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Capixaba é eleita a melhor goleira do mundo no beach soccer

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A melhor goleira de beach soccer do mundo é uma capixaba. Lelê Lopes, de 35 anos, foi eleita a melhor do mundo na sua posição na festa Beach Soccer Stars.

A eleição foi realizada pela Beach Soccer Worldwide, entidade responsável pela promoção da modalidade, com chancela da Fifa, e a cerimônia aconteceu no início da noite de quinta-feira (21) no Teatro Municipal Pedro Muñoz Seca, em El Puerto de Santa María, na Espanha.

Destaque do São Pedro Beach Soccer e da seleção brasileira, Lelê Lopes venceu a portuguesa Jamila Marreiros e com a ucraniana Anastasiia Terekh.

Ainda tá caindo a ficha. É uma emoção sem igual. Esse troféu representa muita renúncia e resiliência. Quero agradecer a Deus, primeiramente, por me permitir fazer o que amo. Quero agradecer a minha mãe por sempre me incentivar nessa caminhada, toda minha família, a técnica da seleção, que veio do São Pedro e me abriu portas, todas as minhas companheiras de seleção e de clube, além de todos que torcem por mim, me fortalecem e me apoiam diariamente. Tem muita gente envolvida nisso, não é só meu, é de todo mundo. Vou usar muito esse espaço, porque acho que a gente precisa de uma Copa do Mundo e estamos lutando por isso. As mulheres podem chegar aonde quiserem, basta acreditar”,”

Lelê Lopes, goleira

Lelê Lopes pela seleção brasileira de beach soccer
Lelê Lopes pela seleção brasileira de beach soccer (Foto: Reprodução/Instagram @leleelopes)

Três capixabas na seleção do mundo

Melhor do mundo na sua posição, Lelê Lopes entrou também na seleção ideal da temporada 2025. Além dela, outras duas capixabas foram incluídas no quinteto: a fixa Bárbara Colodetti, do Higicontrol Melilla-ESP e do Vasco, e a pivô Taii, do São Pedro Beach Soccer.

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A seleção do mundo tem ainda as espanholas Adriana Manau e Andrea Mirón.

Bárbara Colodetti também concorreu ao prêmio de melhor jogadora do mundo. Mas o título ficou com a espanhola Andrea Mirón.

(Foto: Jose Manuel Alvarez/Beach Soccer World Wide)

Rodrigo é eleito o melhor do mundo pela 2ª vez

Entre os homens, o carioca Rodrigo, do Flamengo e da seleção brasileira, foi eleito o melhor jogador do mundo na temporada 2025. Esta é a segunda vez que o pivô ganha a premiação. A outra foi em 2023.

Desta vez, Rodrigo superou o também carioca Thanger e o português Bê Martins, que tinha sido o vencedor em 2024.

Já a seleção do mundo teve Rodrigo, Thanger e o goleiro Bobô, além do português Bê Martins e do italiano Josep Jr.

Confira os premiados no Beach Soccer Stars 2025

  • Melhor jogadora: Andrea Mirón (ESP)
  • Melhor jogador: Rodrigo (BRA)
  • Melhor goleira: Lelê Lopes (BRA)
  • Melhor goleiro: Bobô (BRA)
  • Melhor jogador jovem: Bruno Pola (POR)
  • Melhor treinador: Nico Alvarado (BLR)
  • Seleção do Ano (masculino): Bobô, Thanger, Rodrigo, Bê Martins e Josep Jr.
  • Seleção do Ano (feminina): Lelê Lopes, Bárbara Colodetti, Taii, Andrea Mirón e Adriana Manau
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Vila Velha terá primeira corrida gay do ES; veja como se inscrever

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Pride Run acontece no dia 27 de junho, com percurso de 5 quilômetros, atrações culturais e arrecadação de alimentos

Vila Velha vai receber a primeira corrida voltada ao público LGBTQIAPN+ do Espírito Santo. A Pride Run acontece no dia 27 de junho, na véspera do Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+.

A corrida terá percurso de aproximadamente 5 km, com largada e chegada no Parque Urbano Duque de Caxias. Segundo a organização, a proposta do evento é promover um espaço de celebração, inclusão e representatividade, além de reunir pessoas que apoiam a diversidade e a luta por direitos.

Além da prova, a programação deve contar com atrações culturais e ações em parceria com órgãos públicos, com oferta de serviços nas áreas de saúde, assistência social, direitos humanos e orientação jurídica.

A ideia é que os atendimentos estejam disponíveis tanto no dia do evento quanto durante a entrega dos kits aos participantes.

As inscrições para a Pride Run começam na sexta-feira (22), às 12h, pela plataforma TicketSports.

Durante a retirada dos kits, os participantes poderão doar alimentos não perecíveis. As arrecadações serão destinadas a casas de acolhimento e instituições ligadas à promoção dos direitos da população LGBTQIAPN+.

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Serviço

Pride Run 2026
Data: 27 de junho de 2026
Percurso: 5 km
Largada e chegada: Parque Urbano Duque de Caxias

Inscrições a partir de 22 de maio, às 12h, pela TicketSports

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Chapecoense pagará R$ 450 mil à família de vítima de acidente

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A Associação Chapecoense de Futebol foi condenada a pagar R$ 450 mil à família do jornalista Giovani Klein Victoria. Ele foi uma das 71 vítimas do acidente aéreo em Medellín, na Colômbia. A tragédia com o avião que levava a equipe para a final inédita da Copa Sul-Americana completará 10 anos em novembro.

Na sentença judicial, o magistrado reconheceu a responsabilidade civil objetiva e solidária do clube como responsável pela contratação do transporte junto à empresa LaMia. O juiz apontou culpa grave por negligência na escolha da companhia aérea, motivada pela opção pelo serviço mais barato.

A decisão determina o pagamento de R$ 150 mil por danos morais para cada um dos três autores da ação, que são a esposa e os pais da vítima. Em nota oficial, a Chapecoense informou que não vai comentar a decisão porque o processo ainda se encontra em trâmite.

Os pedidos de indenização por danos materiais e de pensão mensal para a companheira do repórter foram julgados improcedentes. A Justiça rejeitou os pleitos sob a justificativa de que faltaram comprovações de desembolso financeiro e de dependência econômica.

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A Chapecoense tentou afastar a responsabilidade solidária argumentando que o jornalista, como profissional de imprensa, viajava de forma gratuita. O clube defendeu que a falta de um contrato com a vítima e a natureza do transporte invalidariam a obrigação civil. Giovani Klein tinha 28 anos, era natural de Pelotas (RS) e atuava na cobertura esportiva pela RBS TV Chapecó desde 2014.

O ACIDENTE

A aeronave que levava a delegação do time catarinense caiu pouco antes de chegar ao destino, em Medellín, na Colômbia, na madrugada do dia 29 de novembro de 2016. O motivo do acidente foi a falta de combustível, conforme a investigação concluída pela Aeronáutica Civil da Colômbia.

O voo 2933 era pilotado pelo boliviano Miguel Quiroga, um dos sócios-proprietários da companhia aérea, apontado como um dos principais responsáveis pelo fim trágico da viagem que deixou 71 mortos, dos 77 que estavam a bordo.

Entre os sobreviventes está o atleta Alan Ruschel, o único que conseguiu voltar a jogar profissionalmente. O lateral-direito passou por cinco clubes, além da Chapecoense, e hoje defende as cores do Juventude, equipe que disputa a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro.

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