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Segunda edição de feira de São João começa nesta quarta-feira (19) com apoio da Aderes

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A Praça é de Fátima, mas desta quarta-feira (19) até a próxima segunda-feira (24) quem tomará conta do espaço será São João. Isso porque durante o período acontecerá a segunda edição do “São João Art’s na Praça”, no bairro Guandu, em Cachoeiro de Itapemirim.

A feira conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes), e tem como objetivo levar ao público muito artesanato, além de música ao vivo, gastronomia e animação. A programação terá sempre início às 17 horas com término às 22 horas.

A divisão do espaço do evento para divulgação e comercialização de produtos do artesanato, agroindústria, agricultura familiar e das micro e pequenas empresas do Estado foi feita por meio de um edital da Aderes, que selecionou os empreendedores.

“As vagas foram divididas entre os segmentos atendidos pela Aderes. O Artesanato, a Agroindústria, a Agricultura Familiar, a Economia Solidária e as Micro e Pequenas Empresas. A seleção dos expositores levou em conta, em primeiro lugar, se eles eram de Cachoeiro de Itapemirim, em seguida, se eram de cidades vizinhas e, no final, dos demais municípios do Estado”, explicou o diretor-geral da Aderes, Alberto Gavini.

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O edital também deu preferência de participação aos empreendedores residentes nas áreas contempladas pelo Programa Estado Presente em Defesa da Vida e aos que anexaram ao formulário de inscrição, o certificado de curso, palestra ou oficina realizados no programa Qualificar ES, Aderes, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes).

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Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro do PCC

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Há mandado de prisão contra Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe da facção, que já está preso. Parentes de Marcola também estão na mira

Uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) prendeu na manhã desta quinta-feira (21) a influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra. Também há um mandado de prisão contra Marcos Willians Herbas Camacho (Marcola), considerado o chefe da facção, que já está preso, além de parentes dele.

Também foram presos Everton de Souza (vulgo Player), indicado como operador financeiro da organização, e Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola, que está em Madri.

Procurado, o advogado de Deolane, Luiz Imparato, disse que está se “inteirando dos fatos”. O advogado Bruno Ferullo, que defende Marcola, também afirmou que ainda vai se inteirar do caso. A defesa dos demais não foi localizada pela reportagem.

Outros alvos da Operação Vérnix incluem o irmão de Marcola, Alejandro Camacho, e o sobrinho dele, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho. No total, são seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão.

Segundo a investigação, o esquema de lavagem envolve uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau (SP), controlada pela cúpula da facção criminosa, considerada a maior do país.

Deolane Bezerra passou as últimas semanas em Roma, na Itália. O nome dela chegou a ser incluído na lista da Difusão Vermelha da Interpol, mas ela retornou ao Brasil na quarta-feira (20). Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão na casa dela, em Barueri, e em outros endereços ligados a ela.

O influenciador digital Giliard Vidal dos Santos, que é considerado um filho de criação por Deolane, e um contador são alvos de busca e apreensão.

Operação mira influenciadora Deolane Bezerra e família de Marcola por lavagem de dinheiro do PCC — Foto: Reprodução

Operação mira influenciadora Deolane Bezerra e família de Marcola por lavagem de dinheiro do PCC — Foto: Reprodução

Everton de Souza (vulgo Player) aparece nas mensagens interceptadas durante a investigação dando orientações sobre distribuição de dinheiro da transportadora de cargas controlada pela família de Marcola e indicando contas de destino, por isso, é indicado como operador financeiro da organização.

Outros dois alvos de prisão estão no exterior, segundo a suspeita da polícia: Paloma Sanches Herbas Camacho (sobrinha de Marcola e apontada como intermediária nos negócios da família) estaria na Espanha e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho (sobrinho de Marcola e apontado como o destinatário do dinheiro lavado da família) estaria na Bolívia.

Marcola e Alejandro Camacho estão presos na Penitenciária Federal de Brasília e serão comunicados sobre a nova ordem de prisão preventiva.

Sobre a investigação

A investigação começou em 2019 com a apreensão pela Polícia Penal de bilhetes e manuscritos com dois presos na Penitenciária II de Presidente Venceslau. O material deu origem a três inquéritos policiais sucessivos, cada um responsável por revelar uma nova camada da estrutura criminosa investigada.

O primeiro inquérito teve como foco direto os dois presos que estavam com os manuscritos. A análise do material apreendido permitiu identificar referências a ordens internas da facção, contatos com integrantes de elevada posição hierárquica e menções a ações violentas contra servidores públicos. Esses dois indiciados foram condenados e inseridos no sistema penitenciário federal.

Entre os trechos analisados, chamou atenção dos investigadores a citação a uma “mulher da transportadora”, que teria levantado endereços de agentes públicos para subsidiar ataques planejados pela organização criminosa.

Essa menção deu origem ao segundo inquérito policial, que buscou identificar quem seria a mulher mencionada nos bilhetes e qual seria a relação da transportadora de cargas com o grupo criminoso.

As diligências conduziram a uma empresa sediada em Presidente Venceslau, posteriormente reconhecida como empresa de fachada usada pelo crime organizado para lavagem de dinheiro.

A investigação deu origem à Operação Lado a Lado, que em 2021 revelou movimentações financeiras incompatíveis, crescimento patrimonial sem lastro econômico suficiente e a utilização da transportadora como verdadeiro braço financeiro da facção.

Nesta operação, a apreensão do celular de Ciro Cesar Lemos – indicado como operador central – trouxe para o MP e para a Polícia Civil ainda mais informações sobre a dinâmica de lavagem de dinheiro por meio da empresa de fachada Lado a Lado Transportes (ou Lopes Lemos Transportes). Isso abriu uma nova frente de investigação, sobre suspeitas de repasses financeiros e conexões com uma influenciadora digital de grande projeção nacional.

A partir das análises, o inquérito apontou que Ciro Cesar Lemos atuava na compra de caminhões, realização de pagamentos, movimentava recursos da cúpula do PCC, executava ordens de Marcola e Alejandro e administrava patrimônio em nome deles, o que o coloca como homem de confiança da liderança da facção.

As imagens dos depósitos que favoreciam contas de Deolane Bezerra Santos e Everton De Souza foram localizadas no aparelho celular apreendido na casa de Ciro César Lemos. Ele está foragido, assim como a esposa.

Segundo a investigação, os valores provenientes da empresa Lopes Lemos Transportes eram destinados a Marcola, a Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, e a seus familiares. Para as transações, foram usadas as contas de Everton de Souza e Deolane Bezerra.

Os levantamentos apontaram a utilização de pessoas jurídicas, recebimentos de origem não esclarecida, circulação de valores milionários e aquisição ou vinculação a bens de alto padrão por parte de Deolane Bezerra. Para os investigadores, a projeção pública, a atividade empresarial formal e a movimentação patrimonial eram utilizadas como camadas de aparente legalidade para dificultar a identificação da origem ilícita dos recursos.

Risco de fuga e sofisticação de esquema

Ao decretar as prisões, a Justiça de São Paulo entendeu que provas do crime e indícios fortes de autoria contra todos os investigados, incluindo movimentações financeiras suspeitas e vínculos diretos com a organização criminosa, e que a prisão era necessária para a garantia da ordem pública porque os investigados continuavam operando esquema criminoso, inclusive de dentro da prisão, representando risco real de destruição de provas e interferência na investigação.

A Justiça também entendeu que outras medidas cautelares seriam insuficientes diante da sofisticação do grupo e que havia risco de fuga e ocultação de patrimônio, agravado pelo fato de alguns investigados estarem no exterior.

Deolane Bezerra Santos como recebedora de dinheiro proveniente do PCC

A investigação fez cruzamentos de provas apreendidas nos últimos anos com relatórios de movimentação em contas físicas e jurídicas em nome da influenciadora Deolane Bezerra para identificá-la como recebedora de dinheiro proveniente do PCC.

Parte das movimentações ocorrem em depósitos em espécie, partindo do caixa do PCC por meio da transportadora de cargas, e ordenados pela cúpula da facção, segundo a investigação.

Entre 2018 e 2021, Deolane recebeu em sua conta física R$ 1.067.505,00 em depósitos fracionados abaixo de R$ 10 mil, técnica conhecida como smurfing). Segundo a polícia, o intermediador era Everton de Souza, que indicava a conta de Deolane para “fechamentos” mensais.

Outro fato que aparece na investigação são quase 50 depósitos feitos a duas empresas de Deolane Bezerra, no valor total de R$ 716 mil, por uma empresa que se apresenta como banco de crédito e que tem como responsável um homem moradora da Bahia que recebe em torno de um salário mínimo ao mês.

A análise das contas a débito, tanto de Deolane quanto da empresa dela, mostram que não foi identificado nenhum pagamento relacionado a esses tais créditos, o que é apontado pela investigação como um indício de ocultação e/ou dissimulação de recursos do PCC.

Também não foram identificadas prestações de serviço como advogada que justificassem os valores repassados para as contas da influenciadora e de suas empresas.

A Justiça determinou o bloqueio de R$ 27 milhões em nome de Deolane Bezerra. O valor diz respeito ao que ela não comprovou a origem – com indicativos de lavagem de dinheiro.

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Praça Costa Pereira e Theatro Carlos Gomes vão receber concertos gratuitos em comemoração ao aniversário da Fames

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Concertos acontecem no próximo dia 20 de maio a partir das 19horas.

Acontecem na próxima quarta-feira (20), na Praça Costa Pereira e no Theatro Carlos Gomes, no Centro de Vitória, os concertos da Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames), que está comemorando 72 anos de atuação. Serão realizados três concertos de grupos formados por estudantes, professores e convidados, com entrada franca.

A programação começa às 19 horas na Praça Costa Pereira, onde se apresentará o grupo Ensemble Percussivo. O grupo experimental tem um repertório que combina instrumentos sinfônicos de percussão com os tradicionais e populares, como a casaca e o tambor, além de objetos como baldes e peles de instrumentos, criando interpretações inusitadas de músicas conhecidas pelo público.

Em seguida, os espectadores serão convidados a se dirigirem ao Theatro Carlos Gomes, onde se apresentarão a Banda Sinfônica CFM e a Orquestra Experimental de Cordas, ambas formadas por estudantes de instrumentos do Curso de Formação Musical da Fames (CFM). No repertório, composições sinfônicas de compositores nacionais, como Luiz Gonzaga, e internacionais, como John Williams, criador do tema do filme “Superman”.

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As apresentações no Theatro Carlos Gomes começam às 20 horas e a entrada é gratuita.

Serviço:

Concertos de Aniversário Fames

Ensemble Percussivo Fames

Data:  20/05 (quarta-feira)
Horário: 19 horas
Local: Praça Costa Pereira

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