, qualquer ato de campanha, participação em debates ou repasses de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Ele também não poderá investir os recursos já recebidos pelo programa.

Na decisão fica estabelecido que a campanha tem até 24 horas para fornecer dados completos sobre publicações online relacionadas aos perfis, a partir do dia 7 de agosto. A multa para o não cumprimento desta medida é de R$ 50 mil por dia. Os perfis também devem ser suspensos imediatamente e o não cumprimento da medida implicará uma multa de R$ 10 mil por hora e por perfil que permaneça acessível na internet.

Renan Santos considerou a medida absurda, afirmando que compromete todo o trabalho realizado por ele e pela legenda na corrida eleitoral.

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Política Nacional

Atlas/Bloomberg: Desaprovação de Lula aumenta para 52,9%

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 52,9% e aprovado por 45,4%, segundo a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31). Outros 1,7% disseram não saber.

Em um mês, a desaprovação de Lula subiu 1,7 ponto porcentual, enquanto a aprovação caiu 2,2 pontos porcentuais, de acordo com a série histórica do levantamento.

Na avaliação do governo, 51,1% consideram a gestão Lula ruim/péssima, 37% a classificam como ótima/boa e 11,9% a avaliam como regular.

Nos recortes demográficos da pesquisa, os grupos que mais desaprovam Lula são os mais jovens (16 a 24 anos), com 76,9%, e os evangélicos, com 76,1%. Já os que mais aprovam o presidente são os idosos (60 a 100 anos), com 63,2%, os católicos, com 55,4%, e os moradores do Nordeste, com 54,7%.

 

Confira abaixona sequência as perguntas feitas e as respostas dos entrevistados:

— Você aprova ou desaprova o desempenho do presidente Lula?

– 52,9% – Desaprovo

– 45,4% – Aprovo

– 1,7% – Não sei

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— Como você avalia o governo do presidente Lula?

– 51,1% – Ruim/Péssimo

– 37,0% – Ótimo/Bom

– 11,9% – Regular

 

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi realizada entre 25 e 30 de agosto de 2026, com 5.014 respondentes. A margem de erro é de um ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.

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