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Ancelotti admite mudanças na seleção contra o Haiti na Copa, mas ainda sem Endrick

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Carlo Ancelotti repetiu mais de uma vez que não gostou do primeiro tempo do Brasil no empate por 1 a 1 com o Marrocos, no último fim de semana. E indicou que a equipe terá mudanças para enfrentar o Haiti nesta sexta-feira, 19, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo. Mas não revelou quais serão.

“Mudei a equipe no fim do primeiro tempo e podemos fazer fazer algumas mudanças para ter jogadores mais frescos. Não são mudanças apenas para melhorar o jogo, mas para buscar mais equilíbrio. Precisamos errar menos passes.Temos qualidade para fazer isso. Será um jogo intenso, contra jogadores [do Haiti] de qualidade, fortes e potentes. O pensamento da equipe é evoluir ainda mais”, disse Ancelotti nesta quinta-feira, 18, em entrevista coletiva realizada no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, palco do confronto.

Questionado sobre a possibilidade de utilizar Endrick, atacante de 19 anos que sequer entrou em campo contra o Marrocos, o treinador afirmou que todos precisam ter paciência e que o próprio jogador sabe que terá a oportunidade no momento certo.

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“Endrick é um talento extraordinário. O Brasil vai aproveitar suas qualidades nesta Copa e também na próxima Copa do Mundo. Ele é paciente, não tem pressa e é muito maduro para a idade. Esse é um aspecto muito importante. Além disso, a família está muito próxima dele, o que é fundamental para um jovem. Vamos esperar o momento correto, porque ele será importante”, disse Ancelotti.

A expectativa é de pelo menos três mudanças na equipe titular em relação ao time que enfrentou o Marrocos: Danilo na vaga de Ibañez, na lateral direita; Matheus Cunha no lugar de Igor Thiago; e Luiz Henrique ocupando a posição de Lucas Paquetá, estas duas últimas no setor ofensivo. Ancelotti admitiu que, mais uma vez, ainda não revelou aos atletas quem será titular.

“A equipe já está definida. Vou comunicar amanhã. Acho correto não comunicar agora, porque não é o momento. Não tenho problema em divulgar, mas prefiro informar primeiro aos jogadores”, afirmou.

Carletto disse que administra bem a pressão por comandar a seleção brasileira após reconhecer que o resultado da estreia ficou abaixo do esperado. Aos 67 anos, ele acumula passagens por clubes como Real Madrid, Bayern de Munique e Milan, entre outros, sempre convivendo com momentos de grande cobrança.

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“Tenho experiência para lidar com a pressão. O resultado não foi bom e isso nos deixa um pouco críticos em relação à equipe, mas precisamos fazer uma crítica construtiva e positiva. Foi apenas o primeiro jogo. A Copa do Mundo não se ganha na estreia. Temos que buscar soluções. Trabalhamos nesses dias para tentar solucionar isso”, completou.

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Haiti pode surpreender ou é saco de pancadas para o Brasil se recuperar na Copa?

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A Seleção Brasileira entra em campo nesta sexta-feira (19) para enfrentar o Haiti, 85º colocado do ranking da Fifa

O Brasil volta a jogar pela Copa do Mundo nesta sexta-feira (19), contra o Haiti, às 21h30 na Filadélfia, nos Estados Unidos. Após o empate em 1 a 1 com Marrocos, com muitas críticas ao futebol apresentado em Nova Jersey, a Seleção precisa vencer para não se complicar no Grupo C da competição.

O jogo contra o Haiti pode ser o divisor de águas do grupo. A expectativa é de que as outras três seleções vençam os haitianos e, assim, o saldo de gols pode fazer diferença para definir as posições na tabela de classificação.

A Escócia já fez a parte dela e venceu o Haiti na estreia por 1 a 0. Agora, é a vez do Brasil. Vencer — e golear — é fundamental para a Seleção Brasileira chegar à última rodada, dia 24, contra a Escócia, praticamente classificada.

Brasil x Haiti tem desequilíbio no ranking da Fifa

Pentacampeão mundial, o Brasil chegou à Copa do Mundo na sexta posição do ranking da Fifa, enquanto o Haiti ocupa a 85ª posição.

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As seleções já se enfrentaram três vezes, com três vitórias brasileiras. O jogo mais emblemático foi um amistoso internacional em 2004, chamado de “Jogo da Paz”, com o objetivo de iniciar uma campanha

 de desarmamento no país da América Central. O Brasil teve Ronaldinho com a camisa 7 naquele jogo e o atual comentarista Roger Flores com a 10.

Histórico de jogos Brasil x Haiti

  • Brasil 4 x 0 Haiti – amistoso disputado em 1974
  • Haiti 0 x 6 Brasil – amistoso disputado em 2004
  • Brasil 7 x 1 Haiti – Copa América 2016

Brasil x Haiti no Jogo da Paz. Ronaldinho Gaúcho - Foto: Nilton Santos / CBF Ronaldinho em campo - Brasil 6 x 0 Haiti - Estádio Sylvio Cator, em Porto Príncipe, Haiti - Jogo da Paz

Brasil disputou amistoso com o Haiti em 2004 e partida ficou conhecida como o “Jogo da Paz” (Foto: CBF)

Haiti nunca somou ponto na Copa do Mundo

A classificação do Haiti representa uma das histórias mais marcantes do torneio, com a equipe indo ao Mundial pela primeira vez desde 1974.

Naquele Mundial, Emmanuel “Manno” Sanon escreveu seu nome na história do futebol ao marcar contra a Itália e encerrar a sequência recorde de 1.142 minutos sem sofrer gols de Dino Zoff. Embora o Haiti tenha perdido por 3 a 1, o gol de Sanon continua sendo um dos momentos mais celebrados da história do futebol do país.

Já contando com a estreia em 2026, o Haiti nunca somou ponto em Copas. Foram três derrotas na Copa de 1974 — 3 a 1 para a Itália, 7 a 0 para a Polônia e 4 a 1 para a Argentina — e a derrota para Escócia na primeira rodada da Copa de 2026.

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Paratletas capixabas participam do Circuito Loterias Caixa de Natação, em São Paulo

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A delegação de paratletas da ACPD/Álvares Cabral vai disputar a 1ª Etapa Nacional do Circuito Loterias Caixa de Natação, o evento acontece nesta quarta-feira (17) e quinta-feira (18), no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Para competir, os capixabas e a comissão técnica contaram com o apoio do programa Voe Atleta, da Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport).

Organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o torneio reunirá 266 nadadores de todo o País. Esta será a primeira competição da modalidade no ano, servindo como preparação para os Jogos Parasul-Americanos de Valledupar, que acontecem na Colômbia entre os dias 5 e 15 de julho.

A equipe do Espírito Santo embarcou com os nadadores Waldir Alvarenga Junior, o “Tiozinho”, e Nathália Torezani, ambos beneficiários do programa Bolsa Atleta, programa do Governo do Estado. O grupo conta ainda com Breno Costa, Caio Rodríguez, Ikaro Nunes e Matheus Mariano, além do técnico Leonardo Miglinas e do fisioterapeuta Rickson Oliveira. Todos viajaram por meio do programa Voe Atleta. Juntou-se a eles Patrícia Costa, integrante da comissão técnica.

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“As expectativas são ótimas para esta estreia na temporada. Todo o trabalho é fruto de um período consistente de treinos, com o tempo adequado de preparação para chegarmos fortes. Nosso objetivo é alcançar as melhores colocações possíveis na competição”, destacou o técnico Leonardo Miglinas.

O treinador ainda lembrou o foco da equipe em evoluir: “Quem conquistou o bronze no ano passado chega com meta de mudar a cor da medalha agora. Nosso objetivo é sempre superar as marcas anteriores. Este ano o cenário é um pouco diferente, já que as disputas acontecem no meio da semana, ao contrário das edições anteriores, que ocorriam aos finais de semana”

As provas serão realizadas em formato de eliminatórias pela manhã e finais à tarde, com transmissão das disputas decisivas pelo canal do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) no YouTube, a partir de quinta-feira (18), às 10h da manhã (horário de Brasília).

Voe Atleta
O Voe Atleta é um programa do Governo do Estado, desenvolvido por meio da Sesport, que custeia passagens de avião para atletas e paratletas capixabas de alto rendimento que disputam competições nacionais e internacionais.

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Bolsa Atleta
O Bolsa Atleta tem como objetivo principal beneficiar atletas e paratletas de alto rendimento, com o auxílio financeiro mensal que deve ser utilizado para a manutenção dos resultados obtidos e da carreira esportiva no ano de recebimento do benefício.

Com um investimento de R$ 4 milhões, o edital atual atingiu o recorde de esportistas de alto rendimento selecionados, com 243 contemplados, 11 a mais do que no edital anterior. Serão pagas aos selecionados 12 parcelas mensais, conforme a categoria: Olímpico, Paralímpico e Surdolímpico Pódio (R$ 4 mil); Olímpico, Paralímpico e Surdolímpico Participação (R$ 2,3 mil); Internacional Principal (R$ 2 mil); Internacional Base (R$ 1,7 mil); Nacional Principal (R$ 1,5 mil); Nacional Base (R$ 1 mil) e estudantil (R$ 500).

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