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Peça ‘Capitu e Bentinho’ retorna ao Theatro Carlos Gomes

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Apresentações acontecem neste sábado (29) e domingo (30), com ingressos a preços populares pelo Sympla

Depois do sucesso de público e crítica em sua estreia, a peça “Capitu e Bentinho” retorna à Vitória para se apresentar novamente no palco mais tradicional do Espírito Santo, o Theatro Carlos Gomes. Na primeira passagem em abril, o espetáculo lotou o teatro, com duas sessões de ingressos esgotados de forma antecipada, e agora retorna com apresentações neste sábado (29) e domingo (30), às 19h30, com ingressos a preços populares pelo Sympla.

A peça levou os principais prêmios na categoria adulto do 26º Festival Nacional de Teatro de Guaçuí, levando 7 estatuetas para casa: melhor espetáculo, melhor direção, melhor ator, melhor atriz, melhor iluminação, melhor cenário e melhor trilha sonora.

Ganhando projeção nacional, a peça do Grupo Teatral Caparaó, de Alegre, entrará em temporada no Rio de Janeiro em outubro, no Teatro Dulcina, um dos mais tradicionais do país, e depois segue para apresentação única em São Paulo.

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O projeto do espetáculo foi contemplado pelo Edital de Artes Cênicas da Secretaria da Cultura (Secult), e conta com recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura), e da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura (MinC), Governo Federal.

SERVIÇO:

Capitu e Bentinho (teatro)

Local: Theatro Carlos Gomes – R. Barão de Itapemirim, 232 – Centro, Vitória.

Classificação: 16 anos

Dias: 29 e 30 /08 (sábado e domingo)

Horário: 19h30

Ingressos: 40,00 (inteira) e 20,00 (meia)

Vendas:

https://www.sympla.com.br/evento/capitu-e-bentinho-theatro-carlos-gomes-29-08-sabado/3524694 (29/08 – sábado)

https://www.sympla.com.br/evento/capitu-e-bentinho—theatro-carlos-gomes—3008-domingo/3524700 (domingo)

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Festival de Cinema de Vitória anuncia data da sua 34ª edição em 2027

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A 34ª edição do Festival de Cinema de Vitória (FCV) já tem data para acontecer em 2027. Com patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Rouanet, o maior evento de audiovisual do Espírito Santo vai acontecer de 15 a 20 de maio, e transformará a capital capixaba na grande festa do cinema brasileiro.

E um aviso para os realizadores e realizadoras de todo o país que desejam exibir seu filme em uma das maiores janelas de exibição do Brasil: as inscrições para a próxima edição acontecerão ainda em 2026, dos dias 02 a 30 de novembro. Em breve todas informações serão divulgadas. Para não perder nada, acompanhe as redes sociais do evento em @festivaldevitoria e no site festivaldevitoria.com.br .

A FESTA DO CINEMA BRASILEIRO

Uma programação intensa para cinéfilos e apaixonados pelo mundo do cinema. Assim foi o 33º Festival de Cinema de Vitória que, de 18 a 25 de julho de 2026, recebeu cerca de 25 mil pessoas nas inúmeras atividades do evento que contou com o patrocínio da Petrobras e da Vale e com o copatrocínio do Banestes, através da Lei Rouanet. Foram exibidas 91 obras audiovisuais distribuídas em 11 mostras competitivas e quatro sessões especiais não-competitivas, além de sete debates com realizadores, duas homenagens e duas coletivas de imprensa com os profissionais homenageados.

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A produção capixaba foi destaque na premiação com o filme “A Caminhada Sagrada de Tatatxi Ywareté”, de Marcelo Guarani, na 16ª Mostra Competitiva Nacional de Longas. A produção ganhou o Troféu Vitória de Melhor Filme (Júri Técnico e Júri Popular), Melhor Contribuição Artística, além do Prêmio Sesc Glória e Prêmio Stone Milk de Pós-Produção – Melhor Longa-Metragem (Júri Técnico). A mostra também premiou com o Troféu Vitória de Melhor Direção, Melhor Roteiro e Melhor Interpretação o filme “As Florestas da Noite”, de Priscyla Bettim e Renato Coelho. O prêmio de Melhor Fotografia foi para “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai.

 

 

Na 30ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas, o vencedor do Troféu Vitória de Melhor Filme pelo Júri Técnico foi a produção “Tião Personal Dancer”, de Aristóteles Tothi, que também venceu na categoria de Melhor Direção. O curta “Irmã”, de Anderson Bardot, ganhou o Troféu Vitória de Melhor Fotografia e Melhor Interpretação, além do Prêmio do Canal Brasil de Curtas. Na mesma mostra, “O Que Faço Com Isso Agora Que Acabou?”, de Julia Uliana e Natália Dornelas, ganhou os prêmios de Melhor Filme do Júri Popular e o Prêmio Especial do Júri. O Melhor Roteiro foi para “A Tragédia da Lobo-Guará” e o prêmio de Melhor Contribuição Artística foi para “Morfeu e Caronte”. A lista completa com os vencedores do 33º FCV está disponível no site do evento (festivaldevitoria.com.br ).

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A interação online do público também foi pujante no 33º Festival de Cinema de Vitória. Durante os oito dias de evento, o 33º Festival de Cinema de Vitória alcançou 1.083.831 visualizações e aproximadamente 24 mil interações nas redes sociais. Foram alcançadas 251,4 mil contas, 12,4 mil visitas ao perfil, 1,9 mil cliques no link e quase mil seguidores registrados no período. 

Além disso, de abril a agosto, as redes sociais do evento alcançaram 3.504.434 visualizações e aproximadamente 111,1 mil interações nas redes sociais. A escala foi acompanhada por 675,7 mil contas alcançadas, 32,2 mil visitas ao perfil e 4,4 mil seguidores registrados neste espaço temporal. Os números comprovam o interesse do público em conhecer, prestigiar e celebrar a produção audiovisual brasileira.

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Veja alguns jornalistas famosos sem diploma de jornalismo

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Boris Casoy, Ricardo Boechat e William Bonner são alguns dos nomes que não têm formação superior em jornalismo

 

A discussão sobre a exigência de diploma para exercer a atividade jornalística voltou ao debate nesta semana após os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), falarem sobre o tema. No entanto, apesar da questão, a imprensa brasileira tem uma longa lista de profissionais que construíram carreiras de destaque sem ter formação superior específica na área.

Entre os nomes dessa lista estão figuras como Assis Chateaubriand, Samuel Wainer, Carlos Lacerda, Boris Casoy, Ricardo Boechat, Joseval Peixoto e Roberto Marinho. William Bonner, que apresentou o Jornal Nacional por longos anos, também integra a lista: embora tenha se formado em Comunicação Social, sua habilitação foi em Publicidade e Propaganda, e não em Jornalismo.

 

NOMES HISTÓRICOS SEM DIPLOMA EM JORNALISMO

Assis Chateaubriand, por exemplo, foi um dos principais nomes da história da comunicação brasileira, mas não tinha formação acadêmica em jornalismo. Empresário e político, ele esteve à frente dos Diários Associados, um dos maiores conglomerados de comunicação do país.

Outro nome desse rol é Samuel Wainer, fundador do jornal Última Hora, que teve uma trajetória de destaque no jornalismo sem possuir formação específica na área. Outro nome histórico do século 20 que não tinha formação em jornalismo foi Carlos Lacerda, político e fundador do jornal Tribuna da Imprensa, que tornou-se uma das figuras mais influentes da imprensa e da política brasileira.

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No telejornalismo, Boris Casoy construiu uma carreira de décadas, mas não teve uma formação superior em jornalismo. Figura conhecida no jornalismo televisivo, ele começou a trabalhar como locutor aos 15 anos e atuou em diferentes áreas da comunicação, tendo até dirigido cursos de comunicação em uma faculdade. Casoy chegou a iniciar o curso de Direito, mas não concluiu a graduação.

Ricardo Boechat foi outro profissional que se tornou referência no jornalismo brasileiro sem ter o diploma de jornalismo. Com uma longa passagem pela Band, ele ficou conhecido pelo estilo direto e crítico de comunicação. Já Joseval Peixoto, formado em Direito, tornou-se uma das vozes mais conhecidas do radiojornalismo brasileiro.

Roberto Marinho, fundador do Grupo Globo, também não tinha formação acadêmica específica em Jornalismo. Ele construiu sua trajetória na imprensa como jornalista e posteriormente criou um dos maiores grupos de comunicação do país.

Outro caso conhecido é o de William Bonner. O apresentador é formado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Universidade de São Paulo (USP).

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Bonner começou a carreira como redator publicitário em 1983 e, no ano seguinte, passou a trabalhar também como locutor na Rádio USP FM. Em 1986, foi contratado pela Globo. Ao longo da carreira, passou por programas como Globo Rural, Jornal da Globo, Jornal Hoje e Fantástico, até chegar ao Jornal Nacional. Desde 1996, exerceu também a função de editor-chefe do telejornal, cargo que ocupou até 2025.

 

DEBATE VOLTOU AO STF

A exigência de diploma em jornalismo para exercer a profissão voltou a ser discutida nesta semana. Durante sessão na Corte, o ministro Flávio Dino afirmou que o sigilo da fonte não pode ser utilizado para “desinformar”, enquanto o ministro Alexandre de Moraes declarou que a liberdade de imprensa não pode ser usada para o “cometimento de crimes”.

Gilmar Mendes, relator do famoso julgamento no STF que derrubou a obrigatoriedade em 2009, também admitiu a possibilidade de rediscutir a questão.

– Podemos discutir, sim, se de fato se entender que há aí algum comprometimento na qualidade de informação – afirmou o ministro na última quarta-feira (19).

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