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Política Nacional

Zema ironiza escolha do nome de namorada de Toffoli para o TSE

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O pré-candidato à Presidência Romeu Zema fez uma nova publicação envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (3). Desta vez, Zema se referiu à Suprema Corte como “fantástico mundo dos Intocáveis” e mencionou os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes e suas respectivas companheiras.

O ex-governador de Minas Gerais citou uma reportagem noticiando a nomeação da juíza Renata Gil Alcântara a um cargo de diretoria no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Zema chama de “coincidência” a escolha por Renata, que é namorada de Toffoli, para a Diretoria de Assuntos Internacionais da Corte, cargo criado na véspera da nomeação.

— Mais uma coincidência no fantástico mundo dos intocáveis. TSE cria um cargo. Um dia depois, o Ministro Nunes Marques indica a namorada do Ministro Dias Toffoli para o cargo recém-criado — escreveu.

Na sequência, Zema comparou a situação com outro caso conhecido envolvendo a companheira de um membro da Suprema Corte: Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, contratada pelo extinto Banco Master.

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— Quer ganhar um cargo novo? Namore um intocável. Quer ganhar um contrato de R$ 129 milhões? Case com ele — disse.

O texto faz referência ao contrato firmado entre o escritório de Viviane e o banqueiro Daniel Vorcaro. O acordo seria pago em 36 parcelas, mas foi suspenso na 22ª, devido à liquidação extrajudicial da instituição. Ao todo, Viviane recebeu cerca de R$ 80 milhões.

Dados revelados da delação premiada de Vorcaro, rejeitada pela Polícia Federal, revelam que o empresário teria preparado um novo contrato em nome de outra empresa ligada a ele para quitar o acordo com Viviane Barci. No entanto, não teria havido tempo hábil para a assinatura do novo contrato.

Esta semana, Zema lançou mais um episódio da série Os Intocáveis. No sétimo episódio, o pré-candidato usou como tema o “Gilmarpalooza”, fazendo referência ao Fórum Jurídico de Lisboa, promovido pelo decano Gilmar Mendes anualmente em Portugal e que vem gerando polêmicas.

Veja publicação de Romeu Zema:

 

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Política Nacional

Trio da Marcha para Jesus reúne Flávio, Tarcísio, Mendonça e Jorge Messias

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‘País está passando por uma grande guerra espiritual’, diz Flávio Bolsonaro

O pré-candidato à Presidência da República pelo PL e senador Flávio Bolsonaro participa da 34ª edição da Marcha para Jesus nesta quinta-feira (4) na capital paulista, ao lado do governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e do advogado geral da União, Jorge Messias.

O político disse durante o evento que “o mundo e o Brasil estão passando por uma grande guerra espiritual“. A declaração foi dada na Marcha para Jesus. Flávio disse estar no evento em São Paulo para recarregar as energias e “orar pelas famílias do país”.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cantou ao lado do apóstolo Estevam Hernandes Filho, da igreja Renascer em Cristo. No mesmo palco, Messias afirmou à transmissão do evento que “a mesa de Jesus é para judeus e gentios”, afirmando que até Judas se sentou na mesa de Cristo, sem segregação.

A marcha partiu da Estação da Luz, no centro de São Paulo, e segue em direção à Praça Heróis da FEB, próxima ao Campo de Marte, na zona norte da capital. Segundo a organização do evento, foram inscritas 23 mil caravanas para participar do evento, que conta com oito trios elétricos.

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Flávio nega ‘climão’

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou existir “climão” no trio elétrico reservado para autoridades na Marcha para Jesus, em São Paulo. Flávio divide o trio elétrico com o advogado-geral da União do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ministro Jorge Messias.

“Isso aqui não é um movimento político, estou aqui porque sou um cristão evangélico. (…) Não tem ‘climão’ nenhum aqui, estamos aqui no meu propósito que é Deus no comando”, disse.

Em uma rápida fala para jornalistas,Flávio voltou a dizer que a família dele é vítima de uma perseguição e que isso estaria sendo vivido pelos brasileiros. Ao acusar o governo de suposta censura, o senador afirmou que a Marcha para Jesus, que concentra fiéis na zona norte da capital paulista, estaria “irritando muita gente do lado de lá”.

Flávio também foi questionado sobre o impacto dos diálogos revelados no mês passado pelo The Intercept, que mostram ele pedindo R$ 134 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme “Dark Horse”, que homenageia o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O senador disse ser “uma pessoa correta” e desviou do assunto atacando o governo Lula e a cúpula do PT na Bahia.

“Eu sou uma pessoa correta, a gente fez de tudo para fazer um filme em homenagem ao meu pai, que é um cara que merece ter a sua história contada em uma grande produção que vai ficar pronta e, em breve, todos verão. Agora, o governo Lula tem que explicar muito ainda por que fez reuniões secretas para tentar beneficiar alguém. Em especial, a Bahia tem muito a explicar porque foi lá onde tudo começou”, afirmou.

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Flávio foi perguntado também sobre seu relacionamento com o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e afirmou que o político é seu “aliado e amigo”. “É um grande governador”, complementou. Ao ser perguntado sobre ter tido a oportunidade de conversar com o aliado, ele afirmou que sua vinda nesta quinta a São Paulo foi a primeira oportunidade de estar com o governador e o prefeito Ricardo Nunes.

Flávio participa da 34ª edição da Marcha para Jesus, na capital paulista. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça também está presente. Segundo a organização do evento, foram inscritas 23 mil caravanas para participar do evento, que contará com 8 trios elétricos.

Participam ainda do evento o deputado federal Sostenes Cavalcante, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, André do Prado, e o deputado estadual Lucas Bove.

 

*com informações do Estadão Conteúdo

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Política Nacional

Flávio Bolsonaro irá denunciar Lula no STF por ameaça

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Petista chamou senador de “traidor” e citou morte de Tiradentes

Nesta terça-feira (2), o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), destacou que irá apresentar uma representação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ação ocorre porque mais cedo o petista chamou o parlamentar de “traidor” e citou a morte de Tiradentes.

O parlamentar alega ameaça e incitação ao crime.

– Flávio Bolsonaro irá denunciar ainda hoje ao Supremo Tribunal Federal crimes praticados por Lula. Em 02.06.26, Lula afirmou que o senador deveria ter o mesmo destino que Tiradentes e ser morto por enforcamento. De acordo com Flávio Bolsonaro, a fala do presidente configura crime de ameaça e de incitação ao crime – informou a assessoria do senador.

Mais cedo, nesta terça, durante um evento em Catalão (GO), Lula criticou a proposta do governo dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Ao comentar a medida, o petista atribuiu a responsabilidade ao clã Bolsonaro e mencionou o encontro do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizado na última terça (26).

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Durante o discurso, o petista comparou integrantes da família Bolsonaro a Tiradentes que morreu enforcado.

– São traidores. Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado (sic) – declarou.

A afirmação, porém, contém um erro histórico. Quem foi executado em 1792 foi Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes.

Na sequência, Lula acusou Flávio e Eduardo Bolsonaro de tentarem buscar a interferência de um país estrangeiro em assuntos internos do Brasil. Segundo o presidente, essas pessoas devem ser chamadas de “traidores” e “vendilhões da pátria”.

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