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Política Nacional

Nexus: Lula tem empate técnico com Flávio, Caiado e Zema

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Petista aparece com diferença reduzida contra os principais rivais nas eleições deste ano

O segundo levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência, em parceria com o BTG Pactual, divulgado nesta segunda-feira (27), sobre a corrida presidencial de outubro deste ano continua apontando um cenário de forte polarização, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato à reeleição pelo PT, empatado tecnicamente, dentro da margem de erro, com seus principais adversários no segundo turno.

De acordo com a amostra, se o segundo turno fosse disputado hoje, Lula teria 46% e Flávio Bolsonaro (PL), 45%. Contra Romeu Zema (Novo), que pontuou 41%, Lula teria 45%; contra Ronaldo Caiado (PSD), que aparece com 41%, Lula teria 45%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na pesquisa anterior, divulgada no dia 30 de março, Lula e Flávio Bolsonaro apareciam empatados no cenário de segundo turno, com 46% cada. Contra os outros adversários, na pesquisa de março, o presidente e pré-candidato à reeleição levava vantagem fora da margem de erro: venceria Zema por 46% a 40% e Caiado por 46% a 41%.

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No cenário de primeiro turno, na pesquisa estimulada, Lula lidera com 41%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36%. Zema e Caiado têm, respectivamente, na pesquisa divulgada nesta segunda, 4% e 3%. Na pesquisa espontânea, na disputa do primeiro turno, Lula tem 33%, Flávio Bolsonaro 26%, Zema 2% e Caiado 1%. O ex-presidente Jair Bolsonaro é citado por 2%, e Renan Santos (Missão) também registra 2%.

Foram entrevistados 2.028 eleitores entre os dias 24 e 26 de abril de 2026, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01075/2026.

 

*AE

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Política Nacional

Senador Marcos do Val defende união da direita em torno de Flávio Bolsonaro

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O senador Marcos Do Val tem reiterado publicamente seu apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República nas eleições de 2026. Segundo ele, além de carregar a indicação e a confiança do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio reúne as qualidades necessárias para corrigir os rumos do país após mais quatro anos de governo petista e, ainda, pacificar o debate político depois de uma década de polarização que tem fragmentado famílias e dividido o Brasil.

Embora setores do espectro direitista ainda tentem enfraquecer a coesão em torno dessa candidatura — movimento amplamente incentivado por parte da grande mídia —, Marcos Do Val tem usado suas lives nas redes sociais para conclamar o eleitorado conservador a se unir em torno do candidato do Partido Liberal (PL). “Ele é o melhor nome para unirmos a direita e contermos o projeto de poder da esquerda”, afirmou.

Desde que assumiu o diretório estadual do Avante no Espírito Santo, no início de abril, Marcos Do Val promoveu uma guinada à direita no partido. O Avante aderiu ao Bloco Vanguarda, alinhando-se ao PL e ao Partido Novo na bancada conservadora do Senado Federal. No plano estadual, a legenda registrou centenas de novas filiações dentro do prazo legal, com o objetivo de viabilizar uma chapa formada por lideranças conservadoras capixabas de expressão.

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Política Nacional

PL do fim da escala 6×1 ‘está revestido de ilegalidade’, diz Skaf

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Presidente da Fiesp diz que proposta fere a Constituição e afirma que medida judicial pode ser apresentada ainda nesta terça-feira (28)

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, afirmou que o projeto de lei do governo que propõe o fim da escala 6×1 “está revestido de ilegalidade” e anunciou a articulação de uma ação judicial para barrar a proposta ainda nesta semana.

Em entrevista nesta segunda-feira (27), Skaf criticou o formato da iniciativa e disse que a medida tenta alterar a Constituição. “O PL do governo está revestido de ilegalidade por querer mudar a Constituição através de lei e não de PEC”, afirmou.

Segundo ele, a entidade não poderia acionar a Justiça antes da eventual aprovação da proposta, o que motivou a busca por apoio político. “Temos conversado com partidos e parlamentares que podem, quando há algo explícito de agressão à Constituição, entrar com uma ação e mandado de segurança — e isso será feito. Deve acontecer possivelmente nesta terça-feira (28), e com isso mostraremos a ilegalidade do PL”, declarou.

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Skaf também indicou que pretende atuar contra propostas de emenda à Constituição relacionadas ao tema e defendeu o adiamento do debate dentro do Congreso Nacional. “Quanto à questão das PECs, vamos agir sim. Não desistiremos de pedir que essa discussão passe para o ano que vem”, disse.

O presidente da Fiesp ainda criticou o contexto político da proposta, classificando-o como eleitoral. “O espírito agora é outro. Não é de debater com transparência e seriedade, vendo a competitividade brasileira e o interesse do país, das pessoas e das empresas. O interesse único é eleitoral. É uma verdadeira campanha eleitoral. Seria um grande prejuízo, acima de tudo, ao Brasil”, afirmou.

 

Fonte: Jovem Pan News.

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