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Agenda Norte

Artigo – O que você vale

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Por Sirano Asdrubal

O que você vale? Essa é uma pergunta difícil de responder, temos que considerar o emocional, social e afetivo de cada pessoa envolvida.

Certa vez um amigo me disse: ‘Amigo meu não tem defeitos, INIMIGO se não tiver eu coloco.’ Um amigo tem liberdade para fazer críticas a você, releva até uma crítica ao seu clube de coração. Pode dizer que você é feio e sua foto serve para matar baratas de susto. Ora, mas é um amigo quem fala, vá falar isso outra pessoa, cria um atrito, mesmo pequeno, mas cria.

Cada pessoa vale aquilo que pode doar a outra, uma palavra, ajuda financeira ou social, seu trabalho tem valor, uma opinião, saber ouvir problemas, aconselhar, até mesmo pelo exemplo da própria vida. Uma boa conversa resolve problemas que até pouco tempo pareciam insuperáveis. Uma boa troca de ideias, pode fazer você ver a vida diferente, aprender com o outro, até ensinar.

Somente Deus é o dono da verdade.

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Somos pessoas em desenvolvimento moral e intelectual, muitas vezes visamos o dinheiro como uma forma de subsistência, mas o que acrescenta na vida é a interação entre as pessoas, ninguém vive sozinho, o ser humano precisa de interação do outro, essa troca de ideias é que alavanca o progresso moral e intelectual.

Se você lê um livro é porque outro escreveu, e na leitura você sempre aprende algo de bom e produtivo.

As coisas que você viveu, viu, sentiu, são únicas, o sabor de um beijo, de uma comida, do sexo, do calor, de um frio, de um banho de mar, de um rio, são emoções e sentimentos únicos na sua vida e intransferíveis.

Você pode até contar seus sentimentos e sensações, mas ninguém jamais vai saber o que você sentiu. Por isso somos pessoas únicas nesse universo de Deus.

Faça o seu caminho, combatendo o bom combate, guardado na fé, sempre atento de podemos fazer algo para o nosso bem e para o progresso da humanidade. Deus está vendo!

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O Brasil clama por socorro, mas de onde ele virá?

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Salmo 121 traz orientações para momentos em que não sabemos o que fazer

A Palavra de Deus, no seu magnífico Salmo 121, não deixa dúvida de que Deus está pronto para nos socorrer nos momentos mais difíceis, na hora da angústia. A passagem diz: “Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro. O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra.”

Esse maravilhoso salmo, no entanto, tem muito a nos ensinar, talvez coisas que muitos ainda não tenham se dado conta. A lição que desejo retirar dele hoje é algo que está implícito no texto, mas que parte de uma compreensão lógica da sua interpretação.

A lição diz respeito à reação humana diante do momento de crise. Sim, porque é isso o que o texto pressupõe quando se refere ao salmista como alguém que elevou os seus olhos. “Levantarei”, declara o texto. Em outras traduções é “elevei”, ou “ergui”. Em todo caso temos aqui um verbo, portanto uma reação.

Uma reação que precede o socorro porque o salmista primeiro se voltou para Deus. Ao olhar para os montes, na verdade foi como olhar para o Único que poderia lhe socorrer naquele contexto, pois foi isso o que a situação de pânico lhe fez entender. Foi a reação do salmista em reconhecer a sua dependência de Deus que acionou o agir do Senhor, obviamente por misericórdia e graça.

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O Brasil clama por socorro

Assim como o salmista, o Brasil também está em apuros. Estamos vivendo dias difíceis onde à ameaça vai muito além da pandemia do coronavírus. Nossas liberdades estão sendo retiradas aos poucos por pessoas que mais deveriam nos proteger, o que é ainda pior.

Diante disso, perceba que estamos na mesma situação do salmista que estava cercado de montes intransponíveis. Os nossos montes você mesmo pode nomear. Onde eles estão, ou quem é? São vários e todos eles ameaçam a nossa existência enquanto povo livre; um povo de fé e princípios cristãos.

O que fazemos, então? Recorremos ao Messias, mas não ao que ocupa a Presidência da República, e sim a Majestade Celestial. Contudo, devemos elevar os nossos olhos para Jesus pedindo para que Ele dê, aí sim, sabedoria ao nosso presidente sobre como reagir diante do momento atual em que vive o Brasil.

Os nossos olhos e coração devem estar voltados para Deus, visto que Ele é soberano e nada escapa das suas mãos. Entretanto, os nossos pés e mãos estão aqui na Terra, e isso significa que além de orar, clamar ao Senhor dos Exércitos por socorro, também devemos reagir. O salmista reagiu, pois a ajuda divida se converteu em força para enfrentar os seus inimigos.

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E quanto a nós, o que faremos? Deus usa pessoas para nos socorrer. Ele usa governos, ministros, usa eu e você. Usa quem Ele quer como, onde e quando desejar, mas cabe a nós reconhecermos que somos dependentes da sua graça, estando dispostos a ser instrumentos em suas mãos.

Por Marisa Lobo é psicóloga, especialista em Direitos Humanos, presidente do movimento Pró-Mulher e autora dos livros “Por que as pessoas Mentem?”, “A Ideologia de Gênero na Educação” e “Famílias em Perigo”.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

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Artigo – Educação a Distância: potencializando interações de aprendizagem

Publicado

Por Rita de Cássia Turmann Tuchinski

Em virtude do cenário atual, com o avanço tecnológico e tantos outros fatores econômicos e políticos que contribuem para a mudança do tempo e espaço, é indispensável que os professores reflitam a utilização e ampliação da educação à distância dentro dos espaços que promovem o processo de aprendizagem.

Ela oferece possibilidades para refletir, questionar, compartilhar conhecimentos, formular e reformular ideias, concepções, percepções, experiências e vivências, torna-se um espaço privilegiado superando a necessidade da presencialidade física, ou seja, a obrigatoriedade do professor e estudante no mesmo espaço físico.

Esta modalidade de ensino é vista como uma possibilidade de evolução do sistema educacional, pois não existe uma pedagogia própria para a EaD. É preciso pensá-la e construí-la como um modo de educar para a comunicação em um processo mútuo, colaborativo e constitutivo de práticas educativas que busquem promover a aprendizagem.

Nesse contexto, faz-se necessário que os educadores passem a olhar suas práticas voltadas para o trabalho em equipe, utilizando-se da criatividade, do conhecimento coletivo, e que tenham como objetivo ampliar e enriquecer as possibilidades de uma intensa interação com seus educandos.

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Mas, aí vem um questionamento muito usado quando se fala em interação principalmente na educação a distância, e assim logo nos remetemos a pensamentos como: é possível uma interação efetiva nos ambientes virtuais de aprendizagem?

Pois bem, o contexto de Educação a Distância é caracterizado como um espaço de ensino e aprendizagem que nos traz inúmeras possibilidades de ofertar instrumentos por meio de metodologias que potencializem esse processo e possibilitem a interação entre o professor e discente. E como exemplo de que é possível, sim, interação nos ambientes virtuais de aprendizagem, temos as ferramentas tecnológicas como os fóruns, chats, canais em que o estudante fala diretamente com o professor.

Sendo assim, destaca-se com uma característica horizontal, o fórum como um diferencial de interação para o processo de ensino aprendizagem nos ambientes de salas de aulas virtuais.

E para que os espaços destinados aos fóruns online tenham uma efetividade na aprendizagem, podemos promover diálogos assíncronos que podem acontecer em diferentes tempos com a troca de experiências e vivências, o compartilhamento colaborativo de conhecimentos, os pontos de vista entre os estudantes e os professores, a interação social. E o mais importante: agregar conteúdos com situações próximas à realidade do discente, que o possibilite pensar, refletir, buscar possíveis soluções que de certa forma contribuam para um desenvolvimento autônomo frente as suas ações pessoais e profissionais.

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Portanto, aprimorar a interação dos fóruns nos ambientes virtuais de aprendizagem potencializa uma ressignificação do papel do professor como mediador e do estudante como participante ativo, que de forma dinâmica e significativa, estabelece melhores relações com o processo de aprendizagem.  

 

Rita de Cássia Turmann Tuchinski

é professora do curso de Pedagogia

do Centro Universitário Internacional Uninter.

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