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Política Nacional

Senador Marcos do Val defende união da direita em torno de Flávio Bolsonaro

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O senador Marcos Do Val tem reiterado publicamente seu apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República nas eleições de 2026. Segundo ele, além de carregar a indicação e a confiança do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio reúne as qualidades necessárias para corrigir os rumos do país após mais quatro anos de governo petista e, ainda, pacificar o debate político depois de uma década de polarização que tem fragmentado famílias e dividido o Brasil.

Embora setores do espectro direitista ainda tentem enfraquecer a coesão em torno dessa candidatura — movimento amplamente incentivado por parte da grande mídia —, Marcos Do Val tem usado suas lives nas redes sociais para conclamar o eleitorado conservador a se unir em torno do candidato do Partido Liberal (PL). “Ele é o melhor nome para unirmos a direita e contermos o projeto de poder da esquerda”, afirmou.

Desde que assumiu o diretório estadual do Avante no Espírito Santo, no início de abril, Marcos Do Val promoveu uma guinada à direita no partido. O Avante aderiu ao Bloco Vanguarda, alinhando-se ao PL e ao Partido Novo na bancada conservadora do Senado Federal. No plano estadual, a legenda registrou centenas de novas filiações dentro do prazo legal, com o objetivo de viabilizar uma chapa formada por lideranças conservadoras capixabas de expressão.

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Política Nacional

PL do fim da escala 6×1 ‘está revestido de ilegalidade’, diz Skaf

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Presidente da Fiesp diz que proposta fere a Constituição e afirma que medida judicial pode ser apresentada ainda nesta terça-feira (28)

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, afirmou que o projeto de lei do governo que propõe o fim da escala 6×1 “está revestido de ilegalidade” e anunciou a articulação de uma ação judicial para barrar a proposta ainda nesta semana.

Em entrevista nesta segunda-feira (27), Skaf criticou o formato da iniciativa e disse que a medida tenta alterar a Constituição. “O PL do governo está revestido de ilegalidade por querer mudar a Constituição através de lei e não de PEC”, afirmou.

Segundo ele, a entidade não poderia acionar a Justiça antes da eventual aprovação da proposta, o que motivou a busca por apoio político. “Temos conversado com partidos e parlamentares que podem, quando há algo explícito de agressão à Constituição, entrar com uma ação e mandado de segurança — e isso será feito. Deve acontecer possivelmente nesta terça-feira (28), e com isso mostraremos a ilegalidade do PL”, declarou.

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Skaf também indicou que pretende atuar contra propostas de emenda à Constituição relacionadas ao tema e defendeu o adiamento do debate dentro do Congreso Nacional. “Quanto à questão das PECs, vamos agir sim. Não desistiremos de pedir que essa discussão passe para o ano que vem”, disse.

O presidente da Fiesp ainda criticou o contexto político da proposta, classificando-o como eleitoral. “O espírito agora é outro. Não é de debater com transparência e seriedade, vendo a competitividade brasileira e o interesse do país, das pessoas e das empresas. O interesse único é eleitoral. É uma verdadeira campanha eleitoral. Seria um grande prejuízo, acima de tudo, ao Brasil”, afirmou.

 

Fonte: Jovem Pan News.

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Política Nacional

Após ataque contra Trump, Eduardo faz alerta para Flávio

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Neste domingo (26), o ex-deputado Eduardo Bolsonaro comentou o incidente envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e fez um alerta sobre segurança ao senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência. A fala foi divulgada em vídeo nas redes sociais.

O parlamentar relacionou o episódio com casos de violência política e afirmou que figuras públicas podem ser alvo de ataques. Ele citou exemplos de outros países e mencionou o histórico recente no Brasil.

– Essa questão toda aí, de novo, uma tentativa de assassinato contra o presidente Trump, e foi tentativa que só não foi colocada adiante, porque as forças de segurança entraram em campo e conseguiram deter uma pessoa armada que estava correndo em direção ao presidente dos Estados Unidos – disse Eduardo.

Na mesma fala, ele sugeriu que situações como essa devem servir de alerta. Segundo o deputado, políticos ligados à direita estariam mais expostos a esse tipo de risco.

– Então isso é um alerta até para que o próprio Flávio Bolsonaro tenha que redobrar a sua segurança – afirmou.

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O comentário ocorre após o episódio registrado no sábado (25), durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington. O evento foi interrompido após relatos de disparos no local.

De acordo com autoridades, um homem armado tentou invadir a área do evento, mas foi contido por agentes de segurança. Um integrante do Serviço Secreto foi atingido, mas não sofreu ferimentos graves.

A polícia informou que o suspeito agiu sozinho. O caso está sendo investigado por forças de segurança dos Estados Unidos.

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