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Segurança

Efetivo da Guarda de Vitória recebe curso de abordagem a ônibus

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A Guarda Civil Municipal de Vitória recebeu treinamento de abordagem a transportes coletivos. A capacitação é fruto da parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que forneceu a instrução com o objetivo de habilitar os guardas municipais a planejar e executar abordagens seguras nos ônibus.

A turma teve acesso a um conhecimento diverso, tanto de forma prática quanto teórica, demonstrando aplicação correta de protocolos táticos, além da importância da comunicação padronizada e medidas de proteção de passageiros e demais envolvidos.

“Os guardas municipais também participaram de simulados com a aplicação do aprendizado, como abordagem a suspeitos, proteção do motorista, contenção de passageiros agressivos. Além disso, também foi praticada a gestão de emergências no coletivo, como incêndio simulado, vítima crítica, evacuação e bloqueio de saídas”, conta o inspetor Ferreira, da Gerência de Formação e Atenção Psicossocial (Gfap) da Guarda de Vitória.

O inspetor destaca ainda a importância desse treinamento para dar mais segurança e aumentar a eficácia da atuação dos guardas em situações dentro do transporte coletivo, que exigem rapidez, controle e tomada de decisão precisa. “A preparação prática faz toda a diferença no momento da ocorrência”, conclui.

André Sobral
onibus

CURSOS E TREINAMENTOS

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A atividade faz parte do cronograma de qualificação contínua da Guarda de Vitória. “Atuamos em duas frentes principais: segurança pública e trânsito. E, para ambas, a atualização constante é essencial, tanto no aspecto técnico quanto no preparo emocional das nossas equipes, para lidar com situações diversas e imprevisíveis”, afirma Annelise Alves, gerente de Formação e Atenção Psicossocial (Gfap).

Com o reforço da capacitação, a Guarda de Vitória se consolida como um importante elo no enfrentamento à criminalidade no município, contribuindo com abordagens mais eficientes e ações integradas com as demais forças de segurança do Estado.

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Segurança

Mãe é denunciada por tentativa de homicídio após dar veneno para filho no ES

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Uma mulher de 30 anos foi denunciada por tentativa de homicídio qualificado por envenenamento após misturar “chumbinho” na comida do próprio filho, de apenas 4 anos, no Espírito Santo.

O caso aconteceu em 2023. Além do menino, a mulher também era mãe de outras duas crianças, que tinham 6 e 9 anos na época. Diante da gravidade do caso e para preservar a identidade das vítimas, os nomes da mãe, das crianças e da cidade não serão divulgados, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Documentos da Polícia Civil obtidos pela reportagem da TV Vitória/Record mostram relatos e imagens que apontam que a mulher teria colocado o veneno na alimentação do filho. No vídeo, ela tenta oferecer a comida à criança, enquanto a filha mais velha grita dizendo que “é veneno”.

As investigações apontam que o menino não chegou a ingerir o alimento porque foi alertado pela irmã. Ainda assim, segundo a polícia, a mãe teria insistido para que ele comesse.

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As imagens foram enviadas pela própria suspeita a familiares por meio das redes sociais e, posteriormente, encaminhadas à Polícia Civil e ao Ministério Público do Espírito Santo (MPES), que passaram a acompanhar o caso.

Conselho Tutelar encontrou casa em situação precária

Segundo os documentos obtidos pela reportagem, conselheiros tutelares encontraram a residência em condições precárias, com acúmulo de sujeira e crianças com sinais de falta de higiene.

Os relatos também apontam que os menores teriam sido vistos “pegando comida no lixo” e indo “sujos para a escola”.

Uma testemunha afirmou que a escola das crianças chegou a entrar em contato para relatar que os alunos frequentemente apareciam com roupas muito sujas e buscavam alimentos no lixo.

Mulher negou intenção de matar os filhos

Em depoimento à polícia, a mulher confirmou ter gravado os vídeos, mas alegou que, apesar de a embalagem indicar “chumbinho”, o conteúdo seria, na verdade, um doce de amendoim.

Ela negou que tivesse intenção de matar os filhos e afirmou que queria “chantagear” o companheiro para que ele voltasse para casa após uma discussão. A suspeita também disse que, no dia das gravações, havia ingerido bebida alcoólica, estava sem dormir e sob efeito de cocaína.

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Ainda em depoimento, a mulher relatou manter uma relação conturbada com o companheiro, afirmou já ter sido esfaqueada por ele e admitiu que descontava a raiva nos filhos.

Após o caso, as três crianças passaram a viver com um dos avôs.

O Ministério Público também apontou possível negligência por parte de conselheiros tutelares, que, segundo o órgão, deveriam ter realizado o acolhimento emergencial imediato dos menores.

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Segurança

Mulher é morta a tiros pelo marido horas após casamento; filhos presenciaram crime

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Uma mulher de 34 anos foi morta a tiros pelo próprio marido horas após o casamento em Campinas, no interior de São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, uma discussão entre o casal durante a confraternização evoluiu para agressões físicas até que o guarda municipal Daniel Barbosa Marinho, de 55 anos, sacou uma arma e atirou contra a esposa, Nájylla Duenas Nascimento. O caso ocorreu na noite de sábado (9).

De acordo com o boletim de ocorrência, o crime aconteceu diante de convidados da festa e dos três filhos da vítima, de 15, 12 e 8 anos. O adolescente mais velho publicou homenagens para a mãe nas redes sociais após o feminicídio e escreveu: “Quero justiça!”.

Segundo testemunhas, o casal iniciou uma briga ainda durante a comemoração. Em meio à confusão, Daniel deixou o local temporariamente e retornou armado. A Polícia Civil informou que ele efetuou seis disparos contra Nájylla.

Ainda conforme o registro policial, antes dos tiros houve luta corporal entre os dois. O guarda também teria usado a arma funcional para agredir a esposa. Mesmo ferida, a vítima voltou a ser atacada após o suspeito retornar ao imóvel.

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Nájylla chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu no local.

Após o crime, Daniel fugiu levando a filha de 7 anos do casal. Horas depois, ele acionou a Guarda Municipal e se entregou às autoridades. O caso foi registrado como feminicídio e violência doméstica na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Campinas.

Prisão preventiva foi decretada

O Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou neste domingo (10) que a prisão em flagrante do guarda municipal foi convertida em prisão preventiva. Com isso, ele seguirá preso enquanto responde pelo crime.

Daniel Barbosa Marinho integra a Guarda Municipal de Campinas desde 1998 e atualmente exercia funções administrativas em uma das bases operacionais da corporação.

Em nota, a Guarda Municipal informou que acompanha o caso por meio da Corregedoria e que serão instaurados procedimentos administrativos para apurar a conduta do agente.

“A Guarda Municipal lamenta profundamente o fato e reafirma seu compromisso com o combate a qualquer forma de violência”, informou a corporação.

Filhos presenciaram o crime

Segundo a investigação, os filhos de Nájylla estavam na confraternização e testemunharam o momento em que a mãe foi atacada pelo padrasto.

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Vizinhos relataram à polícia que o relacionamento do casal era marcado por desentendimentos frequentes.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de São Paulo.

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